Você é feliz? (Por Patrícia Prigol)

felicidadeNem sempre o que mais desejamos torna-se realidade. Existem inúmeras experiências/vivências registradas em nosso inconsciente e todas elas contêm uma boa carga afetiva. Por não conseguirmos, sozinhos, sem ajuda profissional, acessar determinados conteúdos (inconscientes), nossas escolhas acabam sofrendo forte influência. São as chamadas “motivações inconscientes” que determinam parte das nossas escolhas.

Podemos nos defender uma vida inteira daquilo que mais desejamos. O medo de sofrer, por exemplo, nos faz reprimir nossos desejos, armazenando-os nos porões do inconsciente. Quem dera pudéssemos anular tudo aquilo que mais tememos: nossos mais profundos desejos! Mas isso não é possível.

Na tentativa de buscar uma melhor adaptação à realidade (dos nossos desejos e das nossas “possibilidades”), os porões do inconsciente passam, de tempos em tempos, por uma espécie de faxina. Essa faxina pode se mostrar de várias formas: através das nossas atuações, como, também, por meio de um compromisso firmado entre a mente e o corpo, ao qual denominamos de “somatização”. As doenças, segundo a Psicossomática (Ciência que estuda essa inter-relação), revelam, na maioria das vezes, nossos conflitos internos e a nossa condição humana. Ou seja, “nada acontece por acaso!”

Não somos uma coisa ou outra. Somos um “todo” e todas as partes interagem entre si. Então, o que nos levaria a uma consciência maior? Sem sombra de dúvida, o auto-conhecimento é um dos mais importantes instrumentos que temos para assegurar a realização dos nossos desejos e a busca de um sentido maior para a nossa existência.

Muitas vezes me deparo com histórias de pacientes que revelam essa necessidade, em buscar um sentido maior para a sua vida. Na maioria das vezes, o medo é a mola precursora das escolhas que fazem. Em algum momento o desejo mais íntimo invade a sua consciência e esta, por sua vez, sinaliza o caminho a ser percorrido. Contudo, percebo que mesmo que tenham consciência do que desejam, muitos escolhem a direção contrária. Ou seja: era tudo o que desejavam, mas não era o que podiam naquele momento! “Algo” os impedia de prosseguir na direção de seus desejos.

No fundo todas as pessoas desejam uma única coisa na vida: ser feliz. Mas o que é a felicidade?  Como conquistá-la?

A maturidade – que vem com a experiência adquirida através das nossas escolhas – nos mostra a verdade, a nossa verdade! E esse caminho nos leva ao cumprimento de uma tarefa que é exigida a partir do momento que ingressamos na vida adulta: a individuação.

Tornar-se “indivíduo” no sentido da integralidade e da unificação do “SER” (e não do individualismo!) é tornar-se “único”, é sentir-se inteiro. É reconhecer todas as partes que compõem a si mesmo, sem distinções nem separações, sem se sentir uma metade em busca de uma outra.

Relações funcionais, pautadas no equilíbrio e na liberdade do “SER” permitem que você seja mais e não menos. Tornar-se inteiro o livrará da perversidade da anulação! Não é preciso, pois, anular-se para manter uma pseudo-realidade por não se sentir capaz de guiar a sua própria vida. Você é responsável pelas suas escolhas, por toda sua vida. É responsável, sim, pelo seu desenvolvimento e evolução, por absolutamente tudo que acontece com você. E não adianta negar a realidade atribuindo essa responsabilidade à alguém ou ao “Além”.

Portanto, decida-se! “Sê grande”, encontre a sua luz, assim como diz Fernando Pessoa, num de seus maiores poemas:

Para ser grande, sê inteiro nada teu exagera ou exclui.

Sê todas as coisas.

Põe quanto és no mínimo que fazes.

Assim, em cada lago a lua toda brilha.

Porque alta vive.

O tempo (não) passa (Por Dulce Magalhães)

QUINTADIMENSAO2Li um artigo muito instigante sobre a quarta dimensão, sim o nosso mundo não é tridimensional, existe uma quarta dimensão no qual infelizmente não aproveitamos em sua totalidade, esta dimensão chama-se o TEMPO!

O artigo foi elaborado pela Dulce Magalhães e publicado no Portal Amanhã.

Recomendo a sua leitura, principalmente para aquelas pessoas que não percebem … quando o tempo passa. Neste artigo, a autora alerta que na realidade temos que perceber esta dimensão, e somente não percebemos porque estamos acostumados com o Mundo Físico e … esquecemos que existe o Mundo Quântico!

Clique neste link, e desfrute desta leitura!

“Dinheiro se faz dentro de casa!”

reuniao

Hoje, li em um quadro de uma sala de reunião, em um cliente, a Gráfica Jácui, um “recado” extremamente importante nos dias de hoje:

Dinheiro se faz dentro de casa!

Como?

  • Produzindo mais rápido do que o orçado!
  • Evitando erros!
  • Evitando desperdícios!
  • Satisfazendo clientes!
  • Satisfazendo colaboradores e equipe de venda!

Por quê?

  • Porque hoje na disputa pelos orçamentos / pedidos, não temos mais “margem”. O potencial cliente orça com 3 a 5 fornecedores e desta forma o valor do serviço / produto fica com baixa “contribuição”.

E você, concorda com este “recado”?

O pecado da primeira geração (Fonte: www.amanha.com.br)

parceiros1Recebi, através de um newsletter da Revista Amanha, um convite de leitura de um artigo que discorre sobre as dificuldades da maioria das empresas brasileiras, ou seja, 90% das empresas! Estamos falando das empresas familiares. No artigo a consultora de empresas familiares, Sra. Cláudia Tondo alerta que estas empresas “empurram com a barriga” os processos de sucessão e, por isto, em apenas um de cada três caso a mudança é feita com sucesso.

Acesse neste link, o artigo!

E sua empresa faz parte dos 90%? Caso positivo, como esta o processo de sucessão familiar?

Aguardaremos os seus comentários!

O Brasil para os nossos filhos e netos (Por Jorge Gerdau Johannpeter)

AV_E_N~1Neste domingo (20/09/2009), li um excelente artigo no jornal Zero Hora, no qual o seu autor, o empresário Jorge Gerdau Johnnpeter, discorre sobre qual “herança” em temos de atitudes e valores, iremos deixar para os nossos filhos e netos. A atual crise de valores em nossas instituições faz com que imaginemos que o futuro para estas próximas gerações será terrível! A política em descrédito, a qualidade de ensino insuficiente para os desafios que temos que enfrentar em um mundo globalizado.

Neste artigo, o Sr. Gerdau, alerta sobre a necessidade de nós, como cidadões, cumprirmos com três tipos de responsabilidades: a profissional, a voluntária e a institucional com o Brasil!

Vale a pena reservar um tempo nesta leitura!

Clique neste link, para ter acesso a este artigo.

Como obter Energia e Vigor para o ano todo – Parte 2 (Por Patrícia Prigol)

Continuando o post da semana passada, vamos continuar falando sobre como obter ENERGIA e VIGOR para o ano todo:

qualidade de vida

Programa de QVT (Qualidade de Vida): Como sobreviver nesta “Selva” chamada Modernidade?

  • Comece por uma atividade física que faça parte da sua rotina diária. Você pode começar com uma consulta ao médico (especialista) em busca de uma avaliação da sua condição física. Não se esqueça de considerar seus gostos e interesses na hora de escolher a atividade física que melhor irá atender as todas as suas necessidades. Lembre-se que corpo e mente devem estar em sintonia, caso contrário, você não sustentará a escolha feita.
  • Procure intercalar a atividade física com atividades de relaxamento. Lembre-se: o cérebro precisa descansar. Para tanto é fundamental alongar o corpo e a mente diariamente. Alongar a mente? Sim, sua mente também precisa de descanso e relaxamento. Pratique diariamente meditação ou alguma atividade que auxilie a relaxar e limpar sua mente dos pensamentos e preocupações diárias. Esse exercício deve durar, pelo menos, 15 minutos.
  • Colocar corpo, cérebro e mente para descansar e “recarregar as baterias” significa se dar o direito de tirar uma boa soneca de, no máximo, 30 minutos durante o dia, preferencialmente após o almoço. É excelente para uma boa digestão e revigora suas forças para a segunda e a terceira etapa do dia. Procure um ambiente acolhedor para ficar bem “na sua presença” e lhe ofertar o descanso necessário. As empresas modernas já disponibilizam aos seus funcionários esse tipo de atividade e ambiente. Se o seu ambiente de trabalho não oferece essas condições, compre um colchonete e um travesseiro e leve para um espaço privativo. E relaxe! Sua saúde é sua responsabilidade!
  • Uma boa alimentação é fundamental para manter a qualidade de vida, a energia no dia-a-dia e fortalecer sua imunidade. Se precisar, busque orientação nutricional. Lembre-se que a mudança deve acontecer de dentro para fora! Isso para que você possa sustentar os resultados que pretende alcançar. Não basta conquistar a mudança, é preciso consolidá-la. Caso contrário, vira um clichê, tipo: “Minha dieta começa na segunda-feira ou a partir de 2010”.
  • Quebre a rotina possibilitando situações novas, mesmo que ocupem um curto espaço de tempo no seu dia. Quebrar a rotina, “sair da programação” pode surpreender seu cérebro e ajudar muito a recuperar sua capacidade criativa e as funções mais complexas, restabelecendo, com vigor, o foco nas tarefas desempenhadas.
  • Além de descansar o corpo, a mente e o cérebro, é imprescindível aprender a enfrentar o “novo”, o “desconhecido”. Um dos itens mais importantes na prevenção do stress é desenvolver a capacidade de adaptação à realidade. Significa aprender a lidar com as expectativas que depositamos no outro, seja este “outro” o trabalho, a família, os afetos, a sociedade, admitindo nossas fraquezas, fragilidades, limitações e, então, exercitando o perdão, sendo mais flexível e tolerante às frustrações inerentes a condição humana.
  • Se necessário, dispense relações disfuncionais! Assim como faxinamos nossa casa, nossos armários e gavetas. De tempos em tempos, pode ser interessante rever as relações que estabelecemos e, então, começar a faxina! Principalmente quando estiver mantendo relações desgastantes ou falidas há um bom tempo. Àquelas que somente destroem sua capacidade criadora, dispense-as! Se precisar de ajuda, inicie uma psicoterapia visando alcançar uma mudança de postura frente a esta realidade.
  • Busque o autoconhecimento. É preciso conhecer a si mesmo para poder fazer escolhas mais adequadas.
  • Procure manter noites bem-dormidas, aquelas em que você mesmo prepara o seu banho, o seu chazinho caseiro, a sua cama e o seu “cobertor de orelha”. Pratique sexo seguro, mas pratique sexo! Sexo realmente faz bem à saúde.
  • E o lazer? E as férias? E o encontro com os amigos, com a família, com as pessoas que amamos? É claro que é fundamental preservar este tempo para atender as necessidades psicológicas: de afeto, de estima, de pertencimento, de acolhimento, de aprimoramento no campo dos relacionamentos e de crescimento pessoal, além de contribuir efetivamente para o aumento da “rede de relacionamentos”. Somos seres gregários por natureza. Não podemos viver em ilhas. As trocas que fizemos com as pessoas podem trazer grandes aprendizados.
  • E acima de qualquer ganho econômico é bom perguntar a si mesmo, repetidas vezes durante o ano: “Afinal, quanto vale a minha vida?” “Quanto vale a minha saúde, o meu bem-estar, a minha felicidade?”.

Talvez devêssemos começar fazendo uma retrospectiva, avaliando e considerando o tempo que dedicamos à nossa pessoa e às nossas reais necessidades. E a última dica: escreva seu nome na sua agenda semanal. Assuma o compromisso da assiduidade e da responsabilidade para com a sua vida. O resto é mera conseqüência!

A importância de Custos na Gestão das Empresas (Por Volnei F. de Castilhos)

crisefinanceira2A função de Custos dentro das empresas viveu duas fases no Brasil. A primeira fase até o ano de 1994 e após com a estabilização da moeda.

Até o ano de 1994 era comum observar-se nas empresas a forma de fazer custos era arbitrária, onde se apurava o valor do “possível” custo de fabricação ou o preço de aquisição no comércio, e multiplica-se por 2,00, por 3,00, ou por 4,00 sem levar-se em conta se o cliente tinha condições de pagar esse preço ou não.

O pensamento em muitos segmentos empresariais não era ganhar no negócio principal da empresa e sim buscar ganhos fora da realidade no mercado financeiro, aplicando o dinheiro. 

Essa fase do Brasil, fez com que o País não se preocupasse com gestão e planejamento. 

Até esse momento, a inflação escondia a incompetência da gestão das empresas e a tradicional fórmula de fazer custos era: PREÇO DE VENDA = CUSTO + MARGEM DE LUCRO.

O nosso país até então pouco acostumado com gestão, planejamento e a ter bons controles no dia a dia não tinha uma visão do quanto é importante ter um custo correto.

Com a estabilização da moeda, a partir do Plano do Real em 1994, ter custos corretos para formação de preço de venda tornou-se imprescindível para ter a rentabilidade do negócio.

Porém, na gestão empresarial os executivos se defrontam com o desafio da gestão estratégica de custos num cenário cada vez mais competitivo.

E esse cenário transformou-se na maior parte dos ramos de atividades a quebra do paradigma de custos, onde o MERCADO inverteu a tradicional fórmula de custos para determinar que o PREÇO de VENDA na maioria das situações seja determinado pelo MERCADO e a margem de lucro seja incluída não pela margem de lucro pretendida e sim “O QUANTO O MERCADO PODE PAGAR “.  

Para a pequena ou média empresa nos dias atuais a importância de gerenciar corretamente seus custos tornou-se função primordial para a sobrevivência do negócio.

Nas indústrias os departamentos de engenharia desenvolveram a viabilidade dos produtos antes do seu lançamento e inclusive tentando prever o ciclo de vida dos produtos. 

Nos dias atuais o pequeno empresário defronta-se com a concorrência desleal, com o mercado informal e caso não tenha um preço competitivo para atuar no mercado poderá ter sérios problemas na gestão.

Além de calcular corretamente seus preços de vendas e não ficar fora da competição global, todas as empresas precisam diariamente pensar no que fazer no seu negócio para reduzir custos.

As margens de lucro estão cada vez menores e a estrutura para uma empresa se manter no mercado e atender todas as exigências legais é cada vez maior.

Os concorrentes até então locais, hoje são internacionais. Encontram-se produtos de qualidade razoável com preços às vezes inexplicáveis.

A escolha do regime tributário adequado também exerce relevante importância na gerência de preços.  Num país onde carga tributária é uma das maiores do mundo, saber se o Lucro Real, Presumido, Arbitrado ou o SUPERSIMPLES é a melhor opção torna-se vital para apurar custos.

Ao deparar-se com problemas de margem de lucro, em muitas situações o gestor pensa em aumentar o faturamento para melhorar resultado. Caso seus custos estejam incorretos ao invés de melhorar a rentabilidade o mesmo estará aumentando o prejuízo.

A preocupação com os custos variáveis e a evolução dos custos fixos de qualquer empresa, deve ser uma preocupação diária na gestão das empresas.

Uma das maiores implicações dos custos fixos reside nos critérios adotados para sua alocação aos preços de venda gerando, na maioria das vezes, enormes distorções e perda de competitividade, quando rateados de modo inadequado.

O acompanhamento da evolução dos custos gerais das empresas deve ser feita de forma permanente, pois a rapidez da tomada de decisão no mercado torna-se um fator diferencial para a empresa. 

Também deverão ser observados os fatores mercadológicos na formação dos preços e o volume de capital de giro necessário para criar políticas diferenciadas de preços.   

Dica de leitura: Contabilidade de Custos – Eliseu Martins – Editoria Atlas.

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos

Mestre em Finanças (UFRGS)

Professor da Fundação Getúlio Vargas

Consultor Financeiro

volneifc@terra.com.br

Feliz Dia do Cliente – 15 de setembro de 2009!

cbca_campanhas3No calendário comercial existem datas tradicionais e de grande importância, que se revertem em substancial volume de negócios, geram milhões de postos de trabalho e dinamizam a Economia. As mais lembradas são o Natal, a Páscoa, o Dia das Mães, o Dia dos Pais, o Dia da Criança e o Dia dos Namorados.

O Dia Internacional da Mulher, por exemplo, vêm ganhando força em termos de promoções, anúncios e resultados em produção e vendas. Outras datas como o Dia da Vovó e o Dia do Amigo também começam a decolar.

Embora seja o CLIENTE a figura mais importante para a vida das empresas, para trabalhadores e para as entidades da Sociedade Civil, esta importante figura não é lembrada em uma data especial!

Opa, sim é lembrado, pois hoje é Dia do Cliente, pelo menos em 178 municípios da Federação (Brasil).

Diante da importância do cliente, reforço com entusiasmo a brilhante sugestão de um competente Consultor de Marketing, o gaúcho João Carlos Boiczuk Rego (o pai da idéia), em transformar a data de 15 de setembro, no DIA DO CLIENTE.

Maiores detalhes sobre este profissional e seu inédito projeto podem ser vistos em sua página na internet.

Nesse dia, as empresas, as entidades, os Poderes Públicos e cada profissional, pelo menos nestes 178 municípios da Federação (Brasil) realizam homenagens aos seus clientes. É o dia de acariciar. É o dia de agradecer. É o dia de surpreender e encantar o cliente, criando momentos mágicos e mostrando o quão importante ele é para a nossa organização.

Assim, o Dia do Cliente é uma oportunidade ímpar de se colocar efetivamente o cliente no lugar que ele merece, ou seja, no topo de nossa organização. A criação de um momento inesquecível, único é imprescindível nesse dia.

O Dia do Cliente, uma vez implantado, além de incrementar políticas de fidelização e de fortalecimento das atividades produtivas, poderia, dentro de muito pouco tempo, tornar-se uma data de grande importância no calendário comercial, pelo volume de negócios, anúncios, promoções e eventos que pode proporcionar.

Afinal, todos nós somos clientes. Todos nós só sobrevivemos porque existe o cliente, que nos prestigia adquirindo nossos bens e serviços. Vale lembrar que isso abrange desde a mais humilde atividade profissional até o maior empresário do planeta: se você não tiver clientes, você não sobrevive, pois ele é o responsável pelo seu sustento, pela existência de cada empresa e de cada posto de trabalho.

E lembre-se que “clientes podem demitir todos de uma empresa, do alto executivo para baixo, simplesmente gastando seu dinheiro em outro lugar” (Walton apud Bosi).

Um bom DIA DO CLIENTE!

Seis pilares para lidar com suas emoções (Por Ben Bryant)

Recebi, através do newsletter do site www.administradores.com.br, um “convite” de leitura de um artigo no qual estava aguardando, pois “a coincidência” sempre me ajudou! Neste final de semana que passou, mais precisamente neste sábado, iniciei um treinamento / aprendizado de MASP (Metodologia para Análise e Solução de Problemas) em um dos nossos clientes, a Sildre Plásticos e Matrizes Ltda, e no primeiro módulo apresentei a necessidade de controlarmos as nossas emoções quando da iminência de um problema (anomalia e/ou crônico), sendo que temos que nos disciplinar, a partir da detecção de um problema, em:

  • Sentir, ou seja, perceber o problema;
  • Pensar, ou seja, raciocinar diante de um problema, e;
  • Agir, ou seja, ter atitude diante de um problema.

Obrigatoriamente nesta ordem!

Pois bem, vamos voltar ao artigo, elaborado pelo Bem Bryant, diretor do programa Mobilizing People (MP) e leciona no programa Orchestrating Winning Performance (OWP), no IMD. Neste artigo cujo título é “Seis pilares para lidar com suas emoções”, ele explica como lidar com emoções no ambiente de trabalho, utilizando-se da analogia de seis pilares que irão sustentar o nosso equilíbrio emocional, diante de momentos de stress / crise em nossas relações profissionais:

Apresentação1

Segue um link para que possam acessar o referido artigo.

Desejamos a todos uma excelente reflexão sobre este assunto!

Como obter Energia e Vigor para o ano todo – Parte 1 (Por Patrícia Prigol)

Você sabe o que é “stress”?

stress_oneÉ uma reação normal e esperada do organismo que se coloca em “prontidão” ou em estado de alerta na tentativa de enfrentar a situação que se apresenta de forma ameaçadora ou conflitante.

Desde os tempos antigos nossos ancestrais já experimentavam uma grande quantidade de adrenalina, hormônio produzido em excesso por conta das ameaças sofridas.

Quando nos sentimos ameaçados, uma espécie de dispositivo é acionado pelo cérebro que acaba por preparar todo o organismo para enfrentar a realidade.

A necessidade de adaptação do homem ao ambiente se dá por meio de um arsenal químico que altera inúmeras funções no organismo produzindo a “sensação de stress”. Essa sensação é experimentada através do aumento da pressão arterial, taquicardia (quando o coração bate aceleradamente), sudorese (aumento do suor), queda da temperatura (especialmente mãos e pés), enfim, quando o organismo altera seu equilíbrio e seu metabolismo na tentativa de eliminar o conflito.

A diferença que encontramos entre o homem do passado e o homem da atualidade é que os nossos ancestrais viviam “queimando os excessos produzidos pelo organismo”, eliminando as toxinas. Essa era a saída encontrada, o que implicava em constantes fugas e em atividade física permanente.

O homem moderno é sedentário por natureza. São poucas as pessoas que conseguem permanecer num programa de qualidade de vida que envolva, por exemplo, atividade física regular. Hoje, lutar pela nossa sobrevivência é planejar nosso futuro com responsabilidade e sabedoria, entendendo que as escolhas que fizemos podem determinar o rumo da nossa história. 

Na semana que vêm, continuamos este assunto!

Boa semana para vocês!