A “BICI” merece o seu lugar! (Por Tatiana Wegner Ypsilanti)

Foi lendo um artigo na revista mensal do CREA – RS (clique aqui para ler a reportagem), que me inspirei para escrever sobre este assunto.

É realmente muito importante que possamos encontrar uma maneira de minimizar a emissão de gás carbônico e nada melhor do que cortar o mal pela raiz, eliminando um pouco o CO2 através da diminuição de carros que circulam por aí.

No Brasil são cerca de 32 milhões de carros rodando diariamente, destes circulam 3 milhões no Rio Grande do Sul, sendo somente em Porto Alegre 360mil. Em Caxias do Sul, onde a população é de cerca de 400 mil habitantes, circulam aproximadamente 215 mil veículos, ou seja, mais de 1 carro para cada 2 habitantes. É realmente horrorizante escutar estes números, e pior ainda, saber que essa situação só tende a piorar… Hoje em dia ficou muito mais fácil comprar um carro e os financiamentos estão cada vez mais acessíveis.

Uma solução simples seria a conscientização da sociedade em geral para o uso da “magrela”. Na Europa, por exemplo, a bicicleta é um meio de transporte reconhecidamente limpo e muito utilizado, que ainda contribui para a saúde física.

Infelizmente, a bicicleta no Brasil ainda não ganhou seu lugar, apesar do Brasil ser um dos maiores produtores de bicicletas do mundo (terceiro produtor mundial com média 5 milhões de unidades por ano), além da falta de reconhecimento, a bicicleta não é respeitada pelos carros nas ruas, faltam ciclovias, falta controle dos agentes policiais, falta manutenção das bicicletas, falta proteção dos ciclistas, falta estacionamento, etc.

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Haia (Holanda) – Estacionamento de bicicletas na estação central de trens de Haia. Moradores da cidade se deslocam de casa até a estação de bicicleta e pegam o trem para o trabalho, em outra cidade.

Foto: Marcello Casal JR/ABr

Em 2025 o Brasil será a sexta população de idoso do Mundo (Por Patrícia Prigol)

Não há mais como negar esta realidade se considerarmos que o envelhecimento é um fenômeno mundial que vem acontecendo nos últimos trinta anos. No Brasil, segundo a projeção estatística da Organização Mundial da Saúde, entre 1950 e 2025 a população de idoso crescerá dezesseis vezes contra cinco da população total. A proporção de idosos passará de 7,5% em 1991 para cerca de 15% em 2025, que é a mesma proporção dos países europeus. Com este aumento o Brasil estará, em termos absolutos, com a sexta população de idoso do mundo. Neste sentido, não há outra saída para a sociedade a não ser apreender uma nova linguagem que possa incluir as pessoas da maturidade (ainda denominadas “Terceira Idade”) no mercado de trabalho, nas atividades sociais e no convívio das famílias. O “velho” de antigamente não é mais o velho de hoje que, inclusive, em muitos casos, serve de exemplo de qualidade de vida e produtividade repercutindo consideravelmente no PIB (produto interno bruto) do nosso país.

Uma sociedade que se encaminha para o envelhecimento deve aprender a se relacionar com o idoso. A convivência dos jovens com pessoas da terceira idade também pode contribuir muito no processo da inclusão. A criança de hoje, logo, será o idoso de amanhã! Comprovamos uma mudança nesta direção: a terceira idade está muito mais atenta aos movimentos sociais e as mudanças que ocorrem na atualidade. Os idosos de hoje são adeptos às inovações que os jovens propõe e não ficam constrangidos ao se matricularem, por exemplo, num curso pré-vestibular ou ingressar na Universidade, ainda que seja a da “Terceira Idade!” Buscam a realização de sonhos e desejos que foram substituídos por outras necessidades num dado momento de suas vidas. Participam também de eventos e apresentações que os jovens apreciam. Portanto, não existe mais esta separação: o que faz parte do “mundo dos jovens” e o que faz parte do “mundo da terceira idade”. Não raro encontramos pessoas muito jovens que apresentam um perfil psicológico enraizado no “velho dos anos 50”. Estamos falando de horizontalidade nesta questão da inclusão e não mais de verticalidade.

Os mais sábios, na “Idade da Maturidade”, desenvolvem uma habilidade ímpar de “escuta” e um “olhar’ curioso a respeito do que se passa ao seu redor. Tendem a ampliar as relações que estabelecem e os limites do espaço que ocupam na vida. São estes espíritos desbravadores que tendem a viver mais e melhor. Eles chegam à maturidade com o espírito da juventude!

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Podemos dizer que não existem ocupações específicas para o “idoso’ na contemporaneidade. Não há limites neste aspecto, a não ser àquilo que, por orientação médica, em função de suas condições físicas e psicológicas, lhe for sugerido. A agenda dessas pessoas é, na maior parte das vezes, mais cheia do que a de um adulto na fase do empreendimento. Eles fazem atividades físicas, dançam, participam de eventos culturais (sendo eles os protagonistas), trabalham de forma remunerada, estudam, se separam, casam de novo e, alguns, ainda têm filhos na maturidade. É preciso mudar a mentalidade da nossa sociedade. O velho de hoje não vem acompanhado da “cadeira do vovô”, da bengala que o limitava a sair de casa (por vergonha!), das roupas escuras e fechadas até o pescoço esperando a morte chegar! Hoje, as pessoas da maturidade ainda trabalham, estudam, se divertem e fazem sexo. Através desses bons exemplos preparamos nossos jovens e nossa sociedade para uma nova identidade social: a da integralidade por meio da inclusão e não mais da divisão ou separação por meio da discriminação e do preconceito.

Prosperidade (Por Maria de Lurdes Fontana)

Vem do latim prosperitate que significa abundância, fartura. Muitos confundem prosperidade com dinheiro e propriedades.

A prosperidade é a evolução tendo como principal valor a busca de conhecimento, aprendizagem, questionamentos e ensinamentos.

LeisDaProsperidade

O ser humano tende sempre buscar o melhor para si e consequentemente vive entre a dor e o prazer. A busca de prazer em viver, ajudar os outros, a crescer a evoluir e acima de tudo ser agradecido.

A constatação do papel de cada um, na sua missão e qual é o seu propósito de vida, é que determina o quanto de prosperidade o individuo possui.

Para muitos a prosperidade é vista como princípio econômico de medida e quantidade. Embora se possa afirmar que para ser próspero o individuo tenha que buscar o seu bem-estar. E requer não somente a satisfação de necessidades básicas. Mas o mínimo necessário das condições físicas, ambientais e sociais, na integração e promoção à vida e de uma relativa permanência entre o sentido do Ser em detrimento do Ter.

Portanto a prosperidade exige atitudes internas de mudança, de melhoria contínua, de valorização de si mesmo, de atitudes, de ética e principalmente que seja pró-ativo junto a sua família, seu trabalho e sua comunidade. Nem sempre nos damos conta das pérolas que nos rodeiam.

A prosperidade começa onde termina o egoísmo.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

O ano Zero da Economia Limpa (Fonte: Veja)

capa380Recentemente li uma séria de reportagens sobre as perspectivas para os próximos anos sobre “economia limpa”. As reportagens foram publicadas pela Revista Veja (Edição 2145 – número 52 – 30/12/2009).

Aqui fica um recado para as empresas desenvolverem produtos / serviços com foco na “economia limpa”!

Nesta série de reportagens / estudos, a equipe de jornalista da Revista Veja, apresenta as 10 ideias e posturas de um novo mundo!

Seguem abaixo, os links para que possamos refletir sobre o que queremos sobre sustentabilidade para os próximos anos!

  1. Ecodesign
    O apagar das luzes da lâmpada de Edison
    Emissão zero em cidade nos Emirados Árabes
  2. Carros elétricos
     A chegada dos primeiros modelos de grandes montadoras
  3. Executivos verdes
    O perfil do líder moderno dentro das empresas
  4. Energias renováveis
    O vento é limpo mas ainda custa caro
  5. Logística reversa
    A reciclagem de resíduos já é bom negócio
  6. Responsabilidade
    Apagar o passivo ambiental vale dinheiro
  7. Propaganda
    A militância (e a polêmica) na publicidade
  8. Globalização 2.0
    A era da cidadania global
  9. Capital natural
    Está na hora de cobrar pelos recursos naturais
  10. Créditos de carbono
    Falta ainda saber quanto custa poluir

A seguir copiamos na íntegra o texto introdutório para esta série de 10 reportagens:

Svante Arrhenius era um desconhecido físico sueco quando, em 1896, fez um alerta: se a humanidade continuasse a emitir dióxido de carbono na atmosfera no mesmo ritmo que fazia desde a alvorada da Revolução Industrial, em 1750, a temperatura média do planeta subiria de maneira dramática, em decorrência do efeito estufa.

Pouca gente escutou o apelo de Arrhenius em seu tempo, um período sem carros, sem megalópoles, com apenas 1,2 bilhão de pessoas no mundo. Quase ninguém seguiu seu raciocínio na maior parte do século seguinte. Foi assim até que novas evidências científicas surgiram, além das catástrofes naturais. E nos anos 1960 brotou uma ideia romântica, utópica e alternativa de preservação da natureza. Ela hoje entrou na corrente principal do pensamento ocidental, ajudou a transformar os processos de produção industrial e moldou o perfil dos líderes empresariais que conduzem o capitalismo no século XXI. Há muito ainda a ser feito. Evidentemente, é um frágil equilíbrio, mas trata-se, agora, de agir já para pagar menos depois.

Um relatório produzido em 2006 pelo economista inglês Nicholas Stern, então no Banco Mundial, indica que investir imediatamente, a cada ano, 1% do PIB global pode evitar perdas de até 20% desse mesmo PIB até 2050. É informação que os líderes reunidos na COP15, em Copenhague, neste mês, tinham com nitidez. Esses números não os fizeram avançar muito, em uma cúpula que entrará para a história pelos tímidos resultados que ofereceu. Não há problema. Existe uma mensagem clara: os estados não se entendem, escorregam na burocracia e em interesses egoístas, mas a iniciativa privada saiu na frente. As empresas e a sociedade já fazem mais e melhor que os governos no combate ao aquecimento global. Eles ainda patinam para entregar sua principal – se não única – contribuição, a de definir um quadro institucional estável e favorável à livre-iniciativa, à inovação e ao empreendedorismo.

A seguir, VEJA faz um amplo painel dos lançamentos de produtos, das ideias e das posturas que, a partir de 2010, começarão a delinear mais claramente o cotidiano baseado na economia limpa.

Surpresas do Ano Novo (Por Maria de Lurdes Fontana)

comprasNesta época há muitas pessoas que são acometidas pelo “nervoso” de pós-euforia das festas, comemorações e a lastimável constatação de que não há recursos suficientes para dar conta de tanta “gastança”. Aqueles que colocaram suas dividas em dia no final do ano se dão conta que deverão iniciar outro ano fazendo novas dividas.

É inevitável, pois a demanda de pagamentos decorrentes das necessidades de cada família não é generosa.

Conheço pessoas organizadas que nesta época também perdem o controle devido o exacerbado desejo de ter alguns prazeres que o dinheiro propicia.

Se as férias foram maravilhosas e de descanso, agora é o momento de colocar as coisas nos devidos lugares e certamente há surpresas. E percebe-se que as surpresas relacionadas com a falta de dinheiro, são motivo de contratempos e de preocupação.

Platão, dizia: “A pobreza não surge da diminuição dos bens, mas da multiplicação dos desejos”. Os desejos são armadilhas que facilmente caímos e não nos damos conta. Primeiro porque desejo não é racional. E por isso, aflora os comportamentos irracionais até dos mais “comportadinhos”.

Dinheiro é algo que mexe muito com as pessoas. É um recurso, é sempre escasso, e por mais se que se tenha, sempre falta, até mesmo para o avarento. Controlar e verificar constantemente quanto se ganha em relação ao que se gasta no dia-a-dia, é um exercício concreto no intuito de postergar gastos com “certos desejos” para outros momentos mais oportunos. Isso trará tranquilidade, serenidade e liberdade.      

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

Quais as diferenças entre Psicanálise, as Psicoterapias e a Terapia Análitica (Por Por Patrícia Prigol)

Segundo o autor David Zimerman, em seu livro Psicanálise em perguntas e respostas, verdades, mitos e tabus: “Excessivas idealizações ou distorções a respeito da psicanálise foram responsáveis pela formação de diversos mitos acerca da figura do psicanalista”. Portanto, justifica-se uma distinção entre psicanálise, psicoterapia e terapia analítica, além de se compreender melhor o papel desempenhado por psiquiatras, psicanalistas, psicólogos e psicoterapeutas. É exatamente este o objetivo: clarificar os papéis, as funções destes profissionais e suas possíveis linhas de trabalho, além de apresentar, nas próximas edições, as abordagens psicoterápicas (as mais atuais), podendo, contudo, estabelecer as diferenças no funcionamento de algumas estruturas psíquicas.

Assim, iniciamos esta sequencia de artigos podendo dizer que a PSICOTERAPIA tem uma finalidade mais restrita do que o tratamento psicanalítico (a análise). Sua finalidade é, por exemplo, resolver crises vitais e acidentais; remover sintomas agudos de quadros de transtornos mentais, como angústia, fobia, paranóia, etc., propiciar melhor adaptação na família, sociedade e trabalho; dar apoio com vistas a um melhor enfrentamento de situações difíceis. Habitualmente, as psicoterapias (tanto individual quanto grupal) são realizadas em uma média de duas sessões semanais, mas nada impede que possa ser uma sessão semanal, quinzenal ou até mesmo mensal. O tempo de duração de uma psicoterapia pode ser breve (por exemplo, “focal”, que visa à resolução de um foco específico de sofrimento) ou longa, que perdura enquanto estiverem, de fato, se processando melhoras na qualidade de vida da pessoa.

Já um TRATAMENTO PSICANALÍTICO (ANÁLISE) visa a um maior aprofundamento, isto é, vai além dos inequívocos benefícios terapêuticos acima mencionados, sendo que o maior objetivo de uma análise é conseguir mudanças da estrutura interior do psiquismo. Objetiva, portanto, realizar verdadeiras e permanentes mudanças caracterológicas, de sorte a melhorar a qualidade de vida para uma pessoa que, por exemplo, seja exageradamente obsessiva ou histérica, fóbica, depressiva, paranóide, psicossomatizadora, etc. Isso, na hipótese de que essa caracterologia, embora sem sintomas manifestos, de alguma forma possa estar prejudicando a si próprio e / ou aos demais, com sensíveis prejuízos e inibições nas capacidades afetivas, intelectuais, comunicativas, criativas e de lazer. Um tratamento psicanalítico habitualmente é processado com quatro (ou três) sessões semanais, comumente (mas não obrigatoriamente) com o paciente deitado no divã, e tem uma duração de vários anos.

O termo TERAPIA ANALÍTICA (ou psicoterapia de orientação psicanalítica) designa aquele tratamento em que há certa superposição de psicoterapia e psicanálise e cujo denominador comum consiste na utilização do “método analítico” que, fundamentalmente, consiste em um conjunto de conhecimentos teóricos e procedimentos técnicos que possibilitam um acesso ao inconsciente do paciente. Alguns autores e professores, no passado, estabeleciam enorme abismo entre psicoterapia e psicanálise. Na atualidade, o que se observa é uma redução de diferenças e uma superposição de semelhanças entre ambas.

Independentemente da abordagem terapêutica, da teoria e da técnica empregada, o mais importante é que a pessoa possa procurar os profissionais especializados e capacitados para realizar psicoterapia. Este pode ser o melhor caminho e o mais seguro em direção a superação das suas dificuldades.

Ano Novo de Esperança (Por Maria de Lurdes Fontana)

ANO-NOVOQuando um novo ano se inicia há muita esperança e o desejo de viver dias promissores, entre pais e filhos, amigos, vizinhos.

Há uma fé envolta em felicidade e não há barreiras ou limitações para desejar aos outros, sucesso, que os sonhos se realizem, saúde para dar e vender… E com isso nos conforta e dá a certeza de que somos importantes, amados e que nada valeria a pena sem a presença do outro.

A esperança em dias melhores, de vida melhor. Isso está ligado ao principio da fé, da crença que esta relacionada com a vida. Viver é basicamente ter fé e esperança de que este dia é o melhor dia. Mas se não o é, haverá um amanhã e será melhor. Este é o ciclo e o combustível da vida, a certeza que tudo passa, ainda que pareça não ser tão passageiro.

Para Alexander Lowen, “quando uma crença não tem suas raízes em uma fé verdadeira, não pode ser uma crença verdadeira”, isto é, nossos sentimentos devem dar sustentabilidade a nossa fé e esperança. Caso contrário está sujeito a viver uma ilusão.

Nossa mente está ligada ao coração. É a ligação entre o desejo e a vontade. É como ter fome e comer. Como seres únicos, somos também os únicos responsáveis pelas conquistas e fracassos e nada está desconectado da fé e esperança que cada um almeja. Portanto, a vida é aquilo que somos e desejamos ser, baseado no principio das nossas crenças.

A esperança é o resultado daquilo que acreditamos. Então o ano será melhor à medida que realizamos de verdade o que está no mais íntimo de nós mesmos. Resta-nos a esperança, feliz 2010!        

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

Quais as diferenças entre Psicanalista, Psiquiatra, Psicoterapeuta e Psicólogo? (Por Por Patrícia Prigol)

Dia_da_Psicologia

Toda pessoa que procura ajuda médica e / ou psicológica tem o direito de tomar conhecimento da formação e da qualificação dos profissionais. Exatamente por isso, faz-se necessário um melhor esclarecimento quanto a formação e a capacitação destes:

Psicólogo: profissional formado por uma faculdade de Psicologia (curso de duração de cinco anos em média) que o habilita a exercer:

  1. Psicoterapia, em suas diversas modalidades.
  2. Psicologia Organizacional (em empresas).
  3. Aplicação de psicotestes, como um recurso de finalidades diagnósticas e de seleção de pessoal.
  4. Psicologia Escolar ou Educacional (nas escolas).
  5. Exercício da Psicanálise Clínica (desde que complemente sua formação básica de psicólogo com uma nova, exaustiva e específica formação de psicanalista, em alguma instituição reconhecida).

Psiquiatra: um médico pode candidatar-se a fazer uma formação psiquiátrica em alguma instituição reconhecida, onde ele fará um curso especial que tem uma duração média de quatro anos. Uma vez aprovado, ele estará em condições de exercer psicoterapias e de tratar “pacientes psiquiátricos” (como psicóticos hospitalizados, depressões graves, crises de pânico, drogaditos, etc.) com medicação psicotrópica. Caso o psiquiatra queira tornar-se um psicanalista, deverá ter o complemento de uma completa formação psicanalítica. Na atualidade um grande número de psiquiatras exerce uma “psiquiatria dinâmica”, mais voltada para tratar dos dinamismos dos transtornos psíquicos, enquanto outro expressivo número deles dedica-se prioritariamente à “psiquiatria biológica”, com o respectivo emprego da moderna psicofarmacologia e com um respaldo nos conhecimentos portados pelas neurociências.

Psicanalista: tanto um psiquiatra como um psicólogo que desejam tornar-se psicanalistas deverão procurar uma sociedade psicanalítica filiada a uma entidade internacional mater (IPA), submeter-se a uma seleção rigorosa e, na condição de “candidato”, a uma “análise didática” (duração média de 7 anos) concomitantemente com seminários teórico-técnicos, supervisões individuais e coletivas, apresentação de monografias, comparecimento a reuniões clínicas semanais, participação em jornadas e congressos, etc. Para a obtenção da condição de psicanalista, no mínimo é necessário que o candidato egresso do Instituto de Psicanálise submeta a uma assembléia a apresentação de um trabalho clínico com vistas a passar da condição de “candidato” para a de “membro associado”. Daí, se ele desejar, poderá ascender a outras posições prosseguindo em seus estudos. Assim, um psicanalista está habilitado a exercer a psicanálise clínica, com o uso do divã para os seus analisados, com um maior número de sessões semanais, tendo em vista o propósito de um acesso às regiões profundas do inconsciente que determinam os nossos traços de caráter, conflitos, sintomas, inibições, angústias e transtornos de psicopatologia.

Psicoterapeuta: é uma denominação mais genérica que designa a condição de um técnico especializado – psicólogo, psiquiatra ou psicanalista – exercer uma função de tratar algum paciente com alguma forma de psicoterapia fundamentada em princípios variados, conforme determinadas correntes que mereçam um crédito de idoneidade.

Feliz 2010!

FELIZ ANO NOVO!

Estimados leitores,

Em época de festas, o WeBlog também irá se ausentar por alguns dias.

Aproveitamos esse momento em que nos despedimos do ano de 2009, que deixa lições, reflexões e muitas lembranças, para agradecer a todos pelos acessos ao blog Simples Soluções. Os comentários, e-mails, críticas, sugestões, análises sempre são muito bem-vindos.

Enfim, as estatísticas no WeBlog são grandes incentivos para continuarmos fazendo um trabalho sério, ético e comprometido com um trabalho de qualidade.

Estamos a poucas horas de entrarmos em um novo ano.

Que Deus abençoe todos nós!

Segue uma linda mensagem que recebemos de um amigo, o César Santana:

 2010

Para sonhar um ano novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente.

É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

(Carlos Drummond de Andrade)

Confira 11 dicas muito simples para conquistar seus objetivos (Por Equipe InfoMoney)

Final de ano é o momento ideal para fazer o balanço dos acontecimentos, avaliar a carreira, refletir sobre erros e acertos e planejar o futuro. Se você já fez isso no final do ano passado e seus objetivos não foram cumpridos, algo está errado. Mas o que será?

auto-ajuda-estrategias-alcancar-objetivos-460x345-brPara a coach e diretora da CrerSer Mais – Desenvolvimento Humano e Profissional, Roselake Leiros, as pessoas devem parar de responsabilizar fatores externos por seus insucessos. O que impede a realização de desejos e planos está dentro das pessoas.

A coach destacou 11 dicas muito simples para a realização das metas em 2010, tanto na vida pessoal como na profissional. Confira abaixo:

  1. Continue querendo sempre o melhor;
  2. Formule objetivos de forma positiva. Diga o que quer e não o que não quer;
  3. Sustente o seu objetivo: se quer que seu chefe lhe dê um aumento, diga que vai desenvolver determinadas ações para conquistar o aumento;
  4. Você é uma individualidade. É comum acreditar que as pessoas vivem um padrão e que não têm poder de mudar, mas você pode viver do jeito que achar melhor;
  5. Separe o tempo de sonhar, o de planejar/realizar e o de avaliar/criticar. É importante assumir o planejamento e fazer os ajustes necessários para poder realizá-lo;
  6. Lembre-se de alimentar todas as áreas da vida, tanto a familiar como a profissional e a financeira;
  7. Tenha pensamento positivo sobre seus objetivos, mesmo que algo o desanime;
  8. Avalie o contexto geral. Pergunte-se se dentro de você existe alguma objeção em relação ao que deseja. Faça uma análise e evite o “auto-boicote”;
  9. Use todos os sentidos para realizar suas metas. Crie um quadro mental com todos os detalhes de seu objetivo, complete e ajuste até ficar do jeito que deseja. Viva como se já estivesse lá e sinta este momento da realização. Esse exercício abre caminhos neurais que fazem a realização dos objetivos;
  10. Faça uma lista e escreva o que deseja. É importante tornar o que você quer algo palpável, e;
  11. Comemore a realização. A alegria e a gratidão são emoções que validam o esforço da trajetória e motivam para novas realizações.