A Nova Legislação Contábil (Por Ivo Ricardo Lozekam)

figura_servicosA Lei 11.638/2007 alterou os dispositivos e acrescentou outros da conhecida Lei 6.404/76, com o objetivo de harmonizar a contabilidade brasileira aos padrões internacionais, para assim facilitar o investimento estrangeiro. Além do que obriga as grandes empresas de capital fechado a divulgarem seus balanços.
Uma das novidades é criação da Demonstração do Fluxo de CaixaDFC. Esta demonstração indicará as alterações ocorridas durante o exercício no saldo de caixa e equivalentes, segregando estas alterações em três fluxos:

  • Fluxos das Operações.
  • Fluxos dos Financiamentos.
  • Fluxos dos Investimentos.

Em outras palavras a DFC indicará o saldo ou insuficiência das origens de recursos em relação às aplicações representando aumento ou redução do capital circulante líquido.

Será um elo de ligação entre o lucro líquido e o caixa/disponibilidades.

Outra novidade é a Demonstração do Valor AdicionadoDVA. Esta demonstração deve indicar o valor da riqueza gerado pela companhia, e a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como parcela da riqueza não distribuída.

Apesar destes demonstrativos serem aplicáveis em um primeiro momento ás Sociedades Anônimas, entendemos que todas as empresas que utilizem a contabilidade como instrumento gerencial, devam utilizá-los, pois estes dois demonstrativos auxiliam na melhor interpretação dos dados contábeis. Apenas para dar um exemplo. Se considerarmos, na forma em que são apresentadas atualmente as operações de Leasing nos balanços, veremos apenas a despesa operacional, em função da natureza jurídica da operação de Leasing.

Com as novas ferramentas e classificações contábeis criadas será possível vislumbrar, no exemplo do Leasing, o valor das imobilizações, bem como o valor das obrigações decorrentes dos contratos firmados, propiciando assim uma avaliação mais precisa do patrimônio da empresa.

É uma excelente oportunidade para a reciclagem e surgimento de contadores voltados para a gestão empresarial, afinal o verdadeiro objeto da contabilidade é o estudo do patrimônio.

Excelente Semana a Todos!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

Retornando à Cuiabá / MT!

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Em setembro de 2008, tive a oportunidade de conhecer a cidade de Cuiabá / MT, no qual realizei treinamentos em empresas filiadas ao Quali Mato Grosso, através do SENAI-MT, vide post anterior, clicando aqui.

Hoje, 31/01/10, estou retornando ao este estado promissor e maravilhoso, novamente através de um convite do SENAI-MT!

Irei realizar atividades de consultoria e treinamento, nestes próximos 5 dias, mais especificadamente vinculado ao Upgrade do atual Sistema de Gestão pela Qualidade do SENAI-MT para a versão 2008 da ISO 9001, serão orientações sobre como melhorar o atual sistema de gestão, assim como capacitar auditores internos, assim como formar novos auditores internos!

Oportunidade para rever os amigos que conhecemos em 2008, e com certeza trocar experiências com novas amizades que iremos criar, através destas atividades!

Sempre é bom voltar para Cuiabá!

Descrição de Cargos, uma ferramenta essencial para Gestão de Pessoas e o segundo passo para a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração.

faz_tudoQuando realizamos uma pesquisa, por exemplo, no Google sobre esse tema, é possível encontrar mais de mil informações sobre ele. Além de vários livros que descrevem o que é, e inclusive fornecendo informações de como implementar. Porém é de fundamental importância que o profissional da área de recursos humanos, gestão de pessoas ou mesmo da qualidade saiba utilizar essa importante ferramenta para agregar valor e gerar conhecimento para o desenvolvimento da empresa. O profissional da área que não dá a devida atenção a essa ferramenta, acabam cometendo erros e gerando insatisfações desnecessárias para a organização, pois o colaborador irá cobrar da empresa. O colaborador sabe o que deve fazer, às vezes de uma maneira geral, mas sabe! Principalmente, infelizmente, aquele colaborador que se intitula o “faz tudo”, no qual iremos explorar este assunto em outro artigo, na sequencia.

A maioria das empresas, principalmente as que possuem um sistema de gestão baseado nos requisitos ISO 9001 e / ou 14.001 ou de outros programas de QUALIDADE, possuem as descrições de cargos com o acréscimo das competências (clique aqui e leia um artigo recente que elaborei sobre este tema específico). Outras empresas que não agregaram ainda sistemas de gestão pela qualidade acabam seguindo as descrições de cargos segundo CBO (Classificação Brasileira de Ocupações), clique aqui e visite o website sobre este tema, em resumos todas as empresas têm, mas muitos não sabem que a descrições de cargos é outro passo para a implantação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (clique aqui e veja os outros passos em um recente artigo que elaborei), pois é através das descrições de cargos que se tem a especificação do agregado de tarefas atribuídas para cada colaborador.

Segundo Idalberto Chiavenato, em um dos seus livros sobre recursos humanos descreve que: “A descrição de cargo é um processo que consiste em enumerar as tarefas ou atribuições que compõe um cargo e que o tornam distinto de todos os outros cargos existentes na organização. Ela é o detalhamento das atribuições ou tarefas do cargo.”

Com esse breve resumo podemos perceber a importância da descrição de cargo. É através dela que temos o “alicerce” para definir as competências, responsabilidades, obrigações e tarefas dos colaboradores dentro da organização. Refere-se aos requisitos mínimos que o colaborador deve exercer para o bom desempenho de suas funções, para o alcance dos objetivos e metas da empresa.

As descrições de cargos é a base para definirmos e estabelecermos a estrutura salarial, as políticas de recrutamento e seleção, transferência de colaborador e até mesmo as promoções de cargos e a construção da carreira. Ela ajuda a facilitar a administração do trabalho, possibilitando um bom gerenciamento das atribuições e tarefas geradas pelo ramo de atividade da empresa.

É de fundamental importância que a empresa que esteja interessada em revisar suas políticas de Recursos Humanos, reveja também as descrições de cargos, pois, com as mudanças das rotinas de trabalhos ocorridas pela transformação do mercado de trabalho e até mesmo pela praticidade da tecnologia, muitos cargos deixaram de existir e outros cargos acabaram agregando mais tarefas. E para isso a Simples Soluções®, possui uma equipe especializada que ajudará vocês a implementar as Políticas de Recursos Humanos em suas organizações.

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Planejamento Estratégico, uma abordagem prática e objetiva – Parte 1 (Por Guilherme Chagas Pereira)

A partir deste artigo / post iremos apresentar de uma forma prática e objetivo como realizarmos um planejamento estratégico prático e objetivo. Para tanto iremos publicar um artigo elaborado pelo Guilherme Chagas Pereira (guilherme.pereira@avacorp.com.br)

Segue a primeira parte deste artigo:

Você já parou para planejar suas ações para este ano, ou seja, 2010? E quanto a 2011, 2012 e 2013? Embora a necessidade de planejamento das ações empresariais seja uma afirmação antiga, poucas empresas de pequeno e médio porte, e até as de grande porte, trabalham suas estratégias de modo prático e objetivo.

Um bom planejamento empresarial, ou planejamento estratégico, deve responder a cinco perguntas básicas:

  1. Quem somos?
  2. Como estamos?
  3. O que queremos?
  4. Como atingir?
  5. E como estamos indo?

E ainda podemos acrescentar uma sexta pergunta que irá garantir as demais:

  1. Como corrigir?

Vamos utilizar a figura abaixo, adaptada do livro “Planejamento Estratégico Empresarial”, cujo autor é Mauricio Castelo Branco Valadares:

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Vamos então iniciar a responder as seis perguntas, logo começaremos pela:

  • Quem somos?

A caracterização da empresa, ou seja, sua missão, visão e seus princípios são definidos como a razão de ser da empresa. Portanto, a missão de qualquer empresa passa por responder a uma pergunta essencial: qual é o nosso negócio?

Por negócio, entende-se aqui o campo de atuação da empresa no mercado consumidor. São comuns os equívocos de diversos empresários ao responderem a esta pergunta com foco no produto / serviços que oferecem. Normalmente, estes equívocos limitam a empresa em suas ações estratégicas. Para ampliar os horizontes de atuação, a definição do negócio deve ser orientada para o mercado.

Desta forma, uma empresa de serviços de armazenagem responderá que seu negócio é “logística de armazenagem” e não somente de armazenagem de produtos.

A partir da definição do negócio, os empresários definem a missão da empresa, a qual orientará as ações empresariais. Existem vários modelos de missão de empresas no Brasil. Como por exemplo, para uma prestadora de serviços logísticos pode-se citar o seguinte:

“Ser e ser reconhecida como uma empresa de prestação de serviços logísticos de excelência classe mundial”.

A visão passa a ser um complemento da missão, uma vez que tem por objetivo nortear a empresa no seu dia a dia. Por visão pode-se dar o seguinte exemplo:

“Ser um empresa top of mind para nossos clientes em 2013”.

Os princípios são os valores e as crenças empresariais que serão adotados para competir no mercado e exercer suas atividades no dia a dia. Por exemplo, ter foco no cliente, valorizar o capital humano, ter lucro, honestidade, etc.

No próximo artigo (clique aqui), iremos comentar sobre como responder a segunda pergunta, ou seja:

  • Como estamos?

Acompanhamento da Produção e Qualidade nas obras (Por: Cláudia Cruz)

A partir desta semana, teremos a oportunidade de ler os artigos da Cláudia Cruz, profissional com vasta experiência no segmento de Construção Civil, atualmente exercendo a função de Analista da Qualidade e Representante da Direção das empresas do Grupo L.PRIORI.

O primeiro artigo descreve de forma clara e prática, como são realizados os acompanhamentos da produção e qualidade nas obras:

Controle da Produção

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O controle da produção nas obras consiste em monitorar o andamento das obras com base nos serviços executados pela construtora e seus fornecedores.

Em primeiro lugar, é preciso garantir o cumprimento do planejamento físico da obra, através das seguintes atividades:

  • Por meio do monitoramento dos prazos estabelecidos;
  • Do andamento / acompanhamento das várias etapas de execução de obras, e;
  • Tomada de ações corretivas com o objetivo de corrigir desvios que porventura ocorrer.

Para realizar o controle da produção é necessário:

  • Estabelecer metas de produção para o mês seguinte, baseadas no planejamento físico, e os fornecedores de serviço. Isso pode ser feito usando-se planilhas ou quadros espalhados em pontos estratégicos do canteiro que consideram a produção diária ou semanal;
  • Avaliar o andamento dos serviços nas reuniões com a construtora e seus fornecedores. As reuniões ocorrem com periodicidade semanal, quinzenal ou mensal, dependendo da velocidade de execução da obra. Nessas reuniões também se verifica a existência de interferências entre os serviços que estão sendo executados pelos diversos fornecedores;
  • Verificar a existência de tendências de atraso por meio da análise da velocidade de execução dos serviços, e estabelecer novas metas para recuperação do tempo perdido, verificando se o fornecedor tem disponibilidade de recursos para a execução dos serviços programados.
  • Realizar a medição dos serviços concluídos para pagamento dos fornecedores, conforme a sistemática de medição dos serviços estabelecida no PQO – Plano da Qualidade da obra.

Controle da Qualidade

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O controle da qualidade da obra é realizado tendo-se como referencia o PQO – Plano da Qualidade, que foi estabelecido ainda na etapa de planejamento. Em uma das suas ações, o PQO prevê o controle de materiais, equipamentos, mão de obra, serviços e a organização do canteiro de obra.

A seguir apresentamos alguns controles de qualidade que a construtora deve exercer durante a execução da obra:

  • Materiais e equipamentos:
    • Acompanhar o processo de aquisição de materiais: escolha do fornecedor, cotação, compra e prazo para entrega;
    • Acompanhar o processo de aluguel de equipamentos, previstos no planejamento físico, que são usados para execução do transporte vertical e horizontal da obra, analisando a capacidade da empresa fornecedora em assumir responsabilidade técnica relacionada à operação e à manutenção do equipamento.
    • Monitorar o recebimento dos materiais, manuseio e armazenamento.
    • Monitorar o consumo de materiais e comparar com os quantitativos e os custos estabelecidos no orçamento.
  • Serviços:
    • Monitorar o processo de aquisição de serviços: seleção do fornecedor com base na sua capacitação, cotação e contratação.
    • Avaliar a desempenho dos fornecedores, baseando-se no cumprimento do planejamento físico e no controle da qualidade.
    • Supervisionar e controlar a utilização dos EPI´s e dispositivos de segurança do trabalho pelos funcionários.
  • Canteiro de obra:
    • Acompanhar a evolução da organização do canteiro da obra de acordo com o andamento da obra, observando: as áreas destinadas às pessoas, à estocagem de materiais e às centrais de produção.

O controle da qualidade é feito por meio de:

  • Inspeções periódicas e por amostragem de serviços e materiais, conforme os critérios de inspeção e de aceitação estabelecidos nos Procedimentos de Execução de Serviços (PES) e Procedimentos de Controle de Materiais (PCM). Essas inspeções são registradas em formulários específicos, sendo possível a utilização dos controles da própria construtora, caso ela possua um sistema de gestão da qualidade.
  • Ações corretivas necessárias em caso de identificação de falhas e não conformidades.

É importante ressaltar que um serviço só poderá ser considerado concluído e ser pago após sua liberação pelo controle da qualidade.

Nos próximos artigos (clique aqui), iremos descrever de forma prática como estas atividades são realizadas, assim como as suas dificuldades e formas de superá-las!

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

Email: claudia@lpriori.com.br

Skype: claudia.cruz1

A “BICI” merece o seu lugar! (Por Tatiana Wegner Ypsilanti)

Foi lendo um artigo na revista mensal do CREA – RS (clique aqui para ler a reportagem), que me inspirei para escrever sobre este assunto.

É realmente muito importante que possamos encontrar uma maneira de minimizar a emissão de gás carbônico e nada melhor do que cortar o mal pela raiz, eliminando um pouco o CO2 através da diminuição de carros que circulam por aí.

No Brasil são cerca de 32 milhões de carros rodando diariamente, destes circulam 3 milhões no Rio Grande do Sul, sendo somente em Porto Alegre 360mil. Em Caxias do Sul, onde a população é de cerca de 400 mil habitantes, circulam aproximadamente 215 mil veículos, ou seja, mais de 1 carro para cada 2 habitantes. É realmente horrorizante escutar estes números, e pior ainda, saber que essa situação só tende a piorar… Hoje em dia ficou muito mais fácil comprar um carro e os financiamentos estão cada vez mais acessíveis.

Uma solução simples seria a conscientização da sociedade em geral para o uso da “magrela”. Na Europa, por exemplo, a bicicleta é um meio de transporte reconhecidamente limpo e muito utilizado, que ainda contribui para a saúde física.

Infelizmente, a bicicleta no Brasil ainda não ganhou seu lugar, apesar do Brasil ser um dos maiores produtores de bicicletas do mundo (terceiro produtor mundial com média 5 milhões de unidades por ano), além da falta de reconhecimento, a bicicleta não é respeitada pelos carros nas ruas, faltam ciclovias, falta controle dos agentes policiais, falta manutenção das bicicletas, falta proteção dos ciclistas, falta estacionamento, etc.

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Haia (Holanda) – Estacionamento de bicicletas na estação central de trens de Haia. Moradores da cidade se deslocam de casa até a estação de bicicleta e pegam o trem para o trabalho, em outra cidade.

Foto: Marcello Casal JR/ABr

Nova onda de contratações aponta alta de salários e risco de rouba-rouba (Fonte: Revista Construção Mercado)

CapturarContinuando o post anterior, no qual falamos sobre a disputa por mão de obra no setor de construção civil, gostaríamos de convidá-los a analisar uma reportagem da Revista Construção Mercado, que alerta que com o aumento do volume de obras acontecerá uma aquecimento nas contratações de profissionais qualificados e trazendo os riscos de “rouba-rouba” de engenheiros e aumento de salários.

O aquecimento da demanda por profissionais já está resultando em ofertas salariais mais vantajosas e até superiores às experimentadas durante o boom de contratações de 2007. “Hoje, os engenheiros ganham cerca de 20% a 30% a mais do que ganhavam em 2007“, calcula Léa Fedelman, consultora da Michael Page (veja a tabela abaixo). Mas ela admite que o aquecimento não chegou ao nível observado há dois anos. “Hoje temos algo mais de 150 vagas em todo o Brasil; em 2007, tínhamos 100 vagas só em São Paulo”, lembra.

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Segundo ela, a movimentação no setor de RH é decorrente do cenário promissor da construção civil para os próximos anos. Léa distingue as áreas de grandes obras, incentivadas pela realização das Olimpíadas e da Copa, e do mercado imobiliário, motivada pelo projeto MCMV (Minha Casa, Minha Vida). Segundo ela, nos segmentos habitacional e comercial, o cenário é mais favorável para os gestores de obras e profissionais com habilidade em planejamento e orçamento. Ela identifica um engenheiro civil com pós-graduação em gerenciamento de projetos, como profissional ideal e explica: “o segmento de baixa renda – que tende a crescer por conta do plano MCMV – exige conhecimento em infraestrutura porque os projetos têm muitas torres e demandam a instalação de todos os serviços de arruamento e de desenvolvimento urbano“. Por outro lado, a área de grandes obras, gerida por escritórios de projetos técnicos de engenharia, demanda profissionais habilitados a assumirem gerências de contratos, que podem chegar à ordem dos R$ 500 milhões.

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Gestores de obras, especialistas em planejamento e orçamento, profissionais de novos negócios e com experiência em prospecção de terrenos compõem a lista dos perfis mais demandados.

i159462As contratações de operários também estão aquecidas. O vice-presidente de relações capital-trabalho do SindusCon-SP (Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Haruo Ishikawa, informa que o nível de contratação de 2009 já superou o pico alcançado em 2008. Segundo o executivo, o setor de construção emprega, atualmente, 2.300.000 trabalhadores, contra 2.194.000 contratados em setembro de 2008.

Para Ishikawa, os profissionais em falta no mercado são aqueles empregados na fase de acabamento das obras, tais como azulejistas, gesseiros, ceramistas e pintores, por conta da finalização dos empreendimentos iniciados antes do estouro da crise. Ishikawa considera, entretanto, a possibilidade de que nos próximos cinco ou seis meses venha a ocorrer uma carência de profissionais de início de construção. Para ele, caso haja uma demanda muito grande, os salários podem ser aumentados em 8% a 10% sobre o valor do piso.

Clique aqui e veja a reportagem na íntegra.

Os quatro pilares da liderança (Fonte: Zero Hora – 25/01/2010)

Existe fórmula mágica para se tornar ou formar-se líder? Essa pergunta … durante as minhas consultorias e treinamentos sempre escuto … e as minhas repostas são sempre as mesmas, ou seja, através do exemplo (estilo “O Monge e o Executivo”). Mas às vezes percebo que a reação ou aceitação desta minha resposta não aceita ou entendida.

Este final de semana, li uma reportagem muito simples e direta sobre formação de lideranças, e gostei tanto desta abordagem que fiz questão de compartilhar com vocês!

O artigo tenta sintetizar em 4 pilares a busca desta competência CHAVE (vide post anterior, clicando aqui), ou seja, “liderar liderados”!

Clique aqui e veja a reportagem na íntegra.

Capital Tributário – Parte 4 – Uma visão política (Por Ivo Ricardo Lozekam)

Dando continuidade ao post anterior.

O editorial principal do jornal Zero Hora, deste domingo, dia 24/01/2010, tem como título OBSESSÃO PELO CONTROLE (Clique aqui para ver o editorial), e menciona o fato de alguns integrantes da atual administração federal do país serem adeptos do totalitarismo, obcecados pelo controle do pensamento alheio. Termina o editorial, dizendo que o verdadeiro monopólio – e o mais nocivo, cruel e desumano – é o uso do poder para controlar as pessoas e restringir suas liberdades.

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Temos procurado demonstrar aqui, que o tributo em nosso país tem sido usado como confisco, ferindo o direito de propriedade e a razoabilidade, que são os preceitos constantes na Carta Magna de 1988.  Defendemos que as empresas, através de seus gestores de impostos, devem procurar alternativas legais para proteger seu Capital, dentre os quais um capital intangível, o que denominamos de Capital Tributário.

Neste ano será definida a sucessão presidencial da nação, a durar pelos próximos quatro anos.  Entendemos que o mandatário eleito, deverá optar por uma condução na política econômica que possa representar impulsos para o desenvolvimento de nossa indústria, comércio e serviços, nos colocando assim na posição mundial que merecemos, tanto como nação, como quanto seres humanos.  É o crescimento econômico de nosso Brasil, nos últimos anos, em meio às crises mundiais, que nos leva a estas afirmações. 

Qual o maior gargalo da atividade empresarial brasileira?   Infraestrutura.  Infraestrutura, dentre outros tópicos, principalmente no que diz respeito a:

  • Mão de obra qualificada
  • Educação que ensine a empreender, ao invés de preparar para concursos públicos.
  • Rodovias, Aeroportos e Portos para escoamento e armazenagem da produção.
  • Legislação Trabalhista arcaica, aplicável somente à época que foi criada, pois a CLT, data do ano de 1930.
  • Corrupção e suas CPIs que impedem que o legislativo possa exercer as funções para as quais foi criado – Legislar. 
  • E Infra Estrutura, sobre o tema sobre o qual não cansamos de discorrer – A Capital Tributário, apontado por muitas lideranças empresarias como o maior dos gargalos empresariais, responsável pelo fato de não avançarmos posições de uma forma mais rápida na economia mundial.

Superados estes principais gargalos, reuniremos todas as condições para nos posicionarmos definitivamente entre os países do primeiro mundo.    Pois:

  • Somente uma economia forte, poderá propiciar a verdadeira distribuição de renda.
  • Os programas sociais hoje subsidiados pelo governo, somente são possíveis porque existe uma arrecadação tributária.
  • Esta arrecadação tributária somente é possível, pois existe uma produção industrial e comercial gerada por nossas empresas.

Nossos governantes devem desprender-se de certas correntes ideológicas que já foram testadas ao redor do mundo ao longo de muitos anos, e que comprovadamente não deram certo.  Estas correntes ideológicas, que alguns tentam impor, aprisionam a todos nós por impedir políticas de desenvolvimento a que todos somos dignos de ter e viver.

Um pequeno exemplo de política de desenvolvimento recentemente adotada foi a elogiável medida adotada pelo governo no que diz respeito à redução do IPI sobre os veículos e a chamada linha, branca, os quais vêm sido prorrogadas sucessivamente.

Agora além dos veículos e da chamada linha branca de eletrodomésticos, a redução de impostos atingiu também o setor de motocicletas.

Por quais motivos estão prorrogadas se a crise que nem atingiu o Brasil já teoricamente passou. Foram prorrogadas estas medidas, simplesmente porque foram medidas acertadas, cujo resultado foi: aumento de vendas, aumento de produção, aumento de consumo, geração de empregos e desenvolvimento da economia.

Além de tudo isto, é claro, foi prorrogada, pois também propiciou através da redução das alíquotas um aumento da arrecadação tributária destes setores beneficiados.  Cremos que foi uma excelente lição para nosso governo federal, uma vez que este demonstrou se dar conta do conceito que pregamos de Capital Tributário.

Excelente Semana a Todos!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

Disputa por mão de obra entre segmentos faz construtoras perderem funcionários (Fonte: PiniWeb)

O mercado de construção civil esta aquecido e a busca de profissionais capacitados e com experiência está em alta, também!

Obras atrativas, como usinas hidrelétricas, acirram a briga por trabalhadores, elevam salários e deixam aflitas construtoras do segmento residencial.

A concorrência entre segmentos da construção civil já afeta a oferta e o custo da mão de obra qualificada em canteiros de diversas regiões do Brasil.

Em Rondônia, as obras da hidrelétrica do Rio Madeira, que juntas operam com cerca 20 mil trabalhadores, elevou o piso salarial de pedreiros e serventes do segmento residencial em 30% e tem deixado as incorporadoras de Porto Velho sem gente para trabalhar.

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Obras da hidrelétrica do Rio Madeira, como a da Usina Santo Antônio, elevam o piso salarial de pedreiros e serventes do segmento residencial.

As empresas que possuem um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (clique aqui) conseguem manter / reter em seus quadros, estes profissionais!

Construtoras goianas vivem problema semelhante, só que em relação às obras preparatórias para a Copa de 2014 em Brasília (DF). A capital do País, distante de Goiânia apenas 180 km, é a cidade mais adiantada no que diz respeito às construções da competição. “O piso de Brasília é 40% mais alto que o de Goiânia e como falta gente lá, eles vêm aqui e oferecem duas ou três vezes mais do que podemos pagar”, conta Moacir Moreira, proprietário da Construtora Moreira Ortence.

A atração de profissionais não locais também tem sido a estratégia de empresas de Londrina, no Paraná. “Na região de Paranhos-MS e em Bela Vista do Paraíso-PR, há um contingente maior de carpinteiros; em Curitiba-PR, pedreiros e em São Paulo, pedreiros e armadores”, diz José Pereira, da Terra Nova Engenharia. Distante dali, no Maranhão, boa parte dos funcionários em atividade nas construtoras vêm do Piauí.

No Ceará, a disputa acontece entre obras de infraestrutura – como o Complexo Industrial Portuário de Pecém, refinaria Premium II da Petrobras e Ferrovia Transnordestina -, e de aeroportos e mobilidade urbana. “Hoje, a construção emprega 30 mil pessoas no Estado. Até 2015 haverá 60 mil operários trabalhando”, conta Francisco Chagas Magalhães, diretor regional do Senai-CE.

Detalhes dessa concorrência por operários entre empreendimentos, regiões e segmentos poderão ser conferidos na reportagem de capa da edição de fevereiro da revista Construção Mercado, disponível para consulta no site www.construcaomercado.com.br a partir do dia primeiro do próximo mês para os assinantes. A matéria traz o diagnóstico da falta de mão de obra e as soluções para o problema no âmbito setorial e empresarial.