Indústrias metal mecânicas de Caxias do Sul / RS apostam que 2010 terá resultado histórico para a economia

Hoje li no Jornal Pioneiro uma notícia extremamente otimista, o SIMECS (Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul), em um evento que aconteceu ontem (07/12/09) denominado “Seminário sobre o Desempenho Econômico 2009 e Perspectivas 2010”, projeta crescimento, investimentos e contratações em todos os ramos do setor metal mecânico. Sendo que alguns devem ter destaque maior ainda, o de energia (petróleo e gás). Este é um setor que deverá crescer mundialmente e existem empresas de fora querendo firmar parcerias com as brasileiras.

Clique neste link e acesse a matéria na íntegra.

Credit Suisse projeta cenário positivo para a economia brasileira nos próximos anos!

Recebemos do nosso cliente, a Sitmed Equipamentos Hospitalares Ltda., através do seu Diretor, o Sr. Miguel Mazzocco, um arquivo / relatório publicado pelo Credit Suisse, projetando um cenário para a economia brasileira para os próximos anos!

Este documento foi publicado em dezembro de 2008, mas podemos até comparar / confirmar com a atual realidade, ou seja, o que já se tornou realidade neste final de ano em função do que foi projetado!

Segue o link deste relatório.

Também, segue um link de uma notícia recente deste assunto, no website da InfoMoney, ou seja, o novo relatório desta instituição financeira:

http://web.infomoney.com.br/templates/news/view_rss.asp?codigo=1732697&path=/investimentos/

Perspectivas Econômicas para 2010!

brasil_olhoOs meses de novembro e dezembro, normalmente, são períodos para analisar os resultados obtidos ao longo do ano e buscar uma projeção para um novo ciclo, ou seja, o próximo ano que esta chegando!

Recentemente recebemos informações extremamente valiosas referente às projeções / perspectivas econômicas para 2010. O trabalho foi realizado pela Unidade de Estudos Econômicos da FIERGS. A base deste trabalho esta fundamentada na metodologia conhecida como “indicadores antecedentes”.

Clique neste link e acesse e principalmente analise estas informações!

Sucesso em suas montagens de cenários para 2010!

Também estamos no próximo post, divulgando um relatório do Credit Suisse para os próximos anos!

Vagas retornam às Indústrias (Fonte: Jornal Pioneiro)

empregosOs empregos estão voltando, pelo menos em Caxias do Sul / RS! Esta notícia … eu li no Jornal Pioneiro, no sábado passado (17/10/09).

Mas a busca de profissionais qualificados é a premissa nestas ofertas, que chegam a um número superior de 1,8 mil oportunidades em Caxias do Sul! As empresas estão buscando funcionários que além de “vestir a camiseta … entrem em campo e joguem no time”

O artigo apresenta de forma detalhada em quais agências de recursos humanos estas vagas estão sendo oferecidas. Nossa “aliada”, a Evolutiva Centro de Desenvolvimento Profissional faz parte deste “cenário”, ofertando 600 vagas, nas funções de “processo de solda, montagem, pintura e operação de máquinas de estamparia”.

Acesse neste link, o artigo na integra.

As estratégias para o ano de 2010 (Por Volnei F. de Castilhos)

0062Já estamos entrando no último trimestre de 2009 e o que talvez traga algumas reflexões são os cenários para o ano de 2010.

É o ano de eleições presidenciais. Bem, nos planejamentos estratégicos precisamos acreditar em um ano melhor. Talvez não tenhamos o crescimento que obtivemos em 2007, mas será um ano bom para nossas empresas.

Com certeza, melhor do que 2009.  O ano de 2009 foi um ano de muito aprendizado!

As eleições sempre causam apreensões em relação ao nível de investimentos que nossas empresas farão ou deixarão de fazer.

Estamos com a menor taxa de juros SELIC dos últimos tempos, apesar de ainda ser considerada uma das maiores taxas de juros de mundo.

Precisamos pensar positivamente, sonhar, mas documentar nossos sonhos em estratégias, ações e buscar as suas realizações ao longo de 2010.

A grande importância de planejar com todos nossos colaboradores e compartilhar nossas ações para melhorar os resultados das empresas para o ano de 2010.

Os temores, crises, dificuldades, tudo isso para nós brasileiros, moldados com crises desde a década de 80, talvez essa tenha sido uma das menores.

Crise é aprendizado. Também nos lembra novamente que não precisa ter crise para pensarmos em PLANEJAMENTO, em investir mais nas pessoas e buscar sempre novos mercados e novas oportunidades.

O importante nesse momento é reavaliar nossos mercados, rever nosso foco estratégico, entender ainda mais as necessidades de nossos clientes e acima de tudo INOVAR.

Dificilmente algum negócio sobreviverá sem que haja investimentos em novas linhas de produção, em qualidade, em pessoas e uma preocupação constante com reduzir custos.

Quem ainda não pensou no planejamento estratégico para a sua empresa, essa é a hora de implantar uma das ferramentas mais utilizadas no mundo da gestão.

Não vamos perder tempo, pois nosso concorrente não perde oportunidades para ampliar seu mercado.

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos

Mestre em Finanças (UFRGS)

Professor da Fundação Getúlio Vargas

Consultor Financeiro

volneifc@terra.com.br

De carona, pequenas empresas se tornam globais (Fonte: Agência Estado)

A internacionalização de companhias brasileiras está abrindo portas para pequenas e médias empresas no exterior. Como fornecedoras ou prestadoras de serviços, elas pegam carona no boom de investimentos internacionais de grandes grupos.

Além de ajudar a conquistar clientes lá fora, algumas parcerias acabam estimulando as pequenas a buscar certificações técnicas e se tornarem mais ágeis e competitivas também no mercado doméstico.

A empresa especializada na instalação de canteiros de obras, a Canteiro Construções Racionalizadas, de Santa Isabel (SP), deu o primeiro passo de sua internacionalização em 2004, ao firmar um contrato com a Construtora Odebrecht. Desde então, já montou seus espaços em empreendimentos na Venezuela, República Dominicana e Angola. Cinco anos depois, o faturamento com projetos internacionais representa 20% do total da companhia, conta um dos sócios, Sérgio Boff.

O país africano, que passa por intensa reconstrução, após o fim da guerra civil que durou mais de duas décadas, tem papel de destaque nesse resultado. Ali, a empresa já espalhou seus canteiros por uma área de 50 mil metros quadrados. A parceria com a Odebrecht ajudou a dar visibilidade para a Canteiro Construções Racionalizadas, que está expandindo sua atuação em Angola. Há dois anos, a Canteiro passou a fornecer para outros clientes no país. “Estando lá, ficou mais fácil fazer os contatos”, acredita Boff. Entre os novos clientes, estão grupos locais e nacionais como Engepar e Atlantis.

Outra companhia que aproveitou a internacionalização de grandes grupos para buscar novos mercados foi a carioca PCE Projetos e Consultorias de Engenharia, que faz projetos de engenharia. Fornecedora de empresas como Odebrecht e Andrade Gutierrez, a companhia está presente em obras no Peru, Bolívia, República Dominicana e Honduras, conta o diretor Paulo Roberto Pereira. “Às vezes, a parceria funciona melhor do que a criação de uma sede no exterior”, afirma.

Os contratos internacionais, que respondem por 15% do faturamento da PCE, também trazem segurança para a empresa. “Quando das coisas vão mal no Brasil, eles funcionam como seguro”, afirma.

Milton Torrecilhas, diretor da empresa de componentes elétricos PJ, de São Paulo, também vê a internacionalização como uma garantia de faturamento. “Com as vendas externas, posso correr atrás de novos negócios e fortalecer outras áreas no mercado doméstico.”

Filial

A empresa familiar, que fez sua primeira exportação há cinco anos, para atender uma obra de Odebrecht em Angola, resolveu investir para atender o mercado internacional. Há um ano e meio, abriu uma filial no Rio de Janeiro para facilitar o envio de produtos para o país africano, escoados pelo porto da capital fluminense. Pelo menos 10% do faturamento é obtido com as exportações.

As pequenas e médias empresas são maioria entre os fornecedores da Odebrecht no exterior. Elas representam 90% dos fornecedores de serviços e 60% dos de produtos. “Uma das principais vantagens em ter essas companhias como parceiras é a agilidade. Conseguimos tratar diretamente com o dono”, comenta Mauro Rehm, gerente geral da Odebrecht Logística e Exportação.

Exigências

Segundo o executivo, porém, nos contratos para exportação, os níveis de exigências são maiores. “Muitos exigem requisitos que as empresas que atuam apenas no mercado interno não têm.” Nesse caso, diz ele, a companhia auxilia os pequenos fornecedores a buscarem qualificação técnica, que incluem cuidados especiais com embalagens, entrega e atendimento. “Mas a empresa precisa ter, além de potencial, a vontade de se internacionalizar.”

Paulo Roberto Pereira, da PCE, conta que o primeiro contrato internacional obrigou a empresa a buscar certificações, como o ISO 9001. As auditorias também se tornaram uma constante na rotina da companhia. “A empresa passou a buscar um melhor controle de qualidade”, conta ele.

Crise dá trégua e já falta mão de obra (Por Marcelo Rehder – Estadão.com.br)

Emprego e desempregoHoje, li no estadão.com.br um artigo no qual o seu autor, o Marcelo Rehder, confirma as minhas suspeitas de que estamos diante de uma outra crise no Brasil, ou seja, a falta de trabalhadores qualificados, principalmente para setores estratégicos como petróleo e gás, construção civil e agronegócio!

Vale a pena reservar um tempo em suas agendas para esta leitura e análise, clique neste link para ter acesso a este artigo!

E você, faz parte destes segmentos?

Já estão percebendo esta nova crise?

Quais são as alternativas para superar esta nova crise?

Um ano depois! Empresas gaúchas entram no rumo da recuperação

DINHEI~1Dando continuidade ao post que publicamos ontem, o jornal Zero Hora publicou hoje, uma reportagem apresentando que mesmo em um ano de crise, no qual empresas perderam receita e mercados, e trabalhadores, o emprego, o estado do Rio Grande do Sul recebeu boas notícias!

Doze meses depois do ponto que marcou o início da fase mais dura da turbulência, além da confirmação de investimentos milionários e da manutenção dos planos de industrialização de leite, o Estado assiste à estabilização de grandes indústrias e de importantes segmentos para a economia gaúcha.

Veja a notícia na íntegra, clicando neste link.

Reação no campo! Vendas de máquinas reboca vagas!

Como é bom ler notícias otimistas sobre o mercado de trabalho e principalmente sobre as perspectivas de crescimento!

Li hoje no jornal Zero Hora, este tipo de notícia: o estímulo à compra de tratores e colheitadeiras para agricultura familiar e empresarial faz a indústria projetar mais trabalho!

Veja a notícia na íntegra, clicando neste link.

Aproveitando, segue abaixo, uma charge do Iotti, que foi publicada hoje, também na Zero Hora que traduz o nosso sentimento de liberação de angústia e renovação de esperança por tempos melhores para todos, trabalhadores e empresários!

Iotti-14-09-09

Entre Inovação e Novidades… Onde sua Empresa se localiza? (Por José Luís Möllmann)

Olá!

Publicado há alguns anos no Brasil, o livro A Estratégia do Oceano Azul, Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante, escrito por W. Chin Kim e Renée Mauborgne têm sido utilizados por inúmeros empresários, diretores e gerentes, buscando inspiração para seus desafios.

É um livro instigante, que trata de como transformar os negócios, como trazê-los para outros patamares de performance, capaz de criar um vácuo em relação aos concorrentes e torná-los, como o subtítulo diz, irrelevantes. E os autores utilizam vários cases para validar o conteúdo!

A grande questão para Empresas e Organizações é como fazer isso?

Dentre vários pontos tratados no livro, um deles diz respeito à Inovação e às Novidades!

Em minhas andanças tenho visto muitas empresas e organizações repetirem receitas. Buscam receitas prontas, já testadas por alguém e que, pretensiosamente, poderão caber (e resolver) seus problemas ou melhorar o desempenho. Não é a toa que grande parte de cursos e palestras (certamente você já presenciou isso em sua vida), ao longo do curso ou no final da palestra, alguém pergunta, após explicitar seu problema, qual a forma ou a receita de resolvê-lo! O que o palestrante faria frente ao seu problema.

Muitas vezes me pergunto por que isso acontece. Por que essa necessidade de ter que ter receitas prontas. Onde fica a inteligência corporativa, que é o somatório das inteligências e da expertise individual de todos os que podem ajudar a Empresa? É por dificuldades de fazer um bom diagnóstico? De manusear as ferramentas de análise? Falta de tempo? Pressão? Pouca inspiração? Porque que se usa incessante e indiscriminadamente os benchmarks (apenas eles)?

Usar benchmarks de empresas que navegam no mesmo oceano, que alteraram pequenas ações, pequenos procedimentos e que por isso conseguiram algum ganho, faz os concorrentes se impressionarem com a capacidade de criar, de inovar (?). Isso  não permite a nenhuma empresa realmente se tornar diferente, navegar no que os autores chamam de oceano azul! Copiar, com ajustes não torna ninguém líder de mercado e não permite abrir vantagens significativas da concorrência e tornar esses concorrentes… irrelevantes!

Em minha opinião, o que a grande maioria das empresas fazem não é inovar. Não trabalham com inovação. Utiliza-se de novidades! E novidades, da mesma forma, não criam barreiras, não distancia dos concorrentes.

O que fazer então?

Esses e outros assuntos relacionados vamos abordar nas próximas semanas. Sem receitas prontas, por óbvio, mas matéria-prima para pensarmos e discutirmos esses assuntos em conjunto.

Por hora um forte abraço e… sucesso!

José Luís Möllmann

josemollmann@hotmail.com