Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores (Fonte: Jornal Nacional – 19/04/2011)

CapturarNesta semana, no dia 19/04/2011, assisti uma reportagem veiculada no Jornal Nacional cujo título era “Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores”. As informações trazidas por esta reportagem somente confirmam aquilo que vivenciamos em nossos projetos de implementação de Sistemas de Gestão pela Qualidade baseado no SiAC em incorporadoras / construtoras.

Este segmento esta perdendo em competitividade, pois não consegue atrair e nem reter profissionais, por exemplo, as funções Mestre de Obras e Pedreiro estão em extinção, pois não existe renovação, por exemplo, o filho de Mestre de Obras não quer mais trabalhar no segmento!

O setor sempre atraiu trabalhadores com baixa escolaridade. Mas agora os brasileiros estão estudando mais e querem outros empregos. Os empresários admitem que o setor precisa de mais tecnologia e melhores condições de trabalho.

Os motivos / causas desta situação, podem ser analisados nesta reportagem, clique no link abaixo e assista!

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/industria-da-construcao-civil-sofre-com-falta-de-trabalhadores/1489131/#/Edições/20110419/page/2

E na sua empresa do segmento de construção civil esta situação existe? Caso positivo que soluções estão sendo tomadas para diminuir este impacto!

Brinquedos Junges esta presente na ABRIN 2011!

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A ABRIN 2011, maior feira nacional de Brinquedos, inicia hoje (13/04/2011)!

Serão mais de 1.500 lançamentos em brinquedos em geral, educativos e pedagógicos, puericultura  leva e pesad, jogos eletrônicos, pelúcias, miniaturas, fantasias e outros artigos.

A feira representa um dos mais dinâmicos setores da economia nacional, com um parque fabril formado por 508 fábricas que geram mais de 24 mil empregos diretos e indiretos (Dados de 2010 – Fonte: ABRINQ – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos). A feira movimenta pelo menos 30% do volume anual de negócios da indústria – ou seja, mais de R$ 1 bilhão.

Nosso cliente, a Indústria de Brinquedos Junges Ltda. estará presente novamente neste evento, sendo sua terceira participação consecutiva!

logo da Brinquedos JungesA Brinquedos Junges, tradicional (desde 1963) fábrica de brinquedos de madeira estará mostrando seus lançamentos, buscando também ao longo desta semana uma maior interação com a sua rede de representantes distribuídos em todas as regiões / estados da federação.

Visite o stand da Brinquedos Junges localizado na Rua 7/L/M e aproveite para conhecer os lançamentos de 2011!

Por que eu quero um Consultor? – Parte 2 (Por Carlos Alberto de Campos Salles)

Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos o artigo do Sr. Carlos Alberto de Campos Salles, segue a segunda parte:

consultoriaPor que eu quero um Consultor? – Parte 2

Hoje é fato que todas as áreas tornaram-se enxutas e seus ocupantes multifuncionais. Por isso nem todas as expertises estão disponíveis na instituição. Quando sentimos a necessidade de buscar um consultor é preciso ter bem claro o que realmente queremos. Por outro lado, caberá ao bom consultor na primeira reunião entender, no todo ou em parte, quais são ou podem ser as necessidades da instituição. Em não havendo uma opinião formada sobre o que se deseja, é fundamental comunicar ao consultor que conta com ele para um ajudar na formulação de um pré-diagnóstico.

Contratar um consultor sem ter noção (por menor que seja) do que se deseja como produto a ser entregue é apostar que a última bala no gatilho atinja o alvo!

Outra questão é se perguntar “Precisamos realmente de um consultor? Não podemos resolver isso com recursos internos?” O desenvolvimento de um projeto por pessoal da própria instituição encurta caminhos no quesito “conhecimento do negócio”, porém, poder perder em competência técnica ou metodológica.

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Por que eu quero um Consultor? – Parte 1 (Por Carlos Alberto de Campos Salles)

Neste ano, 2011, irei completar 16 anos, não de vida, mas 16 anos exercendo a profissão de consultor.

Iniciei esta jornada em uma década no Brasil onde não se sabia de forma correta qual seria o verdadeiro papel de um profissional com competência / experiência sem vinculo empregatício, ou seja, CLT. Naquela época se iniciou uma reflexão, no qual ainda esta viva nos dias de hoje: Ser ou Estar Consultor tem diferença?

Não é raro, em nossas visitas de apresentação dos nossos serviços em empresas interessadas em nossos serviços, “ler” na visionomia do nosso contato, um sinal de dúvida / interrogação sobre o que realmente a empresa esta realmente querendo com os nossos serviços de consultoria. Nesta situação, torna-se mais difícil conseguir “extrair” desta conversa as informações mínimas necessárias para elaborarmos uma proposta coerente!

Na semana passada, li um artigo, de autoria do renomado consultor, o Sr Carlos Alberto de Campos Salles, no qual apresenta de forma clara e com bastante experiência no assunto, o título do artigo é muito sugestivo: “Por que eu quero um consultor?”.

Entrei em contato com o autor deste artigo e solicitei a sua permissão para republicá-lo em nosso WeBlog, a resposta foi positiva, logo estou convidando a todos os consultores e empresários a lerem este artigo, a fim de facilitar o seu entendimento, iremos publica-lo em 2 partes, segue a 1ª parte:

Por que eu quero um Consultor? – Parte 1

brandingA prática de consultoria tem na experiência vivida e no conhecimento adquirido os requisitos essenciais para o atendimento eficaz das empresas clientes. Além da necessidade de uma boa dose de cultura geral, os conhecimentos específicos devem ser mantidos de forma atual e organizada e dirigidos para a área de especialização do consultor. Afinal o consultor é um especialista em um determinado assunto e seu produto é a venda de conhecimentos adquiridos.

Tempos atrás, a atividade de consultoria não passava nem perto das gerações formadas entre os anos 60 e 90. Essencialmente, foram gerações preparadas para atuar em instituições, sejam elas privadas ou públicas. Empreendedorismo não fazia parte de nenhuma grade escolar e consultoria é empreendedorismo. Mesmo porque, nessa época, consultoria era caro e praticamente só as grandes instituições as contratavam.

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A empresa como escola viva (Por Flávio Nascente dos Santos)

Recentemente li um artigo no Jornal Zero Hora (10/02/11), escrito pelo Sr. Flávio Nascente dos Santos no qual apresentava uma nova abordagem / responsabilidade das empresas, além de atender as necessidades / expectativas dos seus clientes através da venda dos seus produtos e / ou prestação de serviço! Sim , a empresa tem outros papéis, por exemplo de ser uma “escola viva” ou melhor dizendo ser uma “escola DE VIDA” para as pessoas!

vida

Leiam e reflitam também:

Que o desemprego em nosso estado (Rio Grande do Sul) está em baixa, todos sabem. Que sobram vagas e falta de mão de obra qualificada em diversos setores, já estamos cansados de ler nos jornais. Porém, o que ninguém sabe é quais tarefas as empresas terão de fazer agora, diante desta situação, para preencher seus postos de trabalho e parar de desperdiçar tempo recrutando profissionais que não querem o verdadeiro crescimento na carreira.

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Simples Soluções realiza Aliança Estratégica com uma consultora especializada em Gestão da Responsabilidade Social

jogoDando continuidade a nossa estratégia de apresentar soluções integradas para os nossos clientes e potenciais clientes, assim como aumentar a nossa rede de relacionamentos com profissionais e empresas no qual possuam afinidade com os nossos valores e princípios, a partir deste mês de janeiro, estamos formalizando uma aliança estratégica com uma consultora especializada em Gestão da Responsabilidade Social, seu nome é Isaura Schmidt Morél.

A Sra. Isaura Schmidt Morél é Graduada em Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia, pela UFRGS. Especialista em Dinâmica de Grupos pela Sociedade Brasileira de Dinâmica de Grupos (SBDG) e Especialista em Gestão da Responsabilidade Social, pela FIJO /PUCRS.

Atua na coordenação de projetos pesquisa de marketing, consumo e em projetos sociais. Em 2010, fez parte da Comissão de Avaliação do Prêmio Top Cidadania ABRH/RS.

É consultora em gestão de projetos sociais, responsabilidade social e sustentabilidade.

Com esta aliança, poderemos oferecer aos nossos clientes, serviços de gestão da responsabilidade social integrada ou não aos seus outros sistemas de gestão já implementados.

Maiores informações desta profissional podem ser acessadas através do seu perfil no Linked In pelo seguinte link.

Que esta aliança gere resultados para os nossos clientes!

Santa Cruz Rodovias S.A. foi recertificada na versão 2008 da ISO 9001!

Na semana passada, no dia 07 de janeiro, depois de dois dias de auditoria, o Sistema de Gestão pela Qualidade da Santa Cruz Rodovias S.A., nosso cliente, foi recertificado pela versão 2008 da ISO 9001 com ZERO não-conformidades, confirmando o seu compromisso com a Melhoria Contínua dos seus processos e preocupação em atender os requisitos do Poder Concedente e Usuários.

A Santa Cruz Rodovias S.A. é a única concessionária de rodovias no estado do Rio Grande do Sul que possui o seu sistema de gestão pela qualidade certificado pelos requisitos da ISO 9001:2008!

Esta auditoria externa foi realizada pelo organismo certificador BSI, através da experiente e competente auditora, a Sra. Janaína Andrea de Oliveira Florão, conforme imagens a seguir:

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Maiores informações sobre a Santa Cruz Rodovias e nossas ações podem ser acessadas através dos seguintes links:

Gostaríamos de agradecer à todos que demonstraram o seu PIC, novamente para com este projeto, ou seja:

  • Diretoria;
  • Gerências;
  • Colaboradores (funcionários), e;
  • Equipe técnica do BSI (British Standards Institution).

Dois estilos de reunião!

lula-dilma311630Quem já participou de reuniões em separados com Luiz Inácio Lula da Silva e com Dilma Rousseff registra dois estilos opostos.

Lula é aquele interlocutor afável e acolhedor. Começa a conversa fazendo perguntas ao interlocutor, sonda as opiniões, experimenta as próprias dúvidas – se só depois diz o que pensa e o que pretende fazer.

Dilma age de modo contrário: abre a conversa com seu ponto de vista, explica o como e o porquê, depois abre a palavra e encerra a discussão com uma nova intervenção.

Uma primeira avaliação diz que as reuniões com Lula são dispersivas, mas ricas. Com Dilma, previsíveis e objetivas.

O verdadeiro papel do DONO da empresa, qual é?

interrogaçãoEsta semana recebi uma sugestão de leitura de um cliente, sendo que o artigo relatava sobre qual seria o melhor lugar na empresa para o DONO, ou seja, o fundador se posicionar principalmente quando aquela fase inicial de “abertura da empresa”, ou seja, a era do empreendedorismo finalmente termina e a empresa começa a tentar buscar espaço em um mercado que normalmente é extremamente agressivo e muito profissional.

Quantas vezes em minhas atividades de consultoria percebo a “olhos vistos” que o dono do negócio, ainda se considera infelizmente na fase do empreendorismos e busca fazer tudo … sem fazer nada e reclamando que os seus empregados não conseguem entender a sua forma de pensar e agir! Pobre coitado destes donos de empresa, se tornam angustiados, normalmente realizando tarefas no qual não gostam … protelando … procrastinando (vide aqui o artigo que comentamos sobre este mau hábito) e não conseguindo fazer bem aquilo que possuem mais “tesão”, ou seja, gosto por fazer!

Bom, o artigo que este cliente me sugeriu “caiu como uma luva” para as minhas análises e acredito que irão fazer o mesmo com vocês, DONOS do NEGÓCIO! Clique aqui e leia o artigo na integra!

Ficaremos no aguardo dos seus comentários!