Implementação das Boas Práticas de Fabricação baseado na RDC 59/2000

Em post anterior (clique aqui) explicamos de forma clara o que é a RDC 59/2000!

gestaoNeste post, iremos apresentar o “passo-a-passo” para implementar as exigências contidas na RDC 59/2000 a fim de que a empresa interessada possa solicitar a inspeção da ANVISA, solicitando a certificação de Boas Práticas de Fabricação.

A princípio existem dois caminhos, sendo que a escolha do melhor dependerá do atual estágio no qual a empresa se encontra no que se refere à cultura de Gestão pela Qualidade:

Se o atual Sistema de Gestão pela Qualidade é baseado nos requisitos da ISO 9001 e principalmente baseado, também, em abordagem de processos.

O passo-a-passo consistirá em incluir as exigências contidas na RDC 59/2000 no atual sistema de gestão pela qualidade.

Uma parcela significativa das exigências da RDC 59/000 já foram implementadas quando a empresa desenvolveu o seu sistema de gestão pela qualidade baseado na ISO 9001, para estes casos uma “simples correlação”, referenciando os “itens” da RDC 59/2000 nos documentos de 1º e 2º. Nível (Manual da Qualidade e Procedimentos) é o suficiente.

As exigências da RDC 59/2000 nos quais não existe esta correlação com os requisitos da ISO 9001, obviamente terão que ser implementadas, e incluídas em rotinas (procedimentos) já existentes, ou talvez, elaborando novas rotinas documentadas.

Um estudo aprofundado dos itens contidos na RDC 59/2000, buscando uma relação direta com práticas já existentes e aplicadas na empresa é melhor ponto de partida, pois desta forma os responsáveis poderão entender as novas exigências e/ou localizar no atual sistema de gestão pela qualidade baseado na ISO 9001 esta práticas como implementadas. Sugerimos neste caso específico um treinamento / aprendizado de Boas Práticas de Fabricação para os colaboradores envolvidos e principalmente para os que já realizam auditorias internas baseado nos requisitos da ISO 9001.

Após este treinamento / aprendizado e conseqüentemente adaptações / elaborações das rotinas documentadas, recomendamos no mínimo um ciclo de auditorias internas baseado nos itens da RDC 59/2000. A necessidade desta auditoria interna baseia-se na obrigatoriedade por parte desta resolução, mas principalmente para avaliar de forma prática se a empresa esta preparada para a inspeção da ANVISA.

Caso tenham sido detectados desvios / não conformidades neste 1º. ciclo de auditorias internas será necessário propor e realizar ações corretivas, antes da vinda da inspeção da ANVISA.

Se a empresa NÃO possui um Sistema de Gestão pela Qualidade baseado nos requisitos da ISO 9001.

Neste caso, o processo de implementação das Boas Práticas de Fabricação será mais trabalhoso e com tempo maior do que a situação anterior.

A sugestão do treinamento de Boas Práticas de Fabricação permanece, mas o objetivo / finalidade será de elaborar as rotinas documentadas solicitadas nos itens da RDC 59/2000.

Após este treinamento / aprendizado e conseqüentemente elaborações das rotinas documentadas, mantemos, também, a recomendação de no mínimo um ciclo de auditorias internas baseado nos itens da RDC 59/2000. Sendo necessário neste caso um segundo treinamento para formar auditores internos.

A necessidade de propor e realizar ações corretivas para os desvios / não-conformidades detectadas nesta auditoria interna se mantém!

Agora é obrigatório … o certificado de qualidade baseado na RDC 59/2000 (Boas Práticas de Fabricação) para fabricantes e importadores!

Apresentação1

Foi publicada a Instrução Normativa – IN no 13, de 22 de outubro de 2009 (clique aqui para ter acesso a esta instrução normativa), onde determina o envio de documentos exigidos para o registro sanitário de equipamentos médicos classificados como Classe de Risco I e II, sua alteração e revalidação, nos termos do seguinte artigo desta IN:

Art. 9. Para fins de revalidação de registro o fabricante ou importador deve apresentar:

IV – cópia do Certificado de Boas Práticas de Fabricação e Controle atualizado, emitido pela ANVISA para o fabricante do produto nos termos da RDC no 59/2000;

Também é solicitada a elaboração do dossiê técnico do(s) equipamento(s) médico(s) registrado, nos termos do seguinte artigo desta IN:

Art. 10. O fabricante ou importador deve manter em seus registros documentos para compor um dossiê técnico do equipamento médico registrado na Anvisa nos termos de IN.

§1 o Compõe o dossiê técnico:

I – os documentos indicados nos Anexo III.A, III.B e III.C da RDC no 185/2001, devendo conter todas as informações exigidas pela referida resolução;

II – os documentos do arquivo de Gerenciamento de Risco do equipamento com base na normativa ABNT NBR ISO 14.971 (a versão da referida norma é a que se encontra vigente na Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT) e

III – os relatórios dos estudos e testes realizados para verificação e validação da segurança e eficácia do equipamento.

As empresas fabricantes e importadoras terão até o dia 22 de novembro de 2009, para se adequar e solicitar a inspeção da ANVISA para a certificação.

A Simples Soluções possui competência comprovada para esta implementação baseada na RDC 59/2000, assim como auxiliar na elaboração do Dossiê Técnico, inclusive nas orientações descritas na ISO 14.971 – Gerenciamento de Riscos.

Veja no próximo post como podemos ajudar deste desafio!

Para motivar, enfie um prego! (Por Vitor Marques)

PregosHoje li um artigo sensacional, do Vitor Marques em seu Blog: “Motivação, Cri”s”e, Profissionalismo”. O artigo faz uma analogia entre buscar constantemente a motivação e conselho dos “velhos mestres da terra”, ou seja, o caboclo / caipira.

Depois de lerem e refletirem sobre o seu conteúdo … comecem a “enfiar e … também receber pregos”!

Segue o link do artigo!

Trabalho voluntário no currículo vitae (www.voluntariosonline.org.br)

trabalhovoluntarioEm 2001 a ONU instituiu o Ano Internacional do Voluntariado, o que fez com que o trabalho voluntário despertasse a atenção de profissionais, empresas e consumidores à responsabilidade social.

Pesquisas como as feitas pelo Instituto Ethos e pelo Jornal Valor Econômico revelam que uma parte dos consumidores – 22% – já optaram ou deixaram de optar por empresas (ou produtos) em razão da sua responsabilidade social.

Na União Européia, em 2009, um novo modelo de currículo vitae foi lançado, no qual o trabalho voluntário o integra, para que assim as características pessoais do candidato sejam avaliadas – capacidade de entrega a uma causa, domínio de línguas estrangeiras, dinâmica e mobilidade, por exemplo.

No Brasil, a importância dado ao trabalho voluntário realizado pelo candidato a uma vaga varia de acordo com a cultura da empresa, ou seja, esse item é avaliado positivamente por empresa que consideram esses valores.

Apesar dos bons olhos sobre o voluntariado, a prática desse tipo de trabalho ainda não é considerada um fator de desempate entre candidatos, podendo até chamar a atenção do empregador, mas não sendo um item decisivo.

Ainda que não seja um critério de seleção, a prática voluntária traz benefícios ao candidato e pode contar como experiência profissional. Algumas empresas já incentivam internamente esse tipo de atividade entre os funcionários e são essas que têm possibilidade de dar maior peso para a prática no processo seletivo.

Com essa nova perspectiva, além do cumprimento com a responsabilidade, o voluntário pode ser “melhor visto” em entrevistas de seleção e ser beneficiado como aluno enriquecendo seu currículo, já que algumas Faculdades as atividades voluntárias desenvolvidas por pelo menos seis meses geram um certificado e podem contar como horas de estágio, obrigatório para alguns cursos de graduação, como é o que acontece na Faculdade Privada de Salvador, na Bahia, onde os alunos dão aulas gratuitas a jovens carentes da uma comunidade na capital baiana.

O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense projeta certificação ISO 9001

logo_fullDando continuidade às melhorias dos processos de gestão definidos no seu planejamento estratégico, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense está iniciando os trabalhos que culminarão na conquista da certificação ISO 9001 do sistema de gestão, no escopo “Gerenciamento dos Associados”.

Já havíamos publicado em agosto deste ano, uma notícia / post sobre este assunto, clique neste link.

Esta certificação, de nível internacional, será decorrente da avaliação dos serviços por uma empresa independente, que confirmará que o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense atende a um conjunto de requisitos com o objetivo de assegurar a satisfação dos associados e de buscar a melhoria contínua de seus processos.

A área escolhida neste primeiro momento para iniciar a busca desta certificação é a de atendimento aos associados, através do Quadro Social, visando a qualificar os serviços prestados ao expressivo e crescente número de associados gremistas.

Vide neste link, informações detalhadas sobre o andamento deste projeto do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

E a dupla CAJU (Caxias e Juventude) quando irão se mobilizar para esta conquista?

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 3) – Por Larissa Leiros Baroni

Dando continuidade ao post / artigo anterior, iremos apresentar mais 4 (quatro) erros cometidos numa reunião corporativa. Consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo.

7 erro7º Erro: Ser muito informal ou formal demais!

“Há reuniões que permitem e até pedem a informalidade, outras não. Portanto é preciso saber quando ousar ou não na linguagem. Errar na medida pode tornar a reunião improdutiva, além de comprometer a imagem do profissional que não se atentou a esse detalhe. Ele pode ser taxado de arrogante ou descompromissado. O que determina os limites é a lista dos participantes, bem como o objetivo do encontro. Quando é uma reunião de equipe, as gírias e as brincadeiras são permitidas, desde que usadas moderadamente. Agora, se nessa mesma reunião, o presidente da empresa for participar, é preciso tomar mais cuidado. A tática é observar o comportamento de quem convocou o encontro”. Sidneia Palhares, gerente de divisão efetiva da Gelre, empresa de recrutamento profissional.

8 erro8º Erro: Desviar a atenção com posturas corporais!

“Alguns comportamentos e posturas podem comprometer o desenvolvimento da reunião. Manias como bater os dedos na mesa, os pés no chão ou abrir e fechar a tampa da caneta repetidamente até podem parecer inofensivas, mas geralmente elas desviam a atenção dos demais participantes e, conseqüentemente, colocam em xeque o rendimento do encontro. As conversas paralelas, risos, cochichos ou bilhetinhos também devem ser banidos, mesmo quando se referem ao o mesmo assunto do evento. Ou você comenta com todos os participantes ou permanece em silencio. Se a reunião está cansativa e o sono já começa a incomodar, opte por anotar o que está sendo falado. Nada de ficar fazendo desenhos ou mexendo no laptop. Demonstrar desinteresse sobre a reunião pode ser um grande erro, além de transparecer falta de maturidade e comprometimento profissional”. Ássima Ferreira, psicóloga e professora da Fundação Dom Cabral.

9 erro9º Erro: Atender o celular!

“Não esqueça de desligar o celular. Ao entrar numa sala de reunião, essa é a primeira atitude que deve ser tomada. O toque do telefone móvel no decorrer do encontro pode atrapalhar o ritmo das discussões. Se você espera uma ligação importante, o ideal é avisar o gestor a respeito do ocorrido antes de iniciar a reunião. Nesses casos, opte por deixar o telefone no silencioso. Caso ele toque, não o atenda se abaixando na cadeira. Peça licença e saia da sala”. Igor Schultz, gerente da Page Personnel, filial do grupo Michael Page International – que faz recrutamento especializado.

10 erro10º Erro: Propagar as informações discutidas na reunião!

“Todo e qualquer comentário referente ao assunto pautado deve ser discutido na reunião. Nada de omitir a participação e deixar para tecer opiniões nos corredores. A roupa suja deve ser lavada, passada e guardada no encontro. Há ainda reuniões com caráter sigiloso. Nesse caso, a discrição deve ser ainda maior. Propagar os assuntos discutidos dentro da sala para a empresa não é uma atitude nada ética. Além do mais, o profissional pode perder a credibilidade junto ao gestor”. Fernando Henrique da Silveira Neto, especialista em desenvolvimento gerencial e professor do FGV Management.

O Sport Club Internacional comemora um ano de certificação ISO 9001:2000

Capturar4O Sport Club Internacional celebrou um ano da aprovação do Certificado do Sistema de Gestão pela Qualidade, no último dia 12 de novembro. Publicamos no ano passado uma notícia sobre esta conquista, clique neste link.

Além de demonstrar para os auditores que os processos certificados estão em melhoria contínua, o Sport Club Internacional pretende mostrar que está indo em busca de algo mais. No mês de outubro, foi aprovado pela alta direção a ampliação do escopo, isto significa que, além do escopo atual, que abrange os processos envolvidos na recepção e atendimento aos torcedores em dia de eventos, será implementado os conceitos de qualidade em outros processos que estarão se preparando para uma certificação já para o final de 2010.

Os processos definidos para receber esta ampliação de escopo estão ligados às vice-presidências de Finanças, Marketing, Jurídico, Patrimônio e Administração. Ainda neste mês de novembro, será promovido um treinamento aos novos gestores destes processos que passarão a trabalhar na adequação de seus departamentos.

Vide neste link, informações detalhadas sobre a estrutura do Sistema de Gestão pela Qualidade do Sport Club Internacional.

O Sport Club Internacional é o único clube de futebol do Brasil com certificação ISO 9001.

E os outros clubes de futebol … quando irão se posicionar?

Os certificados ISO 9001:2008 e SiAC Nível A da TreviPlam Engenharia chegaram!

Nesta semana, os certificados ISO 9001:2008 e SiAC Nível A da TreviPlam Engenharia Ltda. chegaram, cliquem nas imagens abaixo:

Certificado ISO 9001-TreviplamTREVIPLAM PBQP-H 2009

A empresa foi auditada em setembro deste ano, maiores detalhes vide o post que publicamos (clique neste link).

Desejamos sucesso à todos os profissionais que fazem parte desta organização, e como “fala” a Política da Qualidade: sempre construindo e evoluindo com qualidade!

Conselhos valiosos do Sr. Raul Anselmo Randon!

Conselhos do RandonOntem (17/11/09), li um artigo no Jornal Zero Hora no qual comentava sobre uma semana do empreendedorismo que esta acontecendo em Porto Alegre / RS. Neste artigo encontrei uma preciosidade … um testemunho de um empreendedor de renome que tornou-se um líder empresarial, seu nome … Sr. Raul Anselmo Randon, a quase 60 anos à frente das empresas do Grupo Randon!

Neste relato, ele apresenta de uma forma clara, objetiva e prática o que é necessário fazer para ter sucesso à frente de um negócio, sendo que a verbo chave é “reinvestir”.

Clique na figura ao lado e “escute” com atenção os seus conselhos!

Aproveito, também para convidá-los para ler uma entrevista realizada para o website do Grupo Randon, clique neste link e aprecie a sua história!