A hora de ir embora (Fonte: Zero Hora)

CapturarEm diversas oportunidades, durante as minhas atividades de consultoria, alguns profissionais me perguntam sobre qual o melhor momento para “ir embora” da empresa no qual atualmente eles estão trabalhando. Questionam se existe um “tempo padrão” de permanência nas empresas e outras questões deste tipo.

A cerca de 18 anos atrés, quando eu estava na iniciativa privada, como funcionário contratado, escutei de um colega mais experiente de que o “tempo padrão” limite de permanência seria até 5 anos. Eu sempre usei esse conselho como base para as minhas respostas junto a estes profissionais desmotivados ou angustiados com a suas situações nestas empresas.

Mas finalmente agora tenho como arriscar em dar a resposta / conselho mais adequado para estes questionamentos, pois recentemente li um artigo no jornal Zero Hora, no qual descrevia que temos que pensar em nossa carreira como um “ciclo produtivo”, ou seja, não existe tempo máximo de permanência. A carreira deve ser pensada como um ciclo produtivo de um profissional e a sua satisfação em estar produzindo!

A função exercida e a idade do profissional são variáveis que interferem nessa fase. Quem ocupa cargos gerenciais e tem idade mais avançada demanda um tempo maior até a sensação de dever comprido. Já a chamada Geração Y – os nascidos na década de 1980 -, tem uma média de dois anos e meio de estabilidade.

Neste artigo, que li, existe uma explicação muito boa sobre as “fases” da nossa carreira profissional, vale a pena refletir sobre esta abordagem!

Bom … segue o link do artigo, aproveitem a leitura e aguardo os comentários de vocês sobre estes assuntos!

Evolutiva Centro de Desenvolvimento Profissional realiza Aliança Estratégica com a Simples Soluções

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A partir deste mês de outubro, a cidade de Caxias do Sul / RS oportunizará para as empresas e seus trabalhadores uma nova opção, para a busca da qualificação, requisito essencial para as organizações manter-se competitivas no mercado e os trabalhadores conquistarem uma colocação no mercado de trabalho. Identificando esta necessidade na região, a Evolutiva Serviços em Recursos Humanos, que atua há 16 anos na área de gestão de pessoas, inaugura o seu Centro de Desenvolvimento Profissional, que oferecerá treinamentos diferenciados para os segmentos da indústria, comércio e serviços, nas modalidade aberta, ou seja, nas suas instalações (salas de treinamentos) ou “in company” (para grupos fechados em empresas).

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– O objetivo é apoiar as áreas de RH (Desenvolvimento) das empresas em suas demandas / necessidades de treinamento e desenvolvimento (T&D), assim como auxiliar os trabalhadores / profissionais a conseguirem um melhor desempenho em suas atividades – comenta Viviane Dambros, Diretora da Evolutiva Centro de Desenvolvimento Profissional.

A Simples Soluções está apoiando esta nova proposta através da divulgação e principalmente na elaboração / realização dos treinamentos de acordo com as demandas. Ainda neste mês de outubro estaremos divulgando a relação dos primeiros treinamentos na modalidade “aberto”.

Para maiores informações sobre a programação dos treinamentos, entrem em contato através do telefone: 54 32220783 ou e-mail: evolutiva@evolutivarh.com.br.

A Simples Soluções sente-se honrada em participar deste projeto diferenciado!

Formando multiplicadores do Sistema Gestão pela Qualidade na Sildre Plásticos e Matrizes, através da MASP!

Neste sábado, dia 03/10/09, concluímos a 1ª. fase da qualificação de cerca de 25 colaboradores da Sildre Plásticos e Matrizes, nosso cliente, nos conceitos da MASP (Metodologia para Análise e Solução de Problemas).

Foto do Treinamento de MASP - Set e Out 09

Em três encontros, ou seja, nos sábados pela manha, com uma carga horária total de 12 horas, apresentamos os conceitos de Problemas (Efeitos, Perdas e Causas), o mecanismos mental do Sentir, Pensar e Agir, e o uso das Ferramentas para o Aprimoramento da Qualidade (FAQ´s). Através de exercícios práticos, os participantes tiveram a oportunidade de compreender a importância destes assuntos na detecção, análise e solução dos problemas da rotina do dia-a-dia.

Desejamos sucesso à todos os participantes deste treinamento / aprendizado!

O tempo (não) passa (Por Dulce Magalhães)

QUINTADIMENSAO2Li um artigo muito instigante sobre a quarta dimensão, sim o nosso mundo não é tridimensional, existe uma quarta dimensão no qual infelizmente não aproveitamos em sua totalidade, esta dimensão chama-se o TEMPO!

O artigo foi elaborado pela Dulce Magalhães e publicado no Portal Amanhã.

Recomendo a sua leitura, principalmente para aquelas pessoas que não percebem … quando o tempo passa. Neste artigo, a autora alerta que na realidade temos que perceber esta dimensão, e somente não percebemos porque estamos acostumados com o Mundo Físico e … esquecemos que existe o Mundo Quântico!

Clique neste link, e desfrute desta leitura!

“Livro de Ordem” na Construção Civil agora é obrigatório!

346727_pr_01O Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CONFEA, por meio da Resolução no 1.024, de 21/08/09, instituiu o Livro de Ordem, que passa a ser de uso obrigatório nas obras e serviços de Engenharia, Arquitetura, Agronomia e demais atividades ligadas ao sistema CONFEA / CREA. O Livro de Ordem, também conhecido como “Caderneta de Obras”, constituirá a memória escrita de todas as atividades relacionadas com a obra e servirá de subsídio para comprovar autoria de trabalhos e garantir o cumprimento de ordens técnicas, dirimir dúvida sobre ordem técnica, avaliar motivos de eventuais falhas técnicas, gastos imprevistos e acidentes de trabalho.

Neste link, poderão ter acesso ao conteúdo na íntegra da referida resolução para que possam estudar a sua aplicabilidade em suas organizações.

Para aquelas organizações no qual o sistema de gestão pela qualidade é certificado pela NBR ISO 9001:2008 e/ ou SiAC, a aplicação deste novoregistro da qualidade” é obrigatório, pois é um requisito regulatório do segmento, logo é importante, antes de criar um novo registro da qualidade para atender esta resolução, avaliar se atuais registros da qualidade não podem ser adaptados, ou seja, a possibilidade de que o Livro de Ordem atenda outras exigências do atual sistema de gestão pela qualidade. Resumindo, não criar mais um formulário sem aplicabilidade prática!

O atual sistema de gestão pela qualidade no qual você trabalha / atua já possui um registro da qualidade que atende plenamente ou parcialmente estas exigências contidas nesta resolução do CONFEA? Aguardaremos os seus comentários.

Preparando um Macro-Fluxograma (Por Ronaldo Costa Rodrigues)

Li um artigo muito bem elaborado, pelo Ronaldo Costa Rodrigues, sobre elaboração de Macro-Fluxograma, elemento obrigatório para atender o requisito 4.1 da ISO 9001:2008. Além de apresentar de forma prática este assunto, ele nos recomenda a utilização de um aplicativo gratuito para criação de fluxograma, o BizAgi Process Modeler, clique neste link para ter acesso a este aplicativo.

Segue o link do artigo elaborado pelo Ronaldo Costa Rodrigues.

De carona, pequenas empresas se tornam globais (Fonte: Agência Estado)

A internacionalização de companhias brasileiras está abrindo portas para pequenas e médias empresas no exterior. Como fornecedoras ou prestadoras de serviços, elas pegam carona no boom de investimentos internacionais de grandes grupos.

Além de ajudar a conquistar clientes lá fora, algumas parcerias acabam estimulando as pequenas a buscar certificações técnicas e se tornarem mais ágeis e competitivas também no mercado doméstico.

A empresa especializada na instalação de canteiros de obras, a Canteiro Construções Racionalizadas, de Santa Isabel (SP), deu o primeiro passo de sua internacionalização em 2004, ao firmar um contrato com a Construtora Odebrecht. Desde então, já montou seus espaços em empreendimentos na Venezuela, República Dominicana e Angola. Cinco anos depois, o faturamento com projetos internacionais representa 20% do total da companhia, conta um dos sócios, Sérgio Boff.

O país africano, que passa por intensa reconstrução, após o fim da guerra civil que durou mais de duas décadas, tem papel de destaque nesse resultado. Ali, a empresa já espalhou seus canteiros por uma área de 50 mil metros quadrados. A parceria com a Odebrecht ajudou a dar visibilidade para a Canteiro Construções Racionalizadas, que está expandindo sua atuação em Angola. Há dois anos, a Canteiro passou a fornecer para outros clientes no país. “Estando lá, ficou mais fácil fazer os contatos”, acredita Boff. Entre os novos clientes, estão grupos locais e nacionais como Engepar e Atlantis.

Outra companhia que aproveitou a internacionalização de grandes grupos para buscar novos mercados foi a carioca PCE Projetos e Consultorias de Engenharia, que faz projetos de engenharia. Fornecedora de empresas como Odebrecht e Andrade Gutierrez, a companhia está presente em obras no Peru, Bolívia, República Dominicana e Honduras, conta o diretor Paulo Roberto Pereira. “Às vezes, a parceria funciona melhor do que a criação de uma sede no exterior”, afirma.

Os contratos internacionais, que respondem por 15% do faturamento da PCE, também trazem segurança para a empresa. “Quando das coisas vão mal no Brasil, eles funcionam como seguro”, afirma.

Milton Torrecilhas, diretor da empresa de componentes elétricos PJ, de São Paulo, também vê a internacionalização como uma garantia de faturamento. “Com as vendas externas, posso correr atrás de novos negócios e fortalecer outras áreas no mercado doméstico.”

Filial

A empresa familiar, que fez sua primeira exportação há cinco anos, para atender uma obra de Odebrecht em Angola, resolveu investir para atender o mercado internacional. Há um ano e meio, abriu uma filial no Rio de Janeiro para facilitar o envio de produtos para o país africano, escoados pelo porto da capital fluminense. Pelo menos 10% do faturamento é obtido com as exportações.

As pequenas e médias empresas são maioria entre os fornecedores da Odebrecht no exterior. Elas representam 90% dos fornecedores de serviços e 60% dos de produtos. “Uma das principais vantagens em ter essas companhias como parceiras é a agilidade. Conseguimos tratar diretamente com o dono”, comenta Mauro Rehm, gerente geral da Odebrecht Logística e Exportação.

Exigências

Segundo o executivo, porém, nos contratos para exportação, os níveis de exigências são maiores. “Muitos exigem requisitos que as empresas que atuam apenas no mercado interno não têm.” Nesse caso, diz ele, a companhia auxilia os pequenos fornecedores a buscarem qualificação técnica, que incluem cuidados especiais com embalagens, entrega e atendimento. “Mas a empresa precisa ter, além de potencial, a vontade de se internacionalizar.”

Paulo Roberto Pereira, da PCE, conta que o primeiro contrato internacional obrigou a empresa a buscar certificações, como o ISO 9001. As auditorias também se tornaram uma constante na rotina da companhia. “A empresa passou a buscar um melhor controle de qualidade”, conta ele.

“Dinheiro se faz dentro de casa!”

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Hoje, li em um quadro de uma sala de reunião, em um cliente, a Gráfica Jácui, um “recado” extremamente importante nos dias de hoje:

Dinheiro se faz dentro de casa!

Como?

  • Produzindo mais rápido do que o orçado!
  • Evitando erros!
  • Evitando desperdícios!
  • Satisfazendo clientes!
  • Satisfazendo colaboradores e equipe de venda!

Por quê?

  • Porque hoje na disputa pelos orçamentos / pedidos, não temos mais “margem”. O potencial cliente orça com 3 a 5 fornecedores e desta forma o valor do serviço / produto fica com baixa “contribuição”.

E você, concorda com este “recado”?

Crise dá trégua e já falta mão de obra (Por Marcelo Rehder – Estadão.com.br)

Emprego e desempregoHoje, li no estadão.com.br um artigo no qual o seu autor, o Marcelo Rehder, confirma as minhas suspeitas de que estamos diante de uma outra crise no Brasil, ou seja, a falta de trabalhadores qualificados, principalmente para setores estratégicos como petróleo e gás, construção civil e agronegócio!

Vale a pena reservar um tempo em suas agendas para esta leitura e análise, clique neste link para ter acesso a este artigo!

E você, faz parte destes segmentos?

Já estão percebendo esta nova crise?

Quais são as alternativas para superar esta nova crise?

O pecado da primeira geração (Fonte: www.amanha.com.br)

parceiros1Recebi, através de um newsletter da Revista Amanha, um convite de leitura de um artigo que discorre sobre as dificuldades da maioria das empresas brasileiras, ou seja, 90% das empresas! Estamos falando das empresas familiares. No artigo a consultora de empresas familiares, Sra. Cláudia Tondo alerta que estas empresas “empurram com a barriga” os processos de sucessão e, por isto, em apenas um de cada três caso a mudança é feita com sucesso.

Acesse neste link, o artigo!

E sua empresa faz parte dos 90%? Caso positivo, como esta o processo de sucessão familiar?

Aguardaremos os seus comentários!