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Dando continuidade sobre o evento Planejando Flores da Cunha no qual comentei anteriormente, esta semana recebemos um artigo elaborado pela minha amiga, sim aquela que no inicio do texto do post anterior, participou junto comigo deste evento. Seu nome é Mirela Ampezzan, arquiteta formada na UFRGS, natural de Antônio Prado / RS mas morando com a sua linda família a cerca de 8 anos em Flores da Cunha / RS.

Segue abaixo o seu texto:

PORQUE MORO EM FLORES?

Sou arquiteta e moro com a minha família, em Flores da Cunha / RS faz 8 anos. Por várias vezes pensei em morar em Caxias do Sul / RS porque a maioria dos meus clientes é de lá e seria muito mais prático para mim morar na cidade vizinha.

Mas optei por “Flores”. Por quê?  Pelas vantagens de cidade pequena: o custo de vida é menor, as distâncias são menores, as pessoas se conhecem mais, as crianças tem mais autonomia, ainda podem andar sozinhas com relativa segurança. Também não é tão pequena quanto Nova Pádua / RS ou Nova Roma / RS, que oferece uma quantidade de serviços reduzida. “Flores” tem uma rede de serviços básicos razoáveis como hospital, cursos, escolas, lojas, etc. e a qualidade de vida em geral é muito boa!

Quando eu participo deste tipo de encontro, planejando a cidade para o futuro, eu penso no meu futuro aqui. Acho que brevemente terei que me mudar. Vejo as pessoas que estão lá, sinceramente, com boas intenções, querendo que a cidade cresça. Mas me pergunto sobre esta idéia de crescer indefinidamente. Vejo o grupo que elaborou as propostas do desenvolvimento sócio econômico pensando em trazer mais indústrias, com incentivos, etc. Leia mais clicando aqui »

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No inicio deste mês de maio, mais especificadamente no dia 5, participei, acompanhada de uma amiga (clique aqui, e leia o artigo que ela elaborou), de um evento na cidade onde eu moro, Flores da Cunha / RS.

DSC02767O evento foi organizado pelo Partido do Movimento Democratico Brasileiro (PMDB) e reuniu cerca de 120 representantes de entidades municipais que congregam os segmentos da indústria, comércio e serviços, imprensa, entidades vinculadas a causas sociais e/ou filantrópicas, representantes de partidos políticos e de entidades de representação profissional e de agremiações, além dos líderes de bairros da cidade e das comunidades do interior.

Com o tema Planejando Flores da Cunha, a agenda foi extremamente produtiva, sendo que no inicio foi apresentado um panorama histórico do desenvolvimento sócio / cultural / econômico do município, através da Sra. Lorete Calza Paludo. E na sequencia os participantes se dividiram em 10 grupos de trabalho, divididos da seguinte forma:

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CapturarTodos os produtos que consumimos e utilizamos em nossa vida afetam / influenciam as comunidades, infelizmente a maior parte longe dos nossos olhos.

A guru ambiental Annie Leonard explica como funciona o sistema linear do capitalismo, e como isso prejudica o planeta através do documentário “Story of Stuff”, traduzindo para o português seria “História das Coisas”.

“História das Coisas” revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

“História das Coisas” nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

Acesse o documentário completo, na versão dublada para a lingua portuguesa, através deste link.

Maiores informações sobre este projeto acesse o website oficial clicando aqui.

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O fundamento do Lean é a busca incessante da eliminação dos desperdícios (Muda em japonês) e para livrar-se da Muda você tem que aprender a ver a Muda e pensar nas contramedidas. Este é o segredo do Gemba (chão de fábrica), ou seja, trabalhar com as pessoas e descobrir como resolver os problemas, desenvolvendo um ciclo de melhoria contínua.

the thinker“Ohno nos ensinou como pensar, nos ensinou a pensar profundamente. Quando penso nisso, acho que o “T” em STP (Sistema Toyota de Produção) não é só de Toyota, mas de “Thinking”. O “Thinking Production System” [...] O Sr. Ohno sempre desenhava um círculo no chão, no meio de uma área congestionada, e nos fazia ficar naquele círculo o dia inteiro, observando o processo. Ele queria que observássemos e nos perguntássemos o tempo todo: Por quê?. O Sr. Ohno sentia que, se ficássemos nesse círculo, observando e nos perguntando Por quê?, idéias melhores surgiriam. Ele percebeu que os novos pensamentos e as novas tecnologias não aparecem assim do nada. Surgem sim, de um entendimento real do processo. Então, entrei no círculo e comecei a observar o processo. Na primeira hora, comecei a entender o processo. Depois de duas horas, comecei a enxergar os problemas. Depois de três, quatro horas, comecei a me perguntar Por quê?. Finamente, descobri a causa básica e comecei a pensar  contramedidas”(May,2007).

Lean é a consciência de fazer mais com menos, e por menos. Tem mais a ver com otimização do que com maximização. Só há um jeito de pensar lean: ir contra a intuição. Estamos programados para caçar, juntar e acumular, para pensar mais, de modo que o lean vai contra a natureza humana. Ser lean exige lutar contra o instinto básico de acrescentar, acumular e armazenar.

O lean requer um entendimento preciso dos valores “quem, qual, como, quando, onde e por que” da necessidade dos clientes, o que significa depois levar esses valores a eles, sem complexidade.

Para resumir, Lean Manufacturing produz os seguintes benefícios:

  • Redução do lead time de entrega;
  • Maior satisfação do cliente;
  • Redução dos custos de despesas gerais e maior margem bruta;
  • Menor capital de giro e maior retorno sobre o investimento, e;
  • Melhoria no fluxo de caixa.

Então, claramente, o Lean Manufacturing é a chave para ganhar dinheiro em uma empresa!

How far can lean concepts be applied outside of the automotive industry?Which is what I was told all these years ago by the very first Toyota engineers I watched performing Kaizen .Fonte: Toyota : A Fórmula da Inovação - Matthew E. May

Fico à disposição de vocês!

Sérgio Ari Tonezer – Engenheiro Mecânico e Sócio-Gerente da  Strumenti – Soluções Lean

E-mail: sergio@strumenti.com.br

How far can lean concepts be applied outside of the automotive industry?Which is what I was told all these years ago by the very first Toyota engineers I watched performing Kaizen .Fonte: Toyota : A Fórmula da Inovação - Matthew E. May

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Ao iniciar a jornada lean, um dos fatores críticos para a construção do Mapa de Fluxo de Valor é um entendimento claro, de como definir as famílias de produtos em empresas com alta variedade de produtos, baixa demanda e características distintas em um ambiente Make to Order (MTO), nas quais os produtos são fabricados conforme especificação do cliente.

Neste contexto, o objetivo deste artigo é apresentar a aplicação do algoritmo Close Neighbour Algorithm (CNA) na definição das famílias dos produtos de uma empresa fabricante de conjuntos soldados da linha agrícola, com a finalidade de desenvolver competências operacionais para atingir lead times reduzidos e previsíveis, assim como necessidade de uma alta confiabilidade na entrega ao cliente.

A incorreta classificação das famílias de produtos acaba influenciando de forma ineficaz no Mapeamento de Fluxo de Valor (VSM), pois o mesmo representa uma das portas de entrada para a implementação Lean.

Uma família é um grupo de produtos que passam por etapas semelhantes de processamento e utilizam equipamentos comuns nos processos anteriores (ROTHER e SHOOK, 2003). Sendo assim, infelizmente o conceito, ou melhor o pré conceito existente de que famílias de produtos esteja vinculado com produtos de mesma aplicação e / ou características geométricas, por exemplo, esta totalmente errado.

No estudo de caso, o algoritmo de agrupamento Close Neighbour Algorithm, desenvolvido por Boe e Cheng (1991), foi utilizado para a determinação da família de 245 produtos.

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Dando continuidade ao post anterior no qual convidamos para o evento de lançamento da Pós-Graduação em Lean Manufacturing, gostaríamos de convidar para 2ª. Aula Magna! Sim, agora estamos na 2ª. Turma desta pós-graduação. Esta aula magna realizada na próxima terça-feira (09/08/2011)! Segue abaixo o flyer deste evento. Aguardaremos a presença de todos! Os interessados podem se inscrever pelo website da ESADE, clicando aqui.

Apresentação1

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Ecossistema_da_Gestao_EmpresarialRecentemente li um artigo no website da HSM (www.hsm.com.br) que apresentava uma visão sistêmica da interação das gestões existentes em uma organização que busca o sucesso empresarial. O artigo busca uma relação de “causa e efeito” para as seguintes gestões:

1.     Gestão das pessoas;

2.     Gestão da inovação e da tecnologia;

3.     Gestão da contabilidade;

4.     Gestão financeira;

5.     Gestão operacional, e;

6.     Gestão de marketing.

Neste artigo, o consultor Carlos Alberto Zaffani sugere a criação de um Ecossistema, no qual recursos financeiros, instalações, máquinas, materiais, processos e pessoas são “parte de um sistema em que a concorrência e as forças competitivas alimentam a criação de novas oportunidades para o desenvolvimento e crescimento do ser humano”.

Confira no infográfico (clique na figura) ao lado como criar um ecossistema de gestão e veja com o que a empresa deve continuar se preocupando.

Também acesse o artigo na integra, através deste link.

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Recebi através do meu twitter, do website da Revista Veja, uma noticia extremamente “pé no chão” sobre o mercado da construção civil para o próximo ano, o título é impactante: “Expansão da construção civil vais desacelerar em 2011”.

No artigo em questão, através da análise do Indice Nacional de Custos da Construção Civil, o INCC-M, de janeiro a novembro deste ano, este indicador acumulou uma expansão de 6,95%, sendo que o componente “mão de obra” foi o que mais pressionou, com alta de 8,73%. Particularmente considero esta limitação de falta de mão de obra nos canteiros de obra uma excelente oportunidade para que as empresas deste segmento apostem em sistemas construtivos mais produtivos, desde serviços de execução baseado em blocos de alvenaria até sistemas de gestão, estilo “Lean Construction”.

Mesmo, neste artigo, contando com um cenário menos aquecido para 2011, os empresários da construção civil se mostram otimistas com o desempenho do setor, pois o crédito seguirá em expansão e os lançamentos de imóveis serão voltados para os segmentos de média e baixa renda – principais alvos do programa habitacional do governo, ou seja, o “Minha Casa, Minha Vida”. Particularmente, esta previsão nos entusiasma, visto que conforme comentamos em outro post (clique aqui), os empresários interessados em construir empreendimentos por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida” ou do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) terão de ser certificados ou estar em processo de certificação no PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat) para ter acesso aos financiamentos!

Bom, convido-os a ler o artigo da Revista Veja na integra, clicando aqui.

Aguardamos os seus comentários sobre os cenários / perspectivas da construção civil para 2011, mas fica a pergunta do título deste post como reflexão: Construção civil vai desacelerar em 2011 ou terá oportunidade de melhorar?

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Apresentação1

Localizei em minhas pesquisas na rede um artigo muito bem elaborado sobre a Melhoria Contínua no qual seu autor, o Sr. Emerson Macedo, descreve com maestria que somente teremos sucesso em projetos de melhoria contínua em organizações nos quais atuamos como gestores e consultores, se começarmos com um “projeto pessoal / profissional”, ou seja, sendo exemplos de Kaizen e Hansei!

Segue  a seguir o seu texto na integra!

Nos últimos tempos tenho me interessado bastante sobre alguns pontos que considero fundamentais em agilidade e sustentabilidade de um projeto e/ou de uma empresa. Um desses pontos, acredito que seja a melhoria contínua (e.g. kaizenhansei). Muitas empresas tem buscado isso de diversas formas (muito interessantes por sinal), mas eu acredito fortemente que a melhoria contínua começa em nós, profissionais da área em questão. Sem que nós estejamos comprometidos em melhorar continuamente como profissionais e como pessoas,  melhoria contínua (e.g. kaizenhansei) pode acabar se tornando uma espécie de utopia, pois se as pessoas não melhoram, não tem como a empresa melhorar.

Sobre a melhoria contínua, vou focar aqui nos aspectos (1) errar e (2) compromisso com a mudança.

Leia mais clicando aqui »

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2 Comentários 27/10/2010 | Por: Hélio Rocha
Keko implementa Kaizen!

logo_keko

Recentemente li uma reportagem na RH.com.br relatando um case de implementação da Filosofia Kaizen em uma empresa conhecida da serra gaúcha, a Keko Assessórios S.A..

No artigo, descreve de forma clara e objetiva quais foram os motivos e principalmente o “passo-a-passo” que esta empresa esta realizando para tornar esta filosofia em uma cultura / hábito junto aos colaboradores.

Clique aqui e acesse este artigo!

E na sua empresa como esta sendo a implementação desta filosofia? Mande seus comentários / testemunhos para nós!

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