Obras públicas na Prefeitura de Fortaleza terão melhor qualidade, e nas outras prefeitura quando irão exigir, também qualidade?

CapturarRecebi uma notícia “espetacular”, a Prefeitura de Fortaleza assinou ontem (10/08/09) um acordo setorial com o Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-CE) e com a Associação das Empresas de Construção (Aconpec) pela melhoria da qualidade das obras públicas no município. O objetivo é certificar o maior número de pequenas, médias e grandes construtoras e empresas prestadoras de serviços no Qualifor, programa municipal cujas diretrizes foram definidas pelo governo Federal, com base no Programa de Melhoria da Qualidade Programa Brasileiro da Qualidade do Habitat (PBQP-H).

Leia a notícia na íntegra clicando neste link.

E as outras Prefeituras no Brasil, quando irão adotar este mesmo nível de exigência?

Minha Casa, Minha Vida: CAIXA aprova mais de 3 mil unidades no Rio Grande do Sul

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A Caixa Econômica Federal assinou 26 projetos habitacionais no Estado do Rio Grande do Sul, dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”, para o financiamento de moradias destinadas a adquirentes com renda de zero a 10 salários mínimos, totalizando 3.394 unidades, num montante de R$ 194 milhões.

Em fase de análise estão outros 33 projetos, totalizando R$ 210,2 milhões, correspondendo a 3.311 unidades para compradores com renda de até 10 salários. Em nível nacional, entre assinados e em análise, a Caixa Econômica Federal registrou 405 projetos para o financiamento de 73.901 moradias.

A informação foi anunciada no dia 28 de maio de 2009 no Sinduscon-RS. Maiores detalhes, clique neste link.

Governo vai negociar inclusão de aquecimento solar no Programa Minha Casa, Minha Vida

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O uso de sistemas de aquecimento solar nas casas do programa Minha Casa, Minha Vida pode começar a sair do papel. A utilização de placas solares, que chegou a ser cogitada como item obrigatório dos projetos, será opcional e deve chegar a apenas uma parte das 1 milhão de casas que o governo pretende construir.

Semana passada, mais precisamente no dia 22 de julho, o governo criou um grupo de trabalho para definir os critérios para instalação dos aparelhos e apressar as negociações com as construtoras para que as placas sejam incluídas ainda nas primeiras casas do programa. O grupo tem representantes dos ministérios do Meio Ambiente, de Minas e Energia, das Cidades, além da Caixa Econômica Federal, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e empresários do setor. Vide neste link, a publicação no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com a coordenadora de Energia e Meio Ambiente da Secretaria e Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Vânia Soares, o grupo de trabalho deve se reunir com as empreiteiras na primeira quinzena de agosto.

“Como os projetos estão na etapa inicial, é importante ter uma conversa com as maiores empresas de construção civil para incentivá-las a dar essa contribuição. As empresas poderão rever os projetos ou incluir os aquecedores em novas propostas. Acredito que não haverá muita complicação”, disse.

Segundo Vânia, a inclusão do sistema de aquecimento solar nas casas populares tem custo médio de R$ 1,2 mil, dependendo da região do país. “Não vai afetar o valor da prestação. As empresas receberão subsídios e em alguns casos haverá doação dos equipamentos”.

O grupo de trabalho não definiu metas ou número mínimo de unidades habitacionais que deverão receber o sistema de aquecimento solar. A iniciativa vai depender das construtoras ou das prefeituras, que podem sugerir a inclusão das placas solares nos projetos. “A Caixa está autorizada a financiar quantos projetos aparecerem”, disse Vânia. Na primeira etapa, a coordenadora acredita que até 100 mil casas poderão receber o equipamento.

De acordo com Vânia, o uso de energia solar para aquecimento de água reduz o consumo de energia elétrica em cerca de 30%. Ela disse ainda que o sistema poderá ser instalado em casas ou edifícios.

O grupo de trabalho também estuda como oferecer capacitação para os engenheiros e arquitetos da Caixa – responsáveis pela análise dos projetos das empreiteiras – e para os futuros moradores, para fazer a manutenção e limpeza dos equipamentos.

TreviPlam Engenharia implementa o Programa 5S em suas obras!

Programa 5S - TreviPlam -Rev0Dando continuidade ao post publicado anteriormente, no mês passado, ou seja, julho de 2009, a TreviPlam Engenharia Ltda., nosso cliente, iniciou a implementação do Programa 5S em suas obras, com a denominação de “Programa 5S nos canteiros das obras”!

Esta empresa já possuem a cerca de quatro anos, um Sistema de Gestão pela Qualidade, baseado na NBR ISO 9001:2000 e SiAC – Nível A do PBQP-Habitat.

A implementação destes conceitos de Utilização, Organização, Limpeza, Saúde e Auto Disciplina em suas obras traduz a preocupação dos Diretores desta empresa, os Engenheiros civis João Luiz Trevisan e Pedro Paulo Trevisan em buscar juntos aos seus colaboradores a necessidade de melhoria na prestação dos seus serviços!

A implementação do “Programa 5S nos canteiros das obrasiniciou-se com treinamentos com a participação dos seus engenheiros, mestres de obras e técnicos, assim como os demais colaboradores que atuam diretamente nos canteiros das obras! Segue abaixo, o arquivo de apresentação deste treinamento:

O Grupo Gestor elaborou um plano de ação específico para implementar os conceitos Utilização, Organização, Limpeza, Saúde e Auto Disciplina em suas obras, clique neste link, para ter acesso a este plano!

As primeiras ações práticas, referente a este plano, foi o lançamento deste programa no canteiro de obras, conforme imagens a seguir:

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Ao longo do mês de agosto de 2009, estarão ocorrendo a implementação e avaliação dos 5 Sensos nos canteiros das obras da TreviPlam Engenharia Ltda.!

Desejamos sucesso à todos os colaboradores da TreviPlam Engenharia Ltda. neste novo desafio!

Minha Casa, Minha Vida exige que os projetos contemplem acessibilidade

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Segundo o Ministro das Cidades Marcio Fortes “Antigamente, os arquitetos e os cursos de arquitetura não consideravam os problemas de acessibilidade dos portadores de deficiências. Hoje, todos os programas do Ministério das Cidades, inclusive o Minha Casa, Minha Vida, já exigem que os projetos contenham as adequações necessárias e acessibilidade a esse segmento da população”. Ele afirmou que os programas de produção de moradias, por exemplo, passaram a incluir adaptações nos projetos, como rampas e portas largas, para atender aos cadeirantes.

Acesse este link, para que possam baixar a documentação técnica da CEF.

O ministro das Cidades, Marcio Fortes de Almeida, lembrou nesta segunda-feira (27/07/2009), durante o Seminário Acessibilidade à Cidadania, no Rio de Janeiro, que os programas habitacionais do governo Federal atualmente contemplam as necessidades dos portadores de deficiências. O evento foi promovido pelo Grupo O Dia de Comunicação para discutir a necessidade de se conscientizar a população e encontrar soluções para garantir a locomoção e o acesso à informação para todos.

A mudança está relacionada ao Decreto 5.296, de 2004, que trata da promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. Atendendo ao decreto, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) elaborou norma com os critérios e parâmetros técnicos necessários para a adequação de projetos, construções, instalações e adaptações de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade.

O MCidades trabalha na implementação do Decreto junto com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, a ABNT e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro). O Ministério também estimula e apoia governos municipais e estaduais a garantir acesso para pessoas com restrição de mobilidade aos sistemas de transportes, equipamentos urbanos e a circulação em áreas públicas pelo Programa Brasileiro de Acessibilidade Urbana, o Brasil Acessível.

Mobilidade – Segundo o ministro, há R$ 1 bilhão do FGTS disponível para renovação das frotas de ônibus no país, desde que os veículos sejam adaptados aos portadores de deficiência e pessoas com mobilidade reduzida. “Em Porto Alegre, a Trensurb, empresa de trens urbanos vinculada ao Ministério das Cidades, tem uma estação-modelo no que diz respeito ao atendimento a portadores de deficiências auditiva e visual”, afirmou.

Ministério das Cidades

Assessoria de Comunicação