Nenhum comentário 28/02/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Caridade

caridadeCaridade é simplesmente ajudar os outros, mas com amor.

É o principio comum em todas as religiões do mundo. A diferença é a compreensão do que seja “ajudar” dentro do contexto do qual estamos inseridos.

Para os países pobres, caridade é dar o mínimo necessário para a subsistência. E há quem testemunhe que não há o suficiente para todos, principalmente comida.

Na maioria dos países ricos cabe ao governo e as entidades civis constituídas proverem o alimento, a casa, a saúde. Mas nos últimos anos tem-se visto que não há mais tanta distinção entre os países.

O agravamento da crise é reconhecido também nos países mais desenvolvidos. Especialistas dizem que há crise financeira e consequentemente o aumento da pobreza. Quem diria a Europa sentindo os reflexos desta crise e muitos sem trabalho, sem teto e sem previdência. Mas esquecendo um pouco o lado material, percebe-se que não há partilhas proporcionais entre os humanos. E isso, além de achar que é normal, enrubesce e torna as pessoas mais isoladas, sem condições de fazer caridade.

São Paulo, apóstolo, em uma das suas cartas escreve: “E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.”

E ainda, a caridade perfeita é aquela que poderei alcançar a alegria de dar sem esperar retribuir. A caridade e o amor são acima de tudo reconhecer que nada somos sozinhos e que embora muitos, infelizmente vivemos na solidão.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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Na sexta-feira passada recebi através de um e-mail da nossa amiga Emilene Brum Garske, um texto muito lindo, escrito pelo jornalista, comentarista e escritor David Coimbra. O texto conta uma história verdadeira que aconteceu no ano passado, no mês de setembro de 2008. Um verdadeiro exemplo de que o principal valor que podemos deixar para os nossos filhos é a ética em nossas atitudes, ou seja, o exemplo das nossas atitudes. O que adianta sermos ricos materialmente, se não deixarmos uma herança de valores para os nossos filhos.

Abaixo, segue na íntegra o texto:

Ontem saí de casa mais cedo do que o normal e a temperatura era amena de primavera e o dia estava amarelo e azul e do som do meu carro se evolava o rock suave da Itapema e eu me sentia realmente bem. Estacionei numa rua quase bucólica do Menino Deus e vi que ali perto um catador de papel puxava sua carrocinha sem pressa.

Era magro e alto, devia andar nas franjas dos 50 anos e tinha a pele luzidia de tão negra. Ao seu lado saltitava um menino de, calculei, uns quatro anos de idade, talvez menos. Devia ser o filho dele, porque o observava com um olhar quente de admiração, como se aquele homem fosse o seu herói. Bem. Ao menos foi o que julguei, certeza não podia ter.

Já ia me afastar quando, por entre as grades da cerca de uma creche próxima, voou um brinquedo de plástico. Um desses robôs cheios de luzes e vozes, que se transformam em nave espacial e prédio de apartamentos, adorado pelas crianças de hoje em dia. Algum garoto devia ter atirado o brinquedo para cima por engano, ou fora uma gracinha sem graça de um amigo.

O menino que era dono do brinquedo colou o rosto na grade como se fosse um presidiário, angustiado. O filho do catador de papel correu até a calçada, colheu o robô do chão e não vacilou um segundo: retornou faceiro para junto do pai, o brinquedo na mão, feito um troféu. Olhei para o menino atrás da cerca. Estranhamente, ele não falou nada, não gritou, nem reclamou. Ficou apenas olhando seu brinquedo se afastar na mão do outro, os olhos muito arregalados, a boca aberta de aflição.

Muito orgulhoso, o filhinho do catador de papéis mostrou o brinquedo ao pai. O pai olhou. E fez parar a carrocinha. Largou-a encostada ao meio-fio. Levou a mão calosa à cabeça do filho. E se agachou até que os olhos de ambos ficassem no mesmo nível.

A essa altura, eu, estacado no canteiro da rua, não conseguia me mover. Queria ver o desfecho da cena. O pai começou a falar com o menino. Falava devagar, com o olhar grave, mas não parecia nervoso. Explicava algo com paciência e seriedade. O menino abaixou a cabeça, envergonhado, e o pai ergueu-lhe o queixo com os nós do dedo indicador. Falou mais uma ou duas frases, até que o filho balançou a cabeça em concordância.

A seguir, o menino saiu correndo em direção à creche. Parou na grade, em frente ao outro garoto. Esticou o braço. E, em silêncio, devolveu-lhe o brinquedo. Voltou correndo para o pai, que lhe enviou um sorriso e levantou a carrocinha outra vez. Seguiram em frente, o pai forcejando, o filho ao lado, agora não saltitante, mas pensativo, concentrado.

Então, tive certeza: aquele olhar com que o menino observara o pai era mesmo de admiração, ele era de fato o seu herói.

* Texto publicado no dia 26/09/2008 na página 3 de Zero Hora

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Nenhum comentário 27/11/2009 | Por: Hélio Rocha
Seja um Papai Noel neste ano!

Natal_CorreiosVocê já ouviu falar no Projeto “Papai Noel dos Correios”? Todo ano os Correios desenvolvem uma ação junto a 28 diretorias regionais (em todo Brasil) que visa a “adoção” de cartas de crianças carentes que escrevem para o Papai Noel pedindo presentes.

Qualquer pessoa comum pode ir até os locais em sua cidade onde as cartinhas estão, adotando uma carta, comprando o presentinho… Depois é só levar aos Correios e ele entrega gratuitamente. Essa não é a única forma de colaborar! Os Correios também aceitam ajuda na triagem das cartas.

No ano passado eu vi pedidos curiosos (para não dizer singelos / humildes), como lençóis, material escolar, pedido de emprego para o pai, arroz, comida, cesta básica, um bolo de aniversário!

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Essa situação, me fez lembrar uma atitude que meus pais faziam quando eu ainda nem existia, os meus pais iam a um orfanato e convidavam uma criança para passar o Natal na casa deles! Pequenos gestos … que ficam gravados para sempre na memória de uma criança e fazem com que o significado do Natal seja o verdadeiro … dar um “presente especial” para o verdadeiro aniversariante … o Menino Jesus!

Você vai se perguntar, mas só no Natal? Ou vai dizer: ajuda é só no Natal? É muito fácil uma pessoa que não tem nenhum tipo de privação fazer esse tipo de questionamento. Imagine não ter nada nem no Natal? Muitos canais de “ajuda” ocorrem nessa época do ano mesmo e essas pessoas precisam recorrer a esses e criar oportunidades, ainda que seja assistencialista. Aliás, antes de questionar algum projeto, pergunte-se o que você tem feito pelo mundo? Por outras pessoas? Cada pessoa pode procurar vários canais que realizam trabalhos sociais durante todo o ano com vários tipos de pessoa, não só no Natal. Então, antes de alguém encher o saco, trabalhe em algo social ativamente ao invés de ficar sentado, questionando e esperando que as coisas aconteçam! Atitude! A responsabilidade é de todos! O projeto mesmo sendo pontual é muito bacana!

Maiores informações acessem o link do projeto, clique aqui!

No Rio Grande do Sul, podemos buscar maiores informações através dos seguinte telefones: (51) 3220-8461 / 3220-8798 / 3221-7272 /9282-3200. Em outros estados da federação, clique neste link.

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Há um ano, o Instituto Voluntários em Ação, uma ONG de Florianópolis, colocou em prática uma forma inovadora de pôr em contato instituições que precisam de voluntários e pessoas dispostas a ajudar. Trata-se do website http://www.voluntariosonline.org.br.

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Como funciona: o website indica organizações para as quais se pode fazer trabalho voluntário. São 362 entidades cadastradas, de onze estados brasileiros. O interessado pode refinar a sua busca tanto pelo estado em que fica a instituição como por sua respectiva área de atuação. O website também possibilita que se prestem serviços “on-line” para a entidade escolhida!

A quem se destina: as pessoas que querem ajudar uma instituição, mas não sabem por onde começar. Os serviços “on-line” são uma opção para quem não tem tempo de se deslocar até a organização.

Quantos voluntários já encaminhou: 7.000, em um ano de atuação.

Por que vale a pena recorrer a esse serviço: além do fato de direcionar a pessoa, o website faz o cadastro de instituições que dispõem de toda a documentação legal em ordem. Ou seja, são sérias e idôneas.

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escolhas[1]

Freqüentemente costumo ser questionada a respeito da existência de problemas na vida das pessoas. Manifestam a necessidade de compreender o porquê do seu sofrimento. Muitas chegam a acreditar que é algo do destino. Que foram “escolhidas” de alguma forma por não terem sorte na vida ou porque os outros não foram tão bons ou justos como “deveriam” ou, ainda, porque sua infância foi interrompida de maneira traumática.
Entre tantas justificativas, ainda prefiro aquela que se encontra no plano “real”, aquela que a realidade vem comprovar a sua existência: de que somos, todos, responsáveis pelo nosso sucesso e pelo nosso fracasso também. Tudo depende das nossas escolhas.
O pensamento contrário afirma ser mais fácil buscarmos um culpado para justificar nossas faltas. Talvez seja melhor acreditarmos que o “outro” é responsável por tudo que acontece em nossa vida. Seguindo com esta crença estaremos buscando num “outro” um sentido para nossa existência, uma direção. Estabelecemos desta forma, uma relação de dependência e submissão, a qual fortalece a crença de que não somos capazes de guiarmos nossa vida. Neste sentido, estaríamos fadados ao fracasso.
Acredito que mesmo em situações muito difíceis, incluindo as fatalidades da vida, poderemos superar as dificuldades, aprendendo com a dor e fazendo escolhas com dignidade e respeito às nossas necessidades. Martha Medeiros, escritora renomada, publicou o livro intitulado “O Divã”, o qual originou o filme que se encontra em cartaz. Ela aborda esta questão com maestria, com extrema competência e prova que a felicidade depende do modo como enfrentamos nossas mazelas.
Venho, com o passar do tempo, em minha profissão e em minha própria vida, pesquisando o que levaria as pessoas a fazer exatamente o contrário de tudo àquilo que poderia lhes trazer maior qualidade de vida. Lembro-me da história de um homem de oitenta e poucos anos que demonstrava muita vitalidade, participando de maratonas, preparando-se fisicamente e psicologicamente para os campeonatos. Ao ser indagado por um jornalista sobre o que o levaria a agir desta forma, contrariando todas as probabilidades relacionadas à sua idade, ele respondeu: “Faço exatamente o contrário do que a minha mente me pede pra fazer. Se ela pede para ficar parado na frente da TV ou se pede para permanecer dormindo mais do que o necessário, logo, coloco o meu calção, o meu tênis e saio para correr. Faço exatamente o contrário”. Eu diria que esta foi uma das alternativas encontradas por esse homem que, sabiamente, driblou as armadilhas de sua mente que – de forma ardilosa e astuta – tentaria levá-lo a acreditar que nada mais lhe restaria – neste momento de sua vida – a não ser esperar sua morte chegar.
Nossa vida é da nossa responsabilidade. Precisamos, apenas, fazer a escolha mais adequada.

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Continuando o post / artigo anterior, sobre o “nosso lugarzinho” … recebemos de uma amiga de Santa Cruz do Sul / RS, a Jeane Raquel Reis, uma imagem de um outro quadro de madeira … deve ter demandado “horas e horas” de pesquisa na “rede”!

Segue a imagem:

A tradução é seguinte: O homem precisa de um lugarzinho, mesmo que pequeno, do qual ele possa dizer: “Veja aqui, isto é meu” Aqui vivo, aqui eu descanso, aqui é minha moradia, aqui eu estou em casa.”

Muito obrigado, Jeane!

Agora, falta somente localizar um artesão para criar a “obra-prima” e colocar em um lugar de destaque em nossa casa!

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Na sexta-feira da semana passada, dia 1º. de maio, resolvi passear com a família, e fomos para Gramado. Sempre é maravilhoso visitar esta cidade no Rio Grande do Sul!

Mesmo não sendo época de Natal, resolvemos visitar um ponto turístico famoso, nesta cidade, a Aldeia do Papai Noel. Já havia visitado este local a cerca de dois anos atrás, acompanhado da nossa primeira filha, a Bárbara, mas o momento agora era outro … mostrar este local para a nossa segunda filha, a Letícia, de apenas 8 meses … e para a sua Vovó Dedé!

Neste lugar, existe uma casa muito especial … a Casa do Papai Noel! Veja as fotos abaixo (Fotogradas pela Patrícia Fernando):

Lá na Casa do Papai Noel, havia um lindo quadro, de madeira, muito antigo e entalhada nele uma mensagem, que trago aqui, traduzida, pois a original é em alemão.

“O homem precisa de um lugarzinho, mesmo que seja pequeno, para que possa dizer: – Veja, isso aqui é o lugar onde vivo, onde amo, onde descanso…

Aqui é minha pátria, Aqui estou em casa”…

A autoria é desconhecida.

Por mais que estejamos viajando ou não, em meio à tudo, temos que ter um cantinho nosso do qual nos orgulhar e sentir-se bem…

Se dentro de nós estamos com esse pedacinho em paz, a encontraremos fora de nós também, ainda que em lugares que não tenham toda essa magia…

Que todos nós possamos dizer e pensar assim, tendo um refúgio nosso, um cantinho de paz …Assim, poderemos, orgulhosamente dizer: Aqui eu amo, aqui eu descanso, aqui vivo e estou em paz!

Segue a continuidade deste post/artigo neste link.

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Dando continuidade ao post anterior, no qual apresentamos o conceito de Voluntariado, convidamos o Sr. José Luís Möllmann, Diretor da Parceiros Voluntários, a falar sobre o papel desta ONG.

José Luís Mollmann (Diretor da Parceiros Voluntários)

“Todos temos que assumir, em relação ao social, a convicção de que é preciso incluir os excluídos. Não podemos conviver com a exclusão ou a fome”.

Maria Elena Pereira Johannpeter (Presidente Executiva Voluntária da ONG Parceiros Voluntários)

A Parceiros Voluntários é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos e apartidária criada em janeiro de 1997 com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado. Presidida por Maria Elena Pereira Johannpeter, com doze anos de atividades, tornou-se modelo de profissionalismo e eficiência no Terceiro Setor, com resultados crescentes a cada período de gestão.

De 1997 a dezembro de 2008, soma 292.317 voluntários engajados no estado. Essas pessoas integram uma rede de 75 cidades distribuídas pelo estado do Rio Grande do Sul.

Mais de 60% da população do estado, estimada em 10 milhões de habitantes, vive nos municípios onde a Parceiros Voluntários está presente. A crescente força do voluntariado gaúcho, que envolve escolas, empresas e a comunidade em geral, atende nessas comunidades mais de 3.339 Organizações da Sociedade Civil. Cerca de 1 milhão de pessoas, entre crianças, adolescentes, idosos, portadores de necessidades especiais e comunidades em situação de risco estão sendo beneficiadas.

A Parceiros Voluntários opera com programas que envolvem pessoas físicas, jurídicas, escolas, universidades e organizações da sociedade civil:

  • Conta com 2.376 empresas engajadas no Programa Voluntário Pessoa Jurídica;
  • Quase 70% dos voluntários ligados à Parceiros Voluntários são mulheres;
  • Quanto à escolaridade, 46,5% deles têm o ensino médio completo, 38,9% já concluíram o ensino superior e 14,6% cursaram somente o ensino fundamental;
  • Em relação à faixa etária:
  • 36,5% dos voluntários têm até 18 anos;
  • 32,8% têm de 26 a 50 anos;
  • Cerca de 16% têm mais de 50 anos, e;
  • A faixa de idade que compreende pessoas de 19 a 25 anos corresponde a 14,6% do total de engajados.

“Trabalhar os valores internos faz despertar na pessoa seu verdadeiro valor, o que a torna mais ativa e socialmente transformadora do mundo ao seu redor”.

A Parceiros Voluntários não encaminha, somente, os voluntários. Ela também auxilia as organizações sociais e escolas públicas a administrar, de forma mais profissional e qualificada, trabalhando aspectos de gestão, planejamento e conceitos de redes de cooperação como um instrumento fundamental de crescimento organizacional. Através do Programa de Desenvolvimento do Terceiro Setor – PDTS, criado há cinco anos em parceria com o SEBRAE/RS, a Parceiros Voluntários já capacitou mais de mil organizações da Sociedade Civil do Estado, envolvendo mais de 1.500 participantes nas três etapas que compõem o curso: Capacitação para Dirigentes de OSC, Formação de Projetos Sociais e Formação em Liderança.

O trabalho da Parceiros Voluntários é marcado pela forte presença dos jovens no voluntariado organizado. Por meio da ação Tribos Nas Trilhas da Cidadania, os jovens formam Tribos – constituídas por uma ou mais escolas –, desenvolvendo ações sociais dentro das três Trilhas sugeridas: Educação para a Paz, Meio Ambiente e Cultura. A ação está aberta a todas as escolas públicas e privadas de ensino fundamental ou médio do Estado que queiram estimular nos jovens o espírito mobilizador e articulador para atuarem na sociedade através do trabalho voluntário organizado. Em 2008, Tribos contou com 367 escolas participantes, 372 Tribos em 55 municípios gaúchos.

Tribos em ação.

A Parceiros Voluntários é mantida pelas seguintes Instituições: Banrisul, Bradesco, Braskem, Copesul-Braskem, Grupo Gerdau, Hospital Moinhos de Vento, Ipiranga, Puras do Brasil, Rio Grande Energia (RGE), Wal-Mart Brasil, e por quatro federações: FIERGS, FECOMÉRCIO, FARSUL e FEDERASUL. Conta, ainda, com o apoio de All Service, CEEE, CWA Clipping, Gráfica Comunicação Impressa, Grendene, Grupo Conectt, Grupo SLC, Lojas Colombo, Lojas Renner, Symnetics, TAM, Vonpar e White Martins.

Informações sobre o trabalho voluntário organizado podem ser obtidas pelo telefone (51) 2101.9750, visitando o site www.parceirosvoluntarios.org.br ou, ainda, por meio de uma visita pessoal na sede da Parceiros Voluntários, no Largo Visconde do Cairu, 17, 8º andar, no centro de Porto Alegre / RS.

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Ontem, quando estava no hotel, preparando um artigo para o informativo interno de um dos nossos clientes, a Gráfica Jacuí, assisti uma notícia “inteligente” no canal de televisão da Rede Globo, sim um fato raro, em função de “ene” informações “vazias” que assistimos na tela da BOBO!

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos desenvolveu um novo tipo de papel … feito de plástico … loucura … mas um belo exemplo de buscar resolver um problema sério do nosso mundo, usando o lixo … o resíduo! Eles já patentearam e denominaram este produto de “papel sintético”.

O papel sintético fabricado com plástico descartado pós-consumo foi testado em uma planta piloto da empresa Vitopel, fabricante de filmes flexíveis com fábrica em Votorantim, interior paulista.

Fiz uma pesquisa rápida no Google e localizei esta notícia.

Coincidência à parte, pois percebi esta notícia quando esta fazendo um trabalho para um cliente do segmento gráfico. Convido todos os leitores a refletir e pensar nas conseqüências desta inovação … vai gerar mudanças nos processos produtivos, por exemplo?

Vamos aguardar os comentários de vocês!

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Recebi um e-mail de um amigo de Santa Cruz do Sul, o Cláudio Cariboni, no qual estava precisando para iniciar uma série de “post” sobre Auto-Disciplina.

O assunto deste e-mail, fala sobre a importância das nossas atitudes / decisões, sendo que foi escrito por Bernt Entschev, em seu WeBlog.

Abaixo apresentamos o conteúdo na íntegra:

Li na coluna do consultor Abraham Shapiro uma estória que achei muito interessante e que gostaria de dividir com vocês, sobre nosso poder de mudança e como nossas decisões permeiam nossa existência e nosso legado.

Conta Shapiro que o Prêmio Nobel foi criado há mais de um século por um químico sueco, que ficou milionário com a invenção da dinamite. Ele se chamava Alfred Nobel, e um fato curioso determinou sua vida. Quando seu irmão faleceu, um jornal se enganou e publicou que era o próprio Alfred que havia morrido. Ao ler seu obituário no jornal, Alfred ficou horrorizado. A nota o descrevia como “o monstro que tornara possível matar mais pessoas em maior velocidade, através da descoberta de uma poderosa bomba”.

Diante destas chocantes palavras a seu respeito, Alfred percebeu que aquela seria a biografia pela qual o mundo o conheceria. Como nenhum homem honrado desejaria entrar daquele modo para a história, Alfred decidiu investir toda sua fortuna numa fundação cujo objetivo seria premiar pesquisadores, cientistas, estudiosos e pessoas que lutassem pela paz mundial, dando à luz a uma das mais cobiçadas premiações do planeta.

Hoje, pergunte a qualquer um e você verá que quase todo mundo sabe o que é o Prêmio Nobel, enquanto pouquíssimos ouviram dizer que Alfred Nobel inventou uma arma de guerra. Muita gente até se espanta ao dizermos isso. Qual o efeito da atitude de Alfred Nobel? Ele não podia mudar o seu passado, mas agiu com todo seu esforço e não descansou até pintar o seu futuro da cor que mais o agradava e, assim, transformou o mal com um enorme, memorável e inesquecível bem.

Pense nisto, e veja como suas atitudes presentes podem vir a reverter seus possíveis erros do passado e ajudar a pavimentar o seu futuro!

E vocês, já refletiram sobre o valor / importância das nossas atitudes ou falta de atitudes … e suas conseqüências?

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