Grana, tutu, cascalho, espécie, ganho, proveito, din-din, recursos, faz-me-rir; chame-o como quiser, o dinheiro tem importância, faz diferença.
Para alguns religiosos, no amor por ele está na raiz de todo o mal. A propósito das relações entre o amor e o dinheiro, existem homens, que não conseguem nunca ser amados por si mesmos, e apelam para a sedução do dinheiro.
Segundo Olavo Bilac, em seu ensaio o Dinheiro, Ser amado só por seu dinheiro, deve ser a desventura maior de quantas possam pesar sobre um homem. Mas afinal, o que há de fazer quem não tem beleza, nem mocidade nem graça. Afinal ninguém pode viver sem amor! E quem não pode obter de graça compra-o.
Imaginem um mundo sem dinheiro. Durante vários anos, os comunistas sonharam exatamente com isto. De acordo com Friedrich Engels e Karl Marx, o dinheiro era meramente um instrumento de exploração capitalista, substituindo todas as relações humanas, mesmo aquelas dentro das famílias.












