Se o QUALIBLOG já era bom, agora ficou melhor!

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O blog do Ronaldo Costa Rodrigues, o famoso Qualiblog mudou de endereço na WEB, finalmente se instalando em um domínio próprio! Agora o Qualiblog é um WeBlog!

CapturarEste é o novo caminho: www.qualiblog.com.br.

Para que possamos aproveitar ao máximo esta melhoria, o Ronaldo publicou um infográfico, para não possamos perder nada do que foi preparado para tornar a nossa navegação útil e interessante, clique aqui e aproveite este infográfico.

Sucesso para você, Ronaldo!

Rede social supera métodos tradicionais de busca de emprego (Por Talita Abrantes – Exame.com)

size_460_grafico-redes-sociaisPreferida dos jovens executivos, ferramentas online também são usadas por 48% dos profissionais com mais de 40 anos.

São Paulo – Anúncios em jornal? TV? Ou o famoso QI? Que nada. A nova geração de executivos prefere as redes sociais na hora de procurar um novo emprego.

É o que revela pesquisa da consultoria Michael Page divulgada nesta terça-feira (26/04/11). Segundo o levantamento, 65% dos profissionais com idade entre 26 e 30 anos preferem as redes sociais e os sites para procurar informações sobre oportunidades de carreira.

“A geração Y, na realidade, é um grupo que cresceu e vive de uma maneira dinâmica. E eles transferem esse ritmo para a procura por novos postos de trabalho”, afirma Sérgio Sabino, diretor de marketing da Michael Page para a América Latina.

Mas essa preferência não é exclusividade dos nascidos na década de 80. Dos participantes da pesquisa com mais de 40 anos, 48% afirmaram que usam as ferramentas online para encontrar novas opções de emprego.

No entanto, segundo o especialista, essa tendência muda de acordo com a senioridade do cargo assumido. Postos elevadíssimos, como diretoria executiva ou presidência, exigem mais discrição. E, nesses casos, a internet sai de cena.

É um jogo de sigilo para os dois lados – tanto para a empresa quanto para o candidato”, diz Sabino.

Agora, a ascensão da geração Y para o topo da hierarquia pode provocar uma reviravolta nessa lógica? O especialista arrisca o palpite de que não. “Esse é um momento delicado para se pensar em transição de carreira. Por isso, o universo de recrutamento é mais restrito”, diz.

Mesmo assim, ele pondera que apenas o tempo revelerá como o perfil das novas gerações alterará a maneira como que as empresas lidam com o recrutamento de alto escalão.

Redes Sociais na internet: perfil dos usuários (Fonte: Rádio Câmara – 12/07/2010)

Redes-Sociais-20090916113206Apartir desta semana, iremos publicar uma série de reportagens publicada pela Rádio Câmara, no qual abordou o fenômeno das redes sociais na internet e o grande sucesso das novas ferramentas virtuais no Brasil. Na primeira matéria da série, conheça o perfil dos usuários e saiba o que leva as pessoas a manter essas redes.

Clique aqui e escute a reportagem na íntegra, sendo que abaixo você poderá ler o resumo. Resumo da Reportagem: O brasileiro é o povo mais sociável da Internet. Oitenta por cento das pessoas conectadas no país têm perfil em sites de relacionamento como Orkut, Facebook, Twitter e mais recentemente no Linkedin. Continue lendo “Redes Sociais na internet: perfil dos usuários (Fonte: Rádio Câmara – 12/07/2010)”

Participamos da festa de aniversário do Qualiblog!

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O nosso aliado, o Qualiblog fez 3 anos de aniversário no dia 21 de setembro! (clique aqui)

E para participar desta festa, que muito nos orgulha, resolvemos presentear os seus visitantes com presentes da nossa empresa. Distribuímos produtos de Diagnóstico e Consultoria à Distancia para os premiados!

Hoje, domingo, o Qualiblog divulgou a lista dos visitantes que foram premiados, sendo que os que receberão os nossos produtos são os seguintes:

Continue lendo “Participamos da festa de aniversário do Qualiblog!”

E se o nosso planeta Terra fosse uma cidade pequena com 100 habitantes.

Recebemos, hoje, uma release de uma reportagem da Planeta Voluntários, a maior rede social de voluntários e ONGs do Brasil.

E se o nosso planeta Terra fosse reduzido a uma cidade pequena com 100 habitantes, qual seria a nossa posição neste pequeno mundo?

Fizemos questão de representar as distribuições em formato de gráficos com a finalidade de estimular a nossa consciência social para esta realidade em menor escala.

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Poderíamos refletir que:

  • Quando olha para o mundo nessa perspectiva, consegue perceber a real necessidade de solidariedade, compreensão e educação?
  • Esta manhã, se acordar com saúde, então é mais feliz do que 1 milhão de pessoas que não vão sobreviver até ao final da próxima semana.
  • Se nunca sofrer os efeitos da guerra, a solidão de uma cela, a agonia da tortura, ou fome, então é mais feliz do que outros 500 milhões de pessoas do mundo.
  • Se pode entrar numa igreja (ou Mesquita) sem medo de ser preso ou morto, é mais feliz do que outros 3 milhões de pessoas do mundo.
  • Se tem comida na geladeira, tem sapatos e roupa, tem uma cama e teto, é mais rico do que 75% das outras pessoas do mundo.
  • Se tem uma conta bancária, dinheiro na carteira e algumas moedas num moedeiro, pertence ao pequeno grupo de 8% de pessoas do mundo que estão bem na vida.

I-467-0250Se está lendo esta mensagem, é triplamente abençoado, pois:

  • Alguém lembrou-se de você.
  • Não faz parte do grupo de 780 milhões de pessoas que não sabem ler.
  • E tem um computador!

O que falam de sua empresa (Fonte: Exame PME)

Com tantos blogs e redes sociais por ai, não é tão fácil saber onde e quando alguém falou mal de um produto ou serviço – ainda mais se for de uma pequena ou média empresa pouco conhecida. A boa notícia é que existem diversos mecanismos gratuitos que ajudam no monitoramento. Eis alguns dos mais usados (clique nos hiperlinks).

  1. Google Alerts: rastreia, com base em alguns tópicos predefinidos, os grupos de discussão do Google. Possui versão em português e avisa os resultados por e-mail.
  2. Icerocket: busca menções em blogs, notícias, imagens. MySpace e Twitter. As respostas são organizadas em ordem cronológica, como o horário e a data dos posts.
  3. Social Mention: encontra um determinado termo em redes sociais. Fornece estatística como quantidade de citações e autores que publicaram um termo com mais frequência.
  4. BlogBlogs: vasculha mais de 200 000 títulos de blogs nacionais cadastrados no site e mantem um ranking dos blogs que recebem mais visitas e comentários dos internautas.
  5. Google Blogs Search: Seus resultados abrangem somente blogs – nacionais e estrangeiros. A pesquisa funciona de maneira idêntica ao Google tradicional – o que torna a ferramenta bastante fácil de usar.
  6. TweetBeep: Monitora o Twitter e envia alertas. Pode-se definir uma palavra-chave, escolher a periodicidade para receber os avisos e ainda ignorar tweets que contenham um termo específico.

Como sobreviver … ou aproveitar ao máximo a era da informação?

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Comparado com a era anterior, a industrial no qual o acesso as informações era restrito a um pequeno grupo de privilegiados, atualmente na era da informação, existe um excesso de informações!

As informações estão cada dia mais dinâmicas, são acessíveis a todos, são distribuídas de forma maciça, caótica. O desafio consiste em selecionar o que realmente é importante para o aprendizado – a diferença é saber aprender.

O que é aprender? Aprender é transformar sua maneira de SENTIR, PENSAR e AGIR; considerando que existe, pelo menos deveria existir uma seqüência lógica destes “três” elementos, ou seja, primeiro eu sinto, ou seja, percebo algo … logo em seguida em penso, ou seja, raciocino … e finalmente eu ajo, ou seja, eu tomo uma atitude!

Na categoria SENTIR estão nossas emoções e sentimentos. Uma pessoa pode ser ensinada a sentir inveja diante de outra que possua certa habilidade, característica ou um objetivo considerado de valor. Pode haver outra cultura, entretanto, que a posse dessa característica ou objeto não seja vista como invejável. Os modos de sentir podem mostrar-se inadequados e o indivíduo pode querer aprender outros modelos, mudando, portanto.

Na categoria PENSAR incluem-se suas idéias, visões de mundo, modelos (idealização sobre como as coisas são ou funcionam), conceitos, paradigmas. Por exemplo, você pode pensar algo sobre o consumidor: as pessoas nunca vão deixar de ir ao supermercado. Essa idéia pode revelar-se coerente ou não com a realidade. Nós adquirimos um conjunto de modos de pensar por meio dos relacionamentos familiares, sociais e da escola. Muitas vezes o mundo se transforma e não mudamos a maneira de vê-lo.

Na categoria AGIR estão nossos comportamentos, hábitos, condutas. Tudo isso tem relação com nossos pensamentos (PENSAR) e sentimentos (SENTIR)!

Além do excesso de informações, somam-se algumas “barreiras” ao aprendizado, tais como:

  • A resistência natural do indivíduo à mudança, que traz desconforto e medo;
  • O ambiente que segura qualquer tentativa de mudança – isto é, o medo de outros indivíduos que resistem à mudança e tentam enquadrar o mais ousado
  • A desinformação – o indivíduo não se expõe a novas informações e mantém modos limitados de sentir, pensar e agir por não ter confronto. Muitas vezes ele não descobre nem mesmo coisas que seriam boas para si mesmo
  • O ceticismo, que tem várias origens, até emocionais. Ele pode fazer que o mesmo indivíduo que está cercado pela tecnologia e se beneficia dela a cada minuto não acredite na ciência
  • O desinteresse, a falta de curiosidade, a desmotivação – que podem também ter várias origens.

O que podemos fazer para aproveitar ao máximo a “era da informação”?

Podemos:

  • Combater rigorosamente o comodismo e as respostas fáceis.
  • Em vez de ficar buscando loucamente informações dispersas, procure ler textos mais extensos (livros e bons artigos), que são fundamentais para a formação de conceitos que facilitarão e orientarão posteriormente a busca e assimilação das informações. Lembre-se de que não adianta ter muita informação se não soubermos utilizá-la.
  • Buscar sempre a informação, mesmo sem ter objetivos imediatos a atingir com ela.
  • Adquira a humildade dos sábios, que nunca acreditam que sabem tudo e sempre estão dispostos a ouvir mais e a dizer menos.
  • Valorizar as oportunidades de mudança: contatos, eventos, viagens, desafios.
  • Deixar a competitividade de lado, que ela não combina com uma atitude de busca do saber: em vez de tentar provar que você está certo ou que o outro está errado, entre numa linha de cooperação que todos aprenderão mais.
  • Deixar de lado os preconceitos – contra pessoas, correntes filosóficas ou religiosas, métodos, linhas de atuação.