Para motivar, enfie um prego! (Por Vitor Marques)

PregosHoje li um artigo sensacional, do Vitor Marques em seu Blog: “Motivação, Cri”s”e, Profissionalismo”. O artigo faz uma analogia entre buscar constantemente a motivação e conselho dos “velhos mestres da terra”, ou seja, o caboclo / caipira.

Depois de lerem e refletirem sobre o seu conteúdo … comecem a “enfiar e … também receber pregos”!

Segue o link do artigo!

Trabalho voluntário no currículo vitae (www.voluntariosonline.org.br)

trabalhovoluntarioEm 2001 a ONU instituiu o Ano Internacional do Voluntariado, o que fez com que o trabalho voluntário despertasse a atenção de profissionais, empresas e consumidores à responsabilidade social.

Pesquisas como as feitas pelo Instituto Ethos e pelo Jornal Valor Econômico revelam que uma parte dos consumidores – 22% – já optaram ou deixaram de optar por empresas (ou produtos) em razão da sua responsabilidade social.

Na União Européia, em 2009, um novo modelo de currículo vitae foi lançado, no qual o trabalho voluntário o integra, para que assim as características pessoais do candidato sejam avaliadas – capacidade de entrega a uma causa, domínio de línguas estrangeiras, dinâmica e mobilidade, por exemplo.

No Brasil, a importância dado ao trabalho voluntário realizado pelo candidato a uma vaga varia de acordo com a cultura da empresa, ou seja, esse item é avaliado positivamente por empresa que consideram esses valores.

Apesar dos bons olhos sobre o voluntariado, a prática desse tipo de trabalho ainda não é considerada um fator de desempate entre candidatos, podendo até chamar a atenção do empregador, mas não sendo um item decisivo.

Ainda que não seja um critério de seleção, a prática voluntária traz benefícios ao candidato e pode contar como experiência profissional. Algumas empresas já incentivam internamente esse tipo de atividade entre os funcionários e são essas que têm possibilidade de dar maior peso para a prática no processo seletivo.

Com essa nova perspectiva, além do cumprimento com a responsabilidade, o voluntário pode ser “melhor visto” em entrevistas de seleção e ser beneficiado como aluno enriquecendo seu currículo, já que algumas Faculdades as atividades voluntárias desenvolvidas por pelo menos seis meses geram um certificado e podem contar como horas de estágio, obrigatório para alguns cursos de graduação, como é o que acontece na Faculdade Privada de Salvador, na Bahia, onde os alunos dão aulas gratuitas a jovens carentes da uma comunidade na capital baiana.

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 3) – Por Larissa Leiros Baroni

Dando continuidade ao post / artigo anterior, iremos apresentar mais 4 (quatro) erros cometidos numa reunião corporativa. Consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo.

7 erro7º Erro: Ser muito informal ou formal demais!

“Há reuniões que permitem e até pedem a informalidade, outras não. Portanto é preciso saber quando ousar ou não na linguagem. Errar na medida pode tornar a reunião improdutiva, além de comprometer a imagem do profissional que não se atentou a esse detalhe. Ele pode ser taxado de arrogante ou descompromissado. O que determina os limites é a lista dos participantes, bem como o objetivo do encontro. Quando é uma reunião de equipe, as gírias e as brincadeiras são permitidas, desde que usadas moderadamente. Agora, se nessa mesma reunião, o presidente da empresa for participar, é preciso tomar mais cuidado. A tática é observar o comportamento de quem convocou o encontro”. Sidneia Palhares, gerente de divisão efetiva da Gelre, empresa de recrutamento profissional.

8 erro8º Erro: Desviar a atenção com posturas corporais!

“Alguns comportamentos e posturas podem comprometer o desenvolvimento da reunião. Manias como bater os dedos na mesa, os pés no chão ou abrir e fechar a tampa da caneta repetidamente até podem parecer inofensivas, mas geralmente elas desviam a atenção dos demais participantes e, conseqüentemente, colocam em xeque o rendimento do encontro. As conversas paralelas, risos, cochichos ou bilhetinhos também devem ser banidos, mesmo quando se referem ao o mesmo assunto do evento. Ou você comenta com todos os participantes ou permanece em silencio. Se a reunião está cansativa e o sono já começa a incomodar, opte por anotar o que está sendo falado. Nada de ficar fazendo desenhos ou mexendo no laptop. Demonstrar desinteresse sobre a reunião pode ser um grande erro, além de transparecer falta de maturidade e comprometimento profissional”. Ássima Ferreira, psicóloga e professora da Fundação Dom Cabral.

9 erro9º Erro: Atender o celular!

“Não esqueça de desligar o celular. Ao entrar numa sala de reunião, essa é a primeira atitude que deve ser tomada. O toque do telefone móvel no decorrer do encontro pode atrapalhar o ritmo das discussões. Se você espera uma ligação importante, o ideal é avisar o gestor a respeito do ocorrido antes de iniciar a reunião. Nesses casos, opte por deixar o telefone no silencioso. Caso ele toque, não o atenda se abaixando na cadeira. Peça licença e saia da sala”. Igor Schultz, gerente da Page Personnel, filial do grupo Michael Page International – que faz recrutamento especializado.

10 erro10º Erro: Propagar as informações discutidas na reunião!

“Todo e qualquer comentário referente ao assunto pautado deve ser discutido na reunião. Nada de omitir a participação e deixar para tecer opiniões nos corredores. A roupa suja deve ser lavada, passada e guardada no encontro. Há ainda reuniões com caráter sigiloso. Nesse caso, a discrição deve ser ainda maior. Propagar os assuntos discutidos dentro da sala para a empresa não é uma atitude nada ética. Além do mais, o profissional pode perder a credibilidade junto ao gestor”. Fernando Henrique da Silveira Neto, especialista em desenvolvimento gerencial e professor do FGV Management.

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 2) – Por Larissa Leiros Baroni

Dando continuidade ao post / artigo anterior, iremos apresentar mais 3 (três) erros cometidos numa reunião corporativa. Consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo.

4º Erro: Não ter objetividade!

4 erro“Não é o tempo de uma reunião que determina sua produtividade. Ao contrário, quanto mais objetivo for o encontro, mais eficiente ele será. O ideal é que o evento tenha não só hora para começar, mas também para acabar, e é fundamental que esses limites sejam cumpridos. Uma responsabilidade que não se restringe apenas ao gestor. Os profissionais participantes também devem ficar atentos ao horário. Todos têm direito de emitir opinião, mas cada um deles tem o compromisso de fazê-lo de forma clara e objetiva. O tempo é um recurso caro, além do mais não é só a sua disponibilidade que está em jogo. Por isso fique atento ao que acontece. Nada de conversas paralelas ou de desviar o foco central da reunião para discutir assuntos que não estão em pauta”. (Reinaldo Passadori, especialista em Comunicação Verbal)

5º Erro: Não prestar atenção!

5 erro“É extremamente importante prestar atenção em tudo o que é dito na reunião. Afinal, você poderá ser cobrado daquilo a qualquer momento. Em casos de dúvidas, não tenha medo de perguntar. Mas, se as questões não estiverem relacionadas ao assunto pautado, deixe para abordar o gestor ao final do encontro. Para garantir que não se esqueça de nada do que foi abordado, anote as orientações. Ao sair da reunião, é recomendável refletir sobre tudo o que foi discutido e traçar os próximos passos profissionais. Se você não seguir as direções do chefe, sua credibilidade pode ser abalada. A realização de uma ata pode ser a bússola que irá nortear as ações dos funcionários e ainda as cobranças do gestor”. (Cristiane Cortez, consultora do IBTA Carreiras)

6º Erro: Não saber ouvir e fazer criticas!

6 erro“É comum que numa reunião haja confronto de idéias. Mas é preciso ter postura tanto para receber como para fazer críticas. Caso contrário, você pode perder a razão na discussão, além de transmitir aos participantes uma postura de inflexibilidade, agressividade ou até mesmo de chatice. Uma atitude que, ao invés de colaborar com o desenvolvimento da reunião, só tende a atrapalhar. Espere a conclusão de uma idéia antes de pedir a palavra para fazer a intervenção. Saiba aceitar as críticas, pondere os pontos positivos das observações e conclua com a defensiva. Ao fazer críticas, evite as expressões “mas” e “não concordo”, elas abalam a resistência emocional do criticado. Deixe de lado os ataques infundados e as pressões com base em problemas pessoais”. (Reinaldo Polito, mestre em ciências da comunicação, palestrante e professor de expressão verbal)

No próximo post iremos continuar a apresentação dos outros 4 erros!

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 1) – Por Larissa Leiros Baroni

guia2Já parou para pensar que no ambiente de trabalho suas atitudes são observadas o tempo todo? A vigilância vai desde o horário que chega e sai, até naquilo que se faz no desenvolvimento de atividade e no bate-papo com os colegas na hora do café. As reuniões não poderiam ser diferentes. Apesar do cara a cara com o gestor ser uma situação de altíssima exposição, esse é o momento de apresentar projetos e de mostrar suas capacidades e é nele também que muitos profissionais perdem a chance de deixar boa impressão por causa de erros básicos.

Para ajudar você a evitar problemas diante dos gestores, colegas de trabalho, fornecedores e clientes, consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo. Confira os dez erros mais cometidos numa reunião!

1º Erro: Chegar atrasado!

1 erro“Chegar atrasado, seja qual for o compromisso assumido, é falta de educação. Regra que não muda quando o assunto é reunião de negócios. Atraso é desrespeito com aqueles que compareceram na hora marcada. Lembre-se: o evento geralmente envolve uma série de profissionais e todos eles possuem compromissos alheios ao encontro. Por isso, por mais que tenha trânsito, organize-se para não se atrasar. Em caso de contratempos, ligue para informar o ocorrido e orientar que a reunião comece sem sua participação. Ao chegar ao local do encontro, seja discreto para não atrapalhar o andamento das discussões. Nada de fazer perguntas para saber o que ocorreu anteriormente. O atrasado perde esse direito. Use a pausa para o café para se inteirar dos acontecimentos ou faça isso depois da reunião”. (Célia Leão, consultora de etiqueta empresarial e autora do livro Boas Maneiras de A a Z)

2º Erro: Não se preparar!

2 erro“De nada adiantaria participar de uma reunião se não há o que contribuir para o seu desenvolvimento. Gastar tempo e dinheiro para fazer volume não é uma estratégia eficiente nem para você, nem para a empresa. Para que de fato o encontro seja produtivo é preciso que os profissionais envolvidos se prepararem para ele. Por isso, ao receber uma convocação, notifique-se sobre os assuntos tratados e os objetivos do evento. Se no convite esses aspectos não estiverem descritos, procure o organizador para esclarecê-los. Com as informações nas mãos, vá atrás de saídas e soluções para que elas sejam apresentadas na reunião. Uma atitude que provavelmente será reconhecida pelo gestor, já que demonstrará iniciativa, empenho, além de dedicação. Caso contrário, a única característica que ficará ressaltada é o desinteresse”. (Jean Pierre Marras, consultor de administração de Recursos Humanos e professor da PUC-SP )

3º Erro: Não saber quando falar e calar!

3 erro“Ao participar de uma reunião, é preciso se fazer notar tanto para marcar presença como para expressar sua opinião. No entanto, é fundamental saber quando falar e quando calar. Pedir a palavra para dizer algo que não está ligado à pauta ou para fazer um comentário que nada acrescenta na discussão só para chamar atenção não é uma boa estratégia. Essa intervenção pode prejudicar sua imagem, além de demonstrar desconhecimento e insegurança. O mesmo também acontece quando um profissional sai do encontro sem falar absolutamente nada. Para não errar a mão, a dica é conhecer o ambiente e as pessoas envolvidas e saber ouvir”. (Cláudio Edward dos Reis, professor de Psicologia Organizacional da Unesp)

No próximo post iremos continuar a apresentação dos outros 7 erros!

Os riscos de permanecer na zona de conforto (Por Patrícia Bispo)

Porradas039aEm nossas atividades de consultoria, no qual somos “agentes de mudança”, o desafio da intervenção / reestruturação / orientação torna-se mais desafiador quando a organização, ou seja, a empresa no qual nos contrata esta proliferada / contaminada por profissionais que não querem mudar, que querem “ficar no quadro” … ou melhor dizendo “ficar na zona de conforto”! Mas o que estes profissionais não querem perceber que de “conforto” esta “zona” não tem nada, na realidade deveria se chamar de “zona de risco”, alto risco melhor dizendo!

Hoje li um artigo muito bem elaborado pela Patrícia Bispo.

“Tudo vai bem, quando a tranqüilidade torna-se uma constante. Não há surpresas desagradáveis, a rotina no trabalho não exige muito do colaborador. Contudo, apesar de acreditar que está em uma situação confortável, ele não imagina que a chamada zona de conforto em nada é benéfica à sua carreira e pode comprometer seriamente o desenvolvimento profissional.”

Clique neste link e acesse na integra este artigo!

E você … esta na “zona de risco”?

Como preparar um Gestor da Qualidade (Por Ronaldo Costa Rodrigues)

CapturarAlgumas vezes, em minhas consultorias, os meus contatos / representantes dos clientes, me questionam sobre qual seria o perfil / competências adequados para o responsável pelo Sistema de Gestão pela Qualidade, ou seja, o Gestor da Qualidade. Recentemente li um artigo do meu colega Ronaldo Costa Rodrigues no qual faz analogia com um preparo de uma comida, um “prato” especial, achei muito boa a abordagem!

Segue o link do artigo!

Vagas retornam às Indústrias (Fonte: Jornal Pioneiro)

empregosOs empregos estão voltando, pelo menos em Caxias do Sul / RS! Esta notícia … eu li no Jornal Pioneiro, no sábado passado (17/10/09).

Mas a busca de profissionais qualificados é a premissa nestas ofertas, que chegam a um número superior de 1,8 mil oportunidades em Caxias do Sul! As empresas estão buscando funcionários que além de “vestir a camiseta … entrem em campo e joguem no time”

O artigo apresenta de forma detalhada em quais agências de recursos humanos estas vagas estão sendo oferecidas. Nossa “aliada”, a Evolutiva Centro de Desenvolvimento Profissional faz parte deste “cenário”, ofertando 600 vagas, nas funções de “processo de solda, montagem, pintura e operação de máquinas de estamparia”.

Acesse neste link, o artigo na integra.

A hora de ir embora (Fonte: Zero Hora)

CapturarEm diversas oportunidades, durante as minhas atividades de consultoria, alguns profissionais me perguntam sobre qual o melhor momento para “ir embora” da empresa no qual atualmente eles estão trabalhando. Questionam se existe um “tempo padrão” de permanência nas empresas e outras questões deste tipo.

A cerca de 18 anos atrés, quando eu estava na iniciativa privada, como funcionário contratado, escutei de um colega mais experiente de que o “tempo padrão” limite de permanência seria até 5 anos. Eu sempre usei esse conselho como base para as minhas respostas junto a estes profissionais desmotivados ou angustiados com a suas situações nestas empresas.

Mas finalmente agora tenho como arriscar em dar a resposta / conselho mais adequado para estes questionamentos, pois recentemente li um artigo no jornal Zero Hora, no qual descrevia que temos que pensar em nossa carreira como um “ciclo produtivo”, ou seja, não existe tempo máximo de permanência. A carreira deve ser pensada como um ciclo produtivo de um profissional e a sua satisfação em estar produzindo!

A função exercida e a idade do profissional são variáveis que interferem nessa fase. Quem ocupa cargos gerenciais e tem idade mais avançada demanda um tempo maior até a sensação de dever comprido. Já a chamada Geração Y – os nascidos na década de 1980 -, tem uma média de dois anos e meio de estabilidade.

Neste artigo, que li, existe uma explicação muito boa sobre as “fases” da nossa carreira profissional, vale a pena refletir sobre esta abordagem!

Bom … segue o link do artigo, aproveitem a leitura e aguardo os comentários de vocês sobre estes assuntos!