É jogando que a gente aprende!

No ano passado, durante a preparação de um treinamento “in company” de Formação de Auditores Internos para um cliente (clique aqui para ver o post que publicamos anteriormente), tivemos a oportunidade de conhecer, através de pesquisa na internet, uma empresa brasileira que desenvolve Jogos Empresariais. O nome da empresa chama-se Game For Business!

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Os jogos empresariais da Game For Business são desenvolvidos para comunicar e capacitar conceitos de gestão empresarial para as organizações, seus funcionários, fornecedores, parceiros, clientes e demais stakeholders. Por meio da interação entre as pessoas, da diversão proporcionada pela competição e dos momentos lúdicos vividos na atividade, os participantes aprendem e assimilam os conceitos propostos pelo jogo de forma inteligente.

Clique aqui e acesse as informações completas sobre todos os jogos empresariais disponíveis!

Planejamento Estratégico, uma abordagem prática e objetiva – Parte 2 (Por Guilherme Chagas Pereira)

Dando continuidade ao artigo / post anterior (clique aqui), no qual iniciamos a apresentação de como realizar um planejamento estratégico, utilizando-se do artigo elaborado pelo Guilherme Chagas Pereira (guilherme.pereira@avacorp.com.br).

Vamos continuar, falando sobre como responder a segunda pergunta, ou seja:

2. Como estamos?

Olhando novamente para figura que publicamos no primeiro artigo, adaptada do livro “Planejamento Estratégico Empresarial”, cujo autor é Mauricio Castelo Branco Valadares:

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O passo seguinte é avaliar qual a situação atual da empresa e de seu ambiente (mercado em que atua). Em outras palavras, é responder a segunda pergunta: como estamos? Esta avaliação é realizada através de duas análises, uma externa a empresa e outra interna.

A análise externa tem como objetivo avaliar o mercado em seu contexto atual e futuro. Para tanto, deve-se buscar caracterizá-lo através de três “quadros”:

  1. Quadro das ameaças e oportunidades;
  2. Contexto de negócios x produtos / serviços x mercados, e;
  3. Identificação dos valores dos clientes.

As ameaças são caracterizadas como forças, variáveis ou situações externas adversas à empresa, as quais criam barreiras ao desempenho e/ou ao crescimento. Uma ameaça pode ser uma tendência de alta de juros, inviabilizando um financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos e inibindo o crescimento econômico.

As oportunidades, ao contrário, são caracterizadas por forças, variáveis ou situações externas que favorecem a empresa no seu desenvolvimento e/ou crescimento. A queda de barreiras tarifárias de países do Mercosul é um exemplo de oportunidade de crescimento para a empresa, desde esta esteja em condições de atender a este mercado.

É importante salientar que a ameaça para uma empresa pode ser uma oportunidade para outra, dependendo de sua situação frente às circunstâncias do mercado e vice-versa.

No “quadro” de contexto do negócio x produto / serviço x mercado, é necessário avaliar quais são os mercados que se deseja atuar e quem são os consumidores do produto / serviço. É importante neste ponto, analisar o tamanho dos mercados, qual a sua participação nele e ainda qual a taxa de crescimento de cada um. Desta forma, evita-se competir em um mercado saturado para concentrar esforços em novos. Esta análise também permite um acompanhamento do desempenho em determinado locais de consumo.

A identificação dos valores dos clientes, o terceiro “quadro”, busca descrever melhor quem é o seu cliente e entender quais são suas principais características, peculiaridades, necessidades enfim, seus valores. Esta identificação ode ser feita de maneira simples e objetiva: pergunte ao seu cliente. Faça uma pesquisa por telefone, por e-mail ou mesmo pessoalmente, perguntando se ele está satisfeito com seus serviços, o que poderia melhorar e o que faria se fosse dono do seu negócio.

A análise interna tem por finalidade fazer um diagnóstico interno da organização, identificando os pontos fortes e fracos diante do conjunto de informações obtidas na análise externa.

Os pontos fortes são as características ou diferenças da organização que se sobressaem frente aos seus concorrentes.

Os pontos fracos são as características ou diferenças da organização que se inferiorizam frente aos seus concorrentes.

Estes pontos, fracos e fortes, devem ser avaliados a partir das funções empresariais, tais como, marketing e vendas, financeira, suprimentos, produção, distribuição, recursos humanos, informática, etc. Nesta avaliação devem ser analisados aspectos como posição dos pontos de venda, capacidade financeira para suportar as operações e a integração de suprimentos, produção e distribuição.

No próximo artigo (clique aqui), iremos comentar sobre como responder a terceira pergunta, ou seja:

  • O que queremos?

Plástico-Bolha completa 50 anos sem nenhuma concorrência!

Quem já usou uma tira de plástico-bolha para diminuir o nível de estresse do dia-a-dia de trabalho? Acredito que a resposta seria 100% positiva, para esta pergunta!

CapturarPois bem, no final do mês de janeiro deste ano, ou seja, 2010, este produto inventado pelos engenheiros Marc Chavannes e Al Fielding completou 50 anos de sucesso, aparentemente sem que nenhuma outra invenção ou concorrente mostre que poderá substituí-lo.

Como muitas outras coisas práticas, o plástico-bolha nasceu por acaso. Há cinco décadas, Marc Chavannes e Al Fielding, dois engenheiros de Nova Jersey, trabalhavam em um novo tipo de material para proteger paredes, mas a ideia não emplacava.

Os dois inventores tentaram então comercializar o produto como isolante para estufas, mas pouco depois encontraram quase casualmente, durante uma viagem de avião, um novo uso para o plástico.

Quando o avião se preparava para pousar, Chavannes reparou que as nuvens pareciam servir de colchão e se deu conta de que um plástico com pequenas bolhas de ar poderia ser uma excelente embalagem, muito melhor que o papel de jornal comumente utilizado à época.

Nascia assim a Sealed Air Corporation, a companhia que criaram para fabricar e comercializar o produto e que hoje fatura mais de US$ 4 bilhões anuais. Todo ano, a empresa fabrica plástico-bolha suficiente para cobrir a distância da Terra à Lua. Clique aqui e visite o website desta empresa.

Também acesse, clicando aqui, uma reportagem publicada hoje, no jornal Zero Hora.

Novos Auditores Internos ISO 9001:2008 no SENAI-MT!

Dando continuidade ao post anterior, ontem (05/02/10) finalizamos o treinamento Formação de Auditores Internos pela ISO 9001:2008 no SENAI-MT, sendo que a carga horária foi de 24 horas, ou seja, três dias!

Tivemos a participação de 28 colaboradores de diversas unidades deste SENAI!

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Desejamos sucesso para esta equipe de auditores internos!

O que falam de sua empresa (Fonte: Exame PME)

Com tantos blogs e redes sociais por ai, não é tão fácil saber onde e quando alguém falou mal de um produto ou serviço – ainda mais se for de uma pequena ou média empresa pouco conhecida. A boa notícia é que existem diversos mecanismos gratuitos que ajudam no monitoramento. Eis alguns dos mais usados (clique nos hiperlinks).

  1. Google Alerts: rastreia, com base em alguns tópicos predefinidos, os grupos de discussão do Google. Possui versão em português e avisa os resultados por e-mail.
  2. Icerocket: busca menções em blogs, notícias, imagens. MySpace e Twitter. As respostas são organizadas em ordem cronológica, como o horário e a data dos posts.
  3. Social Mention: encontra um determinado termo em redes sociais. Fornece estatística como quantidade de citações e autores que publicaram um termo com mais frequência.
  4. BlogBlogs: vasculha mais de 200 000 títulos de blogs nacionais cadastrados no site e mantem um ranking dos blogs que recebem mais visitas e comentários dos internautas.
  5. Google Blogs Search: Seus resultados abrangem somente blogs – nacionais e estrangeiros. A pesquisa funciona de maneira idêntica ao Google tradicional – o que torna a ferramenta bastante fácil de usar.
  6. TweetBeep: Monitora o Twitter e envia alertas. Pode-se definir uma palavra-chave, escolher a periodicidade para receber os avisos e ainda ignorar tweets que contenham um termo específico.

SENAI-MT preparando-se para o upgrade do seu Sistema de Gestão pela Qualidade para versão 2008 da ISO 9001.

Dando continuidade ao post anterior, ontem (02/02/10) realizamos o treinamento Upgrade da ISO 9001 para a versão 2008 para uma equipe de auditores internos do SENAI-MT. Forma 21 pessoas que participaram deste treinamento!

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Sendo que na segunda-feira (01/02/10), em conjunto com a equipe gestora auxiliamos na adequação para principais mudanças da versão 2008, mas principalmente na busca da efetividade do atual Sistema de Gestão pela Qualidade.

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Desejamos sucesso para esta equipe de auditores internos!

Retornando à Cuiabá / MT!

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Em setembro de 2008, tive a oportunidade de conhecer a cidade de Cuiabá / MT, no qual realizei treinamentos em empresas filiadas ao Quali Mato Grosso, através do SENAI-MT, vide post anterior, clicando aqui.

Hoje, 31/01/10, estou retornando ao este estado promissor e maravilhoso, novamente através de um convite do SENAI-MT!

Irei realizar atividades de consultoria e treinamento, nestes próximos 5 dias, mais especificadamente vinculado ao Upgrade do atual Sistema de Gestão pela Qualidade do SENAI-MT para a versão 2008 da ISO 9001, serão orientações sobre como melhorar o atual sistema de gestão, assim como capacitar auditores internos, assim como formar novos auditores internos!

Oportunidade para rever os amigos que conhecemos em 2008, e com certeza trocar experiências com novas amizades que iremos criar, através destas atividades!

Sempre é bom voltar para Cuiabá!

Planejamento Estratégico, uma abordagem prática e objetiva – Parte 1 (Por Guilherme Chagas Pereira)

A partir deste artigo / post iremos apresentar de uma forma prática e objetivo como realizarmos um planejamento estratégico prático e objetivo. Para tanto iremos publicar um artigo elaborado pelo Guilherme Chagas Pereira (guilherme.pereira@avacorp.com.br)

Segue a primeira parte deste artigo:

Você já parou para planejar suas ações para este ano, ou seja, 2010? E quanto a 2011, 2012 e 2013? Embora a necessidade de planejamento das ações empresariais seja uma afirmação antiga, poucas empresas de pequeno e médio porte, e até as de grande porte, trabalham suas estratégias de modo prático e objetivo.

Um bom planejamento empresarial, ou planejamento estratégico, deve responder a cinco perguntas básicas:

  1. Quem somos?
  2. Como estamos?
  3. O que queremos?
  4. Como atingir?
  5. E como estamos indo?

E ainda podemos acrescentar uma sexta pergunta que irá garantir as demais:

  1. Como corrigir?

Vamos utilizar a figura abaixo, adaptada do livro “Planejamento Estratégico Empresarial”, cujo autor é Mauricio Castelo Branco Valadares:

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Vamos então iniciar a responder as seis perguntas, logo começaremos pela:

  • Quem somos?

A caracterização da empresa, ou seja, sua missão, visão e seus princípios são definidos como a razão de ser da empresa. Portanto, a missão de qualquer empresa passa por responder a uma pergunta essencial: qual é o nosso negócio?

Por negócio, entende-se aqui o campo de atuação da empresa no mercado consumidor. São comuns os equívocos de diversos empresários ao responderem a esta pergunta com foco no produto / serviços que oferecem. Normalmente, estes equívocos limitam a empresa em suas ações estratégicas. Para ampliar os horizontes de atuação, a definição do negócio deve ser orientada para o mercado.

Desta forma, uma empresa de serviços de armazenagem responderá que seu negócio é “logística de armazenagem” e não somente de armazenagem de produtos.

A partir da definição do negócio, os empresários definem a missão da empresa, a qual orientará as ações empresariais. Existem vários modelos de missão de empresas no Brasil. Como por exemplo, para uma prestadora de serviços logísticos pode-se citar o seguinte:

“Ser e ser reconhecida como uma empresa de prestação de serviços logísticos de excelência classe mundial”.

A visão passa a ser um complemento da missão, uma vez que tem por objetivo nortear a empresa no seu dia a dia. Por visão pode-se dar o seguinte exemplo:

“Ser um empresa top of mind para nossos clientes em 2013”.

Os princípios são os valores e as crenças empresariais que serão adotados para competir no mercado e exercer suas atividades no dia a dia. Por exemplo, ter foco no cliente, valorizar o capital humano, ter lucro, honestidade, etc.

No próximo artigo (clique aqui), iremos comentar sobre como responder a segunda pergunta, ou seja:

  • Como estamos?

Nova onda de contratações aponta alta de salários e risco de rouba-rouba (Fonte: Revista Construção Mercado)

CapturarContinuando o post anterior, no qual falamos sobre a disputa por mão de obra no setor de construção civil, gostaríamos de convidá-los a analisar uma reportagem da Revista Construção Mercado, que alerta que com o aumento do volume de obras acontecerá uma aquecimento nas contratações de profissionais qualificados e trazendo os riscos de “rouba-rouba” de engenheiros e aumento de salários.

O aquecimento da demanda por profissionais já está resultando em ofertas salariais mais vantajosas e até superiores às experimentadas durante o boom de contratações de 2007. “Hoje, os engenheiros ganham cerca de 20% a 30% a mais do que ganhavam em 2007“, calcula Léa Fedelman, consultora da Michael Page (veja a tabela abaixo). Mas ela admite que o aquecimento não chegou ao nível observado há dois anos. “Hoje temos algo mais de 150 vagas em todo o Brasil; em 2007, tínhamos 100 vagas só em São Paulo”, lembra.

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Segundo ela, a movimentação no setor de RH é decorrente do cenário promissor da construção civil para os próximos anos. Léa distingue as áreas de grandes obras, incentivadas pela realização das Olimpíadas e da Copa, e do mercado imobiliário, motivada pelo projeto MCMV (Minha Casa, Minha Vida). Segundo ela, nos segmentos habitacional e comercial, o cenário é mais favorável para os gestores de obras e profissionais com habilidade em planejamento e orçamento. Ela identifica um engenheiro civil com pós-graduação em gerenciamento de projetos, como profissional ideal e explica: “o segmento de baixa renda – que tende a crescer por conta do plano MCMV – exige conhecimento em infraestrutura porque os projetos têm muitas torres e demandam a instalação de todos os serviços de arruamento e de desenvolvimento urbano“. Por outro lado, a área de grandes obras, gerida por escritórios de projetos técnicos de engenharia, demanda profissionais habilitados a assumirem gerências de contratos, que podem chegar à ordem dos R$ 500 milhões.

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Gestores de obras, especialistas em planejamento e orçamento, profissionais de novos negócios e com experiência em prospecção de terrenos compõem a lista dos perfis mais demandados.

i159462As contratações de operários também estão aquecidas. O vice-presidente de relações capital-trabalho do SindusCon-SP (Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Haruo Ishikawa, informa que o nível de contratação de 2009 já superou o pico alcançado em 2008. Segundo o executivo, o setor de construção emprega, atualmente, 2.300.000 trabalhadores, contra 2.194.000 contratados em setembro de 2008.

Para Ishikawa, os profissionais em falta no mercado são aqueles empregados na fase de acabamento das obras, tais como azulejistas, gesseiros, ceramistas e pintores, por conta da finalização dos empreendimentos iniciados antes do estouro da crise. Ishikawa considera, entretanto, a possibilidade de que nos próximos cinco ou seis meses venha a ocorrer uma carência de profissionais de início de construção. Para ele, caso haja uma demanda muito grande, os salários podem ser aumentados em 8% a 10% sobre o valor do piso.

Clique aqui e veja a reportagem na íntegra.

Disputa por mão de obra entre segmentos faz construtoras perderem funcionários (Fonte: PiniWeb)

O mercado de construção civil esta aquecido e a busca de profissionais capacitados e com experiência está em alta, também!

Obras atrativas, como usinas hidrelétricas, acirram a briga por trabalhadores, elevam salários e deixam aflitas construtoras do segmento residencial.

A concorrência entre segmentos da construção civil já afeta a oferta e o custo da mão de obra qualificada em canteiros de diversas regiões do Brasil.

Em Rondônia, as obras da hidrelétrica do Rio Madeira, que juntas operam com cerca 20 mil trabalhadores, elevou o piso salarial de pedreiros e serventes do segmento residencial em 30% e tem deixado as incorporadoras de Porto Velho sem gente para trabalhar.

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Obras da hidrelétrica do Rio Madeira, como a da Usina Santo Antônio, elevam o piso salarial de pedreiros e serventes do segmento residencial.

As empresas que possuem um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (clique aqui) conseguem manter / reter em seus quadros, estes profissionais!

Construtoras goianas vivem problema semelhante, só que em relação às obras preparatórias para a Copa de 2014 em Brasília (DF). A capital do País, distante de Goiânia apenas 180 km, é a cidade mais adiantada no que diz respeito às construções da competição. “O piso de Brasília é 40% mais alto que o de Goiânia e como falta gente lá, eles vêm aqui e oferecem duas ou três vezes mais do que podemos pagar”, conta Moacir Moreira, proprietário da Construtora Moreira Ortence.

A atração de profissionais não locais também tem sido a estratégia de empresas de Londrina, no Paraná. “Na região de Paranhos-MS e em Bela Vista do Paraíso-PR, há um contingente maior de carpinteiros; em Curitiba-PR, pedreiros e em São Paulo, pedreiros e armadores”, diz José Pereira, da Terra Nova Engenharia. Distante dali, no Maranhão, boa parte dos funcionários em atividade nas construtoras vêm do Piauí.

No Ceará, a disputa acontece entre obras de infraestrutura – como o Complexo Industrial Portuário de Pecém, refinaria Premium II da Petrobras e Ferrovia Transnordestina -, e de aeroportos e mobilidade urbana. “Hoje, a construção emprega 30 mil pessoas no Estado. Até 2015 haverá 60 mil operários trabalhando”, conta Francisco Chagas Magalhães, diretor regional do Senai-CE.

Detalhes dessa concorrência por operários entre empreendimentos, regiões e segmentos poderão ser conferidos na reportagem de capa da edição de fevereiro da revista Construção Mercado, disponível para consulta no site www.construcaomercado.com.br a partir do dia primeiro do próximo mês para os assinantes. A matéria traz o diagnóstico da falta de mão de obra e as soluções para o problema no âmbito setorial e empresarial.