Nenhum comentário 2/07/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Qualidade de Vida (Por Maria de Lurdes Fontana)

qualidadedevida1Sempre que se aborda temas que se relacione com o modo de se viver, a tendência é pensar que é fácil e simples. A mim, é tão difícil quanto a muitas pessoas que conheço.

Cada pessoa tem seu estilo e seu modo de entender os processos de vida e de trabalho.

Geralmente quando se fala em qualidade de vida, pensa-se em comer bem e melhor, vestir-se confortavelmente e de alguma maneira “ficar” sem trabalhar.

Desde os primórdios dos tempos sabe-se que trabalho não mata ninguém, mas a qualidade de como se trabalha, faz toda a diferença. Primeiro é preciso gostar do que se faz. Mesmo que em algum momento se faça tarefas que não agradam, mas pensar em fazer bem o que dá prazer faz esquecer os desconfortos das atividades menos prazerosas.

Valorizar o gosto por aquilo que fazemos.

Costumeiramente ouve-se falar em “desacelerar” e, que o ritmo do nosso tempo é muito frenético, aumentando o stress, e a qualidade de vida cai, porque o individuo adoece.

O stress impacta na parte física e mental do organismo e cada individuo responde de maneira diferente. Há diversas doenças que o stress causa que vai desde uma úlcera até um simples zumbido no ouvido.

Aprenda a prestar atenção ao seu estado físico para identificar quais as necessidades para diminuir o ritmo de maneira a sintonizar mente-espírito, corpo e ambiente. A partir disso, busque orientação para desacelerar o ritmo das atividades e saia da rotina.

Treinar nossa mente para criar novas alternativas de rotas e caminhos para sair do desconforto.  

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Categorias: Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Maria de Lurdes Fontana, Qualidade de Vida

1225985044Iqq5PfEsta semana, recebi um informativo, através de e-mail, de um dos nossos clientes, a Mirador Assessoria Atuarial, no qual me fez refletir, infelizmente, sobre a forma como nos preparamos ou não para a MORTE! De um modo geral, falar sobre a morte provoca desconforto, pois nos confrontamos com uma verdade implacável: a certeza de que um dia a vida chegará ao fim. Essa constatação aciona uma série de reações psicológicas que interferem no comportamento econômico das pessoas.

O artigo denomina-se “A morte como elemento sensibilizador em seguros de vida”, elaborado pelos seguintes profissionais: Sérgio Rangel Guimarães (Consultor Sênior da Mirador Assessoria Atuarial) e Luciane Fagundes (Psicóloga Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental).

Na sua essência, este artigo busca uma justificativa / resposta para uma constatação: “Por que priorizamos a contratação de seguros que visam à proteção de bens materiais como automóveis e residências em detrimento do maior bem que possuímos: a vida?”.

Faço o convite, para lerem este artigo, clicando aqui!

O artigo completo pode ser acessado, clicando aqui, no qual foi publicado na revista Cadernos de Seguros nº 160 (Funenseg), de maio 2010.

E você … esta se preparando para a MORTE?

Deixe aqui os seus comentários sobre este assunto.

Categorias: Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Nossos Clientes, Posts de Hélio Rocha, Qualidade de Vida

Você tem paixão (worklover) ou vício (workaholic) pelo seu trabalho?

CapturarPara muitos profissionais, jornadas de trabalho longas são associadas ao prazer pelo que se faz. Alguns chegam empolgados para desempenhar seu trabalho na segunda-feira, extrapolam o expediente, mas conseguem manter o entusiasmo até sexta-feira. Outros ultrapassam a carga horária mínima por carregar consigo a obsessão pela produtividade. Uma linha tênue divide estes dois profissionais extremamente envolvidos em suas funções, e esse limite diferencia o PRAZER da COMPULSÃO!

Uma pesquisa realizada no Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB) desmistificou a idéia de que todos os que trabalham excessivamente se encaixavam na definição de workaholics.

A tese apresentou ao mundo o worklover, um apaixonado pelo seu ofício.

Clique aqui e acesse a reportagem na integra.

Clique aqui, e descubra se você é worklover ou workaholic. Faça o teste!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Dica de Leitura, Gestão de Carreira, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Qualidade de Vida

13_2621-patricia-maldonado3Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos um artigo da Patricia Garcia no qual possuía um exemplo de Acordo para Compensação de Horas … nos dias / horários dos jogos da Copa do Mundo, recebi através do newsletter da RH.com.br, um outro convite de leitura para dois artigos muito bem elaborados pela Patricia Bispo.

Nestes dois artigos, sendo que um deles é uma entrevista com advogado da área Trabalhista e Previdenciária da IOB, Silvio Helder Lencioni Senne, cita que as empresas não são obrigadas, mas entram no Clima da Copa do Mundo, liberam os funcionários no momento dos jogos e ainda aproveitam a oportunidade para realizar campanhas internas. Confira estas informações, clicando nos dois links abaixo:

E na sua empresa … como estão os preparativos para entrar no Clima da Copa do Mundo? Deixe aqui as suas experiências sobre este assunto!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Dica de Leitura, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Qualidade de Vida
Nenhum comentário 5/06/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Decepções (Por Maria de Lurdes Fontana)

Goodbye2

O conceito de decepção é o ato de lograr ou se desiludir.

A decepção vem acompanhada quase sempre pelo ato do outro. Ou seja, o ser humano decepciona-se quando coloca uma expectativa para algo e acaba não acontecendo.

Mas se dissemos que as pessoas precisam umas das outras e criam-se vínculos e em algum momento, não tem jeito, ocorre a decepção.

Então se tira a conclusão que as decepções também fazem parte do aprendizado humano no sentido de aprender errando e corrigindo. E ainda, a decepção é uma forma de “fazer pensar” as atitudes e comportamentos nos relacionamentos.

Concluindo, não tem jeito mesmo, nós seres humanos precisamos ficar tristes em algum momento. Faz parte da compreensão do “eu” interior e do silencio inocente e introspectivo.

Pelo fato de decepcionar-se, não se pode afirmar que irão ocorrer mais decepções com a mesma pessoa. Até porque, se sabemos e conhecemos como é o comportamento daquele (a) que nos decepciona, passamos a aprender e agir de modo diferente. E consequentemente, haverá o aprendizado, e nas lições aprendidas corrigimos ou pelo menos atuamos para que não mais tornemos a nos decepcionar.

Criam-se mecanismos de atuação cerebral para nos proteger de certas armadilhas que nos fazem sofrer. Isso é o que a priori deveria acontecer. Mas nem sempre isso é possível, devido o grau de relacionamento e envolvimento das pessoas.

Por isso, às vezes, há eternos conflitos. Decepção não mata, mas ensina!                     

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Categorias: Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Maria de Lurdes Fontana, Qualidade de Vida

Grupo do BrasilO que fazer nos três jogos da Copa 2010 que o Brasil vai participar, que serão à principio em horários de trabalho?

Eu já me conscientizei, não vou trabalhar em projetos de consultoria / aprendizado nestes horários … em nossos clientes!

Bom, localizei no Blog da Patrícia Garcia um artigo bem elaborado no qual esclarece algumas alternativas, inclusive com a elaboração de um Acordo para Compensação de Horas.

Clique aqui e acesse o artigo na íntegra!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Dica de "Website", Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Qualidade de Vida
Nenhum comentário 29/05/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Motivados pela Fé (Por Maria de Lurdes Fontana)

Sabe-se que a felicidade não depende do tempo, até porque tempo tem a conotação de ser intangível. Mede-se o tempo, mas não se “sente” o tempo.

Cada um tem o seu tempo e o conceito de felicidade.

Nota-se que as pessoas mais espiritualizadas, são mais felizes e vivem com mais prazer e para estes tem-se notado que o tempo é mais longo.

fé

Quem é feliz vive mais tempo, entende-se, por contagem de anos. Percebe-se que as pessoas que superam a média de vida dos brasileiros, além de outros fatores, são pessoas que rezam muitas vezes ao longo da sua jornada. Param o que estão fazendo e retiram-se para orar.

Cada um da sua maneira do seu jeito e das mais variadas devoções e em comum: a fé constante. A certeza, o ânimo, a alegria e ao falar com eles, percebe-se que os desafios da nossa atualidade são semelhantes as que já vividas.

Um povo de fé e espiritualidade mais evoluída tem mais tempo a dedicar-se a construir e empreender para melhorar sempre. O espírito que une milhares de pessoas em torno de um evento religioso, a devoção é a prova viva de que nós seremos humanos, somos necessitados de “algo maior” do que nós mesmos.

São Paulo, um dos apóstolos de Jesus Cristo nos diz: O homem é justificado pelas obras e pela fé.

Obras no sentido dos feitos em relação a sua vida, na família, na comunidade, na sociedade, e a fé naquilo que acredita e coloca as em prática nas ações em favor do outro. Isso pode ser a grande motivação da fé e da graça da vida.           

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Categorias: Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Maria de Lurdes Fontana, Qualidade de Vida

Você que utiliza a internet nas suas tarefas diárias, em casa e no trabalho, se considera um dependente online da rede?

Recentemente, li uma reportagem muito bem elaborada no jornal Zero Hora (clique aqui) sobre este assunto, o título é bastante sugestivo: “Sempre Ligado – Como lidar com a dependência online”.  Na reportagem o repórter relata que a crescente influência das redes sociais e demais ferramentas relacionadas à internet esta aumentando, no mundo real, uma quantidade de pessoas sobrecarregadas pela tecnologia moderna. Sendo que a insistência em se manter conectado e fazer múltiplas tarefas ao mesmo tempo, provoca desgaste físico e mental, resultando em um quadro similar ao de um transtorno de hiperatividade.

Ao longo do texto, apresenta exemplos recentes de duas pessoas conhecidas na mídia que ao perceberem esta dependência tomaram atitudes consideradas drásticas, ou seja, se “desconectaram da rede”, neste caso específico do twiter, o migroblog.

A dependência online, geralmente atinge pessoas com alguma predisposição psicológica para trabalhar demais, manterem-se informadas ou em contato com outros usuários todo o tempo. Os efeitos adversos podem surgir na forma de insônia, sonolência diurna, cansaço ou ansiedade.

Qualidade de vidaAo lado, apresentamos de forma resumida, o que nós, dependentes online podemos fazer para lidar com a sobrecarga de atividades proporcionadas pela internet, de tal forma a usufruir dessa tecnologia sem prejuízo de algumas áreas importantes do cotidiano, ou seja:

  • Relações Sociais;
  • Trabalho;
  • Saúde Física, e;
  • Saúde Mental.

 

 

 

No texto desta reportagem, também existe um convite para “testarmos” o nosso nível de dependência online, clique neste link e faça a sua auto-avaliação.

 Capturar2

CapturarTambém na mesma página desta reportagem, o repórter Eduardo Lorea faz um comentário sobre este assunto polêmico, apresentando uma “solução” para nós dependentes online, ou seja, se conectar em páginas da internet que possuem as “últimas notícias”, como um dos exemplos o blog Update or die (“atualizar ou morrer”, em tradução livre).

 

 

 

 

Não poderia deixar de comentar que já publicamos diversos artigos sobre este assunto pela nossa colaboradora, a Psicóloga Patricia Prigol. Acesse através dos links abaixo os três artigos:

Categorias: Dica de "Website", Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Hélio Rocha, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida

sindromeSegundo pesquisa realizada pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), associação internacional que estuda métodos de prevenir e tratar o estresse, cerca de 35% dos trabalhadores evidenciam dificuldades de adaptação ao trabalho quando regressam de suas férias.

É esperado que nos primeiros dez dias, após o período das férias, algum desconforto ou algum grau de dificuldade de adaptação à rotina se mostre. Para Madalena Lobo, psicóloga clínica especializada em perturbações de ansiedade, esta síndrome, é, no fundo, uma “versão mais alargada da sensação que as pessoas sentem Domingo à noite, de ter que voltar ao trabalho”.

Nesse período, algumas ações específicas podem auxiliar o relógio biológico a voltar a funcionar de acordo com a programação. Depois do período de adaptação, se o desconforto persistir, é indicado procurar um especialista.

Os sintomas que caracterizam a síndrome pós-férias são: irritação, agressividade, ansiedade, tristeza, desmotivação, cansaço, insônia e falta de concentração. Algumas pesquisas revelam que as pessoas com menos de 40 anos são mais suscetíveis à síndrome.

Para evitar maiores desconfortos é importante planejar a volta das férias. Portanto, a volta das férias deve ser gradativa para que a pessoa possa adaptar-se à nova rotina. É bom lembrar que o organismo, quando entra em férias, tende a obedecer ao máximo o seu próprio ritmo. E todos nós temos um ritmo peculiar. Em férias, o relógio biológico reorganiza suas funções de sono e de secreção de hormônios, entre outras, daí a melhora no bem-estar. Ao voltar para o trabalho, ou para a rotina, o corpo sente a mudança e responde acentuando diversos tipos de mal-estar, caracterizando um quadro de estresse.

Do ponto de vista da Psicologia, as férias sevem também como um período de reorganização da vida da pessoa. Algumas expectativas podem ser levantadas nesse momento. No entanto, nem todas as pessoas conseguem, de fato, colocar em prática o que se propuseram no período de férias, o que pode trazer frustração e ansiedade ao mínimo contato com a realidade.

Assim, o impacto da volta das férias pode ser positivo ou negativo. Depende muito do modo como cada pessoa encara a sua realidade. Se a pessoa está satisfeita com o seu trabalho, se encontra realização e gratificação no que faz, provavelmente não sofrerá tanto no período de adaptação à rotina. Seu desconforto poderá, então, recair sobre outras áreas que – com o trabalho – serão restringidas. É provável que o tempo com os amigos seja reduzido ao retornar das férias, assim como o prazer que a pessoa experimentou nas suas relações sociais. Prá isso algum ajuste será necessário. Ao retornar das férias, aumentar os encontros com os amigos e momentos em família pode ser ou representar uma boa saída nos primeiros dias de trabalho, até acostumar-se com o ritmo normal. Além disso, a partilha das aventuras com os amigos é um “ritual de transição” que ajuda a atenuar a síndrome pós-férias. Quando se regressa, não se aterrissa imediatamente na realidade.

Para sofrer menos na volta das férias:

  • Procure não retornar das férias às vésperas do trabalho ou das aulas.
  • Tente adaptar seu organismo ao novo padrão, tentando, por exemplo, dormir uma hora mais cedo.
  • Mudar os hábitos de alimentação e integrar uma atividade física regular pode ajudar muito a combater os sintomas da síndrome.
  • Evitar longas jornadas de trabalho.
  • Se sentir falta de apetite no horário tradicional das refeições, faça um lanche mais leve, mas não deixe de se alimentar.
  • Tente encontrar novas motivações no seu trabalho e em outras áreas de sua vida.
  • Mesmo que tenha poucas horas de lazer, aproveite bem. Leia vá ao cinema, pedale ou saia com os amigos.

O tratamento para a síndrome pós-férias: quando a pessoa não consegue, por conta própria, a adaptação necessária, muitas vezes é imprescindível procurar ajuda médica. O tratamento pode ser administrado com o uso de antidepressivos e ansiolíticos. Se precisar, procure ajuda médica e psicológica. A sua saúde agradece e o bom convívio com os colegas, a família e os amigos também!

Patrícia Luiza Prigol

Psicóloga Clínica

CRP 07/08744

Categorias: Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Patricia Prigol, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida

inteligencia-emocionalAlgumas vezes, quando vou realizar atividades de consultoria … percebo através de “indicadores” se a equipe esta desmotivada, ontem li um artigo muito legal sobre este assunto. A autora apresenta 15 indicadores de uma equipe desmotivada.

Vale a pena ler e refletir este artigo, clique aqui e veja este artigo na íntegra!

E a sua empresa possuem estes “indicadores”? Caso positivo, o que você esta fazendo para controlar e eliminar estes “indicadores”?

Deixe aqui os seus comentários!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Dica de Leitura, Nossas Alianças Estratégicas, Pesquisa de Clima Organizacional, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Qualidade de Vida

« Posts anteriores                   Posts recentes »