Lições aprendidas (Por Maria de Lurdes Fontana)

Com o debruçar dos anos, na maturidade, observamos o quanto de conhecimento e aprendizado acumulamos. E percebemos o esforço que é feito para fazermos as melhorias nas mais diversas atividades que realizamos.

Com certeza muitas são as pessoas que conhecemos com relatos e histórias de situações em que há lições aprendidas e erros não repetidos. Faço uma reflexão nos erros que cometemos e não hesitamos em repeti-los. Que faz sofrer, nos dá insegurança, desconfiança, desanimo e descrédito.

A vida é um grande projeto de inicio, meio e um dia terá fim. O dono e proprietário deste projeto é o Senhor Eu: professor, mestre, crítico, errante, assertivo, experiente. Não importa a idade, o ser humano sempre se diz e se sente capaz. Embora reconheça as restrições, mas se intitula como um hábil senhor das letras e feitos, que sabe tudo, que não precisa mais do outro. Isso é interessante, pois se observa que quanto mais avança a idade menos necessidade deste tipo de afirmação, porque as atitudes falam por si.

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Lições aprendidas são reconhecidas e entendidas até pelos animais. Quando o animal de estimação faz algo errado, é corrigido com firmeza e este naturalmente não volta a repetir o erro. Isso são lições aprendidas. Nota-se que os animais correspondem mais fielmente aos apelos e caprichos dos humanos.

Lógico, que os humanos são mais exigentes com os seres da mesma espécie, pois está concorrendo por igual à disputa do espaço pela sobrevivência natural. Mas de fato exigimos do outro, o que não temos a oferecer. Mas se praticarmos pelo menos uma vez ao dia, o exercício de fazer ao outro o que gostaríamos que nos fizessem, certamente adquirimos muitas lições aprendidas ao longo do tempo.         

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Imprimir e-mails sem culpas … existe esta alternativa? (Por Daniela de Matos)

A Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica ABTG – utiliza na assinatura dos seus e-mails a seguinte frase:

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Neste caso refletimos: quem garante que a pessoa que recebe este e-mail está utilizando papel proveniente de florestas plantadas?

Mesmo sendo de florestas plantadas, se devem avaliar a questão social, pois sabemos que em muitos casos ainda no Brasil existe trabalho escravo e infantil nestas “lavouras”, é então correto contribuir para isto?

Sim, as árvores combatem o efeito estufa, durante seu crescimento e sua vida, mas a partir do momento que são cortadas para a produção do papel já não há mais este benefício.

A produção de papel tem alto potencial poluidor. Conforme pesquisa realizada pela UNESCO, divulgada no site http://meumundosustentavel.com/noticias/custo-em-litros-de-agua/  , para produzir uma folha de papel A4 são utilizados 10 litros de água, isto significa que são contaminados 10 litros de água.

Ressaltamos que se o papel utilizado pelo leitor do e-mail for reciclado, a contribuição para o meio ambiente é maior, pois “Para fabricar 1 tonelada de papel novo é preciso 10 a 20 árvores, 10 000 litros de água e 5 Mw/hora de energia, enquanto que para produzir 1 tonelada de papel reciclado apenas é preciso 1,2 toneladas de papel velho, 2000 litros de água e 2,5 Mw/hora de energia, segundo http://www.centrovegetariano.org/Article-253-Curiosidades%2Bsobre%2Breciclagem%2Bde%2Bpapel.html .  Mesmo assim, imprimir nem sempre é dar vida.

Desta forma é questionável a afirmação da ABTG, o que voce pensa a respeito?

Ficamos à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Uma em cada 3 empresas da BOVESPA tem problemas tributários. (Por Ivo Ricardo Lozekam)

Estudo elaborado pelo IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, em 2009 demonstra que 29%, das empresas que tem suas ações cotadas na Bolsa se Valores, possuem débitos tributários inscritos em dívida ativa da União.

De 553 empresas listadas na BOVESPA, 161 estavam com débitos tributários, inscritos em Dívida Ativa da União.  Este dado foi apurado em Julho de 2009, antes da edição do REFIS da Crise cujo prazo final de adesão foi 30/11/2009.   Novo estudo será elaborado para apurar o quadro após a última edição da anistia fiscal federal.

Desconsiderando-se aquelas empresas que aderiram ao REFIS Federal, cuja consolidação pela Receita Federal, está até o presente momento pendente, este dado não deixa de ser alarmante.

De cada três empresas participantes da BOVESPA, uma, está em situação de inadimplência tributária.  A inscrição em dívida ativa ocorre quando em relação ao débito não cabe mais discussão, ou seja, trata-se de débito liquido certo e exigível de parte da União.  

Sua cobrança será efetuada pela Procuradoria, primeiramente através de cobrança extrajudicial, e no insucesso destas, a cobrança se dá mediante ação judicial própria denominada Ação de Execução Fiscal.

Na execução, a procuradoria busca bens em nome do devedor, que tenham o valor de mercado o suficiente para garantir o débito. Ou seja, os bens do devedor são penhorados para posteriormente ir a leilão. Isto poderia tornar alarmante a situação de 1/3 das empresas listadas na BOVESPA, não fosse o REFIS Federal

Em nossa opinião, uma empresa de Capital Aberto cujas ações são negociadas em Bolsa de Valores, não poderia em hipótese alguma correr o risco de ter parte de seu capital penhorado, ainda mais mediante ação de Execução Fiscal. Isto configura falhas de gestão no capital tributário destas empresas e que podem se traduzir em enormes prejuízos ao mercado e aos investidores.

Desejamos a todos uma semana feliz e profícua!

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

Pais e Filhos (Por Maria de Lurdes Fontana)

Por mais que se fale, comente e se discuta a relação entre pais e filhos, o assunto é sempre atual e instigante.

Os pontos de vistas entre pais e filhos, são divergentes, e não poderia ser de outra forma. A comunicação entre as partes é sempre tão envolvente com fator emocional exacerbado e nem sempre é amigável.

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Nossa experiência como pais tem mostrado que não há outra maneira de aproximação senão pela parceria do diálogo. Do saber reconhecer que há limites, há respeito, reciprocidade e o exercício do papel que cabe a cada um.

Pais não são amigos dos seus filhos. São Pai e Mãe. Os amigos estão fora de casa. Saber reconhecer e perceber as atitudes no agir como Pais, é o princípio da amabilidade e da confiança. Talvez pela culpa de não “estar” com seu filho, muitos pais competem com os amigos dos filhos por entenderem que os mesmos ficam mais tempo com eles do que com a família. O importante não é a quantidade de tempo, mas a qualidade deste tempo.

O exercício do poder dos pais é baseado na troca, nas discussões dos pontos de atrito e ao fechamento, uma espécie de “combinado” entre as partes e repetidamente falar sobre o assunto. Dar e receber retorno dos assuntos por mais banais que pareçam. Aliás, assuntos banais são os mais apropriados para aproximação entre Pais e Filhos. Fazer perguntas, ao invés de retrucar com respostas mal devolvidas. Conversar em vez de gritar e/ou xingar. Silenciar e pensar acerca do que está se passando. Observar e admirar.

Dar elogios fundamentados para fazê-los crescer com confiança e de vez enquanto deixar que “sofram”. Os pais sofrerão juntos, criando elo de segurança, em que o filho pode sair, mas sempre voltará ao lar, seu porto seguro!

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fntanadudyfontana@brturbo.com.br

Minha Casa, Minha Vida – Parte 2 …. de 2011 à 2014 … 3 milhões de unidades (Fonte: Agência Estado)

Esta semana recebi a notícia da perspectiva de continuidade do programa “Minha Casa, Minha Vida”, ou seja, a “Parte 2”!

Segue abaixo a notícia na integra, publicado pela Agência Estado, cujo autor é Fábio Graner:

casapopular_pablo_valadares_aeA fase dois do programa “Minha Casa, Minha Vida” deverá prever a construção de dois a três milhões de novas residências no País, informou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), Paulo Safady Simão na quinta-feira. Segundo ele, que participa das discussões sobre o tema com o governo, os estudos consideram uma duração de quatro anos para a nova etapa, de 2011 a 2014.

O “Minha Casa, Minha Vida 2” deve ser mais ambicioso, beneficiando de forma mais ampla as famílias com renda até três salários mínimos. Segundo Safady, pelo menos 50% das unidades serão destinadas a essa faixa de renda. Porém, o volume pode chegar a 75%. No “Minha Casa 1“, o governo definiu que 40% de 1 milhão de unidades previstas vão para o grupo até três salários. Até agora, segundo ele, foram contratadas 750 mil unidades. A contratação é a fase que antecede a construção do empreendimento.

O subsídio do Tesouro será tanto maior quanto for a meta do programa. Se o alvo for a construção de dois milhões de casas, o subsídio total do Tesouro em quatro anos – incluindo não só o grupo até três salários mínimos, mas também de três a seis – será de R$ 48 bilhões. Se a meta for de três milhões de unidades, o subsídio para os anos de 2011 a 2014 será de R$ 72 bilhões.

Formando Auditores Internos – ISO 9001:2008 em Rondonópolis / MT

FormaçãoauditoresinternosContinuando as nossas ações de alianças estratégicas com o SENAI-MT, em abril estaremos qualificando um novo time de auditores internos pela versão 2008 da ISO 9001 no estado do Mato Grosso (clique aqui e veja os resultados dos treinamentos anteriores com este cliente).

A principio serão duas turmas, sendo a primeira turma, será “fechada” com colaboradores da unidade do SENAI-MT de Rondonópolis (clique aqui e conheça este município) e a segunda turma aberta para a comunidade empresarial da região.

Clique na imagem ao lado e busque maiores informações sobre como participar desta segunda turma “aberta”!

SINGRAF entrega o selo “Amanhã Mais Verde” (Por Daniela de Matos)

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O Sindicato das Indústrias Gráficas da Região Nordeste do RS (SINGRAF) entregou em solenidade realizada no dia 01/03/10 na Câmara da Indústria e Comércio de Caxias do Sul o selo “Amanhã mais Verde” para empresas que cumpriram requisitos exigidos pelo departamento de meio ambiente deste sindicato. Estavam presentes na solenidade, entre outros o Secretário Municipal do Meio Ambiente de Caxias do Sul, Sr. Adelino Teles, membros da diretoria do SINGRAF, associados e as sócias da Essencial Engenharia Ambiental Ltda, as quais foram apresentadas aos associados para dar início a 2ª etapa do projeto ambiental do SINGRAF, que tratará das questões relacionadas aos resíduos sólidos.

A Essencial foi contratada pelo SINGRAF para avaliar os resíduos gerados pelas indústrias gráficas da região e posteriormente propor soluções de destino ambientalmente corretas e economicamente viáveis.

Esta iniciativa do SINGRAF, como o próprio Sr. Adelino Teles afirmou no evento, é que fazem com que tenhamos animo de continuar trabalhando e demonstra o comprometimento do sindicato com a preservação do meio ambiente.

Ficamos à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

O novo REFIS Estadual e a Isonomia entre os contribuintes. (Por Ivo Ricardo Lozekam)

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Foi noticiado no Jornal Valor Econômico na quinta-feira da semana passada (11/03/2010):

“O Secretário da Fazenda do Rio Grande do Sul, Ricardo Englert, disse que o governo gaúcho está aproveitando o cenário mais favorável para preparar um programa de refinanciamento de dívidas fiscais (REFIS), que será submetido ao Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) no encontro marcado para os dias 25 e 26 deste mês de março em Boa Vista (RR). “É mais razoável fazer isso quando a economia se recupera porque as empresas conseguem recompor suas margens.” O Coordenador do CONFAZ e Secretário da Fazenda da Bahia, Carlos Martins Santana disse que também Estados como a própria Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí têm propostas nesse sentido. O Rio de Janeiro adotou um programa no fim de 2009.

Teremos então, para a alegria de muitos uma nova possibilidade de acerto de dívidas decorrentes do ICMS, para com a Fazenda Estadual do Rio Grande do Sul, através de anistias de multas e encargos a serem definidas e anunciadas.

Uma consulta ao website da Secretaria da Fazenda demonstra que os maiores devedores são justamente as maiores empresas, ou seja, as que têm maior poder de barganha em seus pleitos junto ao fisco.

Já na esfera federal tivemos no ano passado o REFIS Federal – O chamado “Refis da Crise”. Este pacote de bondades incluiu descontos de até 100% por cento, ou seja, redução total nas multas para pagamentos a vista.

Note-se que além deste REFIS Federal, os três anos anteriores, sendo o primeiro em 1999, todos foram criados justamente em períodos pré-eleitorais.

Entendemos que para o governo, sem dúvida é vantajoso sob o ponto de vista da arrecadação a edição de programas de anistias fiscais. Vantajoso, pois tratam-se de débitos cuja possibilidade de receber (na maioria dos casos) seria muito remota;  não fosse a disposição de efetuar uma espécie de “acerto” com o contribuinte.

Para empresas com débitos tributários, nos parece a alternativa ideal para que mantenham suas atividades e voltem a ser competitivas, garantindo sua sobrevivência no mercado.

Já para aquelas empresas que cumpriram rigorosamente com suas obrigações, estas, que felizmente são a maioria no país, um programa de anistia fiscal soa como injustiça.  Pois estas que pagaram “tudo em dia” não terão beneficio algum, ao passo que aquelas que por um ou outro motivo “atrasaram” terão descontos.

Dependendo do custo financeiro com o qual as empresas trabalham para financiar suas operações, estes descontos oferecidos pelos programas “REFIS” podem significar pagar o imposto por um custo ainda menor do que o custo do valor original.

Neste aspecto particular é que vemos um problema, ou seja, a empresa que deixou de pagar, trabalhou com o dinheiro do governo, e na hora de devolver este dinheiro ainda tem descontos. Esta prática é adotada por muitas empresas, capitalizar-se com o dinheiro do governo, simplesmente deixando de recolher os tributos no prazo. Pois a cada quatro anos existe um REFIS, que a irá eximir das multas e juros.

Não nos posicionamos contra ou a favor desta prática, afinal de contas é a forma com que o governo acaba de certa forma subsidiando o capital privado e fomentando o desenvolvimento empresarial.

Queremos chamar a atenção mais uma vez para o que diz nossa Constituição Federal, em seu Artigo 5º ao dizer que “Todos são iguais perante a Lei sem distinção de qualquer natureza”.

Cremos que ao invés de instituir periodicamente programas de anistia fiscal (há quem já pense no 5º REFIS Federal), deveriam ser criados mecanismos mais eficientes, pois muitas empresas deixaram propositalmente de recolher tributos, sabendo que mais adiante virá um REFIS. A institucionalização desta prática é prejudicial a todos, por ferir a isonomia, por prejudicar a livre concorrência, por punir quem é adimplente com suas obrigações fiscais, e no final por prejudicar a arrecadação do próprio fisco.

Desejamos a todos uma semana feliz e profícua!

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário