A importância da comunicação (Por Gislaine Argelim Barbosa)

Hoje em dia fala-se muito na comunicação dentro das empresas e sociedade, essa ferramenta tão essencial nas nossas vidas (familiar, social e de trabalho). É através dela que conseguimos transferir ao outro o que estamos pensando, o que sentimos, queremos e até mesmo o que desejamos, além de demonstrar quais são nossas idéias e quais são nossos valores mais essenciais. Afinal a utilizamos para falar sobre nós. Ela é o ato de comungar idéias, sugestões e opiniões entre duas ou mais pessoas.

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A história nos mostra a importância da comunicação é através dela que conseguimos nos expressar e alcançar nossos objetivos. Ela pode se anunciar de várias formas: escrita, corporal e verbal, sendo que a mais utilizada é o diálogo.

Comunicar-se é simplesmente ter uma ponte de compreensão entre você e outras pessoas, de tal forma que possam compartilhar aquilo que sentem e sabem.

Sabemos que existem as dificuldades na hora em que queremos expressar ao outro o que queremos dizer. Mas para que a comunicação seja eficaz temos que nos lembrar de 3 situações: quem fala, quem escuta e o que se interpreta daquilo que se quis dizer. Essa é a base da comunicação, por isso sempre é importante perguntar ao outro se entendeu o que você disse e pedir para que ele repita o que você falou. Para saber se ele realmente compreendeu o que você quis dizer.

Lembre-se ainda que falar o que se quer dá direito ao outro de também dizer o que pensa, então tenha cuidado, você pode falar uma coisa de mil maneiras diferentes, procure a melhor forma de dizer o que se pensa e o que quer falar, pois para cada ação sua terá a reação do outro, então lembre-se que a maioria das vezes não importa O QUE você quis dizer, mas COMO você disse, por isso tome cuidado em como falar com as pessoas, pois isso tem um peso positivo ou negativo naquilo que você quer dizer.

Pense nisso, você pode fazer diferente e fazer a diferença se realmente desejar isso. . .

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

A Rotina (Por Maria de Lurdes Fontana)

Rotina[34]Houve-se falar que a rotina é a vilã do ser humano, impedindo-o de ousar, criar, inovar e desafiar.

Se pararmos um pouco e olhamos os processos de um dia comum, ou seja, desde o acordar e o deitar, vemos que há coisas que são muito repetitivas. O lado negativo da rotina é quando inibe e priva as pessoas do contato com outras pessoas e dar-se a oportunidade de se desenvolver no coletivo.

A rotina é necessária para ter a noção de regularidade e a constância das ocupações e tarefas. Assim como há as estações do ano, há também as mudanças de comportamento, pensamento e atitudes e são perfeitamente normais. São ciclos temporais em que vai-e-vem das coisas com a finalidade de parecer diferente, sob o olhar de quem olha.

De tempos em tempos muda tudo na vida desde os aspectos físicos, emocionais e comportamentais. Somos seres evolutivos e incapazes de viver do mesmo jeito por muito tempo. Tanto o emocional como o corporal necessita da rotina para reorganizar-se formando um elo para a transformação. A rotina dá sentido e ordem das coisas, mesmo quando insistimos em “achar” que nada muda.

A rotina é tão necessária para a vida que sem ela seria a maior confusão. Se deixarmos de fazer a rotina de uma casa por alguns dias, vira uma grande confusão e desorganização.

A rotina precisa ser vista e entendida como algo externo, ou seja, o fazer de tarefas e coisas que enxergamos. O malefício da rotina é quando é interna, que sufoca nossos talentos, deixando-nos vulneráveis e passivos diante da vida.             

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

E se o nosso planeta Terra fosse uma cidade pequena com 100 habitantes.

Recebemos, hoje, uma release de uma reportagem da Planeta Voluntários, a maior rede social de voluntários e ONGs do Brasil.

E se o nosso planeta Terra fosse reduzido a uma cidade pequena com 100 habitantes, qual seria a nossa posição neste pequeno mundo?

Fizemos questão de representar as distribuições em formato de gráficos com a finalidade de estimular a nossa consciência social para esta realidade em menor escala.

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Poderíamos refletir que:

  • Quando olha para o mundo nessa perspectiva, consegue perceber a real necessidade de solidariedade, compreensão e educação?
  • Esta manhã, se acordar com saúde, então é mais feliz do que 1 milhão de pessoas que não vão sobreviver até ao final da próxima semana.
  • Se nunca sofrer os efeitos da guerra, a solidão de uma cela, a agonia da tortura, ou fome, então é mais feliz do que outros 500 milhões de pessoas do mundo.
  • Se pode entrar numa igreja (ou Mesquita) sem medo de ser preso ou morto, é mais feliz do que outros 3 milhões de pessoas do mundo.
  • Se tem comida na geladeira, tem sapatos e roupa, tem uma cama e teto, é mais rico do que 75% das outras pessoas do mundo.
  • Se tem uma conta bancária, dinheiro na carteira e algumas moedas num moedeiro, pertence ao pequeno grupo de 8% de pessoas do mundo que estão bem na vida.

I-467-0250Se está lendo esta mensagem, é triplamente abençoado, pois:

  • Alguém lembrou-se de você.
  • Não faz parte do grupo de 780 milhões de pessoas que não sabem ler.
  • E tem um computador!

Qualidade na Educação … ou … Educação de Qualidade?

Na semana passada, no dia 1º. de julho, o Ministério da Educação (MEC) apresentou os resultados da segunda edição do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

O Ideb foi criado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) em 2007, em uma escala de zero a dez. Sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e a Prova Brasil.

Os resultados sob o meu ponto de vista são assustadores, ainda mais quando lembro que na minha vida escolar, aparecer em casa com um boletim escolar com notas abaixo da média era sinônimo que a relação pais / educadores / filhos não estava muito bem. Naquela época, pode se dizer assim, o sistema de nota era, por exemplo: PS (Plenamente Satisfatório), S (Satisfatório) e I (Insatisfatório) … depois foi evoluído para números, onde a média para aprovação era igual ou superior a 7 (sete).

Pois bem, voltando aos resultados do Ideb, a Educação no Brasil esta “melhorando”, se podemos pensar assim diante das metas estabelecidas pelo MEC. Na primeira fase do ensino fundamental, o Ideb passou de 4,2 para 4,6, superando a meta prevista para 2009 e atingindo antecipadamente a de 2011. Segue a abaixo os resultados de 2007, 2009 com a previsão de meta para 2011.

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Será que estamos subestimando a nossa forma de buscar melhorias através de metas medíocres e não ousadas?

Coincidentemente, esta semana estava lendo um artigo de autoria de José Carlos Carvalho Mourão e Luiz Peres Zotes, cujo título é “QUALIDADE NA EDUCAÇÃO OU UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE: UM OLHAR CONTEMPORÂNEO SOBRE AS TENTATIVAS DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL.” (clique aqui para acessar o conteúdo deste artigo). Apesar de o título remeter para somente o ensino superior, o seu detalhamento percorre de forma clara todos os níveis / séries, ou seja, das séries iniciais (1ª a 4ª série), séries finais (5ª a 8ª série) e ensino médio.

Neste artigo, podemos perceber a complexidade de entender ou definir a qualidade no ensino ou ensino de educação, onde podemos iniciar a busca das causas do nível baixo do Ideb em função de um cenário de inadequação dos currículos e da forma de atuação interna das instituições, somando-se aos seguintes fatores:

  • Profissionais (docentes) desmotivados pelos baixos salários, e;
  • Alunos despreparados.

Mas será que podemos limitar o conceito de “escola” somente ao espaço físico limitado com envolvido dos professores e administradores e não esquecendo, é claro dos alunos?

O artigo vai mais longe, e utiliza o conceito de “escola de qualidade total”, onde seria realidade e possível se houvesse a vontade e empenho coletivos, estabelecendo uma série de requisitos para que a “escola de qualidade total” se torne uma realidade, tais como:

  • O seu corpo social venha a delinear, em conjunto, uma visão compartilhada de Excelência em Educação;
  • Seja firmado um pacto para a qualidade no qual cada parceiro – alunos, professores, dirigentes, técnicos, servidores, pais e sociedade – tenha um papel definido a representar, e;
  • Cada elemento da comunidade escolar assuma um compromisso individual e, de modo solidário, trabalhar responsável e positivamente para a causa educacional comum.

Este, com certeza, é o caminho para que possamos melhorar o nível de qualidade na Educação do Brasil!

O Brasil precisa de mão de obra qualificada para fazer sua economia avançar, o que implica antes de tudo um desempenho do ensino bem superior ao verificado pelo Ideb, com estas metas medíocres! Deficiências no ensino nos níveis registrados tem reflexos diretos na produtividade e na competição, fazendo com que o Brasil fique em desvantagem em relação a outros países.

Qualidade de Vida (Por Maria de Lurdes Fontana)

qualidadedevida1Sempre que se aborda temas que se relacione com o modo de se viver, a tendência é pensar que é fácil e simples. A mim, é tão difícil quanto a muitas pessoas que conheço.

Cada pessoa tem seu estilo e seu modo de entender os processos de vida e de trabalho.

Geralmente quando se fala em qualidade de vida, pensa-se em comer bem e melhor, vestir-se confortavelmente e de alguma maneira “ficar” sem trabalhar.

Desde os primórdios dos tempos sabe-se que trabalho não mata ninguém, mas a qualidade de como se trabalha, faz toda a diferença. Primeiro é preciso gostar do que se faz. Mesmo que em algum momento se faça tarefas que não agradam, mas pensar em fazer bem o que dá prazer faz esquecer os desconfortos das atividades menos prazerosas.

Valorizar o gosto por aquilo que fazemos.

Costumeiramente ouve-se falar em “desacelerar” e, que o ritmo do nosso tempo é muito frenético, aumentando o stress, e a qualidade de vida cai, porque o individuo adoece.

O stress impacta na parte física e mental do organismo e cada individuo responde de maneira diferente. Há diversas doenças que o stress causa que vai desde uma úlcera até um simples zumbido no ouvido.

Aprenda a prestar atenção ao seu estado físico para identificar quais as necessidades para diminuir o ritmo de maneira a sintonizar mente-espírito, corpo e ambiente. A partir disso, busque orientação para desacelerar o ritmo das atividades e saia da rotina.

Treinar nossa mente para criar novas alternativas de rotas e caminhos para sair do desconforto.  

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Você já se preparou para a MORTE?

1225985044Iqq5PfEsta semana, recebi um informativo, através de e-mail, de um dos nossos clientes, a Mirador Assessoria Atuarial, no qual me fez refletir, infelizmente, sobre a forma como nos preparamos ou não para a MORTE! De um modo geral, falar sobre a morte provoca desconforto, pois nos confrontamos com uma verdade implacável: a certeza de que um dia a vida chegará ao fim. Essa constatação aciona uma série de reações psicológicas que interferem no comportamento econômico das pessoas.

O artigo denomina-se “A morte como elemento sensibilizador em seguros de vida”, elaborado pelos seguintes profissionais: Sérgio Rangel Guimarães (Consultor Sênior da Mirador Assessoria Atuarial) e Luciane Fagundes (Psicóloga Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental).

Na sua essência, este artigo busca uma justificativa / resposta para uma constatação: “Por que priorizamos a contratação de seguros que visam à proteção de bens materiais como automóveis e residências em detrimento do maior bem que possuímos: a vida?”.

Faço o convite, para lerem este artigo, clicando aqui!

O artigo completo pode ser acessado, clicando aqui, no qual foi publicado na revista Cadernos de Seguros nº 160 (Funenseg), de maio 2010.

E você … esta se preparando para a MORTE?

Deixe aqui os seus comentários sobre este assunto.

Na busca do tempo perdido … um roteiro para o Rio Grande do Sul que desejamos!

Nesta semana li uma reportagem no jornal Zero Hora apresentando o resultado de um trabalho de mais de quatro anos desenvolvido pela ONG Polo Agência de Desenvolvimento, no qual será encaminhado para os candidatos a governador do estado do Rio Grande do Sul.

untitledOs dados surgiram de um dos mais completos levantamentos já realizados sobre as carências e as potencialidades do Rio Grande do Sul. Desde março de 2006, mais de 6 mil pessoas, representando 160 entidades governamentais e de sociedade civil, participam voluntariamente da Agenda 2020, um plano estratégico de longo prazo que pretende desenvolver áreas prioritárias para chegar ao “Rio Grande Que Queremos” (como é denominado o projeto) até o final da década. Ao todo, foram recolhidas 96 propostas em 10 áreas que se levadas adiante, tornariam, em 2020, “o Rio Grande do Sul o melhor Estado do país para se viver e trabalhar”.

Na fase final do trabalho, cerca de 350 técnicos detiveram-se na análise de 12 temas utilizando o Balanced Scorecard, uma metodologia desenvolvida na Harvard Business Schooll (EUA) que aplica tecnologia da informação e softwares de gestão para medir o desempenho das empresas. Dez fóruns temáticos já finalizaram seu trabalhão, apontando a situação atual, propondo soluções e indicando o custo econômico e social que o problema acarreta.

Clique aqui e acesse a reportagem da integra, no qual existe um resumo dos resultados destes dez fóruns temáticos que já concluíram os seus trabalhos.

Para saber mais sobre a Agenda 2020, acesse o website clicando aqui.

Faça o seu diagnóstico (Fonte: Revista Liderança)

Recentemente recebi por e-mail um “convite” da revista Liderança para fazer um diagnóstico da minha competência de liderança. Achei a abordagem deste “convite” bem prática e resolvi repassar para vocês o texto:

CapturarVocê já passou por algumas destas situações em seu trabalho?

(  ) Brigas entre membros de sua equipe.

(  ) Fofocas.

(  ) Dificuldades para terminar projetos.

(  ) Disputas internas por poder.

(  ) Investiu dinheiro em sua equipe e não obteve resultados.

(  ) Demissões frequentes.

(  ) Apatia generalizada, comunicação baixa ou inexistente.

(  ) Falta de foco para a equipe.

Se marcou uma ou mais opções, você sofre de gerentite, uma doença que ataca seus lucros, suga sua paciência, devora seu tempo e, a longo prazo, pode acabar com sua carreira.

Mas um ambiente de trabalho não deve nem precisa ser assim. Ele pode ser um lugar onde as pessoas se esforçam para construir e desenvolver algo, para fazer o que é melhor para a empresa e clientes

Ter uma equipe assim não é questão de sorte. É questão de liderança!

Para tornar seu trabalho melhor, ajudá-lo a colocar sua equipe nos eixos e melhorar o ambiente de sua empresa, vamos conhecer as verdadeiras competências de um líder, através do comparativo entre o Líder e o Chefe:

O líder

O chefe

De manhã cedo já está pronto para o que der e vier. De manhã cedo já está cansado.
Planeja seu dia. Apenas reage aos acontecimentos.
Tem planos e metas muito claros. Tem desculpas prontas.
Tenta descobrir por que determinada ação ou procedimento não está funcionando. Culpa os outros quando alguma coisa não está funcionando.
Está sempre pronto para tomar decisões ou resolver problemas. Diz: “E o que você quer que eu faça?”.
Assina e lê boletins e revistas que o ajudem em sua carreira profissional. Acha que boletins e revistas profissionais são perda de tempo e dinheiro.
Procura ganhar, no dia a dia, o respeito dos outros. Reclama por não ser respeitado.
Faz o que é melhor. Faz o que os outros fazem.
Cuida de sua carreira. Tem medo de perder o emprego.
Investe seu dinheiro em crescimento profissional e pessoal para aprimorar seu desenvolvimento na empresa. Acha um absurdo gastar o que ganha em “coisas de trabalho”.

Ser um líder eficaz é uma das maneiras mais seguras de aumentar a lucratividade e diminuir as dores de cabeça no trabalho. Sem uma pessoa com essas características, sem um líder, não há equipe, unidade ou direção em uma empresa.

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Decepções (Por Maria de Lurdes Fontana)

Goodbye2

O conceito de decepção é o ato de lograr ou se desiludir.

A decepção vem acompanhada quase sempre pelo ato do outro. Ou seja, o ser humano decepciona-se quando coloca uma expectativa para algo e acaba não acontecendo.

Mas se dissemos que as pessoas precisam umas das outras e criam-se vínculos e em algum momento, não tem jeito, ocorre a decepção.

Então se tira a conclusão que as decepções também fazem parte do aprendizado humano no sentido de aprender errando e corrigindo. E ainda, a decepção é uma forma de “fazer pensar” as atitudes e comportamentos nos relacionamentos.

Concluindo, não tem jeito mesmo, nós seres humanos precisamos ficar tristes em algum momento. Faz parte da compreensão do “eu” interior e do silencio inocente e introspectivo.

Pelo fato de decepcionar-se, não se pode afirmar que irão ocorrer mais decepções com a mesma pessoa. Até porque, se sabemos e conhecemos como é o comportamento daquele (a) que nos decepciona, passamos a aprender e agir de modo diferente. E consequentemente, haverá o aprendizado, e nas lições aprendidas corrigimos ou pelo menos atuamos para que não mais tornemos a nos decepcionar.

Criam-se mecanismos de atuação cerebral para nos proteger de certas armadilhas que nos fazem sofrer. Isso é o que a priori deveria acontecer. Mas nem sempre isso é possível, devido o grau de relacionamento e envolvimento das pessoas.

Por isso, às vezes, há eternos conflitos. Decepção não mata, mas ensina!                     

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Empresários Gaúchos estão mais confiantes! (Fonte: Jornal Zero Hora)

Ontem, segunda-feira (31/05/10), li uma notícia extremamente otimista no Jornal Zero Hora, com direito a manchete da capa: “Pesquisa revela otimismo das empresas gaúchas” – 42% pretendem contratar, 54% vão ampliar investimentos e 64% preveem aumento de consumo. Clique aqui e veja a reportagem da íntegra.

É a terceira edição da pesquisa que busca conhecer as expectativas dos líderes empresariais do Rio Grande do Sul, realizada pelo Instituto de Pesquisa de Mercado da Unisinos. A pesquisa, empreendida em novembro de 2009, foi realizada com diretores administrativos de 750 empresas das regiões Metropolitana de Porto Alegre, Vale do Sinos e Serra. A periodicidade da pesquisa é quadrimestral.

Estudos sobre confiança de empresários são utilizados em diversos países como ferramentas para auxiliar a previsão de vendas, investimentos e emprego do setor privado.

Trata-se de uma informação importante para que diversos tipos de organizações tomem decisões a partir não apenas de suas percepções individuais sobre o mercado, mas de uma visão de um grande número de executivos.

Confira os resultados da pesquisa baixando o arquivo em PDF (clique nos textos):

Segue abaixo um resumo destas três pesquisas, no formato consolidado, através de gráficos e análises:

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