Continuando o post / artigo anterior, sobre o “nosso lugarzinho” … recebemos de uma amiga de Santa Cruz do Sul / RS, a Jeane Raquel Reis, uma imagem de um outro quadro de madeira … deve ter demandado “horas e horas” de pesquisa na “rede”!

Segue a imagem:

A tradução é seguinte: O homem precisa de um lugarzinho, mesmo que pequeno, do qual ele possa dizer: “Veja aqui, isto é meu” Aqui vivo, aqui eu descanso, aqui é minha moradia, aqui eu estou em casa.”

Muito obrigado, Jeane!

Agora, falta somente localizar um artesão para criar a “obra-prima” e colocar em um lugar de destaque em nossa casa!

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Na sexta-feira da semana passada, dia 1º. de maio, resolvi passear com a família, e fomos para Gramado. Sempre é maravilhoso visitar esta cidade no Rio Grande do Sul!

Mesmo não sendo época de Natal, resolvemos visitar um ponto turístico famoso, nesta cidade, a Aldeia do Papai Noel. Já havia visitado este local a cerca de dois anos atrás, acompanhado da nossa primeira filha, a Bárbara, mas o momento agora era outro … mostrar este local para a nossa segunda filha, a Letícia, de apenas 8 meses … e para a sua Vovó Dedé!

Neste lugar, existe uma casa muito especial … a Casa do Papai Noel! Veja as fotos abaixo (Fotogradas pela Patrícia Fernando):

Lá na Casa do Papai Noel, havia um lindo quadro, de madeira, muito antigo e entalhada nele uma mensagem, que trago aqui, traduzida, pois a original é em alemão.

“O homem precisa de um lugarzinho, mesmo que seja pequeno, para que possa dizer: – Veja, isso aqui é o lugar onde vivo, onde amo, onde descanso…

Aqui é minha pátria, Aqui estou em casa”…

A autoria é desconhecida.

Por mais que estejamos viajando ou não, em meio à tudo, temos que ter um cantinho nosso do qual nos orgulhar e sentir-se bem…

Se dentro de nós estamos com esse pedacinho em paz, a encontraremos fora de nós também, ainda que em lugares que não tenham toda essa magia…

Que todos nós possamos dizer e pensar assim, tendo um refúgio nosso, um cantinho de paz …Assim, poderemos, orgulhosamente dizer: Aqui eu amo, aqui eu descanso, aqui vivo e estou em paz!

Segue a continuidade deste post/artigo neste link.

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Dando continuidade ao post anterior, no qual apresentamos o conceito de Voluntariado, convidamos o Sr. José Luís Möllmann, Diretor da Parceiros Voluntários, a falar sobre o papel desta ONG.

José Luís Mollmann (Diretor da Parceiros Voluntários)

“Todos temos que assumir, em relação ao social, a convicção de que é preciso incluir os excluídos. Não podemos conviver com a exclusão ou a fome”.

Maria Elena Pereira Johannpeter (Presidente Executiva Voluntária da ONG Parceiros Voluntários)

A Parceiros Voluntários é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos e apartidária criada em janeiro de 1997 com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado. Presidida por Maria Elena Pereira Johannpeter, com doze anos de atividades, tornou-se modelo de profissionalismo e eficiência no Terceiro Setor, com resultados crescentes a cada período de gestão.

De 1997 a dezembro de 2008, soma 292.317 voluntários engajados no estado. Essas pessoas integram uma rede de 75 cidades distribuídas pelo estado do Rio Grande do Sul.

Mais de 60% da população do estado, estimada em 10 milhões de habitantes, vive nos municípios onde a Parceiros Voluntários está presente. A crescente força do voluntariado gaúcho, que envolve escolas, empresas e a comunidade em geral, atende nessas comunidades mais de 3.339 Organizações da Sociedade Civil. Cerca de 1 milhão de pessoas, entre crianças, adolescentes, idosos, portadores de necessidades especiais e comunidades em situação de risco estão sendo beneficiadas.

A Parceiros Voluntários opera com programas que envolvem pessoas físicas, jurídicas, escolas, universidades e organizações da sociedade civil:

  • Conta com 2.376 empresas engajadas no Programa Voluntário Pessoa Jurídica;
  • Quase 70% dos voluntários ligados à Parceiros Voluntários são mulheres;
  • Quanto à escolaridade, 46,5% deles têm o ensino médio completo, 38,9% já concluíram o ensino superior e 14,6% cursaram somente o ensino fundamental;
  • Em relação à faixa etária:
  • 36,5% dos voluntários têm até 18 anos;
  • 32,8% têm de 26 a 50 anos;
  • Cerca de 16% têm mais de 50 anos, e;
  • A faixa de idade que compreende pessoas de 19 a 25 anos corresponde a 14,6% do total de engajados.

“Trabalhar os valores internos faz despertar na pessoa seu verdadeiro valor, o que a torna mais ativa e socialmente transformadora do mundo ao seu redor”.

A Parceiros Voluntários não encaminha, somente, os voluntários. Ela também auxilia as organizações sociais e escolas públicas a administrar, de forma mais profissional e qualificada, trabalhando aspectos de gestão, planejamento e conceitos de redes de cooperação como um instrumento fundamental de crescimento organizacional. Através do Programa de Desenvolvimento do Terceiro Setor – PDTS, criado há cinco anos em parceria com o SEBRAE/RS, a Parceiros Voluntários já capacitou mais de mil organizações da Sociedade Civil do Estado, envolvendo mais de 1.500 participantes nas três etapas que compõem o curso: Capacitação para Dirigentes de OSC, Formação de Projetos Sociais e Formação em Liderança.

O trabalho da Parceiros Voluntários é marcado pela forte presença dos jovens no voluntariado organizado. Por meio da ação Tribos Nas Trilhas da Cidadania, os jovens formam Tribos – constituídas por uma ou mais escolas –, desenvolvendo ações sociais dentro das três Trilhas sugeridas: Educação para a Paz, Meio Ambiente e Cultura. A ação está aberta a todas as escolas públicas e privadas de ensino fundamental ou médio do Estado que queiram estimular nos jovens o espírito mobilizador e articulador para atuarem na sociedade através do trabalho voluntário organizado. Em 2008, Tribos contou com 367 escolas participantes, 372 Tribos em 55 municípios gaúchos.

Tribos em ação.

A Parceiros Voluntários é mantida pelas seguintes Instituições: Banrisul, Bradesco, Braskem, Copesul-Braskem, Grupo Gerdau, Hospital Moinhos de Vento, Ipiranga, Puras do Brasil, Rio Grande Energia (RGE), Wal-Mart Brasil, e por quatro federações: FIERGS, FECOMÉRCIO, FARSUL e FEDERASUL. Conta, ainda, com o apoio de All Service, CEEE, CWA Clipping, Gráfica Comunicação Impressa, Grendene, Grupo Conectt, Grupo SLC, Lojas Colombo, Lojas Renner, Symnetics, TAM, Vonpar e White Martins.

Informações sobre o trabalho voluntário organizado podem ser obtidas pelo telefone (51) 2101.9750, visitando o site www.parceirosvoluntarios.org.br ou, ainda, por meio de uma visita pessoal na sede da Parceiros Voluntários, no Largo Visconde do Cairu, 17, 8º andar, no centro de Porto Alegre / RS.

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Ontem, quando estava no hotel, preparando um artigo para o informativo interno de um dos nossos clientes, a Gráfica Jacuí, assisti uma notícia “inteligente” no canal de televisão da Rede Globo, sim um fato raro, em função de “ene” informações “vazias” que assistimos na tela da BOBO!

Uma equipe de pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos desenvolveu um novo tipo de papel … feito de plástico … loucura … mas um belo exemplo de buscar resolver um problema sério do nosso mundo, usando o lixo … o resíduo! Eles já patentearam e denominaram este produto de “papel sintético”.

O papel sintético fabricado com plástico descartado pós-consumo foi testado em uma planta piloto da empresa Vitopel, fabricante de filmes flexíveis com fábrica em Votorantim, interior paulista.

Fiz uma pesquisa rápida no Google e localizei esta notícia.

Coincidência à parte, pois percebi esta notícia quando esta fazendo um trabalho para um cliente do segmento gráfico. Convido todos os leitores a refletir e pensar nas conseqüências desta inovação … vai gerar mudanças nos processos produtivos, por exemplo?

Vamos aguardar os comentários de vocês!

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Recebi um e-mail de um amigo de Santa Cruz do Sul, o Cláudio Cariboni, no qual estava precisando para iniciar uma série de “post” sobre Auto-Disciplina.

O assunto deste e-mail, fala sobre a importância das nossas atitudes / decisões, sendo que foi escrito por Bernt Entschev, em seu WeBlog.

Abaixo apresentamos o conteúdo na íntegra:

Li na coluna do consultor Abraham Shapiro uma estória que achei muito interessante e que gostaria de dividir com vocês, sobre nosso poder de mudança e como nossas decisões permeiam nossa existência e nosso legado.

Conta Shapiro que o Prêmio Nobel foi criado há mais de um século por um químico sueco, que ficou milionário com a invenção da dinamite. Ele se chamava Alfred Nobel, e um fato curioso determinou sua vida. Quando seu irmão faleceu, um jornal se enganou e publicou que era o próprio Alfred que havia morrido. Ao ler seu obituário no jornal, Alfred ficou horrorizado. A nota o descrevia como “o monstro que tornara possível matar mais pessoas em maior velocidade, através da descoberta de uma poderosa bomba”.

Diante destas chocantes palavras a seu respeito, Alfred percebeu que aquela seria a biografia pela qual o mundo o conheceria. Como nenhum homem honrado desejaria entrar daquele modo para a história, Alfred decidiu investir toda sua fortuna numa fundação cujo objetivo seria premiar pesquisadores, cientistas, estudiosos e pessoas que lutassem pela paz mundial, dando à luz a uma das mais cobiçadas premiações do planeta.

Hoje, pergunte a qualquer um e você verá que quase todo mundo sabe o que é o Prêmio Nobel, enquanto pouquíssimos ouviram dizer que Alfred Nobel inventou uma arma de guerra. Muita gente até se espanta ao dizermos isso. Qual o efeito da atitude de Alfred Nobel? Ele não podia mudar o seu passado, mas agiu com todo seu esforço e não descansou até pintar o seu futuro da cor que mais o agradava e, assim, transformou o mal com um enorme, memorável e inesquecível bem.

Pense nisto, e veja como suas atitudes presentes podem vir a reverter seus possíveis erros do passado e ajudar a pavimentar o seu futuro!

E vocês, já refletiram sobre o valor / importância das nossas atitudes ou falta de atitudes … e suas conseqüências?

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