Preparando um Macro-Fluxograma (Por Ronaldo Costa Rodrigues)

Li um artigo muito bem elaborado, pelo Ronaldo Costa Rodrigues, sobre elaboração de Macro-Fluxograma, elemento obrigatório para atender o requisito 4.1 da ISO 9001:2008. Além de apresentar de forma prática este assunto, ele nos recomenda a utilização de um aplicativo gratuito para criação de fluxograma, o BizAgi Process Modeler, clique neste link para ter acesso a este aplicativo.

Segue o link do artigo elaborado pelo Ronaldo Costa Rodrigues.

De carona, pequenas empresas se tornam globais (Fonte: Agência Estado)

A internacionalização de companhias brasileiras está abrindo portas para pequenas e médias empresas no exterior. Como fornecedoras ou prestadoras de serviços, elas pegam carona no boom de investimentos internacionais de grandes grupos.

Além de ajudar a conquistar clientes lá fora, algumas parcerias acabam estimulando as pequenas a buscar certificações técnicas e se tornarem mais ágeis e competitivas também no mercado doméstico.

A empresa especializada na instalação de canteiros de obras, a Canteiro Construções Racionalizadas, de Santa Isabel (SP), deu o primeiro passo de sua internacionalização em 2004, ao firmar um contrato com a Construtora Odebrecht. Desde então, já montou seus espaços em empreendimentos na Venezuela, República Dominicana e Angola. Cinco anos depois, o faturamento com projetos internacionais representa 20% do total da companhia, conta um dos sócios, Sérgio Boff.

O país africano, que passa por intensa reconstrução, após o fim da guerra civil que durou mais de duas décadas, tem papel de destaque nesse resultado. Ali, a empresa já espalhou seus canteiros por uma área de 50 mil metros quadrados. A parceria com a Odebrecht ajudou a dar visibilidade para a Canteiro Construções Racionalizadas, que está expandindo sua atuação em Angola. Há dois anos, a Canteiro passou a fornecer para outros clientes no país. “Estando lá, ficou mais fácil fazer os contatos”, acredita Boff. Entre os novos clientes, estão grupos locais e nacionais como Engepar e Atlantis.

Outra companhia que aproveitou a internacionalização de grandes grupos para buscar novos mercados foi a carioca PCE Projetos e Consultorias de Engenharia, que faz projetos de engenharia. Fornecedora de empresas como Odebrecht e Andrade Gutierrez, a companhia está presente em obras no Peru, Bolívia, República Dominicana e Honduras, conta o diretor Paulo Roberto Pereira. “Às vezes, a parceria funciona melhor do que a criação de uma sede no exterior”, afirma.

Os contratos internacionais, que respondem por 15% do faturamento da PCE, também trazem segurança para a empresa. “Quando das coisas vão mal no Brasil, eles funcionam como seguro”, afirma.

Milton Torrecilhas, diretor da empresa de componentes elétricos PJ, de São Paulo, também vê a internacionalização como uma garantia de faturamento. “Com as vendas externas, posso correr atrás de novos negócios e fortalecer outras áreas no mercado doméstico.”

Filial

A empresa familiar, que fez sua primeira exportação há cinco anos, para atender uma obra de Odebrecht em Angola, resolveu investir para atender o mercado internacional. Há um ano e meio, abriu uma filial no Rio de Janeiro para facilitar o envio de produtos para o país africano, escoados pelo porto da capital fluminense. Pelo menos 10% do faturamento é obtido com as exportações.

As pequenas e médias empresas são maioria entre os fornecedores da Odebrecht no exterior. Elas representam 90% dos fornecedores de serviços e 60% dos de produtos. “Uma das principais vantagens em ter essas companhias como parceiras é a agilidade. Conseguimos tratar diretamente com o dono”, comenta Mauro Rehm, gerente geral da Odebrecht Logística e Exportação.

Exigências

Segundo o executivo, porém, nos contratos para exportação, os níveis de exigências são maiores. “Muitos exigem requisitos que as empresas que atuam apenas no mercado interno não têm.” Nesse caso, diz ele, a companhia auxilia os pequenos fornecedores a buscarem qualificação técnica, que incluem cuidados especiais com embalagens, entrega e atendimento. “Mas a empresa precisa ter, além de potencial, a vontade de se internacionalizar.”

Paulo Roberto Pereira, da PCE, conta que o primeiro contrato internacional obrigou a empresa a buscar certificações, como o ISO 9001. As auditorias também se tornaram uma constante na rotina da companhia. “A empresa passou a buscar um melhor controle de qualidade”, conta ele.

“Dinheiro se faz dentro de casa!”

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Hoje, li em um quadro de uma sala de reunião, em um cliente, a Gráfica Jácui, um “recado” extremamente importante nos dias de hoje:

Dinheiro se faz dentro de casa!

Como?

  • Produzindo mais rápido do que o orçado!
  • Evitando erros!
  • Evitando desperdícios!
  • Satisfazendo clientes!
  • Satisfazendo colaboradores e equipe de venda!

Por quê?

  • Porque hoje na disputa pelos orçamentos / pedidos, não temos mais “margem”. O potencial cliente orça com 3 a 5 fornecedores e desta forma o valor do serviço / produto fica com baixa “contribuição”.

E você, concorda com este “recado”?

Crise dá trégua e já falta mão de obra (Por Marcelo Rehder – Estadão.com.br)

Emprego e desempregoHoje, li no estadão.com.br um artigo no qual o seu autor, o Marcelo Rehder, confirma as minhas suspeitas de que estamos diante de uma outra crise no Brasil, ou seja, a falta de trabalhadores qualificados, principalmente para setores estratégicos como petróleo e gás, construção civil e agronegócio!

Vale a pena reservar um tempo em suas agendas para esta leitura e análise, clique neste link para ter acesso a este artigo!

E você, faz parte destes segmentos?

Já estão percebendo esta nova crise?

Quais são as alternativas para superar esta nova crise?

O pecado da primeira geração (Fonte: www.amanha.com.br)

parceiros1Recebi, através de um newsletter da Revista Amanha, um convite de leitura de um artigo que discorre sobre as dificuldades da maioria das empresas brasileiras, ou seja, 90% das empresas! Estamos falando das empresas familiares. No artigo a consultora de empresas familiares, Sra. Cláudia Tondo alerta que estas empresas “empurram com a barriga” os processos de sucessão e, por isto, em apenas um de cada três caso a mudança é feita com sucesso.

Acesse neste link, o artigo!

E sua empresa faz parte dos 90%? Caso positivo, como esta o processo de sucessão familiar?

Aguardaremos os seus comentários!

TreviPlam Engenharia tem seu Sistema de Gestão recertificado pelo SiAC – Nível A do PBQP-Habitat e pela NBR ISO 9001:2008!

Hoje, quinta-feira, em Santa Cruz do Sul / RS, depois de três dias de auditoria externa, nosso cliente TreviPlam Engenharia Ltda. Obteve para o seu Sistema de Gestão a recomendação / recertificação pelo SiAC – Nível A do PBQP-Habitat e upgrade pela NBR ISO 9001:2008.

Os serviços de auditoria externa foram realizados pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) com a condução da competente e experiente auditora, a Enga Helga Ferreira Martins (clique aqui), este profissional também atua com o BSI Certificadora de Sistemas de Gestão da Qualidade.

Ficamos muito contente em ter participado desta conquista!

Todas as áreas e obras foram auditadas nestes três dias (vide imagens, logo abaixo), sendo que nenhuma não-conformidade foi detectada!

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A história da TreviPlam Engenharia esta intimamente relacionada com a trajetória de trabalho, persistência e paciência dos seus sócios e irmãos, os engenheiros civis João Luiz Trevisan e Pedro Paulo Trevisan.

A empresa possui a seguinte Política da Qualidade

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À todos os profissionais, colaboradores e sócios que participaram desta conquista, agradecemos pelo apoio e comprometimento para com a empresa e seus objetivos da qualidade!

O Brasil para os nossos filhos e netos (Por Jorge Gerdau Johannpeter)

AV_E_N~1Neste domingo (20/09/2009), li um excelente artigo no jornal Zero Hora, no qual o seu autor, o empresário Jorge Gerdau Johnnpeter, discorre sobre qual “herança” em temos de atitudes e valores, iremos deixar para os nossos filhos e netos. A atual crise de valores em nossas instituições faz com que imaginemos que o futuro para estas próximas gerações será terrível! A política em descrédito, a qualidade de ensino insuficiente para os desafios que temos que enfrentar em um mundo globalizado.

Neste artigo, o Sr. Gerdau, alerta sobre a necessidade de nós, como cidadões, cumprirmos com três tipos de responsabilidades: a profissional, a voluntária e a institucional com o Brasil!

Vale a pena reservar um tempo nesta leitura!

Clique neste link, para ter acesso a este artigo.

Feliz Dia do Cliente – 15 de setembro de 2009!

cbca_campanhas3No calendário comercial existem datas tradicionais e de grande importância, que se revertem em substancial volume de negócios, geram milhões de postos de trabalho e dinamizam a Economia. As mais lembradas são o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, o Dia dos Pais, o Dia da Criança e o Dia dos Namorados.

O Dia Internacional da Mulher, por exemplo, vêm ganhando força em termos de promoções, anúncios e resultados em produção e vendas. Outras datas como o Dia da Vovó e o Dia do Amigo também começam a decolar.

Embora seja o CLIENTE a figura mais importante para a vida das empresas, para trabalhadores e para as entidades da Sociedade Civil, esta importante figura não é lembrada em uma data especial!

Opa, sim é lembrado, pois hoje é Dia do Cliente, pelo menos em 178 municípios da Federação (Brasil).

Diante da importância do cliente, reforço com entusiasmo a brilhante sugestão de um competente Consultor de Marketing, o gaúcho João Carlos Boiczuk Rego (o pai da idéia), em transformar a data de 15 de setembro, no DIA DO CLIENTE.

Maiores detalhes sobre este profissional e seu inédito projeto podem ser vistos em sua página na internet.

Nesse dia, as empresas, as entidades, os Poderes Públicos e cada profissional, pelo menos nestes 178 municípios da Federação (Brasil) realizam homenagens aos seus clientes. É o dia de acariciar. É o dia de agradecer. É o dia de surpreender e encantar o cliente, criando momentos mágicos e mostrando o quão importante ele é para a nossa organização.

Assim, o Dia do Cliente é uma oportunidade ímpar de se colocar efetivamente o cliente no lugar que ele merece, ou seja, no topo de nossa organização. A criação de um momento inesquecível, único é imprescindível nesse dia.

O Dia do Cliente, uma vez implantado, além de incrementar políticas de fidelização e de fortalecimento das atividades produtivas, poderia, dentro de muito pouco tempo, tornar-se uma data de grande importância no calendário comercial, pelo volume de negócios, anúncios, promoções e eventos que pode proporcionar.

Afinal, todos nós somos clientes. Todos nós só sobrevivemos porque existe o cliente, que nos prestigia adquirindo nossos bens e serviços. Vale lembrar que isso abrange desde a mais humilde atividade profissional até o maior empresário do planeta: se você não tiver clientes, você não sobrevive, pois ele é o responsável pelo seu sustento, pela existência de cada empresa e de cada posto de trabalho.

E lembre-se que “clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em outro lugar” (Walton apud Bosi).

Um bom DIA DO CLIENTE!

Tempo não é dinheiro (Por Christian Barbosa)

timeismoney_thumbContrariando a máxima do capitalismo, tempo não é dinheiro. Se fosse, qualquer desempregado seria extremamente rico. Mas também dinheiro abundante não é sinônimo de riqueza. A utilidade que você tira do seu tempo e do seu dinheiro é que determinam o quão rico você é, ou qual a verdadeira prosperidade você possui.

A sinergia entre tempo e dinheiro é tão grande que dificilmente você conseguirá ter um sem o outro de forma equilibrada. Ou seja, para aproveitar seu dinheiro você precisa de tempo e para ter tempo você precisa de dinheiro. Isso não significa a conquista de um sonho utópico, ou ganhar na loteria. Significa que você se prontificou a aprender como usar melhor seu tempo e seu dinheiro, para gerarem prosperidade. Independente do tempo e do dinheiro disponível atualmente.

Esse é o pressuposto que defendemos e comprovamos no livro Mais Tempo Mais Dinheiro, que escrevi em parceria com o Gustavo Cerbasi (Casais Inteligentes Enriquecem Juntos).

Defendemos o conceito de que a vida é vivida basicamente em “ciclos pessoais”, que são o modo como escolhemos e decidimos levar nossa vida. Esses ciclos podem ser visualizados na imagem de uma espiral, como um amortecedor de carro. Essa espiral pode ser ascendente (prosperidade), descendente (frustração) ou contínua no mesmo ponto (sobrevivência).

O Ciclo da Prosperidade compreende as pessoas que dão resultados, que sabem usar bem seu tempo, conseguem fazer o dinheiro render e aumentar, usam técnicas de planejamento para tempo e finanças e vivem de forma sustentável em todos os seus papéis.

O Ciclo da Frustração tem sentido descendente e compreende as pessoas que não conseguem ter tempo para nada, vivem cheias de problemas financeiros, pagam juros aos bancos, vivem atrasadas em suas atividades e o estresse é parte integrante da vida.

O Ciclo da Sobrevivência é quando o círculo se estaciona em alguma posição da espiral da vida e a pessoa literalmente, “corre atrás do próprio rabo”. Muitas vezes ela se conforma em apenas sobreviver. Em ter dinheiro suficiente para pagar suas contas, em permanecer estacionados em sua carreira, em seu tempo ser mal utilizado na maioria das vezes.

O propósito de uma vida equilibrada e com resultados é entrar na espiral da prosperidade e nunca mais sair dela. E isso depende de alguns fatores, mas principalmente da sua auto-análise em descobrir o ciclo que se encontra e de vontade para operar mudanças na sua vida.

Tempo e Dinheiro são grandezas que quando bem utilizadas fazem a diferença na sua vida, da sua família e das pessoas que estão ao seu redor. Não é sorte, mágica ou utopia. É metodologia, treinamento, persistência e planejamento colocados em prática no seu dia-a-dia!

Que tal começar analisando em qual espiral sua vida se encontra?

Clique aqui e faça o teste.

Perfil 2008 – Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico

CapturarA Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) fez estudo inédito sobre o setor de transformação do plástico.

Segundo informações da RAIS/MTE de 2007, o setor da transformação do plástico possui 11.329 estabelecimentos ativos, número que se manteve praticamente estável com relação a 2006 quando havia 11.263 empresas. (aumento de 0,5% – 66 novos estabelecimentos).

O setor apresenta um grande número de pequenas empresas.

As poucas grandes empresas detêm posições de destaque dentro do mercado e são altamente competitivas em termos de tecnologia e produtos diferenciados.

Das 11.329 empresas do setor, 94,3% são consideradas pequenas empresas (até 99 empregados), 5,29% são empresas de porte médio (até 499 empregados) e apenas 1% são empresas de grande porte (mais de 500 empregados)

Os dados relativos às formas jurídicas das empresas também fornecem o parâmetro de proporção do tamanho das empresas.

Verifica-se que 85% são de sociedade limitada, 1,2% são S.A (fechada) e 0,3% são S.A (aberta) e 11% são de empresários individuais.

Aproximadamente 85% das empresas transformadoras de material plástico, estão localizadas na região Sudeste e Sul do País.

O estado de São Paulo concentra 44,6% do total de estabelecimentos no Brasil (5.061 estabelecimentos).

No Rio Grande do Sul estão 11%; em Santa Catarina 8%; no Paraná, 8%; em Minas Gerais 7%, e no Rio de Janeiro, 5% do total de estabelecimentos brasileiros.

Conforme os últimos dados disponíveis (IBGEPIA-Empresa 2006) o setor em 2007 representava cerca de 3% do total das indústrias instaladas no Brasil.

Empresas do Setor Plástico:

  • 11.329 Empresas em 2007 (aumento 0,59% em relação ao ano anterior);
  • 94,3% das empresas são de micro e pequeno porte;
  • 85% das empresas brasileiras encontram-se nas regiões Sudeste e Sul do Brasil;
  • Produção de 4,8 milhões de toneladas de resinas termoplásticas em 2008;
  • Redução de 8,6% na produção de resinas termoplásticas em relação a 2007;
  • Consumo Aparente de 5,1 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, e;
  • Aumento de 5,3% no consumo aparente de resinas termoplásticas em relação a 2007.

Uma das características do setor de transformação de material plástico é o fato de utilizar mão de obra intensiva.

As estimativas para 2008 indicam que o setor empregava 314.794 empregados diretos (RAIS/CAGED), representando um crescimento de 1,18% comparativamente a 2007 quando haviam 311.118 empregados no setor.

De 2007 para 2008 foram criados 3.676 novos empregos diretos, mesmo considerando os impactos da crise econômica, que puderam ser observados a partir de outubro de 2008, com a redução de postos de trabalho.

Do total de empregados no setor plástico, 81% estão diretamente alocados na área de produção, 15% atuam nas áreas administrativas e de marketing e os outros 4% dizem respeito aos proprietários e sócios. (IBGE: PIA)

Quanto ao nível de escolaridade da mão de obra empregada no setor plástico, verifica-se que 48,8% dos empregados não têm o ensino médio completo, 43,7% possuem o ensino médio, 3,1% estão cursando o ensino superior e 4,3% tem o nível superior completo. (RAIS 2007)

Os dados completos da pesquisa podem ser acessados através deste link.