O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense projeta certificação ISO 9001

logo_fullDando continuidade às melhorias dos processos de gestão definidos no seu planejamento estratégico, o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense está iniciando os trabalhos que culminarão na conquista da certificação ISO 9001 do sistema de gestão, no escopo “Gerenciamento dos Associados”.

Já havíamos publicado em agosto deste ano, uma notícia / post sobre este assunto, clique neste link.

Esta certificação, de nível internacional, será decorrente da avaliação dos serviços por uma empresa independente, que confirmará que o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense atende a um conjunto de requisitos com o objetivo de assegurar a satisfação dos associados e de buscar a melhoria contínua de seus processos.

A área escolhida neste primeiro momento para iniciar a busca desta certificação é a de atendimento aos associados, através do Quadro Social, visando a qualificar os serviços prestados ao expressivo e crescente número de associados gremistas.

Vide neste link, informações detalhadas sobre o andamento deste projeto do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense.

E a dupla CAJU (Caxias e Juventude) quando irão se mobilizar para esta conquista?

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 3) – Por Larissa Leiros Baroni

Dando continuidade ao post / artigo anterior, iremos apresentar mais 4 (quatro) erros cometidos numa reunião corporativa. Consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo.

7 erro7º Erro: Ser muito informal ou formal demais!

“Há reuniões que permitem e até pedem a informalidade, outras não. Portanto é preciso saber quando ousar ou não na linguagem. Errar na medida pode tornar a reunião improdutiva, além de comprometer a imagem do profissional que não se atentou a esse detalhe. Ele pode ser taxado de arrogante ou descompromissado. O que determina os limites é a lista dos participantes, bem como o objetivo do encontro. Quando é uma reunião de equipe, as gírias e as brincadeiras são permitidas, desde que usadas moderadamente. Agora, se nessa mesma reunião, o presidente da empresa for participar, é preciso tomar mais cuidado. A tática é observar o comportamento de quem convocou o encontro”. Sidneia Palhares, gerente de divisão efetiva da Gelre, empresa de recrutamento profissional.

8 erro8º Erro: Desviar a atenção com posturas corporais!

“Alguns comportamentos e posturas podem comprometer o desenvolvimento da reunião. Manias como bater os dedos na mesa, os pés no chão ou abrir e fechar a tampa da caneta repetidamente até podem parecer inofensivas, mas geralmente elas desviam a atenção dos demais participantes e, conseqüentemente, colocam em xeque o rendimento do encontro. As conversas paralelas, risos, cochichos ou bilhetinhos também devem ser banidos, mesmo quando se referem ao o mesmo assunto do evento. Ou você comenta com todos os participantes ou permanece em silencio. Se a reunião está cansativa e o sono já começa a incomodar, opte por anotar o que está sendo falado. Nada de ficar fazendo desenhos ou mexendo no laptop. Demonstrar desinteresse sobre a reunião pode ser um grande erro, além de transparecer falta de maturidade e comprometimento profissional”. Ássima Ferreira, psicóloga e professora da Fundação Dom Cabral.

9 erro9º Erro: Atender o celular!

“Não esqueça de desligar o celular. Ao entrar numa sala de reunião, essa é a primeira atitude que deve ser tomada. O toque do telefone móvel no decorrer do encontro pode atrapalhar o ritmo das discussões. Se você espera uma ligação importante, o ideal é avisar o gestor a respeito do ocorrido antes de iniciar a reunião. Nesses casos, opte por deixar o telefone no silencioso. Caso ele toque, não o atenda se abaixando na cadeira. Peça licença e saia da sala”. Igor Schultz, gerente da Page Personnel, filial do grupo Michael Page International – que faz recrutamento especializado.

10 erro10º Erro: Propagar as informações discutidas na reunião!

“Todo e qualquer comentário referente ao assunto pautado deve ser discutido na reunião. Nada de omitir a participação e deixar para tecer opiniões nos corredores. A roupa suja deve ser lavada, passada e guardada no encontro. Há ainda reuniões com caráter sigiloso. Nesse caso, a discrição deve ser ainda maior. Propagar os assuntos discutidos dentro da sala para a empresa não é uma atitude nada ética. Além do mais, o profissional pode perder a credibilidade junto ao gestor”. Fernando Henrique da Silveira Neto, especialista em desenvolvimento gerencial e professor do FGV Management.

O Sport Club Internacional comemora um ano de certificação ISO 9001:2000

Capturar4O Sport Club Internacional celebrou um ano da aprovação do Certificado do Sistema de Gestão pela Qualidade, no último dia 12 de novembro. Publicamos no ano passado uma notícia sobre esta conquista, clique neste link.

Além de demonstrar para os auditores que os processos certificados estão em melhoria contínua, o Sport Club Internacional pretende mostrar que está indo em busca de algo mais. No mês de outubro, foi aprovado pela alta direção a ampliação do escopo, isto significa que, além do escopo atual, que abrange os processos envolvidos na recepção e atendimento aos torcedores em dia de eventos, será implementado os conceitos de qualidade em outros processos que estarão se preparando para uma certificação já para o final de 2010.

Os processos definidos para receber esta ampliação de escopo estão ligados às vice-presidências de Finanças, Marketing, Jurídico, Patrimônio e Administração. Ainda neste mês de novembro, será promovido um treinamento aos novos gestores destes processos que passarão a trabalhar na adequação de seus departamentos.

Vide neste link, informações detalhadas sobre a estrutura do Sistema de Gestão pela Qualidade do Sport Club Internacional.

O Sport Club Internacional é o único clube de futebol do Brasil com certificação ISO 9001.

E os outros clubes de futebol … quando irão se posicionar?

Os certificados ISO 9001:2008 e SiAC Nível A da TreviPlam Engenharia chegaram!

Nesta semana, os certificados ISO 9001:2008 e SiAC Nível A da TreviPlam Engenharia Ltda. chegaram, cliquem nas imagens abaixo:

Certificado ISO 9001-TreviplamTREVIPLAM PBQP-H 2009

A empresa foi auditada em setembro deste ano, maiores detalhes vide o post que publicamos (clique neste link).

Desejamos sucesso à todos os profissionais que fazem parte desta organização, e como “fala” a Política da Qualidade: sempre construindo e evoluindo com qualidade!

Conselhos valiosos do Sr. Raul Anselmo Randon!

Conselhos do RandonOntem (17/11/09), li um artigo no Jornal Zero Hora no qual comentava sobre uma semana do empreendedorismo que esta acontecendo em Porto Alegre / RS. Neste artigo encontrei uma preciosidade … um testemunho de um empreendedor de renome que tornou-se um líder empresarial, seu nome … Sr. Raul Anselmo Randon, a quase 60 anos à frente das empresas do Grupo Randon!

Neste relato, ele apresenta de uma forma clara, objetiva e prática o que é necessário fazer para ter sucesso à frente de um negócio, sendo que a verbo chave é “reinvestir”.

Clique na figura ao lado e “escute” com atenção os seus conselhos!

Aproveito, também para convidá-los para ler uma entrevista realizada para o website do Grupo Randon, clique neste link e aprecie a sua história!

A Causa Verde traz lucro para as empresas (Por Daniela Matos)

A Revista Guia Exame de Sustentabilidade de novembro de 2009 traz uma série de reportagens sobre SUSTENTABILIDADE apontando inclusive a empresa Walmart como “Empresa Sustentável do Ano”.

pilaresEntre as reportagens destacamos a entrevista realizada com o consultor americano Andrew Winston com o título “COMO LUCRAR COM A NOVA ECONOMIA”. Andrew destaca que as empresas que pretendem adotar políticas verdes devem em primeiro lugar entender que ecoeficiência não é custo! Ele destaca que a mentalidade ultrapassada de que a adoção de práticas ambientais custa caro deve desaparecer, mas que para isso ainda há muito que se fazer.

Algumas práticas de sustentabilidade são exemplificadas:

  • Adotar tecnologias energéticas mais eficientes e econômicas, e;
  • Mudar as estruturas físicas da empresa para aumentar luminosidade natural, reuso da água, etc.

Como diz Andrew o mais importante nesta busca para a ecoeficiência é que as empresas dêem pequenos e contínuos passos para a sustentabilidade ganhando assim o meio ambiente a empresa lucrando.

Treinamento: Operação de Estação de Tratamento de Efluentes – Novembro e Dezembro de 2009

Operação de ETENesta semana que se inicia estamos divulgando mais um treinamento aberto oferecido pela Evolutiva Centro de Desenvolvimento Profissional na cidade de Caxias do Sul / RS:

  • Operação de Estação de Tratamento de Efluentes

Clique neste na figura ao lado e obtenha informações detalhadas sobre este treinamento.

Teremos uma turma, nos dias 30 de novembro, 01, 02, 03 e 04 de dezembro.

Maiores informações entrem em contato pelo telefone (54) 3025 2333 ou pelo e-mail evolutiva@evolutivadesenvolvimento.com.br.

Formando Auditores Internos na Sitmed! – Parte 2

Dando continuidade a notícia veiculada no post anterior, neste sábado (14/11/09) concluímos um treinamento de Formação de Auditores Internos da Qualidade na empresa Sitmed Equipamentos Médicos Ltda.!

Neste encontro, apresentamos os conceitos e o processo de auditoria, utilizando como base as informações contidas na ISO 19011:2002 (clique neste link e obtenha a versão “somente para treinamento” desta norma).

Realizamos uma série de exercícios de interpretação / situações de não-conformidades para garantir o pleno entendimento dos assuntos apresentados.

Desejamos sucesso aos 12 auditores internos formados, e que o santo padroeiro dos auditores, o Santo Murphy auxilie a atingir o verdadeiro objetivo das auditorias internas, ou seja, a Melhoria Contínua!

Foto do Treinamento de Form de Aud Int - Nov 09

Escolha Conjugal & Escolha Afetiva (Por Patrícia Prigol)

Muitos casais procuram ajuda por manifestarem conflitos na sua relação conjugal. Entende-se, aqui, a “relação conjugal” como sendo qualquer relação que se caracteriza pelo desejo manifestado de uma união entre os pares. A busca de auxílio nesta área resulta, muitas vezes, na observância da interferência (declarada ou implícita) das figuras parentais e da posição que o cônjuge possivelmente ainda ocupa em sua família de origem. É exatamente aí que reside a maior dificuldade apresentada por muitos casais que se sentem invadidos em sua privacidade e, com isso, não autorizados a viver, de fato, uma relação afetiva com o seu parceiro. Uma das possíveis causas é o vínculo que ainda se mantém com as famílias de origem numa relação de dependência ou subserviência (sujeição).

Outro exemplo é quando os pais do casal, numa relação disfuncional, mantêm seus filhos aprisionados e a serviço de suas motivações, muitas vezes, inconscientes. Como não se trata de uma avenida de mão única, podemos também compreender que os filhos – nesta posição – acreditam obter, obviamente, ganhos secundários. O “pagamento” ou o ganho secundário pode vir através da busca do amor e do reconhecimento de sua função na tríade estabelecida. Na verdade, permanecem nesta condição tentando ocupar um lugar na família buscando sentimento de pertencimento e inclusão. Entretanto, a frustração por não conseguirem tal feito torna-se inevitável.

Freqüentemente me deparo com filhos que vivenciaram fortemente o sentimento de rejeição e a falta de validação de uma das figuras parentais (pais), causando-lhes sérios problemas de auto-estima e insegurança. Colocam-se a serviço da neurose conjugal de seus pais na tentativa de reparar a rejeição, acreditando obter a atenção, o amor e o reconhecimento através do desempenho demonstrados na tríade.

O fato é que tentar constituir uma nova família mantendo-se aliançado a outra, implica na dificuldade de entregar-se na relação que pretendem dar continuidade. É preciso, contudo, divorciar-se dessa dinâmica familiar para poder assumir a relação desejada. E para que este divórcio possa acontecer, os filhos precisam entrar em contato com o “real”, enxergando suas famílias e as relações mantidas como são de fato. Todavia, enxergar os pais reais – e não àqueles idealizados – também pode levar a um sofrimento emocional por perceberem a trama a qual foram envolvidos ou permitiram que assim fosse.

Para divorciarem-se das famílias de origem é necessário entrar em contato com a própria rejeição que sofreram e o lugar que nunca ocuparam na família. Dizer não a estes papéis de sujeição e anulação também pode trazer alívio e uma nova possibilidade de se relacionar consigo mesmo e com o outro. Do contrário, os filhos permanecerão alvo de manipulações e chantagens emocionais originárias de seus antepassados. Há, portanto, apenas uma saída: enxergar sua verdadeira função na família de origem, fazendo a escolha mais adequada que diz respeito aos seus verdadeiros desejos e as suas reais necessidades, visando assegurar a concretização de seu Projeto de vida.

Cabe destacar que nem sempre essa tarefa – que consiste na separação-individuação – é tão simples assim de se cumprir. Muitos precisam de auxílio terapêutico para que o resultado seja alcançado.

Diva[5]Também é importante destacar que existe diferença entre escolha conjugal e escolha afetiva. Normalmente a primeira escolha é muito mais racionalizada (em busca do par ideal) enquanto na segunda a escolha se mostra muito mais fundamentada no afeto do casal. Obviamente que a primeira escolha implica num risco alto para o casal, já que a mesma se mostra parentalizada, ou seja, baseada em figuras parentais substitutas na tentativa de suprir as carências do passado. Não obstante, os casais mais conscientes, quando se deparam com o contrato firmado numa relação de parentela, acabam por sofrer a dolorosa falta em relação ao desejo de estabelecer uma relação homem-mulher de fato. O filme baseado no livro “Divâ”, de Martha Medeiros, mostra bem essas duas facetas no processo da escolha conjugal. A personagem Mercedes arrepende-se de ter casado com um “pai-substituto” e vai em busca de novas aventuras. Vale a pena conferir!

De tudo, resta-nos o alento de sempre encontrarmos uma saída para os nossos dilemas, buscando, sobretudo, o nosso bem-estar e a nossa realização pessoal.

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 2) – Por Larissa Leiros Baroni

Dando continuidade ao post / artigo anterior, iremos apresentar mais 3 (três) erros cometidos numa reunião corporativa. Consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo.

4º Erro: Não ter objetividade!

4 erro“Não é o tempo de uma reunião que determina sua produtividade. Ao contrário, quanto mais objetivo for o encontro, mais eficiente ele será. O ideal é que o evento tenha não só hora para começar, mas também para acabar, e é fundamental que esses limites sejam cumpridos. Uma responsabilidade que não se restringe apenas ao gestor. Os profissionais participantes também devem ficar atentos ao horário. Todos têm direito de emitir opinião, mas cada um deles tem o compromisso de fazê-lo de forma clara e objetiva. O tempo é um recurso caro, além do mais não é só a sua disponibilidade que está em jogo. Por isso fique atento ao que acontece. Nada de conversas paralelas ou de desviar o foco central da reunião para discutir assuntos que não estão em pauta”. (Reinaldo Passadori, especialista em Comunicação Verbal)

5º Erro: Não prestar atenção!

5 erro“É extremamente importante prestar atenção em tudo o que é dito na reunião. Afinal, você poderá ser cobrado daquilo a qualquer momento. Em casos de dúvidas, não tenha medo de perguntar. Mas, se as questões não estiverem relacionadas ao assunto pautado, deixe para abordar o gestor ao final do encontro. Para garantir que não se esqueça de nada do que foi abordado, anote as orientações. Ao sair da reunião, é recomendável refletir sobre tudo o que foi discutido e traçar os próximos passos profissionais. Se você não seguir as direções do chefe, sua credibilidade pode ser abalada. A realização de uma ata pode ser a bússola que irá nortear as ações dos funcionários e ainda as cobranças do gestor”. (Cristiane Cortez, consultora do IBTA Carreiras)

6º Erro: Não saber ouvir e fazer criticas!

6 erro“É comum que numa reunião haja confronto de idéias. Mas é preciso ter postura tanto para receber como para fazer críticas. Caso contrário, você pode perder a razão na discussão, além de transmitir aos participantes uma postura de inflexibilidade, agressividade ou até mesmo de chatice. Uma atitude que, ao invés de colaborar com o desenvolvimento da reunião, só tende a atrapalhar. Espere a conclusão de uma idéia antes de pedir a palavra para fazer a intervenção. Saiba aceitar as críticas, pondere os pontos positivos das observações e conclua com a defensiva. Ao fazer críticas, evite as expressões “mas” e “não concordo”, elas abalam a resistência emocional do criticado. Deixe de lado os ataques infundados e as pressões com base em problemas pessoais”. (Reinaldo Polito, mestre em ciências da comunicação, palestrante e professor de expressão verbal)

No próximo post iremos continuar a apresentação dos outros 4 erros!