É preciso ter paciência (Por Maria de Lurdes Fontana)

ÍndiceDe tempos em tempos reflito e observo as pessoas que vão e vem. Nota-se que muito se fala e pouco se escuta. Embora a todos, é sabido o quanto é importante termos a Paciência, nem sempre sabemos ter essa virtude.

O significado de paciência é saber esperar a hora certa, no momento certo e da maneira certa. Paciência é esperar, planejar para saber como agir diante do que estamos esperando. É juntar em compasso de espera, o que vem há seu tempo, com sabedoria e discernimento.

A mente humana é fascinante quando se elabora o desejo naquilo que esperamos e com certeza o desejamos alcançar.

Há de se ter a convicção de que para algumas situações temos que esperar para ser atendidos, para chegar a “sua” vez e assim por diante.

O inesperado é tão comum ocorrer que quando temos a virtude da paciência, teremos sabedoria para sair do desconforto e partir para a ação. Infelizmente não conseguimos “elaborar” muito bem este tempo e deixar acontecer.

Talvez muitos, buscam o alivio da espera, nos balcões das farmácias e drogarias. Mas há sempre uma saída no intuito de juntar-se aos outros, nossos pares. E vejam que muitas soluções vêm de encontro à presença dos mais próximos, e a aqueles que confiamos e acreditamos. O ser humano não é completo sozinho.

Ter o domínio das escolhas que fazemos e agir com muita paciência.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

A sua organização esta crescendo com a pesquisa de clima organizacional? (Por Sérgio Canossa)

Realizar pesquisas de clima organizacional tem se tornado uma atividade freqüente nas organizações. Muito mais do que auxiliar no atendimento de requisitos normativos, as empresas precisam profissionalizar estas atividades e, saber avaliar e decidir sobre os resultados obtidos. A ISO TS 16949:2009, por exemplo, no requisito 6.2.2.4 (Motivação e “empowerment” dos colaboradores) nos remete a esta necessidade. Ainda é comum observarmos um trabalho relegado ao segundo plano com claras intenções de cumprir tabela. As áreas de RH – usualmente responsáveis por esta atividade não estão plenamente preparadas para realizar, interpretar e apresentar estas pesquisas. Infelizmente poucas áreas estão. Um questionário é elaborado e, em determinadas épocas do ano é amplamente aplicado junto aos colaboradores como se esta fosse a parte mais importante e se esgotasse nela. Porém, é aqui que ocorrem os primeiros problemas. Diversas situações dificultam esta coleta de dados: muitos funcionários não desejam participar, muitos se sentem obrigados a participar, muitos mentem ao responder as questões e, assim vai. Com isto, as organizações costumam criar mecanismos para incentivar a entrega dos questionários respondidos no prazo estabelecido.  Os brindes e todas as formas de incentivo tornam-se a principal razão do retorno do questionário. É impossível garantir o compromisso da resposta que representa o que de fato ocorre ou o que de fato o funcionário sente.

Quando a coleta de dados é concluída um ou mais funcionários são designados para tabular centena, as vezes milhares de questionários recebidos. Uma tarefa árdua e ingrata. Aqui surgem novos problemas: como apresentar estes dados para a direção ansiosa por saber o resultado – a opinião dos funcionários. Usualmente um relatório contendo os valores e porcentagens obtidas são preparadas e apresentadas. Diante disto, ocorre muito vai e vem até se chegar a um formato definitivo que possa agradar aos diretores. Este modelo torna-se inflexível por muitos anos.

Depois de uma leitura dos resultados todos são chamados a explicar os números que surgem. São realizadas ações localizadas que são planejadas e conduzidas por alguns dos mais interessados e, quase sempre fruto de iniciativa própria. Muitas destas ações têm pouca ou nenhuma relação com os objetivos estratégicos da organização. É mera formalidade. Ou seja, pouco se faz com os dados coletados. Algumas vezes estes dados servem para exibir informações favoráveis junto aos clientes e auditores. No ano seguinte ou na pesquisa seguinte o roteiro se repete.

No entanto, as organizações precisam aprender a transformar os resultados destas pesquisas em negócios e benefícios para toda a organização. E como isto deve ser feito?

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Tentando entender a Geração Y (Por Bernt Entschev)

geray310xSe você faz parte da geração do século passado, por exemplo, nascido nas décadas de 70 e 80, e ainda está atuando no mercado corporativo como gestor de pessoas ou meramente tentando buscar ainda “um lugar ao sol” nesta “selva de pedra”, deve estar tentando entender e conviver com colegas / profissionais da famosa “geração Y”, grupo de pessoas formadas por jovens entre 18 e 30 anos!

Particularmente, diariamente convivo com estes profissionais, nas empresas no qual atuo como consultor organizacional, sendo que me enquadro na faixa dos “enta”, ou seja, tenho “quarenta e poucos anos”!

Recentemente li um artigo de autoria do Sr. Bernt Entschev, cujo título é o seguinte: “Por que a Geração Y é tão exigente?” (publicada na Revista Amanha – edição de setembro de 2010) no qual conseguiu me esclarecer sobre este perfil de profissionais que estão “invadindo” o mundo corporativo!

Também localizei no You Tube, uma entrevista do Sr. Bernt Entschev no qual ele esclarece de forma simples e direta como devemos conviver e aproveitar este potencial desta geração, mas principalmente alerta sobre o quanto as qualidades positivas e negativas desta geração denominada Y.

Clique aqui e assista esta entrevista!

Clique aqui e leia o artigo!

Fica aqui o meu questionamento como pai de duas filhas de 2 e 6 anos, qual será a geração delas?

Sempre há um recomeço (Por Maria de Lurdes Fontana)

recomeço 4Desde sempre o ser humano busca conhecer e entender os processos de vida e morte. Não tem como deixar de falar sobre a vida sem pensar na morte. É o inicio e o fim de um projeto único que passa de geração em geração e mesmo sem dar-se conta, são fases contínuas e repetidas num ciclo interminável de evolução ou não, dependendo do entendimento de cada um.

Já falamos das escolhas e que são frutos das opções que fizemos e para toda causa há um efeito.

Não há o positivo sem o negativo. Não existe o sim quando não se considera os “nãos”. É tão antigo este caminho que nem sempre nos damos conta do óbvio.

Quando há as respostas, mudam-se as perguntas sejam elas quais forem, levam sempre ao mesmo começo: somos seres incompletos e necessitados do outro e de um Ser Superior.

E quando pensamos que os “outros” existem para servir e nos ajudar a sermos completos, entendemos das verdades que não mudam e nem passam… se perpetuam.

Em qualquer lugar, onde quer estejamos, estamos acompanhados da nossa consciência. É uma grande companhia!

Na verdade somos humanos independentes pela nossa capacidade, mas totalmente dependentes pela nossa natureza evolutiva.

A cada dia se renova as propostas de vida com energia para aquele que sabe qual é o seu propósito ou projeto de vida.

Deus tem um plano, um projeto para cada um, mas nem todo mundo sabe ao certo qual é. A busca deste conhecimento passa pela fé e oração.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

O tratamento de não conformidades (Por Edson Barbosa de Souza)

4db189802d7e6ff4d5c33260843ec9a8Nestes meus 15 anos de consultoria, sempre busquei junto aos nossos clientes, principalmente em projetos de implementação / manutenção de um sistema de gestão pela qualidade baseado nos requisitos da ISO 9001, o melhor entendimento e aplicação das exigências dos requisitos de Ações Corretiva e Preventivas (8.5.2 e 8.5.3). Mas posso confirmar à todos que o grau de dificuldade é muito grande para todos, sendo que atualmente procuro intensificar / priorizar a implementação das ações preventivas. Tenho uma opinião que a ISO poderia ter alterado a sequencia destes dois requisitos, ou seja:

  • 8.5.2 => Ação Preventiva, e;
  • 8.5.3 => Ação Corretiva.

Desta forma poderíamos intensificar a importância de “prevenir antes de remediar”!

Localizei um artigo muito bem elaborado, pelo Edson Barboza de Souza, Sócio da Foco Quality Consultoria, no qual ele descreve de forma clara e objetiva:

  • Como tratar as não conformidades;
  • As principais dificuldades em identificar as não conformidades, e;
  • Como as empresas vêm tratando suas não conformidades.

O excelente artigo, conclui com um questionamento extremamente instigador:

  • As companhias têm adotado mais “ações corretivas” ou buscado apenas as “correções” às suas não conformidades?

Parabéns ao Edson, pelo seu brilhantismo na elaboração deste artigo!

Acesse o artigo, através deste link (clique).

E na sua organização, como você atualmente trata as não conformidades? Corrigindo as não conformidades ou adotando ações corretivas?

Sistema de Gestão Beplast Nordeste … 12 anos de muito PIC!

Dando continuidade ao post anterior, gostaríamos de falar sobre a trajetória de sucesso de um dos nossos clientes, a Beplast Nordeste, no qual esta sediada em Sobral / CE.

Nesta semana, estamos realizando serviços de consultoria e treinamento nesta empresa, com a finalidade de estimular os seus colaboradores a buscarem novos desafios e por consequência novas oportunidades de melhoria beneficiando todas as partes interessadas, ou seja, clientes, colaboradores, sócios, comunidade e fornecedores.

A Beplast Nordeste faz parte do Grupo Beplast, no qual sua matriz encontra-se localizada em São Leopoldo / RS (Beplast Sul), possuindo outra filial em Salvador / BA (Beplast Bahia).

A história de sucesso da Beplast Nordeste inicia-se com o surgimento da Beplast Sul no ano de 1991 no município de São Leopoldo / RS.

Buscando um posicionamento estratégico e competitivo, a Beplast Sul no ano de 1997, inaugura sua filial no município de Sobral / CE, a Beplast Nordeste.

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Qual é a diferença entre “eficácia” e “eficiência”?

Esta semana, quando estava desenvolvendo um treinamento para um cliente, localizei um filme de curtíssima duração, na internet que sintetiza em imagem a diferença entre ser eficaz ou / e ser eficiente.

Peço à gentileza que assistam a este filme clicando aqui!

Logo após, comentem este post, respondendo as seguintes perguntas relacionadas ao filme:

1.     No filme, quem foi eficaz?

2.     E quem foi eficiente?

3.     Alguém foi eficaz e eficiente ao mesmo tempo? Justifique

4.     Posso ser eficiente e não ser eficaz? Justifique.

5.     Posso ser eficaz e não ser eficiente? Justifique.

Aguardaremos os comentários.

Grato a todos!

Candidatos estilo “Tiririca” e o segundo turno para presidência da república. (Por Ivo Ricardo Lozekam)


Capturar

Durante a apuração dos votos para a presidência, governadores, senadores, deputados federais e estaduais, domingo à noite, um renomado comentarista político em análise para a televisão comentou que este será o “congresso de pior qualidade dos últimos anos, em função do currículo de alguns candidatos eleitos”.

Queremos acreditar que este analista político esteja equivocado. No entanto, não há como não nos chamar a atenção, certos candidatos como:

  • Tiririca, o “ex-palhaço” de circo.  Com seu slogan, “pior do que tá não fica”;
  • Ronaldo Esper – aquele “colunista” da TV que esteve envolvido com furto de vasos em cemitério;
  • Aquela candidata cujo número era 1969, que lambendo os lábios, vestida em sumária lingerie preta, repetia o bordão “vote com prazer”;
  • Juca Chaves, humorista de longa data;
  • Maquila, com sua dicção, luva de Box e soqueando saco de areia, e;
  • Mulher Pera, esta exibindo um desempenho mais vulgar ainda do que a de número 1969.

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Novos procedimentos para certificação de Brinquedos – Portaria 321(Por Laíz Lopez dos Santos)

De acordo com a Portaria 152, de 30/04/2010, os Organismos de Certificação de Produtos (OCP) poderão manter seus procedimentos para certificação de brinquedos até 29/10/2010, portanto você que é artesão, fabricante ou importador que ainda não se adequou, faltam menos de 30 dias para priorizar o que está alinhado à razão de existir de sua organização e deixar para trás a velha rotina.

Desde 2007, ações foram tomadas para resguardar as crianças e evitar em território nacional escândalos com produtos que, como já aconteceu, apresentaram riscos à saúde.

Até os dias de hoje a avaliação da conformidade vem sendo reavaliada pelo INMETRO para orientar fabricantes e importadores à eficácia, qualidade e atendimento às necessidades do consumidor. Tendo em vista o cenário competitivo que as organizações estão inseridas, é importante esta orientação a fim de armar o país para o futuro.

A nova Portaria 321, que passa a vigorar em 29/10/2009, traz alguns ajustes à avaliação da conformidade para “brinquedos”, substituindo as Portarias 326, de 24/08/2007 e 376, de 05/10/2007 e anexo V da Portaria 108, de 13/06/2005.

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