Cansaço de Final de Ano (Por Maria de Lurdes Fontana)

clip_image001É comum chegar nesta fase do ano, e as pessoas sentirem-se cansadas, desanimadas, com agenda cheia de compromissos e tarefas. O sentimento de que há necessidade de fazer tudo antes que termine o ano.

Os mais experientes dizem que a velocidade do tempo hoje é maior do que no passado. Os rituais sejam comerciais ou religiosos permanecem quase sempre os mesmos.

O comportamento muda em face ao espanto da corrida dos anos.

O comércio faz a sua parte, no sentido de auxiliar as pessoas na escolha dos presentes, para pais, filhos, netos, amigos e até os secretos. Infinidade de opções com o intuito de que ninguém fique sem presentes. É o lado cruel do consumismo de coisas que nem sempre necessárias, mas não importa é Natal.

Há certa sensação de cansaço e a esperança de que isso passe na passagem de um ano para o outro.

Talvez para muitos, é um tempo de melancolia, tristeza, e sensação de vazio. Não poderia ser diferente. É um rito de passagem entre a alegria do nascimento e a esperança de um novo começo de “outro” ano.

Expectativas frustradas decorrentes de fatos não planejados. Situações ocorridas que nem sequer foram planejadas. Infortúnios da vida inerentes ao ser humano.

A corrida exagerada em ganhar tempo, imaginando que quando maior a velocidade maior é o rendimento. E consequentemente maior é o cansaço.

Talvez estejamos nos sentindo assim: cansados por buscar tanto e ter um resultado menor ou igual de um tempo mais calmo, cauteloso e sóbrio.

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

“Um exército de um homem só” não funciona, pelo menos na Gestão pela Qualidade!

Hoje tirei um tempo da minha agenda de trabalho para publicar alguns posts que no meu ponto de vista são “recados” para os nossos cliente, afim de estimular uma reflexão de final de ano / ciclo.

Quando auxiliamos na implementação de um Sistema de Gestão pela Qualidade, por exemplo baseado na ISO 9001, sempre temos alguns desafios … para não dizer de forma negativa “obstáculos”. Um dos primeiros desafios é definir em conjunto com o cliente, quem será o Gestor do Projeto …. ou seja o Coordenador no Sistema de Gestão pela Qualidade … e depois explicar que naturalmente este profissional escolhido será nomeado Representante da Direção, para este desafio já apresentamos / publicamos alguns artigos e sintetizamos em um post único (clique neste link para ter acesso).

Mas o maior desafio é deixar claro para este “escolhido” e para o cliente, ou seja, o dono da empresa que este trabalho não pode ser realizado sozinho … ou seja, não é um “exército de um homem só” que irá implementar … certificar e manter o Sistema de Gestão pela Qualidade … cabe a uma Gestão Participativa este desafio, formando um Grupo Gestor ou Comitê da Qualidade. Parafraseando o famoso livro do Moacyr Scliar: O Exército de um Homem Sóe a famosa música do Engenheiros do Hawaii, “Exército De Um Homem Só” …

oded-baliltyE aproveitando os insights do meu amigo e colega Ronaldo Costa Rodrigues, para auxiliar os nossos clientes e principalmente Gestores da Qualidade a não seguirem por este caminho sem volta de fazer tudo sozinho, gostaria de sugerir a leitura do artigo “Um exército emprestado”, clique neste link e desfrute destes ensinamentos valiosos!

Fontes alternativas de energia (Por Daniela de Matos)

mb_etanol_santacruzComo comentado no último post deste WeBlog, a busca de energias alternativas vem crescendo e o Brasil está evoluindo muito nesta questão. O país é um dos pioneiros na utilização do etanol como combustível, levando esta tecnologia e know-how para outros países que estão apostando nesta alternativa energética.

A cidade de Caxias do Sul/RS também esta atuando neste campo como mostra a reportagem do Jornal Pioneiro de 12 de dezembro de 2009:

Onde cita que a Universidade de Caxias do Sul (UCS) pretende assinar ainda este ano um acordo de colaboração com Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. A parceria visa ao desenvolvimento de um processo mais econômico para a obtenção das enzimas responsáveis pela quebra do bagaço e da palha de cana-de-açúcar, liberando açúcares para a produção de etanol por fermentação.

Com estas novas alternativas energéticas poderemos contribuir para uma menor emissão de CO2 e diminuição do aquecimento global, objetivo desejado por todos conforme discutido esta semana na Conferência Sobre Mudanças Climáticas de Copenhague (COP15).

Eu gosto é do espelho! Transtorno da Personalidade Narcisista (Por Patrícia Prigol)

narcisoSegundo o psicanalista David E. Zimerman, no livro Psicanálise em Perguntas e Respostas, Verdades, Mitos e Tabus, certo narcisismo faz parte da etapa evolutiva de todo ser humano podendo se prolongar ao longo de toda vida com características absolutamente normais e sadias, porquanto estão representando um bom nível de autoestima, uma expressão de a pessoa gostar de si mesma uma vaidade e um orgulho próprio pelo reconhecimento de seus valores e progressos reais. Em contrapartida, existe uma alta probabilidade de que as manifestações narcisistas fiquem tão exacerbadas que adquiram uma característica patológica, com transtornos no pensamento e na conduta, como retratam os seguintes aspectos:

Acentuado egocentrismo do sujeito: tudo e todos devem girar em torno do “seu umbigo”.

Dificuldades em ter consideração e amor pelas outras pessoas: o narcisista somente ama a quem o ama de forma incondicional.

O orgulho normal se transforma em arrogância e prepotência.

A tolerância à frustração é baixíssima.

No entanto, os transtornos narcisistas podem se manifestar por outra faceta: a de uma fragilidade tal que qualquer frustração deixa o sujeito aniquilado; a autoestima dele é altamente instável, de modo que oscila rapidamente de um polo para outro (sou o melhor ou sou o pior; sou o mais bonito ou sou o mais feio, etc.).

Em relação ao tratamento psicanalítico, com alguns pacientes, a análise fracassa porque o narcisismo exagerado os leva a provar que nem a análise e muito menos o analista conseguem algo com ele (na base do “comigo ninguém pode”). Entretanto, outros pacientes com transtorno narcisista de personalidade que têm uma parte de seu psiquismo disposta a fazer mudanças, às vezes, conseguem resultados analíticos altamente gratificantes.

A caracterização da personalidade narcisista, apresentada por David E. Zimerman nos auxilia a compreender melhor o perfil psicológico dessas pessoas e sua dinâmica de funcionamento, tanto para identificação de um possível quadro patológico quanto para o manejo com esses indivíduos que, muitas vezes, fazem parte do nosso convívio, seja no âmbito do trabalho, na família e/ou nas relações sociais.

Geralmente identificamos um narcisista quando este não aceita ser contrariado, demonstrando expressiva dificuldade para lidar com a diversidade de opiniões e com as diferentes escolhas que as pessoas podem fazer. Mostram-se muito aborrecidos quando um pensamento ou atitude contrária à deles se faz presente. Eles tentam mascarar sua dificuldade através de uma crença mística ou religião. Assim, os narcisistas encontram uma justificativa para o seu insucesso nas relações, normalmente projetando ou transferindo sua incapacidade para os outros. O exemplo: as outras pessoas é que fracassam em atender às suas expectativas. São, para o narcisista, de pouca inteligência ou de pouca confiabilidade.

O ponto fraco do narcisista é, portanto, a dificuldade em estabelecer vínculos reais, baseados numa relação que denominamos de mão dupla, onde a empatia se mostra presente numa postura de respeito e consideração ao outro. Assim, as relações para o narcisista normalmente se mostram superficiais, baseadas numa avenida de mão única, onde as principais manobras acontecem por meio do poder de manipulação e persuasão, ou pelo poder de coerção e intimidação. Se você pensar e agir diferentemente da vontade de um narcisista, prepare-se: será imediatamente descartado!

Para aqueles que convivem com pessoas narcisistas, a dificuldade está em preservar sua individualidade, seus interesses e motivações. Todo narcisista se mostra invasivo e dominador. E normalmente se relaciona com pessoas que possuem baixa autoestima (ou o contrário, dependendo da sua dinâmica psicológica) para poder exercer fascínio e domínio sobre elas. Muitos narcisistas apresentam uma atuação perversa na medida em que não pensam duas vezes se suas manobras poderão ferir ou magoar a pessoa “amada”.  Existe um único grande amor para o narcisista: o seu próprio espelho. E todo espelho que refletir outra imagem, que não a dele, será substituído com frieza e falta de pudor. Colocar-se no lugar do outro? Para o narcisista é algo que não condiz com a sua capacidade. Por isso muitos não se tratam, porque não se veem com nenhuma limitação e não percebem que essa autoestima exacerbada pode lhes trazer sério prejuízo. O que ocorre frequentemente é o fato daqueles que convivem com esta personalidade precisarem de ajuda psicológica para aprender a se preservar e a preservar o seu espaço, sem se deixar afetar negativamente por este funcionamento.

Gestão do Conhecimento (Por Maria de Lurdes Fontana)

31_7d8a2102a_km-imageA Gestão do Conhecimento é um sistema que cria rotinas para que o conhecimento seja compartilhado entre as pessoas em diferentes níveis e ambientes. É um processo que necessita ser explorado, explicado, registrado e disseminado de maneira que as pessoas possam aprender “fazendo”.

Existe o conhecimento próprio das pessoas que aprendem com outras pessoas sem ter necessidade de frequentar bancos escolares. A ignorância não está correlacionada com o fato do individuo não ter estudado, mas é quando o individuo não conhece ou não tem acesso a determinado assunto.

Sabemos que há pessoas que possuem conhecimento acumulado que é adquirido através das gerações. O exemplo disso são nossos avós que pouco estudaram e detém uma sabedoria quanto ao modo de viver, aos fatores relacionados ao tempo e ao clima. Sabem quando chove apenas observando os animais ou a natureza. Por outro lado, vemos muitos jovens que abandonam os estudos para dar prioridade ao trabalho.

É claro que as necessidades de gerar recurso financeiro vêm antes do fato de fazer investimentos em educação. Porém, quanto mais conhecimento mais acessibilidade aos recursos e vantagens de aprender fazendo. É um circulo virtuoso. Aprimora-se, aplica-se e aprende-se. Quando mais aplicável é o conhecimento mais segurança. Os indivíduos seguros são menos propensos a fracassos, tendem a arriscar mais, são mais criativos, proativos e resolutivos. Obtém vantagens e visão de longo prazo.

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

A importância da área de controladoria na gestão – 4ª. Parte (Por Volnei F. de Castilhos)

Dando continuidade ao artigo anterior.

Internet LifePara a implantação da Controladoria em qualquer empresa, os primeiros passos são ajustar as informações, ter os custos corretos e pensar em ter um bom Sistema de Informações.

Os Sistemas de informações transformam dados em informações estratégicas para tomada de decisão e avaliação do negócio.

Sempre devemos questionar: Que tipo de Sistema de Informações tenho na minha empresa para tomar decisão ou acompanhar a rentabilidade do meu negócio?

Para o gestor tomar decisões rápidas é necessário dispor de informações de algum Sistema de Informações que permita recebermos informações estratégicas a qualquer momento.

Na década de 90, falávamos nos Sistemas de Informações de Apoio a Decisão (SAD), nos Sistemas de Informações (SI), no Sistema de Apoio à Decisão Industrial (SADI) e outros conceitos voltados a apoiar as decisões diárias nas empresas.

Com o passar do tempo praticamente falamos somente em Sistema de Informações ou Sistema de Informações Gerenciais.

Mas o que é um Sistema de Informações e para que servem?

Os Sistemas de Informações como ferramenta de apoio a tomada de decisão dos Gestores propiciam ter quase que instantaneamente informações da área de compras, vendas, produção, financeiro, marketing ou qualquer outro departamento da organização para saber o andamento do planejado x realizado.

Na área de compras podemos acompanhar os valores comprados no mês x os valores orçados, de quem estamos comprando, prazo médio de compras e curva ABC de nossos fornecedores.

Na parte comercial, o volume de vendas realizados até aquele momento,volume de pedidos entregues, quem comprou, rentabilidade de clientes, prazo médio de vendas, giro de produtos e outras informações sobre nossos clientes.

Na parte da produção, como estamos com o programa de produção, andamento das ordens de produção, volume físico realizado x realizado, horas produtivas e demais informações que podem ser criadas dentro do Sistema de Informações.

Na área financeira, podemos visualizar nossas contas a receber, a pagar e o fluxo de caixa a quantas andam para honrar compromissos operacionais e com bancos. Também podemos ver nossa inadimplência, quem são nossos inadimplentes, volume de pagamentos do mês e saldo das disponibilidades.

Na verdade o Sistema de Informações, é um grande banco de dados, gerado pela área da Controladoria com apoio da área de Tecnologia da Informação para dar suporte ao planejamento da organização e fazer com que todos que estejam envolvidos na gestão, consigam acompanhar diariamente suas metas, o realizado e outras informações estratégicas para avaliar o negócio diariamente. 

O cuidado ou dica que sempre recomendamos é avaliar a qualidade dessas informações e não a quantidade.

A Controladoria foca diariamente melhorar as informações, torná-las acessíveis a todos os gestores. Necessita-se que o Sistema de Informações adotado pela organização possa atender os anseios de seus usuários com rapidez e precisão, pois no mercado não basta somente ter bons produtos é necessário inovar e sempre melhorar nosso planejamento com o máximo de informações disponíveis. 

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos

Mestre em Finanças (UFRGS)

Professor da Fundação Getúlio Vargas

Consultor Financeiro

volneifc@terra.com.br

Fontes alternativas de energia (Por Daniela de Matos)

furacao-de-energia-azulO mundo atual preocupa-se muito em buscar fontes de energia renováveis, alternativas que substituam o atual modelo energético que está fortemente focado em combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão). Os combustíveis fósseis são uma fonte de energia não renovável que esta se esgotando e por isso busca-se alternativas.

Alguns exemplos de fontes alternativas de energia são: energia hidráulica de rios e correntes de água doce, energia solar do sol, energia eólica dos ventos, energia de fontes de biomassa, energia maremotriz que vem dos mares e oceanos, etc.

Além destes exemplos podemos citar a energia que vem da água salobra, também chamada de energia azul. Esta energia é proveniente da mistura da água do mar com água doce e utiliza o processo de osmose ou eletrodiálise reversa. A energia azul ou osmótica é uma fonte renovável sem emissão de poluentes e que os pesquisadores consideram como energia limpa que dentro de poucos anos se tornará competitiva.

A Statkraft, empresa que vem pesquisando a energia osmótica desde 1997, lançou o primeiro protótipo deste tipo de energia na Noruega este ano. O presidente e CEO da Statkraft, Bard Mikkelsen declara “essa nova tecnologia gera eletricidade simplesmente misturando água. Novas soluções para atender aos desafios climáticos podem estar mais próximas do que esperamos, o que me dá certeza de um futuro promissor”.

No link abaixo, poderemos acompanhar a construção da primeira usina de energia osmótica:

 http://www.osmosefilmer.com/engelsk2.html

São alternativas como esta que nos trazem esperança de um mundo melhor para as futuras gerações.

Veja mais detalhes da reportagem sobre energia osmótica na edição 347 da revista água online: http://www.aguaonline.com.br/

Auto-estima influencia a qualidade de vida (Por Por Patrícia Prigol)

auto-ajuda-aprenda-ter-poder-decisao-460x345-brA auto-estima de uma pessoa inclui a avaliação subjetiva que ela faz de si mesma como sendo essencialmente positiva ou negativa, em algum grau e baseada nas suas vivências (as experiências que trouxeram um significado importante na formação de sua auto-imagem), além do reconhecimento das suas capacidades e limitações.

Uma boa auto-estima faz com que a pessoa esteja conectada com a realidade e assim possa identificar as possibilidades e oportunidades que levarão ao alcance de seus objetivos. As pessoas que possuem uma boa auto-estima estão, normalmente, muito mais focadas em seus objetivos e em resultados do que em situações ou fatos.

Sabe-se, contudo, que esse sentimento é construído a partir das experiências que se tem no decorrer do desenvolvimento da pessoa. E os acontecimentos que podem aparecer durante esse processo são, também, determinantes para que a pessoa tenha ou não uma boa auto-estima. Sendo assim, a auto-estima pode ser constituída como uma característica permanente da personalidade ou como uma condição psicológica temporária, ligada aos acontecimentos que surgem na vida e que podem lhe afetar de maneira positiva ou negativa.

A pessoa pode também “perder” temporariamente sua boa auto-estima quando influenciada por situações que a afetaram negativamente. Pessoas com baixa auto-estima apresentam, em sua fala, um discurso carregado de negativismo, acompanhado de uma desqualificação de seu potencial e capacidades. Geralmente enxergam mais os impedimentos do que as oportunidades apresentadas pela vida. Decorrentes a essas características estão muitos problemas emocionais que limitam a vida das pessoas. Os vínculos podem se mostrar empobrecidos na medida em que ela se sente incapaz de estabelecer relações saudáveis e produtivas. Suas escolhas são afetadas, tendo, na maioria das vezes, dificuldade de relacionamento com seu parceiro. Problemas com a auto-estima também provocam conflitos entre cônjuges repletos de ciúmes, disputas de poder, competição e rivalidade. Também são comuns disfunções sexuais e transtornos alimentares relacionados ao caso.

O tratamento mais indicado para esses casos é a psicoterapia. Existem técnicas diferentes, entretanto, cabe a cada pessoa informar-se a respeito para poder encontrar o tratamento apropriado às suas necessidades. Os casos de quem tem procurado a ajuda de profissionais para tratamentos e o perfil dessas pessoas é bem variado. Homens e mulheres possuem problemas relacionados ao amor próprio.

Manter-se atento aos próprios pensamentos e ações tomados diariamente, pode ser um excelente caminho para que a pessoa identifique quando apresentar dificuldades ao lidar com sua rotina e suas adversidades. Quando a tolerância à frustração diminui, significa que é o momento para procurar ajuda e resgatar o equilíbrio perdido. Monitorar pensamentos, estados de humor e atitudes tomadas é um caminho seguro e eficiente no combate tanto do estresse, quanto da baixa auto-estima.

No ambiente profissional, quem possui boa auto-estima tende a ser mais seguro e adaptativo ao ambiente. São pessoas mais flexíveis diante de conflitos de ordem interpessoal que necessitam de resoluções baseadas em habilidades pessoais. Assim, possuem mais chances de serem promovidas pelo desenvolvimento de suas competências ou de tolerar frustrações neste processo. Uma pessoa que se valoriza, além de render mais no trabalho, não perde o foco em seu projeto de vida. Por isso tem mais probabilidade de sucesso. 

Alguns casos de baixa auto-estima ocorrem por pressão demais ou desvalorização no emprego. Um exemplo é o assédio moral, que afeta fortemente os indivíduos. Os danos causados levam muitas pessoas a quadros de depressão, tendo de recorrer a ajuda médica e psicológica a até intervenções hospitalares.

Rivalidade (Por Maria de Lurdes Fontana)

normal-5-2008-03-22-11-46-26Rivalidade é uma ação entre rivais. Os rivais geralmente são opositores que defendem os atos e princípios motivados por preferências pessoais nas esferas da razão pela emoção.

A rivalidade esta presente nas famílias, na sociedade e nas empresas. O sentimento de “pertença” por determinada posição hierárquica ou por preferências de time ou grupo, trazem sérias desavenças embasadas pelo ódio entre pessoas, sem distinção de idade, sexo e posição social.

A rivalidade existe desde o início da humanidade, nas lutas de poder, raciais e religiosas, onde um “deveria” excluir o outro, e como mérito, entregava o derrotado como um troféu.

Na situação atual não é muito diferente. A rivalidade faz vítimas no trânsito, quando há rachas no intuito de “mostrar” o braço e a potência do carro. Quando há grupos radicais que defendem suas teses sobre religião, raça e sexo. A rivalidade entre o Ser e o Poder. O subjugo da força de alguém em prol de ganhos financeiros na venda de drogas, demonstra o poder de ter mais rivalidade.

Nestes últimos dias, tenho me debruçado a entender a rivalidade gaúcha entre colorados e gremistas. São torcidas fortes de cores fortes. Mas, é estranho aceitar perder para o outro não ganhar. Principalmente porque em se tratando de jogo o básico é vencer, sempre. É no mínimo um fenômeno que incomoda os céticos do futebol e o que dirá os adeptos à ética. Tem regras no futebol, que fogem das regras habituais do cotidiano. É o mesmo que perder o emprego para ver o rival desempregado. Isso não funciona, mas acontece!

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br