Ensinar a Ensinar e Aprender a Aprender (Por Sebastião Guimarães)

metacogniçãoDando continuidade ao post anterior (clique aqui), estaremos divulgando os serviços e artigos do Sebastião Guimarães, considerado o maior especialista no Brasil da ISO 10015:2001.

Hoje, apresentaremos uma quebra de paradigma, vinculado a uma nova característica / necessidade das organizações tornarem-se locais de aprendizado, o que alguns estudiosos denominam de “aprendizado organizacional”!

Sebastião Guimarães elaborou um artigo, cujo título é sugestivo: “Ensinar a Ensinar e Aprender a Aprender”. Neste texto ele sugere uma reflexão inicial:

“Para aprender a aprender e principalmente, para ensinar a ensinar, as empresas precisam desaprender as formas antiquadas de capacitação e aperfeiçoamento profissional.”

A fim de valorizar os trabalhos do autor, estaremos sempre convidando a leitura em seu blog, clique aqui aproveite a sua experiência!

Vinculando a este texto, Guimarães, utiliza-se de um post que elaboramos sobre a “metacognição”, termo criado por John Hurley Flavell. Estamos sugerindo a visita a um website muito bem elaborado sobre este assunto, o http://www.metacognicao.com.br, elaborado / organizado por duas excelentes profissionais, a pedagoga Evelise Maria Labatut Portilho e a psicóloga Simone Aparecida de Souza Dreher.

Instituições de ensino no Brasil … com sistemas de gestão certificados pela ISO 9001

Dando continuidade ao artigo / post anterior (clique aqui), no qual apresentamos a NBR 15419:2006 como base para melhorar os sistemas de gestão de instituições de ensino certificadas pela ISO 9001.

Neste post iremos apresentar um levantamento das organizações que estariam aptas a utilizar as orientações contidas nesta norma, ou seja, a NBR 15419:2006.

A partir das informações disponibilizadas pelo website do CB-25, realizamos um levantamento / análise das instituições de ensino com sistemas de gestão certificados pela ISO 9001, considerando:

  • Por UF (Unidades da Federação), e;
  • Por Organismos Certificadores.

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Existem, somente, 66 instituições de ensino no Brasil com sistema de gestão certificado pela ISO 9001!

Segue abaixo os gráficos, assim como estamos disponibilizando a base de dados, ou seja, a relação destas instituições de ensino (clique aqui).

Sua organização faz parte deste grupo?

Se positivo, já estão fazendo uso das orientações contidas na NBR 15419:2006? Quais foram os ganhos / resultados?

Deixe aqui os seus comentários / depoimentos!

Vocês conhecem a ABNT NBR 15419:2006 – Diretrizes para aplicação da ISO 9001:2000 nas organizações educacionais?

Recentemente, quando estive realizando serviços de consultoria / aprendizado no SESI-MT e SENAI-MT, tomei conhecimento de uma norma brasileira de caráter orientativa elaborada no Comitê Brasileiro da Qualidade (ABNT/CB-25):

  • ABNT NBR 15419:2006 – Sistemas de gestão da qualidade – Diretrizes para a aplicação da ABNT NBR ISO 9001:2000 nas organizações educacionais

Apesar desta norma ter vinculo a versão desatualizada da ISO 9001, ou seja, a versão 2000, no seu conteúdo facilita o entendimento e interpretação dos seus requisitos sob o entendimento das organizações envolvidas como setor educacional, utilizando inclusive as terminologias específicas deste setor.

Diversas entidades / organizações que mantém projetos educacionais, entre eles o SENAI e SESI, assim como o Ministério da Ciência e Tecnologia auxiliaram na elaboração desta norma orientativa.

Além do Brasil, também o México, Argentina, Austrália e Espanha já contam com normas voltadas à gestão da qualidade das instituições educacionais. Uma das preocupações do grupo que desenvolveu a ABNT NBR 15419 foi não infringir os princípios estabelecidos na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).

A norma mantém o conteúdo da ISO 9001, mas contempla o cotidiano da educação, ou seja, não altera o documento original, apenas acrescenta como as organizações podem aplicar a Gestão da Qualidade nas instituições educacionais, desde universidades e cursos de pós-graduação a escolas de educação infantil e cursos livres.

nbr 15419As organizações de ensino, de acordo com a norma, devem levar em conta os requisitos dos clientes, que expressam suas necessidades ou expectativas em relação ao serviço educacional. Por exemplo, desenvolvimento intelectual, a qualificação profissional, o desenvolvimento de competências e da cidadania, entre outros.

Os registros que devem ser mantidos para provar evidências da conformidade com requisitos e da operação eficaz do Sistema de Gestão da Qualidade envolvem especificidades como matrícula, lista de presença, diário de classe e histórico escolar (para comprovar desempenho e freqüência do aluno) e ainda controle da emissão de certificados e diplomas, entre outros. Exige o comprometimento da Alta Direção em manter uma política da qualidade com foco no cliente.

Independente do atual estágio que as organizações vinculadas ao segmento da educação estejam na busca da melhoria contínua, baseado nos requisitos da ISO 9001, a NBR 15419:2006 serve de base para a busca da efetividade dos seus processos.

No próximo artigo / post (clique aqui) , estaremos publicando as organizações no Brasil que estão aptas a utilizar as orientações contidas nesta norma, ou seja, instituições de ensino já certificadas pela ISO 9001.

E a sua organização está pronta? Deixe aqui os seus comentários.

Incentivos a Produção ou Demagogia Eleitoral (Por Ivo Ricardo Lozekam)

O Jornal Valor Econômico do dia 29/04/2010, noticiou a intenção do governo no sentido de criar um mecanismo de compensação automática de créditos tributários pagos a maiores decorrentes do seu processo produtivo.

O pacote deverá ser anunciado pelo Presidente Lula na próxima semana.  Dentre as medidas já decididas estão a redução das exigências para que uma empresas seja considerada “preponderantemente exportadora”, com isenção automática de tributos (PIS e COFINS) na compra de matéria-prima, produtos intermediários e embalagens. Hoje, só têm esse benefício empresas com 80% de sua receita bruta originadas de exportações – o limite será reduzido para 40%.

O pacote que está sendo preparado para incentivar as exportações deverá ampliar o número de empresas autorizadas a operar a “linha azul”, sistema de procedimentos simplificados de importação e exportação, hoje restrito a grandes empresas. As empresas cumprirão exigências para se habilitar ao regime e haverá facilidades para empresas com menos exigências que as atualmente impostas a empresas da “linha azul”.

Outra medida confirmada é o estímulo a pequenas e médias empresas para exportar sem risco de perder os benefícios de simplificação de impostos do Simples. As empresas que obtêm receitas superiores a R$ 1,2 milhão não podem se beneficiar das vantagens do Simples. Pela medida discutida no governo, caso a receita acima desse limite seja obtida com vendas ao exterior, elas não serão contabilizadas para efeito de verificação do enquadramento no Simples.

Época de campanha eleitoral é época de demagogia, sem dúvida, mas estas medidas valorizam a liberdade e competitividade empresarial, e devem ser recebidas com louvor.

É sabido que um dos principais entraves que impedem o crescimento de nossa economia é o custo Brasil, traduzido em elevada carga tributária.

Em países do primeiro mundo como a Alemanha, a tributação do Imposto de Renda só ocorre quando os sócios retiram efetivamente os lucros da empresa.  Uma das próximas questões a serem abordadas seria no sentido de definir no Brasil em que momento deve ocorrer à tributação do Imposto de Renda das Empresas.

Entendemos que a incidência do Imposto de Renda Pessoa Jurídica deve ocorrer da mesma forma que ocorre na Alemanha, ou seja, quando efetivamente houver a retirada de lucro das empresas de parte de seus sócios. 

Enquanto os recursos permanecerem nas empresas estes não seria tributado, pois na maioria dos casos este lucro vai simplesmente compor como contrapartida o Patrimônio Liquido, em função de novas aquisições no Ativo Imobilizado, destinadas a ampliação da capacidade produtiva.

Tributá-los da forma com que estão sendo representam mais uma incoerência da voracidade fiscal dominante no Brasil. Pois como vimos acima, nem sempre o lucro é lucro, pois é reinvestido na produção.  Deixar para tributá-lo apenas quando for retirado efetivamente das empresas representaria não apenas um alívio da carga tributária, mas principalmente um efetivo incentivo ao capital produtivo.

Aguardamos então por boas notícias em termos de desonerações das exportações na próxima semana.

Desejamos a todos uma semana feliz e produtiva!

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

O Poder de um Elogio (Por Maria de Lurdes Fontana)

elogioCulturalmente a nossa região da serra gaúcha não tem o hábito de elogiar as pessoas quando estas fazem por merecê-lo. E muito daquilo que não se pratica, cai no descrédito, e com o passar do tempo as pessoas passam a desacreditar das suas capacidades.

E o que é mais grave, quando é elogiado, é interpretado com ironia!

Do ponto de vista humano, a motivação é fundamental para dar conta das demandas e conflitos do dia-a-dia.

No campo do trabalho, é tão raro vermos as lideranças darem feedback e elogios aos membros da sua equipe.

Quem tem ou teve a oportunidade de exercitar o elogio, dado com o tonante de verdade a aquilo que as pessoas fazem, ou dar a importância da atividade que exerce, se observa melhorias.

Lidar com pessoas é muito difícil, porque nós somos difíceis. Reconhecer que o outro é importante para nosso crescimento, no mundo do trabalho é mérito de maturidade de todo líder, seja ele ou ela quem for.

Ainda, somos um povo que trabalha tanto! E daí vem à pergunta? Para quê? Eis um ponto de reflexão, já que temos um dia em homenagem ao Trabalho.

Se pudéssemos dar-nos conta de que as pessoas que trabalham conosco, também têm objetivos e metas, têm sonhos a realizar. Eu reconheço que sem meus colegas de trabalho, nada acontece. O ambiente muda e transforma as pessoas.

Os desafios fazem crescer e perceber que podemos mudar sempre que é preciso. Não há quem não goste de elogios, e não faltam pessoas que reconhecem o quanto mudaram depois que o receberam.

Feliz Dia do Trabalho! Faça por merecê-lo. Dê um elogio!

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Você realmente inova no seu segmento ou simplesmente “melhora” o que já existe de inovador?

Recentemente li um artigo na Revista Amanhã (www.amanha.com.br) de autoria do André Coutinho, Sócio-diretor da consultoria Symmetics. Ele é mais conhecido como profissional que participou do prefácio da edição brasileira do livro “A Estratégia do Oceano Azul”! Neste artigo, da Revista Amanhã, ele critica o modo conservador pelo qual as empresas pensam os seus negócios!

Sempre ouvi comentários positivos sobre o conteúdo deste livro, mas nunca tive a oportunidade de lê-lo. Inclusive já até publicamos um artigo escrito pelo José Luís Möllmann comentando sobre este assunto (clique aqui).

Mas voltando ao artigo do André Coutinho, cujo título é “Não basta jogar o jogo”, percebo o quanto nós estamos distantes e talvez indisciplinados para gerarmos inovações em nossos negócios, sempre ficamos no óbvio, ou seja, em “espaços já explorados” pelos nossos concorrentes e em alguns casos pelos nossos benchmarking. Essa posição cômoda e arriscada é decorrente da nossa cultura de baixa criatividade, assim como do conservadorismo que ainda impera nas organizações / empresas, ou seja: “os que estão em cima mandam e acham que pensam / inovam e os de baixo apenas executam”!

Em uma das partes da entrevista, André Coutinho “descarrega a metralhadora”:

“Se você modelou o plano estratégico apostando só na diferenciação, o chinês fará exatamente o mesmo produto pela metade do preço. Isso vale para qualquer produto em qualquer setor”.

Reserve um tempo para ler na íntegra a entrevista do André Coutinho na Revista Amanhã, clique aqui!

Também sugiro a leitura do livro “A Estratégia do Oceano Azul”, clique aqui!

Também, para os preguiçosos ou que gostam de ler resenhas de livros, recomendo os seguintes arquivos, que estão salvos no website www.scribd.com :

  • Apresentação “A Estratégia do Oceano Azul” – autor: Raimundo Miranda (clique aqui), e;
  • Resenha “A Estratégia do Oceano Azul” – autor: Mário Ferreira (clique aqui)

E você é INOVADOR ou é COPIADOR DE INOVAÇÕES? Deixe seu comentário!

Não Treinar, Se Possível (Por Sebastião Guimarães)

A partir deste post, estaremos divulgando os serviços e artigos do Sebastião Guimarães, considerado o maior especialista no Brasil da ISO 10015:2001. Segue abaixo o seu mini-CV:

Sebastião Guimarães – Professor de curso de pós-graduação da Universidade São Judas, Professor convidado da Fea/Unicamp, e Consultor da T&G Treinamento. Autor de diversos livros didáticos sobre Organização e Técnicas Comerciais. Vivência profissional como Orientador de Ensino do SENAC-SP, Coordenador de Treinamento Empresarial do CCESP, Gerente de Divisão de Treinamento da Mercedes Bens do Brasil, Gerente do Programa de Gestão da Qualidade Total do SEBRAE – SP e facilitador de cursos da ADVB e da FBM.

Vamos iniciar com o artigo “Não Treinar, se Possível”, um texto provocador, levando a uma reflexão bem objetiva: podemos desenvolver / adquirir novas competências, através de outras ações que não sejam somente treinamentos!

A fim de valorizar os trabalhos do autor, estaremos sempre convidando a leitura em seu blog, clique aqui aproveite a sua experiência!

E na sua organização, além dos treinamentos habituais / tradicionais para desenvolver / adquirir as competências necessárias, quais são as outras ações que são realizadas? Você já utilizou algumas das ações recomendadas pelo autor, ou seja:

  • Reformulação dos processos
  • Recrutamento de pessoal treinado
  • Terceirização (outsourcing)
  • Redução da rotatividade
  • Modificação dos procedimento
  • Melhoria de outros recursos

Deixe aqui a sua experiência / vivência sobre este assunto!

O papel do empresário na ISO 9001 (Por Ronaldo Costa Rodrigues)

Li um artigo muito bem elaborado, pelo Ronaldo Costa Rodrigues, sobre o verdadeiro papel / função do dono da organização, no que se refere a implementação e principalmente manutenção de um Sistema de Gestão pela Qualidade baseado na ISO 9001.

Neste artigo, Ronaldo desenvolve com a sua habitual mestria uma reflexão inicial, explorando / questionando se a principal função no processo de implementação / manutenção seria realmente o Representante da Direção ou o próprio Diretor.

Infelizmente, presencio “às vezes” em minhas atividades de consultoria que o Dono da empresa se posiciona como na caricatura abaixo, diante das melhorias que são necessárias para atender as necessidades das partes interessadas no sucesso do seu negócio!

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Acesse através deste link o conteúdo na íntegra deste artigo desenvolvido pelo Ronaldo Costa Rodrigues.

E na sua organização, como esta a relação entre o Dono da empresa / organização e o Representante da Direção? Deixe aqui a sua opinião!

Tem feira VERDE esta semana, a Fiema!

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Nesta semana, de 27 à 30 de abril, em Bento Gonçalves / RS esta sendo realizada uma feira “VERDE”, a Fiema!

A Fiema Brasil 2010 concretiza os princípios de sustentabilidade ao concentrar em um mesmo cenário – o Parque de Eventos de Bento Gonçalves – o maior número de empresas e organizações voltadas para a produção de tecnologia, soluções e serviços focados no meio ambiente. A tendência do mercado que dita que ‘Green is Green” (o que é ligado ao verde, a natureza e a sustentabilidade é dinheiro bem aplicado, é bom negócio) impulsionará a exposição e os contatos na 4ª edição da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente.

Completando e dando ainda mais consistência ao que será visto na parte da feira, especialistas, pesquisadores e público em geral reunirão as ideias, as tendências, as descobertas e as aplicações do universo ambiental contemporâneo na intensa programação paralela.

Nossos dois clientes, vinculados a sustentabilidade, a Essencial Ambiental (www.essencialambiental.com.br) e a Geothec (www.geothec.com.br) estão participando deste evento como expositores, mais especificadamente no Pavilhão D.

 

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Clique aqui e obtenha mais informações sobre este evento, no website oficial desta feira!

Desejamos sucesso a todos que irão participar deste evento!

Validação dos Processos (Por: Cláudia Cruz)

Um dos requisitos, da ISO 9001, mais difíceis de atender no segmento da construção civil é o requisito 7.5.2, ou seja, a validação dos processos de produção e prestação de serviço.

É um requisito que não somente envolve o pessoal da engenharia, mas também o comprometimento da alta direção.

A validação vai além da sistemática do controle do processo para atingir tanto a adequação com os requisitos, quanto ao alcance de benefícios para as partes interessadas. Podemos conseguir isso, usando a melhoria da eficácia e da eficiência do processo de realização e dos processos de apoio associados tais como:

  • Comprometimento das pessoas;
  • Redução do desperdício;
  • Capacitação dos envolvidos;
  • Comunicação e registro das informações;
  • Desenvolvimento da capacidade do fornecedor;
  • Melhoria de infra-estrutura;
  • Prevenção de problemas;
  • Métodos de processamentos e rendimento de processo, e;
  • Métodos de monitoramento.

Na construção civil podem ocorrer situações em que o resultado do processo não pode ser verificado plenamente, por meio de uma inspeção subsequente e assim sendo, se algo sair errado, as deficiências somente vão se tornar aparentes depois que o produto estiver em uso (ex: pintura). Nesse caso, o método de produção deve ser validado.

Validar o processo significa demonstrar que ele é capaz de gerar resultados aceitáveis. Isto implica realizar o processo na forma como foi planejado e verificar seus resultados através de ensaios planejados.

Algumas falhas comuns de acontecer são as seguintes:

  • Não reconhecer processos que requeiram validação;
  • Não manter registros de aprovação de processos;
  • Não definir métodos e/ou critérios para aprovação de processos;
  • Realizar processo com o pessoal não qualificado;
  • Não prever requisitos para qualificação do pessoal que executa processos;
  • Realizar atividades de produção em desacordo com a forma como foram validados os processos, e;
  • Não manter registros de qualificação de pessoal.

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

Email: claudia@lpriori.com.br

Skype: claudia.cruz1