A Agenda do Líder para 2010 (Fonte: Revista Amanha)

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Saiba como cruzar a nuvem de fatos e tendências capazes de alterar o cenário dos negócios em um ano muito promissor para o Brasil – e de cautela no resto do mundo, através da reportagem que foi veiculada na Revista Amanha deste mês de fevereiro de 2010. A reportagem foi elaborada pelo Andreas Müller.

Um cenário de contrastes desponta das análises de qualquer pessoa que se aventure a antever os fatos capazes de moldar 2010. Para o Brasil, a expectativa é de uma sólida retomada econômica depois de um ano de crescimento zero. Já para o mundo, é de estagnação e prudência após o auge da crise financeira. Desde agora, porém, é possível vislumbrar uma série de eventos com força suficiente para alterar a gangorra das expectativas e invalidar o planejamento de muitas empresas para 2010. Quais são eles? Quando vão ocorrer? Uma parte das respostas se desdobra no conteúdo desta “Agenda”, que agrupam os principais fatos esperados para o ano. Na “Agenda” estão não só as eleições e a Copa do Mundo, mas também alguns dos eventos e decisões que podem redesenhar a atual conjuntura econômica e colocar novas prioridades no caminho dos líderes empresariais. Dos juros norte-americanos às convenções ambientais da ONU, das preocupações em torno da política fiscal brasileira ao provável substituto de Henrique Meirelles na presidência do Banco Central, saiba qual é a melhor rota para singrar este ano que tem tudo para ser bom – ao menos para o Brasil.

Clique aqui e veja a Agenda na sua íntegra!

Sugestão / Dica: utilize estas informações em suas “reuniões / encontros de acompanhamento de cenários” no  Planejamento Estratégico da sua empresa!

Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 é utópica, mas …

Imagem1A Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano, ou seja, 2010, cujo slogan é “Economia e Vida” já esta dando o que falar alguns a consideram uma utopia diante da globalização, mas como um cristão que sou, já tenho a minha opinião sobre “ela”.

No meu ponto de vista o principal objetivo desta campanha é fazer com que as pessoas, principalmente nós empresários que nos consideramos cristãos possamos avaliar as nossas condutas, os nossos valores / princípios. No “frigir dos ovos”, a campanha coloca a Ética Cristã em guerra com a Ética do Capitalismo, dando “um puxão de orelha” aos empresários gananciosos e individualistas!

Na essência visa substituir o atual modelo econômico baseado no lucro por outro, voltado para o bem estar das pessoas, o famoso “bem comum”. Isso me faz lembrar um pouco sobre outro tema emergente, ou seja, da sustentabilidade “versus” lucratividade (clique aqui e veja um artigo que publicamos sobre este tema).

Esta é terceira campanha ecumênica no qual o CONIC (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs) esta a frente. O CONIC foi fundado em 1982, sendo uma aliança fraterna das seguintes igrejas cristãs:

  • Igreja Católica Apostólica Romana;
  • Igreja Episcopal Anglicana no Brasil;
  • Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;
  • Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, e;
  • Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.

Entre os diversos objetivos propostos por esta campanha, considero a seguir aqueles nos quais eu me identifico e apoio:

  • Buscar a superação do consumismo, que faz com que o “ter” seja mais importante do que as pessoas, e;
  • Criar laços entre as pessoas de convivência mais próxima, em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais.

O reverendo anglicano Luiz Alberto Barboza, secretário-geral do CONIC e responsável por comandar a campanha deste ano, reconhece seu caráter utópico. O objetivo é substituir o modelo econômico baseado no lucro por outro, voltado para o bem-estar das pessoas. Em lugar dos bancos, da globalização, do agronegócio e da movimentação de capitais, entram em cena cooperativas, redes solidárias, agricultura familiar e iniciativas de microcrédito. Barboza diz que não se trata de uma crítica às políticas do governo:

– A crítica é ao modelo que coloca o lucro acima do ser humano.

Em conjunto com o slogan da campanha (Economia é Vida), o CONIC instiga nós, empresários cristãos, através do versículo 24 do evangelho de Mateus 6:

“Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”

Segue o link da página oficial da campanha:

http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/cat_view/241-cf/242-cf-2010

Assim como o link da apresentação, desenvolvido para trabalhos em grupo de estudo e reflexão:

http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/doc_download/41-apresentacao-em-power-point

Também, convidamos a ler um artigo que foi veiculado hoje, 17/02/2010, no jornal Zero Hora (clique aqui)

E você, qual é a sua opinião sobre o assunto?

Nova onda de contratações aponta alta de salários e risco de rouba-rouba (Fonte: Revista Construção Mercado)

CapturarContinuando o post anterior, no qual falamos sobre a disputa por mão de obra no setor de construção civil, gostaríamos de convidá-los a analisar uma reportagem da Revista Construção Mercado, que alerta que com o aumento do volume de obras acontecerá uma aquecimento nas contratações de profissionais qualificados e trazendo os riscos de “rouba-rouba” de engenheiros e aumento de salários.

O aquecimento da demanda por profissionais já está resultando em ofertas salariais mais vantajosas e até superiores às experimentadas durante o boom de contratações de 2007. “Hoje, os engenheiros ganham cerca de 20% a 30% a mais do que ganhavam em 2007“, calcula Léa Fedelman, consultora da Michael Page (veja a tabela abaixo). Mas ela admite que o aquecimento não chegou ao nível observado há dois anos. “Hoje temos algo mais de 150 vagas em todo o Brasil; em 2007, tínhamos 100 vagas só em São Paulo”, lembra.

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Segundo ela, a movimentação no setor de RH é decorrente do cenário promissor da construção civil para os próximos anos. Léa distingue as áreas de grandes obras, incentivadas pela realização das Olimpíadas e da Copa, e do mercado imobiliário, motivada pelo projeto MCMV (Minha Casa, Minha Vida). Segundo ela, nos segmentos habitacional e comercial, o cenário é mais favorável para os gestores de obras e profissionais com habilidade em planejamento e orçamento. Ela identifica um engenheiro civil com pós-graduação em gerenciamento de projetos, como profissional ideal e explica: “o segmento de baixa renda – que tende a crescer por conta do plano MCMV – exige conhecimento em infraestrutura porque os projetos têm muitas torres e demandam a instalação de todos os serviços de arruamento e de desenvolvimento urbano“. Por outro lado, a área de grandes obras, gerida por escritórios de projetos técnicos de engenharia, demanda profissionais habilitados a assumirem gerências de contratos, que podem chegar à ordem dos R$ 500 milhões.

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Gestores de obras, especialistas em planejamento e orçamento, profissionais de novos negócios e com experiência em prospecção de terrenos compõem a lista dos perfis mais demandados.

i159462As contratações de operários também estão aquecidas. O vice-presidente de relações capital-trabalho do SindusCon-SP (Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Haruo Ishikawa, informa que o nível de contratação de 2009 já superou o pico alcançado em 2008. Segundo o executivo, o setor de construção emprega, atualmente, 2.300.000 trabalhadores, contra 2.194.000 contratados em setembro de 2008.

Para Ishikawa, os profissionais em falta no mercado são aqueles empregados na fase de acabamento das obras, tais como azulejistas, gesseiros, ceramistas e pintores, por conta da finalização dos empreendimentos iniciados antes do estouro da crise. Ishikawa considera, entretanto, a possibilidade de que nos próximos cinco ou seis meses venha a ocorrer uma carência de profissionais de início de construção. Para ele, caso haja uma demanda muito grande, os salários podem ser aumentados em 8% a 10% sobre o valor do piso.

Clique aqui e veja a reportagem na íntegra.

Disputa por mão de obra entre segmentos faz construtoras perderem funcionários (Fonte: PiniWeb)

O mercado de construção civil esta aquecido e a busca de profissionais capacitados e com experiência está em alta, também!

Obras atrativas, como usinas hidrelétricas, acirram a briga por trabalhadores, elevam salários e deixam aflitas construtoras do segmento residencial.

A concorrência entre segmentos da construção civil já afeta a oferta e o custo da mão de obra qualificada em canteiros de diversas regiões do Brasil.

Em Rondônia, as obras da hidrelétrica do Rio Madeira, que juntas operam com cerca 20 mil trabalhadores, elevou o piso salarial de pedreiros e serventes do segmento residencial em 30% e tem deixado as incorporadoras de Porto Velho sem gente para trabalhar.

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Obras da hidrelétrica do Rio Madeira, como a da Usina Santo Antônio, elevam o piso salarial de pedreiros e serventes do segmento residencial.

As empresas que possuem um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (clique aqui) conseguem manter / reter em seus quadros, estes profissionais!

Construtoras goianas vivem problema semelhante, só que em relação às obras preparatórias para a Copa de 2014 em Brasília (DF). A capital do País, distante de Goiânia apenas 180 km, é a cidade mais adiantada no que diz respeito às construções da competição. “O piso de Brasília é 40% mais alto que o de Goiânia e como falta gente lá, eles vêm aqui e oferecem duas ou três vezes mais do que podemos pagar”, conta Moacir Moreira, proprietário da Construtora Moreira Ortence.

A atração de profissionais não locais também tem sido a estratégia de empresas de Londrina, no Paraná. “Na região de Paranhos-MS e em Bela Vista do Paraíso-PR, há um contingente maior de carpinteiros; em Curitiba-PR, pedreiros e em São Paulo, pedreiros e armadores”, diz José Pereira, da Terra Nova Engenharia. Distante dali, no Maranhão, boa parte dos funcionários em atividade nas construtoras vêm do Piauí.

No Ceará, a disputa acontece entre obras de infraestrutura – como o Complexo Industrial Portuário de Pecém, refinaria Premium II da Petrobras e Ferrovia Transnordestina -, e de aeroportos e mobilidade urbana. “Hoje, a construção emprega 30 mil pessoas no Estado. Até 2015 haverá 60 mil operários trabalhando”, conta Francisco Chagas Magalhães, diretor regional do Senai-CE.

Detalhes dessa concorrência por operários entre empreendimentos, regiões e segmentos poderão ser conferidos na reportagem de capa da edição de fevereiro da revista Construção Mercado, disponível para consulta no site www.construcaomercado.com.br a partir do dia primeiro do próximo mês para os assinantes. A matéria traz o diagnóstico da falta de mão de obra e as soluções para o problema no âmbito setorial e empresarial.

Empregos de futuro! (Fonte: Veja)

Dando continuidade ao post que publicamos sobre “O ano Zero da Economia Limpa e As 200 melhores e piores profissões do mundo!” … recentemente li um reportagem da Revista Veja (Edição 2145 – número 52 – 30/12/2009), comentando sobre as oportunidades / profissões criadas por um mundo atento ao zelo contra o aquecimento global!

São 10 profissões / empregos de futuro:

  1. Agricultor;
  2. Técnico Florestal;
  3. Portador de MBA em negócios verdes;
  4. Fabricante de turbina eólica;
  5. Biólogo conservacionista;
  6. Desenvolvedor de sistemas de sustentabilidade;
  7. Urbanista;
  8. Reciclador;
  9. Instalador de energia solar;
  10. Empreiteiro da eficiência energética

Acesse todo conteúdo desta reportagem, clicando neste link.

O ano Zero da Economia Limpa (Fonte: Veja)

capa380Recentemente li uma séria de reportagens sobre as perspectivas para os próximos anos sobre “economia limpa”. As reportagens foram publicadas pela Revista Veja (Edição 2145 – número 52 – 30/12/2009).

Aqui fica um recado para as empresas desenvolverem produtos / serviços com foco na “economia limpa”!

Nesta série de reportagens / estudos, a equipe de jornalista da Revista Veja, apresenta as 10 ideias e posturas de um novo mundo!

Seguem abaixo, os links para que possamos refletir sobre o que queremos sobre sustentabilidade para os próximos anos!

  1. Ecodesign
    O apagar das luzes da lâmpada de Edison
    Emissão zero em cidade nos Emirados Árabes
  2. Carros elétricos
     A chegada dos primeiros modelos de grandes montadoras
  3. Executivos verdes
    O perfil do líder moderno dentro das empresas
  4. Energias renováveis
    O vento é limpo mas ainda custa caro
  5. Logística reversa
    A reciclagem de resíduos já é bom negócio
  6. Responsabilidade
    Apagar o passivo ambiental vale dinheiro
  7. Propaganda
    A militância (e a polêmica) na publicidade
  8. Globalização 2.0
    A era da cidadania global
  9. Capital natural
    Está na hora de cobrar pelos recursos naturais
  10. Créditos de carbono
    Falta ainda saber quanto custa poluir

A seguir copiamos na íntegra o texto introdutório para esta série de 10 reportagens:

Svante Arrhenius era um desconhecido físico sueco quando, em 1896, fez um alerta: se a humanidade continuasse a emitir dióxido de carbono na atmosfera no mesmo ritmo que fazia desde a alvorada da Revolução Industrial, em 1750, a temperatura média do planeta subiria de maneira dramática, em decorrência do efeito estufa.

Pouca gente escutou o apelo de Arrhenius em seu tempo, um período sem carros, sem megalópoles, com apenas 1,2 bilhão de pessoas no mundo. Quase ninguém seguiu seu raciocínio na maior parte do século seguinte. Foi assim até que novas evidências científicas surgiram, além das catástrofes naturais. E nos anos 1960 brotou uma ideia romântica, utópica e alternativa de preservação da natureza. Ela hoje entrou na corrente principal do pensamento ocidental, ajudou a transformar os processos de produção industrial e moldou o perfil dos líderes empresariais que conduzem o capitalismo no século XXI. Há muito ainda a ser feito. Evidentemente, é um frágil equilíbrio, mas trata-se, agora, de agir já para pagar menos depois.

Um relatório produzido em 2006 pelo economista inglês Nicholas Stern, então no Banco Mundial, indica que investir imediatamente, a cada ano, 1% do PIB global pode evitar perdas de até 20% desse mesmo PIB até 2050. É informação que os líderes reunidos na COP15, em Copenhague, neste mês, tinham com nitidez. Esses números não os fizeram avançar muito, em uma cúpula que entrará para a história pelos tímidos resultados que ofereceu. Não há problema. Existe uma mensagem clara: os estados não se entendem, escorregam na burocracia e em interesses egoístas, mas a iniciativa privada saiu na frente. As empresas e a sociedade já fazem mais e melhor que os governos no combate ao aquecimento global. Eles ainda patinam para entregar sua principal – se não única – contribuição, a de definir um quadro institucional estável e favorável à livre-iniciativa, à inovação e ao empreendedorismo.

A seguir, VEJA faz um amplo painel dos lançamentos de produtos, das ideias e das posturas que, a partir de 2010, começarão a delinear mais claramente o cotidiano baseado na economia limpa.

Fim de ano sem férias coletivas em Caxias do Sul!

Cerca de 60% dos trabalhadores do setor metalmecânico de Caxias do Sul / RS não terão descanso neste fim de ano, e não terão o que reclamar, diante da crise financeira que se abateu no final 2008 resultando numa avalanche de demissões, férias prolongadas, clima de insegurança e o medo de perder o emprego. Passar o verão de 2009 trabalhando é sinal de recuperação econômica para as empresas e garantia de emprego para os trabalhadores.

Veja a reportagem da integra, clicando neste link.

Preparar-se para não perder as oportunidades (Por Eduardo Pocetti)

Vocês conhecem a OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)? Caso negativo acesse este link, para maiores informações!

Recentemente esta entidade realizou um estudo sobre as projeções econômicas para a América Latina para o ano de 2010!

O Sr. Eduardo Pocetti publicou um artigo sobre este estudo, no qual salienta que Brasil terá “crescimento robusto, em torno 4,5%, em 2010 e 2011”. Clique neste link, e acesse este artigo na íntegra.

Acesse também a apresentação deste estudo realizado pela OECD, clicando neste link.

2 mil casas de Plásticos e Fibra de Vidro para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida (Fonte: Jornal do Comércio)

A MVC, empresa controlada pelo grupo Artecola (56%), com participação da Marcopolo (44%) produzirá duas mil unidades do modelo construtivo Casa Prática em 2010, contando com o estímulo do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

Em novembro deste ano, a MVC obteve a homologação da CEF (Caixa Econômica Federal) para um lote 500 unidades da Casa Prática para empreendimentos de pequeno porte. O processo de homologação do sistema construtivo Casa Prática – que usa uma estrutura sanduíche de lâminas de plástico reforçado com fibra de vidro – começou há cerca de dois anos.

Clique neste link e acesse a notícia na íntegra, veiculada no Jornal do Comércio.

Também acesse este link para obter maiores informações sobre o modelo construtivo Casa Prática.

E a sua empresa construtora, esta inovando nos processos construtivos, aproveitando as oportunidades que o mercado está oferecendo de financiamentos?

Empresários gaúchos estão otimistas com a economia em 2010 (Fonte: Zero Hora)

Dando continuidade ao post no qual foi apresentado um cenário positivo para 2010 para as indústrias metal mecânicas, hoje li no Jornal Zero Hora sobre o resultado da pesquisa denominada “Pesquisa Expectativa dos Empresários do Rio Grande do Sul para 2010”, encomendada pelo Grupo RBS.

Este levantamento foi realizado entre os dias 12 e 19 de novembro de 2009, ouviu 274 empresários. Do total dos entrevistados, 44,5% são do setor de serviços, 31,8% do comércio e 23,7% da indústria e agroindústria e 48,2% responderam ser empresários de médio porte, 29,2%, de pequeno porte, e 22,6%, de grande porte.

Em relação à economia gaúcha, a percepção dos empresários é mais moderada: só 21,9% acreditam que o Estado crescerá muito em 2010, enquanto 68,2% disseram que haverá pouco crescimento.

Clique neste link e acesse a matéria na íntegra.