Efeito UFA … pós-certificação! (Por: Cláudia Cruz)

Após a primeira certificação, a empresa pode gerar uma série de problemas em seu Sistema de Gestão, fazendo uma analogia, como se fosse um bebê recém-nascido que necessita de cuidados especiais e proteção até ter condições de caminhar sozinho.

Porradas039aUma empresa recém certificada não está preparado para dar continuidade com resultados eficazes em seu primeiro ano de vida, precisando assim de uma atenção especial. O primeiro passo é impedir que o “Efeito UFA” aconteça, onde ele é muito comum quando não se tomam algumas providências essenciais: as pessoas se esforçaram muito e na cabeça de algumas delas, chegou o momento de dar um tempo, aí é que está o grande problema: relaxando as dificuldades tendem a aumentar para retomar o pique. Todos devem manter o mesmo ritmo de antes, só que aos poucos para que as pessoas acostumem-se, com a nova realidade. Além disso, as auditorias devem estar mais presentes e mais frequentes, fazendo que os funcionários adquiram o hábito de planejar, executar, controlar e agir com eficiência e eficácia.

No decorrer deste 1º ano de certificação, a empresa deve garantir as conquistas efetivadas até a certificação, impedindo que o Efeito UFA se propague. O maior problema das empresas é o fim, ou até a exclusão do Sistema de Gestão provocado pela cultura errada de que quando a certificação chega, tudo está conforme, como se tivesse ganho um prêmio, estilo Top of Mind.

E como garantir que este Efeito UFA não ocorra na empresa? Deve ser implantado um plano de sensibilização sob o comando do Representante da Direção. Podemos usar o seguinte exemplo: uma pessoa não consegue um bom emprego tendo apenas o ensino básico enquanto seus concorrentes possuem escolaridade e experiência profissional superior. A mesma coisa acontece com uma empresa: não consegue sucesso tendo sua concorrência com recursos avançados e competitivos, e que possuem não apenas um Sistema de Gestão, mas um sistema forte e concreto, que garanta a verdadeira “qualidade”, “produtividade” e “competitividade”. O início desta caminhada é fortalecer a gestão nas suas partes mais significativas para o negócio da empresa. Desta forma, podemos garantir que o atual Sistema de Gestão está muito bem construído e adequado à empresa e haver o diagnóstico cuidadoso de qual parte do sistema deve ser fortalecida para atender a Estratégia atual da empresa, principalmente quando sua concorrência é acirrada.

Os indicadores devem ser muito bem elaborados e acompanhados, alinhados sempre com a sua Política da Qualidade, não bastando ser gráficos que são bem vistos aos olhos. Toda empresa, deve ter seus indicadores corretamente concretos, para que decisões certas devam ser tomadas na hora certa. A ISO 10017 (técnicas estatísticas) possui ferramentas corretas para uma empresa com ISO 9001 não cometer erros na construção de seus indicadores da qualidade (amostragens e nas medições).

Para concluir, ao se implantar a ISO 9001 a empresa deve ter consciência dos recursos que possui para aderir seu Sistema de Gestão da Qualidade ao seu faturamento e custos operacionais.

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

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Construtoras terão de fazer isolamento acústico entre apartamentos.

A partir de agora, as construtoras serão obrigadas a reduzir o nível de ruído dentro dos imóveis. Do corredor para o interior ou de um apartamento para o outro, o limite aceitável é de 45 decibéis.

Objetivo é diminuir discórdia entre vizinhos causada por ruídos.

Nova norma de engenharia entra em vigor  a partir da data de hoje (12/05/2010) determina que não deve haver vazamento de ruídos entre os cômodos de um imóvel e entre os apartamentos. Determina também que o piso deve atenuar os sons resultantes de impacto.

“Vai ser feito um teste e ele pode exigir o seu certificado antes de comprar. Se não tiver, não compre”, afirma o professor de acústica da Universidade Federal de Minas Gerais, Marco Antonio Vecci.

Se necessário, as construtoras deverão usar materiais especiais entre a laje e o contra-piso. A queda de um objeto pode causar no andar de baixo um barulho 30% maior do que sobre um piso com isolamento acústico.

Assista a notícia que foi veiculada hoje pelo Jornal Nacional (Rede Globo), através deste link.

TreviPlam Engenharia amplia a implementação do Programa 5S!

CapturarDando continuidade ao post publicado anteriormente, a TreviPlam Engenharia Ltda., nosso cliente, esta ampliando a implementação dos conceitos do Programa 5S, já implementados nos Canteiros das Obras, agora na Terraplenagem, com a denominação de “Programa 5S na Terraplenagem”!

Esta empresa já possuem a cerca de cinco anos, um Sistema de Gestão pela Qualidade, baseado na NBR ISO 9001:2008 e SiAC – Nível A do PBQP-Habitat.

A implementação destes conceitos de Utilização, Organização, Limpeza, Saúde e Auto Disciplina nos locais de reparo / manutenção de veículos / equipamentos (oficina) e garagem traduz a preocupação dos Diretores desta empresa, os Engenheiros civis João Luiz Trevisan e Pedro Paulo Trevisan em buscar de forma continuada juntos aos seus colaboradores a necessidade de melhoria na prestação dos seus serviços!

A implementação do “Programa 5S na Terraplenageminiciou-se com treinamentos com a participação do Engenheiro Civil Evandro Schramm Trevisan, mecânicos, motoristas e operadores de máquinas!

As primeiras ações práticas foi o lançamento deste programa, conforme imagem a seguir:

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Ao longo do mês de maio de 2010, estarão ocorrendo a implementação e avaliação dos 5 Sensos nestes locais de trabalho!

Desejamos sucesso à todos os colaboradores da TreviPlam Engenharia Ltda. neste novo desafio!

Validação dos Processos (Por: Cláudia Cruz)

Um dos requisitos, da ISO 9001, mais difíceis de atender no segmento da construção civil é o requisito 7.5.2, ou seja, a validação dos processos de produção e prestação de serviço.

É um requisito que não somente envolve o pessoal da engenharia, mas também o comprometimento da alta direção.

A validação vai além da sistemática do controle do processo para atingir tanto a adequação com os requisitos, quanto ao alcance de benefícios para as partes interessadas. Podemos conseguir isso, usando a melhoria da eficácia e da eficiência do processo de realização e dos processos de apoio associados tais como:

  • Comprometimento das pessoas;
  • Redução do desperdício;
  • Capacitação dos envolvidos;
  • Comunicação e registro das informações;
  • Desenvolvimento da capacidade do fornecedor;
  • Melhoria de infra-estrutura;
  • Prevenção de problemas;
  • Métodos de processamentos e rendimento de processo, e;
  • Métodos de monitoramento.

Na construção civil podem ocorrer situações em que o resultado do processo não pode ser verificado plenamente, por meio de uma inspeção subsequente e assim sendo, se algo sair errado, as deficiências somente vão se tornar aparentes depois que o produto estiver em uso (ex: pintura). Nesse caso, o método de produção deve ser validado.

Validar o processo significa demonstrar que ele é capaz de gerar resultados aceitáveis. Isto implica realizar o processo na forma como foi planejado e verificar seus resultados através de ensaios planejados.

Algumas falhas comuns de acontecer são as seguintes:

  • Não reconhecer processos que requeiram validação;
  • Não manter registros de aprovação de processos;
  • Não definir métodos e/ou critérios para aprovação de processos;
  • Realizar processo com o pessoal não qualificado;
  • Não prever requisitos para qualificação do pessoal que executa processos;
  • Realizar atividades de produção em desacordo com a forma como foram validados os processos, e;
  • Não manter registros de qualificação de pessoal.

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

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Será obrigatório o uso de coletores solares no “Minha casa, minha vida” (Por Daniela Matos)

coletorsolarO governo brasileiro iniciou a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e definiu que as casas construídas pelo “Minha casa, Minha Vida” deverão usar coletores solares. Através dessa medida, cerca de dois milhões de residências populares utilizarão energia limpa.

Clique aqui e veja o artigo que anteriormente havíamos publicado.

Segundo informações divulgadas pela ministra Dilma Roussef, o PAC 2 terá investimento de R$ 1,1 bilhão. Dentro desse valor, 442 milhões de reais serão destinados ao Programa de Eficiência Energética, que engloba também o uso dos coletores de energia solar.

Ao ser questionada sobre a utilização desse tipo de energia limpa somente na segunda fase do PAC, a ministra explicou que o governo temia que houvesse falta de equipamentos, já que seriam necessários milhões de coletores.

Acesse este link, para buscar maiores informações sobre o uso de coletores solares.

A empresa contratara para instala e fornecer manutenção do sistema de aquecimento solar deve ter certificado Qualisol.

Minha Casa, Minha Vida – Parte 2 …. de 2011 à 2014 … 3 milhões de unidades (Fonte: Agência Estado)

Esta semana recebi a notícia da perspectiva de continuidade do programa “Minha Casa, Minha Vida”, ou seja, a “Parte 2”!

Segue abaixo a notícia na integra, publicado pela Agência Estado, cujo autor é Fábio Graner:

casapopular_pablo_valadares_aeA fase dois do programa “Minha Casa, Minha Vida” deverá prever a construção de dois a três milhões de novas residências no País, informou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC), Paulo Safady Simão na quinta-feira. Segundo ele, que participa das discussões sobre o tema com o governo, os estudos consideram uma duração de quatro anos para a nova etapa, de 2011 a 2014.

O “Minha Casa, Minha Vida 2” deve ser mais ambicioso, beneficiando de forma mais ampla as famílias com renda até três salários mínimos. Segundo Safady, pelo menos 50% das unidades serão destinadas a essa faixa de renda. Porém, o volume pode chegar a 75%. No “Minha Casa 1“, o governo definiu que 40% de 1 milhão de unidades previstas vão para o grupo até três salários. Até agora, segundo ele, foram contratadas 750 mil unidades. A contratação é a fase que antecede a construção do empreendimento.

O subsídio do Tesouro será tanto maior quanto for a meta do programa. Se o alvo for a construção de dois milhões de casas, o subsídio total do Tesouro em quatro anos – incluindo não só o grupo até três salários mínimos, mas também de três a seis – será de R$ 48 bilhões. Se a meta for de três milhões de unidades, o subsídio para os anos de 2011 a 2014 será de R$ 72 bilhões.

Controle dos Serviços de Execução (Por: Cláudia Cruz)

Continuando o assunto abordado no artigo anterior (clique aqui) sobre o acompanhamento da produção e qualidade, devemos documentar o método de operação coerente com a cumplicidade da tarefa e a qualificação do pessoal que executa tais atividades. Para isto, então que existe o PQO- Plano de Qualidade da Obra: relatamos nossos serviços críticos e forma de controle, evitando assim na obra, patologias futuras.

Nas obras civis, devemos focar as condições de inicio para as atividades (ex: liberar um serviço após a aprovação da etapa anterior), os materiais, ferramentas e equipamentos necessários para a realização das tarefas de forma planejada (ex: grua, andaimes, etc.), cuidados em relação à segurança do trabalho, e orientação para o monitoramento dos processos, a maneira de verificar conformidades e os cuidados para preservação do serviço concluído. Não esquecendo que toda documentação deve estar concluída e disponível para os envolvidos.

O que não deve ocorrer no controle dos serviços:

  • Falhas no processo de manutenção de equipamentos, não assegurando a capacidade do processo;
  • Falta de adequação nas condições adequadas para se trabalhar;
  • Descrever processos de execução de serviços ideal e não atual;
  • Não abranger todos os equipamentos de medição e monitoramento, e até não calibração;
  • Prever documentos de referencias e não considerá-los plenamente na execução dos processos;
  • Prever verificações no inicio, durante e esquecer o final (testes detalhados de funcionamento e desempenho), e;
  • Não dominar realmente os parâmetros de controle para cada serviço.

Eis algumas regras primordiais para o bom andamento das atividades a fim de garantir a qualidade do produto final, satisfazendo assim nossos clientes.

Nos próximos artigos, iremos descrever de forma prática como estas atividades são realizadas, assim como as suas dificuldades e formas de superá-las!

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

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Acompanhamento da Produção e Qualidade nas obras (Por: Cláudia Cruz)

A partir desta semana, teremos a oportunidade de ler os artigos da Cláudia Cruz, profissional com vasta experiência no segmento de Construção Civil, atualmente exercendo a função de Analista da Qualidade e Representante da Direção das empresas do Grupo L.PRIORI.

O primeiro artigo descreve de forma clara e prática, como são realizados os acompanhamentos da produção e qualidade nas obras:

Controle da Produção

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O controle da produção nas obras consiste em monitorar o andamento das obras com base nos serviços executados pela construtora e seus fornecedores.

Em primeiro lugar, é preciso garantir o cumprimento do planejamento físico da obra, através das seguintes atividades:

  • Por meio do monitoramento dos prazos estabelecidos;
  • Do andamento / acompanhamento das várias etapas de execução de obras, e;
  • Tomada de ações corretivas com o objetivo de corrigir desvios que porventura ocorrer.

Para realizar o controle da produção é necessário:

  • Estabelecer metas de produção para o mês seguinte, baseadas no planejamento físico, e os fornecedores de serviço. Isso pode ser feito usando-se planilhas ou quadros espalhados em pontos estratégicos do canteiro que consideram a produção diária ou semanal;
  • Avaliar o andamento dos serviços nas reuniões com a construtora e seus fornecedores. As reuniões ocorrem com periodicidade semanal, quinzenal ou mensal, dependendo da velocidade de execução da obra. Nessas reuniões também se verifica a existência de interferências entre os serviços que estão sendo executados pelos diversos fornecedores;
  • Verificar a existência de tendências de atraso por meio da análise da velocidade de execução dos serviços, e estabelecer novas metas para recuperação do tempo perdido, verificando se o fornecedor tem disponibilidade de recursos para a execução dos serviços programados.
  • Realizar a medição dos serviços concluídos para pagamento dos fornecedores, conforme a sistemática de medição dos serviços estabelecida no PQO – Plano da Qualidade da obra.

Controle da Qualidade

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O controle da qualidade da obra é realizado tendo-se como referencia o PQO – Plano da Qualidade, que foi estabelecido ainda na etapa de planejamento. Em uma das suas ações, o PQO prevê o controle de materiais, equipamentos, mão de obra, serviços e a organização do canteiro de obra.

A seguir apresentamos alguns controles de qualidade que a construtora deve exercer durante a execução da obra:

  • Materiais e equipamentos:
    • Acompanhar o processo de aquisição de materiais: escolha do fornecedor, cotação, compra e prazo para entrega;
    • Acompanhar o processo de aluguel de equipamentos, previstos no planejamento físico, que são usados para execução do transporte vertical e horizontal da obra, analisando a capacidade da empresa fornecedora em assumir responsabilidade técnica relacionada à operação e à manutenção do equipamento.
    • Monitorar o recebimento dos materiais, manuseio e armazenamento.
    • Monitorar o consumo de materiais e comparar com os quantitativos e os custos estabelecidos no orçamento.
  • Serviços:
    • Monitorar o processo de aquisição de serviços: seleção do fornecedor com base na sua capacitação, cotação e contratação.
    • Avaliar a desempenho dos fornecedores, baseando-se no cumprimento do planejamento físico e no controle da qualidade.
    • Supervisionar e controlar a utilização dos EPI´s e dispositivos de segurança do trabalho pelos funcionários.
  • Canteiro de obra:
    • Acompanhar a evolução da organização do canteiro da obra de acordo com o andamento da obra, observando: as áreas destinadas às pessoas, à estocagem de materiais e às centrais de produção.

O controle da qualidade é feito por meio de:

  • Inspeções periódicas e por amostragem de serviços e materiais, conforme os critérios de inspeção e de aceitação estabelecidos nos Procedimentos de Execução de Serviços (PES) e Procedimentos de Controle de Materiais (PCM). Essas inspeções são registradas em formulários específicos, sendo possível a utilização dos controles da própria construtora, caso ela possua um sistema de gestão da qualidade.
  • Ações corretivas necessárias em caso de identificação de falhas e não conformidades.

É importante ressaltar que um serviço só poderá ser considerado concluído e ser pago após sua liberação pelo controle da qualidade.

Nos próximos artigos (clique aqui), iremos descrever de forma prática como estas atividades são realizadas, assim como as suas dificuldades e formas de superá-las!

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

Email: claudia@lpriori.com.br

Skype: claudia.cruz1

Nova onda de contratações aponta alta de salários e risco de rouba-rouba (Fonte: Revista Construção Mercado)

CapturarContinuando o post anterior, no qual falamos sobre a disputa por mão de obra no setor de construção civil, gostaríamos de convidá-los a analisar uma reportagem da Revista Construção Mercado, que alerta que com o aumento do volume de obras acontecerá uma aquecimento nas contratações de profissionais qualificados e trazendo os riscos de “rouba-rouba” de engenheiros e aumento de salários.

O aquecimento da demanda por profissionais já está resultando em ofertas salariais mais vantajosas e até superiores às experimentadas durante o boom de contratações de 2007. “Hoje, os engenheiros ganham cerca de 20% a 30% a mais do que ganhavam em 2007“, calcula Léa Fedelman, consultora da Michael Page (veja a tabela abaixo). Mas ela admite que o aquecimento não chegou ao nível observado há dois anos. “Hoje temos algo mais de 150 vagas em todo o Brasil; em 2007, tínhamos 100 vagas só em São Paulo”, lembra.

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Segundo ela, a movimentação no setor de RH é decorrente do cenário promissor da construção civil para os próximos anos. Léa distingue as áreas de grandes obras, incentivadas pela realização das Olimpíadas e da Copa, e do mercado imobiliário, motivada pelo projeto MCMV (Minha Casa, Minha Vida). Segundo ela, nos segmentos habitacional e comercial, o cenário é mais favorável para os gestores de obras e profissionais com habilidade em planejamento e orçamento. Ela identifica um engenheiro civil com pós-graduação em gerenciamento de projetos, como profissional ideal e explica: “o segmento de baixa renda – que tende a crescer por conta do plano MCMV – exige conhecimento em infraestrutura porque os projetos têm muitas torres e demandam a instalação de todos os serviços de arruamento e de desenvolvimento urbano“. Por outro lado, a área de grandes obras, gerida por escritórios de projetos técnicos de engenharia, demanda profissionais habilitados a assumirem gerências de contratos, que podem chegar à ordem dos R$ 500 milhões.

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Gestores de obras, especialistas em planejamento e orçamento, profissionais de novos negócios e com experiência em prospecção de terrenos compõem a lista dos perfis mais demandados.

i159462As contratações de operários também estão aquecidas. O vice-presidente de relações capital-trabalho do SindusCon-SP (Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Haruo Ishikawa, informa que o nível de contratação de 2009 já superou o pico alcançado em 2008. Segundo o executivo, o setor de construção emprega, atualmente, 2.300.000 trabalhadores, contra 2.194.000 contratados em setembro de 2008.

Para Ishikawa, os profissionais em falta no mercado são aqueles empregados na fase de acabamento das obras, tais como azulejistas, gesseiros, ceramistas e pintores, por conta da finalização dos empreendimentos iniciados antes do estouro da crise. Ishikawa considera, entretanto, a possibilidade de que nos próximos cinco ou seis meses venha a ocorrer uma carência de profissionais de início de construção. Para ele, caso haja uma demanda muito grande, os salários podem ser aumentados em 8% a 10% sobre o valor do piso.

Clique aqui e veja a reportagem na íntegra.

2,7 mil vagas para cursos em canteiros de obras no RS!

treinamentoA Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS) através do projeto “Próximo Passo” esta oferecendo cursos de pedreiro, pintor de obras, eletricista de instalações prediais, ferreiro armador, instalador hidráulico predial e assentador de azulejos e pisos cerâmicos. São aproximadamente 2,7 mil vagas!

As inscrições  já podem ser feitas nas agências FGTAS/Sine e, naqueles municípios  onde não houver estas unidades, nos Centros Regionais de Assistência Social (CRAS) ou prefeituras.

Os cursos viabilizam a inclusão e a manutenção dos beneficiários do Programa Bolsa Família  no mercado de trabalho e buscam emancipar esses indivíduos,  da tutela do governo. A novidade deste programa é que, mesmo que o educando consiga  empregar-se após a realização dos cursos, ele ainda seguirá beneficiário do Bolsa Família e continuará a receber  contribuição financeira durante dois anos, até se firmar no emprego. Além  de receber lanche, vale transporte e material didático, os participantes serão encaminhados para o mercado de trabalho, via cadastro nas agências FGTAS/Sine.

Maiores informações acessem este link.