tecassisterNesta quinta-feira (17/11), a presidenta Dilma Rousseff anunciou o Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, conhecido também como Viver sem Limite. Em consonância com as diretrizes do governo federal, a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) vai destinar R$ 150 milhões de seu orçamento a projetos inovadores que tenham como foco a inclusão de pessoas com deficiência. Até o fim deste ano, será lançada a primeira chamada pública, no valor de R$ 20 milhões em recursos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos).

O foco é a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias assistivas por meio de parcerias entre universidades e centros de pesquisa.

Outros R$ 10 milhões estão reservados para futuras chamadas públicas. Já R$ 90 milhões serão concedidos em forma de crédito a empresas que queiram criar produtos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que aumentem a autonomia e a qualidade de vida de idosos, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Os R$ 30 milhões restantes ficarão disponíveis para subvenção de inovações. Os recursos serão executados até 2014.

De acordo com o Censo Demográfico de 2000, 14,5% da população brasileira – ou seja – 24,5 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência. Os idosos representam cerca de 8%, somando 14,5 milhões. O Plano Nacional envolve, além do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, os Ministérios da Saúde e da Educação.

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mao-e-areiaFalar sobre a temática do tempo nem sempre é fácil. Para mim, tempo é muito mais do que minutos, horas, dias, meses e anos. Tempo é o agora que me é disponibilizado para que a vida, que é maior do que o tempo, aconteça em todos os tempos. Esse espaço denominado tempo oportuniza o maior de todos os eventos: a VIDA. O tempo só se torna significativo se estiver à serviço da vida. Portanto, cabe à vida administrar, distribuir, quantificar e qualificar o tempo. A falta de habilidade em lidar com o tempo poderá comprometer sonhos e realizações.

A rapidez do tempo não é ‘tarefa’ do próprio tempo. Quem intensifica, apressa ou retarda os momentos e situações são os humanos. Por isso, ao afirmar a falta de tempo, a pessoa não está apenas manifestando uma percepção. Está permitindo que seja subentendido que há uma falha na distribuição do tempo em relação às tarefas e/ou atividades.

A cada dia que passa, as pessoas, em crescente agitação, costumam não ter tempo para tudo o que está diante de si. Evidente que o advento das tecnologias da informação ampliou as possibilidades e passou a concorrer com a quantidade de tempo que cada pessoa dispunha. Hoje, temos mais compromissos, mais ocupações e muito mais alternativas. Em contrapartida, o tempo continua o mesmo quantitativamente. Daí a importância de desenvolver habilidades para bem distribuir o tempo, priorizando o que de fato necessita de maior tempo.

Na minha infância havia tempo para tudo. E ainda sobrava tempo. Bem que eu queria que o tempo passasse mais rápido. Como demorava para chegar Natal, Páscoa, férias…Na verdade, o tempo da minha infância continua o mesmo tempo dos meus dias, hoje. O fenômeno é outro: fui acrescentado ocupações, compromissos, desafios… e o tempo continua no seu ritmo normal. Se no ontem demorava para o tempo passar, hoje não percebo o tempo passar. Talvez seja pela ‘falta de tempo’ em desfrutar o tempo.

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Anteriormente sinônimo de carnaval, futebol e linha costeira suntuosas, o Brasil já se consolidou como o centro de negócios da América do Sul também nas mentes dos empresários estrangeiros. Não que nosso samba, jogo de bola ou praias tenham perdido o merecido prestígio. A diferença é que agora, quando falam do Brasil, os empresários aqui no exterior comentam primeiro sobre os processos de estabilização e desenvolvimento econômicos, a crescente demanda do mercado interno e as infinitas oportunidades de negócios que têm sido geradas.

No caso específico dos equipamentos médico-hospitalares, da biotecnologia, e dos produtos farmacêuticos, a situação é ainda mais marcante, sendo o potencial e as necessidades do mercado brasileiro exaltados como o “antídoto” para a retração das vendas nos países do Velho Mundo.

Vagas-SAG-198x300A MEDICA 2011, a maior feira médica do mundo (Dusseldorf,16-19/nov), oferecerá a possibilidade de concretização de negócios no setor, através da realização de reuniões diretamente com a contraparte estrangeira. No caso de empresas israelenses presentes na Feira, com tecnologia reconhecidamente avançada na área médica, o interesse em tais contatos é extremo! Para nós, consultores brasileiros do setor de saúde, aqui em Israel temos tido uma grande demanda de trabalho, mostrando que os empresários israelenses, finalmente, descobriram o Brasil.

Se sua empresa está entre as representantes brasileiras no evento, não deixe de agendar de antemão reuniões com parceiros internacionais potenciais para o seu negócio. Se sua empresa não vai estar presente, ou deparou-se com a dificuldade de encontrar parceiros relevantes, entre em contato com um consultor especializado em seu ramo de negócios, que esteja habilitado a realizar a intermediação.

E “não perca o bonde” (ainda se usa essa expressão aí no Brasil?). Na mente dos empresários do mundo todo, o Brasil é visto primeiramente como um parceiro comercial extremamente atrativo. As belezas naturais e culturais brasileiras são consideradas agora como um excelente bônus, a ser recebido ao fim de uma frutífera rodada de negócios aí em nossa terra.

Bons negócios e nos encontraremos na MEDICA 2011!

Mel Larrosa, M.Sc, MBA

Business Strategy Consultant

Mel.larrosa@yahoo.com

http://il.linkedin.com/in/mellarrosa

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Recentemente, ao “navegar” na internet, buscando informações atualizadas sobre o PBQP-H, mais precisamente pelo SiAC, identifiquei um excelente artigo elaborado por um engenheiro civil, o Sr. Cristiano Alvarenga). O artigo mostra de forma clara e objetiva a realidade da grande maioria das empresas do segmento da construção civil de buscar incorporar na rotina do dia-a-dia e da gestão, os requisitos do SiAC. Segue abaixo o artigo na íntegra.

PBQP-H: o que é e como identificar se uma empresa o leva a sério (Por Cristiano Alvarenga)

i210233Simplesmente dizer que PBQP-H é o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat não explica muita coisa. A maioria dos estudantes de engenharia e diversos compradores de imóveis já ouviram falar nesta sigla, mas não conseguem entender na prática como o programa funciona ou qual sua finalidade. Na verdade, a grande maioria dos engenheiros civis conhece o programa, trabalha numa empresa que é certificada, mas não sabe muito bem o que é o programa ou ainda acredita fielmente que ele engessa seu trabalho e que tem uma papelada para ser preenchida que só atrapalha!

Tentarei explicar aqui de uma maneira de fácil entendimento como funciona o PBQP-H na construção de edifícios, para que ele serve e ainda como identificar se uma empresa leva a sério o programa ou se apenas quer possuir um selo (que é a maioria dos casos, por incrível que pareça).

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Capturar

Na semana que vêm, de 16 à 19/11/2011, estará acontecendo mais uma edição da Feira Médica, na cidade de Düsseldorf / Alemanha. O evento é especializado em técnicas medicinais, laboratorial e ortopédica, eletro medicina, instrumentos médicos, requisitos para consultórios e para hospitais, produtos farmacêuticos e diagnósticos.

O nosso país estará representado, através da ABIMO (Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios), por 55 empresas.

Acesse através deste link, a relação das empresas brasileiras que estarão apresentando os seus produtos e gerando negócios.

A sua empresa está nesta relação?

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CapturarHoje, em pleno domingo, recebi de um amigo, através de um e-mail, uma mensagem sobre o grande dilema de sermos proativos ou … infelizmente reativos. Convido a todos a refletirem sobre este assunto, acessando / clicando neste link.

Bom inicio de semana à todos!

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segurança1Quando é falado em segurança da informação, logo vêm em mente instituições financeiras empresas virtuais, pois esses segmentos empresariais são alvos de ladrões cibernéticos, pois caso haja algum acontecimento nestas instituições o impacto será grande. Isso é a pura verdade, porém esses acontecimentos poderão ocorrer também em empresas menores, pode acontecer na sua empresa, por isso é necessária algum processo de segurança da informação.

Um dos maiores bens que uma empresa tem é as informações. Há alguns anos atrás, a informação mais delicada, sensível, critica da empresa poderia ficar guardada perfeitamente numa gaveta de alguma mesa. Hoje em dia independente do estagio de tecnologia da empresa, a proteção da informação é uma das maiores dores de cabeça que os empresários, executivos têm.

A seguir relacionareamos alguns aspectos se segurança da informação que são uteis para os executivos, proteger a informação:

  • Não é um assunto somente de tecnologia. Os computadores processam e armazenam a maioria das informações estratégicas da empresa. Pensar que somente ter um antivírus atualizado é suficiente é um erro grotesco. De acordo com o tamanho de sua empresa deve haver uma melhor proteção tecnológica.
  • É uma decisão estratégica. Proteger a informação é uma decisão empresarial, pois a sua finalidade é proteger o negocio da empresa. Se acontecer algum em que a organização tenha prejuízo ou impeça a sua continuidade será os acionistas que perderão o seu dinheiro investido.
  • Exige caráter profissional das pessoas. É regra básica tratar do assunto de forma profissional com as pessoas. Deve haver procedimentos, regulamentos, políticas e essas valem para TODOS da organização.
  • A informação é para quem precisa APENAS. A regra é somente o usuário que precisa da informação para o desempenho de suas atividades que deve ter o acesso a ela. Se alguém não precisa não deve ter acesso a ela.
  • Não é um Milagre. A proteção da informação exige dedicação de recursos financeiros e de tempo. Em questão financeira, toda a empresa tem condições de ter uma proteção adequada. Se o dinheiro for usado como desculpa, alguma coisa está errada. Até uma pequena mercearia tem condições de proteger adequadamente a informação.
  • Devem considerar todos os colaboradores. Em uma organização tem funcionários, prestadores de serviço, terceiros, consultores e trabalhadores temporários. A regra que citei acima deve valer para esses também, alias os parceiros da sua empresa deve ter o mesmo nível de comprometimento que os seus funcionários.
  • Deve ter o conceito de Gestor da Informação. De acordo com a história o setor de TI era responsável pela autorização e liberação da informação para o funcionário, colaborador. Ainda hoje continua sendo, mas tem que existir uma área proprietária daquela informação. O setor de TI ou da Tecnologia é apenas um custodiante da informação em outras palavras uma prestadora de serviço. O correto é, por exemplo, a autorização do acesso às informações financeiras é a diretoria financeira, pois ela é proprietária da informação.

Semelhante como a “ETICA é um começo sem fim” a segurança da informação é um processo que não termina nunca. Ela existe para permitir que a empresa, para que o negocio da organização aconteça de forma sustentável no que diz respeito aos recursos da informação.

Para concluir esse artigo a segurança da informação é algo que deve ser decidido estrategicamente. É uma decisão que os donos das empresas devem fazer.

Senhor Empresário, proteja a informação do seu negócio!

Fico à disposição de vocês!

Walter Antônio Bunn Júnior

Auditor Líder ISO 9001

E-mail: bunn_walterjr@globo.com

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educationSou Auditor Líder da norma ISO 9001, sendo que em agosto de 2011, conclui o MBA na FUNCEFET-RJ/IDHGE na área de QSMS – Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho, no qual escolhi como tema para meu TCC um estudo sobre a aplicação da NBR 15419 nas instituições educacionais.

Elevar a qualidade do ensino, em todos os níveis tem sido uma preocupação da sociedade em qualquer país do mundo. Alguns países como o México, Argentina, Estados Unidos, Austrália, entre muitos, conscientes da divergência no processo educacional, uniram-se para elaborar um guia que possibilitasse às instituições educacionais implementarem adequadamente um Sistema de Gestão da Qualidade, com uma linguagem mais apropriada a educação, facilitando a busca pela certificação com base na norma ISO 9001.

Esse guia foi denominado pela ISO como IWA-2 (International Workgroup Agreement).

Assim como os países acima mencionados entenderam ser importante e necessário elaborar uma norma que auxiliasse no entendimento dos requisitos da ISO 9001,  o Brasil através da Comissão de Estudos de Documentos Auxiliares da ABNT/CB-25 (Comitê Brasileiro da Qualidade) elaborou a norma ABNT NBR 15419. Este trabalho com a participação de estabelecimentos de ensino de vários níveis, entre eles o SENAI e do Ministério da Ciência e Tecnologia, sob a coordenação do Sr. Luiz Fernando Correia Ferreira utilizou como referência as normas IWA-2 e o IRAM 30000.

Existem atualmente no Brasil, segundo dados obtidos através do INMETRO, cerca de 60 instituições educacionais com certificação ISO 9001.

Mas, por que estas organizações que hoje são certificadas na norma ISO 9001 ainda não buscaram a adequação / certificação através da NBR 15419?

Acredito que as instituições educacionais já certificadas pela ISO 9001, através de seu pioneirismo e ação proativa poderiam enriquecer esta discussão sobre este assunto, por exemplo, explicitando as dificuldades enfrentadas durante a implementação dos seus Sistemas de Gestão da Qualidade, bem como a Melhoria alcançada no desempenho dos seus alunos / clientes após a implementação.

Fico à disposição de vocês!

Engº Roberto da Costa Faria
Auditor Líder ISO 9001

E-mail: robertoc.faria@globo.com

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Ao iniciar a jornada lean, um dos fatores críticos para a construção do Mapa de Fluxo de Valor é um entendimento claro, de como definir as famílias de produtos em empresas com alta variedade de produtos, baixa demanda e características distintas em um ambiente Make to Order (MTO), nas quais os produtos são fabricados conforme especificação do cliente.

Neste contexto, o objetivo deste artigo é apresentar a aplicação do algoritmo Close Neighbour Algorithm (CNA) na definição das famílias dos produtos de uma empresa fabricante de conjuntos soldados da linha agrícola, com a finalidade de desenvolver competências operacionais para atingir lead times reduzidos e previsíveis, assim como necessidade de uma alta confiabilidade na entrega ao cliente.

A incorreta classificação das famílias de produtos acaba influenciando de forma ineficaz no Mapeamento de Fluxo de Valor (VSM), pois o mesmo representa uma das portas de entrada para a implementação Lean.

Uma família é um grupo de produtos que passam por etapas semelhantes de processamento e utilizam equipamentos comuns nos processos anteriores (ROTHER e SHOOK, 2003). Sendo assim, infelizmente o conceito, ou melhor o pré conceito existente de que famílias de produtos esteja vinculado com produtos de mesma aplicação e / ou características geométricas, por exemplo, esta totalmente errado.

No estudo de caso, o algoritmo de agrupamento Close Neighbour Algorithm, desenvolvido por Boe e Cheng (1991), foi utilizado para a determinação da família de 245 produtos.

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02-03-09_01As transformações ocorridas nas últimas décadas, a velocidade e o volume de informações que são disponibilizadas a cada dia têm aumentado, significativamente, o conhecimento das pessoas e alterado seus comportamentos. Os permanentes avanços tecnológicos, econômicos, políticos e sociais sinalizam cada vez mais para a necessidade das instituições de ensino em dirigir, coordenar, controlar e organizar suas atividades e procedimentos de forma estratégica.

Diante desse cenário, começa a prevalecer um pensamento comum de que as organizações educacionais precisariam investir em um sistema de gestão pela qualidade, formado por um conjunto de atividades planejadas e estruturadas de forma intencional com a finalidade de estabelecer o equilíbrio de integrar os componentes internos das instituições ao ambiente externo. Nascia aí a Gestão pela Qualidade nas instituições de ensino!

Em consequência do sucesso da aplicação da Gestão pela Qualidade, em algumas empresas, e da extensão desse modelo para outros segmentos, além da indústria, fazendo com que na administração da educação cada vez mais surgisse o termo gestão e a busca por ferramentas que aperfeiçoassem os processos no ambiente educacional, refletindo diretamente na melhoria dos serviços educacionais oferecidos e, felizmente, em um ensino mais eficiente, efetivo e eficaz.

Atualmente, as instituições de ensino que praticam a Gestão Estratégica fundamentada, na qualidade dos processos, aperfeiçoam o conhecimento renovável, encontrando mais possibilidades de acompanhar as mudanças no contexto mundial e criando novos diferenciais organizacionais, que proporcionam uma capacidade de reação, muito mais rápida do que aquelas que simplesmente se dedicam a repetir hoje o que já funcionou no passado.

Cada vez mais as instituições de ensino entendem que a Gestão pela Qualidade possibilita um conhecimento mais aprofundando do negócio, mais clareza na atuação, possibilitando maior assertividade na tomada de decisão quanto às ações estratégicas, táticas e operacionais. Como consequência, atenderão melhor às necessidades e expectativas da comunidade escolar e cumprirão o propósito primordial: educar cidadãos mais preparados e conscientes do seu papel na sociedade, verdadeiros agentes de transformação social, comprometidos com a melhoria da qualidade de vida na construção de um mundo mais próspero, humano e justo.

Fico à disposição de vocês!

Andréia Guerra – Gerente Administrativa Grupo Educacional Caminho do Saber

Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas e Psicologia Organizacional

E-mail: andreiaguerra-@live.com

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