CapturarTodos os produtos que consumimos e utilizamos em nossa vida afetam / influenciam as comunidades, infelizmente a maior parte longe dos nossos olhos.

A guru ambiental Annie Leonard explica como funciona o sistema linear do capitalismo, e como isso prejudica o planeta através do documentário “Story of Stuff”, traduzindo para o português seria “História das Coisas”.

“História das Coisas” revela as conexões entre diversos problemas ambientais e sociais, e é um alerta pela urgência em criarmos um mundo mais sustentável e justo.

“História das Coisas” nos ensina muita coisa, nos faz rir, e pode mudar para sempre a forma como vemos os produtos que consumimos em nossas vidas.

Acesse o documentário completo, na versão dublada para a lingua portuguesa, através deste link.

Maiores informações sobre este projeto acesse o website oficial clicando aqui.

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imagesA destinação adequada dos resíduos sólidos gerados cada vez mais pede soluções inovadoras, pois as exigências dos órgãos ambientais aumentam a cada dia e nossa responsabilidade com o meio ambiente também. Prova disto é a Portaria da FEPAM nº 16 de 20/04/2010 (clique aqui) que dispõe sobre o controle da disposição final de resíduos de Classe I com características de inflamabilidade no solo, em sistemas de destinação final de resíduos denominados “aterro de resíduos classe I” e “central de recebimento e destinação de resíduos classe I”, no Estado do RS.

Esta Portaria determina que resíduos como aqueles contaminados com solventes, tintas, óleos e graxas que apresentarem características de inflamabilidade não podem mais ser dispostos em aterros industriais classe I.

Isto faz com que as empresas que geram tais resíduos definam destinos alternativos para seus resíduos diferente dos aterros industriais tão utilizados hoje em dia.

O prazo para cumprimento da Portaria foi prorrogado por mais nove (9) meses pela Portaria nº 93/2011, de 26 de outubro de 2011(clique aqui), porém esta prorrogação não resolve o problema, apenas nos “dá mais um fôlego”.

Por isso a busca de soluções para o destino de resíduos é importante e é um trabalho constante que deve ser realizado com empenho buscando parcerias sérias, mas principalmente um trabalho que deve iniciar dentro das empresas geradoras com a conscientização das pessoas na correta segregação dos resíduos e no uso consciente dos recursos.

Pense nisto, estamos à disposição para ajudá-los.

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

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A revista Vida Simples de abril de 2011 traz uma notícia muito motivadora denominada “Operação Lixo Zero”, no qual uma família inglesa nos mostra como é fácil estabelecermos um compromisso para com o nosso planeta Terra. Veja abaixo a notícia na integra.

1314417-vlargeVocê já parou para pensar em quanto lixo você produz por ano? A família Strauss, da cidade inglesa de Gloucestershire, parou – e percebeu que podia diminuir drasticamente a quantidade de resíduos que colocava na lixeira. Tanto que, durante todo o ano de 2009, eles conseguiram encher apenas uma latão grande com detritos produzidos. Decidiram então, ir além: zerar a produção de lixo. Para isto, trataram de radicalizar o mote: “reduzir, reciclar e reutilizar”. O casal e a filha de 10 anos terminaram 2010 com uma mera sacola de lixo.

A mensagem deles de que é possivel reduzir a quantidade de lixo ganhou o mundo graças ao MY Zero Waste, site onde eles dão dicas e promovem debates sobre o tema. “O impacto coletivo de todos fazendo a sua parte pode levar a uma mudança significativa e transformarmos totalmente nossa relação com nossos resíduos”, diz Rachelle, a mãe.

A experiência rendeu a eles um projeto de documentário que começa a ser gravado em abril.

Para 2011, o objetivo deles é ajudar outras pessoas a reduzir os dejetos. “E adoraríamos acumular menos que uma sacolinha de lixo em 2011”, espera ela.

www.myzerowaste.com

Fico à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

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No dia 14 de dezembro, em Porto Alegre / RS, o BSI Brasil Sistemas de Gestão estará promovendo um evento gratuito com o seguinte tema:

  • Benefícios de um Sistema de Gestão Integrado e seus principais aspectos

A programação é extremamente rica, pois teremos a oportunidade de assistir e trocar experiências com o Sr. Emerson Luis Sussai, com mais de 10 anos de experiência na implantação e auditorias de Sistemas de Gestão Integrados, Especialista em Gestão da Qualidade em Produtos e Processos, Analista de Sistemas e Instrutor da BSI para cursos de formação de auditores líderes ISO 9001, ISO 14001 e OHSAS 18001.

Também teremos a oportunidade de conhecer o case de sucesso da Nexteer Automotive, através do Sr. Pedro Licht, Representante da Direção desta organização.

Segue abaixo a programação deste dia!

Reserve sua presença, clicando neste link.

Sem título

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Sem títuloProjeto Inédito da Prefeitura Municipal de Porto Alegre / RS, através do Gabinete de Inovação e Tecnologia (Inovapoa) e DMLU prevê o gerenciamento correto de resíduos tecnológicos.

Com a missão de articular a execução de políticas públicas de fomento à inovação e ao desenvolvimento tecnológico no município de Porto Alegre / RS, a Inovapoa e o DMLU promovem no dia 4 de dezembro de 2010, a I Feira de Descarte de Equipamentos de Informática. No dia do evento, os porto-alegrenses poderão levar seus computadores e periféricos antigos para descarte na Usina do Gasômetro, das 09h às 18h. O evento tem patrocínio da empresa Leroy Merlin.

A iniciativa propõe alternativas para uma vida sustentável, onde pequenos gestos podem se transformar em revolucionárias mudanças e mais qualidade de vida para nossa sociedade. Conciliando o desenvolvimento econômico e o avanço tecnológico com a preservação ambiental, a feira será palco de uma campanha inédita que pretende movimentar milhares de gaúchos. Leia mais clicando aqui »

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CapturarGrana, tutu, cascalho, espécie, ganho, proveito, din-din, recursos, faz-me-rir; chame-o como quiser, o dinheiro tem importância, faz diferença.

Para alguns religiosos, no amor por ele está na raiz de todo o mal. A propósito das relações entre o amor e o dinheiro, existem homens, que não conseguem nunca ser amados por si mesmos, e apelam para a sedução do dinheiro.

Segundo Olavo Bilac, em seu ensaio o Dinheiro, Ser amado só por seu dinheiro, deve ser a desventura maior de quantas possam pesar sobre um homem. Mas afinal, o que há de fazer quem não tem beleza, nem mocidade nem graça. Afinal ninguém pode viver sem amor! E quem não pode obter de graça compra-o.

Imaginem um mundo sem dinheiro. Durante vários anos, os comunistas sonharam exatamente com isto. De acordo com Friedrich Engels e Karl Marx, o dinheiro era meramente um instrumento de exploração capitalista, substituindo todas as relações humanas, mesmo aquelas dentro das famílias.

Leia mais clicando aqui »

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gerenciarDando continuidade ao post anterior (clique aqui), hoje iremos falar sobre a funcionabilidade de um Plano de Prevenção e Gerenciamento de Crises.

Mesmo que a sua empresa esteja passando por um momento de bons negócios é preciso estar alerta. Situações inesperadas, como um curto-circuito, pedidos de indenização, paralisação de funcionários e até mesmo a veiculação de notícias negativas na mídia podem provocar uma crise. Independente do tamanho do problema, ela deve ser solucionada o mais breve possível, evitando a perda de recursos (como dinheiro, tempo e pessoas) e danos à imagem da organização.

Correr este risco é inevitável, porém, ele pode ser minimizado. A prevenção de crises começa na observação de situações recorrentes, ou seja, verificar atitudes que possam estar gerando ou venham a causar dificuldades. Sabendo os pontos fracos e fortes da empresa, é possível antecipar ainda mais os acontecimentos iminentes. Com base em experiências passadas, uma organização estará preparada para enfrentar momentos críticos munida de um Manual de Gerenciamento de Crise. Leia mais clicando aqui »

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Dando continuidade ao post anterior (clique aqui), hoje iremos falar sobre a origem das situações críticas que podem comprometer o Negócio das organizações.

Sendo a empresa uma instituição financeira, torna-se passível a situações adversas. Constituída de pessoas, ela sofre influências o tempo todo seja em caráter informativo, de natureza legal, econômica e mercadológica, e até regulatória. Preocupando-se com circunstâncias que possam comprometer seu negócio, o profissional demonstra uma visão empresarial moderna e só tem a ganhar!

Para os especialistas, a prevenção é a melhor forma de lidar com crises. Antecipar-se, investindo seu tempo quando tudo parece bem, é um caminho mais produtivo… Isso ajudará a equipe a lidar com determinados problemas. Estudar tais casos também auxilia no gerenciamento de ocorrências inesperadas.

Os tipos de crise, porém, variam conforme a realidade de cada organização. Eles dependem dos valores cultivados por seus indivíduos e estão intrinsecamente relacionados à origem do acontecimento e suas características:

  • Criminosa: sabotagens, atentados, sequestros e vandalismo;
  • Natureza Econômica: greves, desvalorização, consequências negativas devido a pacotes econômicos ou mudanças na economia;
  • Informação: a partir de rumores, boatos ou intrigas, acusações diversas, geralmente impulsionadas pela imprensa;
  • Desastres: contaminações de produtos ao meio ambiente, explosões, incêndios e vazamentos; fenômenos naturais como tempestades, enchentes e desmoronamentos;
  • Falhas em equipamentos ou construções: colapsos na rede de computadores, provedores e telefones, defeitos em produtos industriais e quebra nos sistemas de segurança e qualidade;
  • Natureza legal: ações judiciais contra a própria empresa, pedidos de indenização ou condenação;
  • Reputação: exposição negativa da empresa causada por boatos e denúncias, geralmente gerados pela imprensa;
  • Relações humanas: demissão de altos executivos, denúncias de funcionários e sucessões de lideranças organizacionais;
  • Envolvendo risco à vida: grandes contaminações, acidentes de trabalho e mortes, e;
  • Regulatórias: obstáculos fiscais e monetários por parte do governo, regulamentações de leis governamentais e sindicatos de classe.

O Gerenciamento de Crises primeiro cuida das situações em potencial para evitar que elas venham a ocorrer efetivamente. Conhecendo os pontos fracos da empresa, o profissional estará preparado para minimizar grande parte dos efeitos gerados por uma crise.

Diante de uma crise, a empresa não deve esconder a situação pela qual está passando e sim revertê-la perante a opinião pública. Ao lidar com a imprensa, por exemplo, terá prontamente repostas diretas, dando todos os detalhes pertinentes, desde que não haja quebra de segurança ou sigilo.

Passada a crise, o próximo passo será reorganizar o planejamento de relações públicas da empresa voltando suas decisões para o redimensionamento do negócio, controles de segurança, condições sócio-ambientais e análise das políticas estratégias de comunicação. Para enfrentar ocorrências futuras é fundamental que a empresa esteja munida de um manual de Gerenciamento de Crise. (Saiba mais sobre ele na próxima semana!)

Cláudia Boff

Email: claudiaboff@gmail.com

Jornalista e Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Empresarial

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Somamos nossa voz as do que há mais de uma década clamam pela necessidade de reforma tributária. No entanto a dinâmica dos negócios empresariais não pode atravessar décadas esperando que uma reforma tributária aconteça. Enquanto não ocorre a reforma, sugerimos o planejamento tributário como ferramenta indispensável para manter a competitividade empresarial, procurando meios lícitos de aliviar a carga tributária.

Provocando uma reflexão mais ampla, vamos partir de quatro premissas, que são verdades nacionalmente aceitas, inclusive pelos principais candidatos a presidência da nação:

  • O Governo Federal vem batendo sucessivos recordes de arrecadação;
  • A população de baixa renda é a que paga mais impostos;
  • Nosso sistema tributário é complexo, e;
  • A Máquina Pública é Obsoleta e ineficiente.

Diante da problemática contida nestes fatos, valendo-nos da lógica, as soluções que se apresentam são:

  • Como a arrecadação vem batendo recordes sucessivos e a população de baixa renda é a que paga mais impostos, nos parece que um programa de distribuição de renda, iria justamente contemplar a carga tributária que atinge esta parcela da população. O que faria com que a renda da população menos favorecida economicamente aumentasse;
  • Se há consenso de que nosso sistema tributário é complexo, a solução derivada é criar-se o consenso no sentido de executivo e legislativo, concentrarem seus esforços em simplificá-lo;
  • A máquina pública é obsoleta?  Deve ser enxuta ou ampliada? Esta é uma discussão que envolve ideologias antagônicas. Um extremo prega a estatização da economia, o outro prega a independência total do estado nas atividades econômicas;
  • O fato é que na mesma proporção em que a arrecadação vem atingindo recordes as despesas da maquina publica tem aumentado. Ao passo que o equilíbrio de qualquer orçamento de dá no aumentar das receitas e diminuir as despesas.  Se tivermos ambos na mesma direção, então a solução definitivamente não está em aumentar receitas, pois da forma como vem ocorrendo somos um país que “quanto mais se ganha, mais se gasta”, e;
  • Diante, deste raciocínio conclui-se que se a máquina publica, da forma com que colocamos acima não é obsoleta, também não tem se mostrado eficiente, pois como vimos quanto mais arrecada mais aumenta seu gasto.

No momento em que encontrar este equilíbrio entre receitas e despesas, certamente a máquina publica irá se tornar eficiente. O aumento de receitas (leia-se impostos) não tem se demonstrado a solução, pelos motivos expostos.

Que tal adotar-se, uma nova postura de enxugar gastos, cortar despesas, criando-se também a transparência fiscal para que a população saiba quanto paga e o que está sendo feito com o imposto que ela paga?

Permanecemos a inteira disposição para esclarecimentos pertinentes.

Desejamos a todos uma semana feliz e produtiva!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

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Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual comentamos o artigo cujo título é: “Por que os funcionários se demitem?”, esta semana localizei na internet, mais precisamente no website da revista Você S/A, uma reportagem que complementa o assunto, o título é muito sugestivo: “Como lidar com chefes tóxicos”.

ceu-ou-inferno

A reportagem trata sobre os chefes tóxicos e por que as empresas ainda toleram esses gestores (antiéticos e incompetentes). A verdade é que muitas vezes a empresa tolera um mau gestor simplesmente porque a empresa em si, sua cultura corporativa, é horrível. Essa organização está interessada apenas nos resultados financeiros – e isso já é meio caminho para dizer que a empresa é muito ruim, pois ela sequer considera a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Quando isso acontece, o bom gestor é naturalmente “expelido” e ficam somente os chefes tóxicos. Aí a melhor alternativa para o funcionário incomodado é mesmo buscar outro emprego numa empresa que fomente boas práticas de gestão de pessoas entre seus líderes.

Clique aqui e leia a reportagem na integra!

E você é um chefe tóxico? Ou possui um chefe tóxico?

Aguardaremos os seus comentários!

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