Chegou o certificado da Brinquedos Junges!

Dando continuidade ao post anterior, recebemos a notícia da Brinquedos Junges, nosso cliente, que o IQB (Instituto Brasileiro de Qualificação e Certificação) formalizou que os seus produtos atende as exigências do Sistema 5 do Regulamento Técnico MERCOSUL – Portaria INMETRO 108/2005 e Nota Técnica DIPAC 043/2008.

Abaixo segue a cópia do Atestado emitido pelo IQB.

Atestado IQB

Novamente, desejamos sucesso à todos os colaboradores da Brinquedos Junges!

Agora o desafio é manter o Sistema de Gestão Junges (SGJ)!

As lições da Crise (Por Volnei F. de Castilhos)

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A crise gerou oportunidades?

Estamos iniciando o mês de setembro e qual foram as lições de mais uma crise?

  • Falávamos que o Caixa era o Rei! As empresas precisam ter um valor de capital de giro próprio para conseguir sair bem crise (vide artigo anterior, clicando neste link).  Mas, é somente nos períodos de crise que precisamos se preocupar com os nossos recursos?
  • Que Gestão de Pessoas tinha que ser estratégico. As pessoas nos ajudariam a pensar em alternativas para as vendas.  Pensemos só na crise que as pessoas precisam se preocupar com o talento humano ?
  • Que todos precisavam criar, reter e fidelizar CLIENTES. O Cliente é o Rei! Quer dizer que antes o cliente não era importante?  Que lá nas nossas empresas continuávamos atendendo mal e tudo bem.
  • Que vai sobreviver quem somente INOVA. Certo, mas nos planejamentos estratégicos as verbas para criar e melhorar os produtos atuais não eram importantes.
  • Que não poderíamos esquecer da Qualidade. Mas qualidade não precisa ser revisado diariamente nas empresas?  Sem qualidade não há clientes interessados em comprar nossos produtos. Os nossos colaboradores precisam estar preocupados em melhorar os processos e ter QUALIDADE SEMPRE, não somente nos momentos de crise. Mas o que fazer?  Quem não tem um programa formalizado o que fazer?  Busque um bom consultor. Às vezes dizemos que temos condições de fazermos sozinho, mas a prática mostra que num primeiro momento o profissional de fora é isento e as cobranças serão feitas com datas e planos de ações.
  • E os nossos custos?  Bom, custos como as áreas acima é estratégico. Você imagina estar aumentando faturamento e não estar sobrando dinheiro no caixa da empresa?  Além de controlar os custos internos, na formação do preço de venda, não podemos errar, pois o dinheiro da venda mal calculado gera falta de caixa.
  • Inadimplência Controlada.  Bom, isso significa que quando não tem crise podemos vender sem ter uma preocupação em avaliar bem a concessão de crédito.
  • E o Marketing?   Pode ser bem usado sempre. Quem são nossos clientes, qual  nosso foco?
  • Existe gestão sem uma boa Contabilidade?  Por que muitas empresas olham a Contabilidade somente para fins fiscais e deixam de aproveitar a contabilidade como instrumento de gestão. Não se esqueça de ter bons controles internos. Faça Planejamento Tributário.
  • E nossos investimentos em tecnologia, produtos novos e melhores processos?  Sabemos que é uma empresa é um conjunto de boas idéias e investimentos permanentes em melhorar tudo sempre.
  • A crise passou!  As lições de quem acompanhou as crises das décadas de 80, 90 e a década atual, e a crise que está chegando ao fim, foi a pior de todas?  A atual crise de confiança Internacional dos mercados foi maior que a das décadas de 80, considerada a década perdida.
  • A atual crise gerou muitas oportunidades de Mercado. Mas antes de tudo não deixe para reavaliar a sua empresa e estar pensando sempre em treinar suas pessoas, motivá-las, conquistá-las e tratá-las como colaboradoras. Quando sua empresa estiver superada a CRISE, busque CRIAR, PENSAR NO FUTURO, PLANEJAR e conquistar novos mercados.
  • Não esqueçamos agora de PLANEJAR mais, fale mais com seus funcionários, quando trabalhar a atualização do seu Planejamento Estratégico para 2010, veja o mercado sempre com bons olhos e ele é nos ajuda a REPENSAR NOS EMPRESAS DIARIAMENTE.

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos

Mestre em Finanças (UFRGS)

Professor da Fundação Getúlio Vargas

Consultor Financeiro

volneifc@terra.com.br

O ofício de ser psicólogo (Por Patrícia Prigol)

1188258715No dia 27 de agosto, ou seja, semana passada, foi comemorado o “Dia do Psicólogo”. Data significativa se considerarmos este ofício uma vocação, um “Dom” que se revela a partir das experiências / vivências do psicólogo durante o seu desenvolvimento e formação de sua personalidade.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP), em 1999, comemorou 100 anos de Psicologia no Brasil. Entretanto, sabemos que a psicologia se desenvolveu ainda no fim do século XIX, como fruto da filosofia através das concepções sobre o homem encontradas nos grandes sábios da época como Hipócrates, Platão e Aristóteles. Sendo que o desenvolvimento posterior da psicologia, através das teorias da personalidade, se deu por meio das contribuições de inúmeros pensadores como: Tomás de Aquino, Bentham, Comte, Hobes, Kierkegaard, Nietzsche e Maquiavel, que viveram nos séculos intermediários, isto é, entre os clássicos e a nossa época, cujas idéias ainda podem ser encontradas no pensamento contemporâneo. Haja vista a grande propagação do livro e do filme “Quando Nietzsche Chorou”, revelando a outra face da psicologia e seus efeitos na relação terapêutica através das lentes do filósofo Nietzsche e do Dr. Breuer, médico e parceiro de Freud em seus estudos psicanalíticos.

Além das contribuições dos pensadores da época, devemos considerar a tradição iniciada no campo da medicina com Charcot, Janet e, principalmente, Freud, Jung e McDougall, os quais contribuíram muito no desenvolvimento desta ciência. Desde então, inúmeras descobertas foram feitas neste campo de infinito conhecimento e prática analítica.

Esta breve introdução leva-nos à compreensão da importância do nosso papel através das contribuições da psicologia que visam promover a saúde integral das pessoas, ajudando no desenvolvimento e na evolução da humanidade. Uma ciência que objetiva “entender” para “atender” as reais necessidades do nosso tempo. Nossas angustias, nossos medos, nossa própria inquietude humana nos remete a reflexão e a introspecção em busca da harmonia e do equilíbrio para nossa existência. Um eterno questionamento, ou um eterno ponto de interrogação, que nos coloca (assim deveria ser) como objeto de estudo e pesquisa para desenvolvermos novas competências e um domínio (em termos de conhecimento) das mais profundas motivações inconscientes que nos fazem cada vez mais humanos (mortais), porém, cada vez mais livres das nossas próprias amarras, trazendo-nos entendimento, sabedoria e individuação. Desta forma, podemos dizer que o principal instrumento de trabalho do psicólogo é a própria pessoa dele, com toda a sua bagagem de conhecimento (acadêmico e também de sua própria história de vida), tendo consciência de que a razão da psicologia existir está fundamentalmente entrelaçada num contínuo investimento (psíquico e afetivo) que se faz no vínculo terapêutico, na relação psicólogo-paciente, psicólogo-cliente. Esta relação, quando bem trabalhada, de modo ético e profissional, traz importante resultado (benefício) em termos de aprendizado. Neste contexto, torna-se imprescindível compreender que o principal instrumento de trabalho também deve ser o principal objeto de estudo e análise, pois quanto melhor (mais “resolvido”) o psicólogo estiver com suas questões e conflitos internos, mais bem preparado estará para ajudar o outro em suas necessidades.

Estudo, pesquisa e autoconhecimento através da análise constante a que somos submetidos, mais um “quantum” de energia e de desejo depositados em forma de investimento no nosso ofício, na nossa profissão, com certeza, resultará em ganhos reais que ultrapassam os ínfimos objetivos da cultura de massa da nossa sociedade. Uma cultura que valoriza apenas o poder e os ganhos materiais num eterno “faz-de-conta” que somos felizes. Desempenhar bem o nosso papel nos dará a certeza de que escolhemos um caminho seguro na direção da nossa própria evolução.

Ministério das Cidades cria sistema para qualificar e monitorar materiais de construção, o SiMaC

O SiMaC irá beneficiar Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e Programa Minha Casa, Minha Vida!

O Ministério das Cidades publicou no dia 21/0809 no Diário Oficial da União a portaria nº310/2009, que institui o Sistema de Qualificação de Materiais Componentes e Sistemas Construtivos (SiMaC), no âmbito do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQPH). A composição do sistema contará com entidades líderes de empresas do setor.

Clique neste link, e acesse na integra esta portaria.

A função do SiMaC é avaliar e monitorar a fabricação de materiais e componentes para a construção civil, para elevar a qualidade, atendendo às políticas do Sistema Nacional de Metrologia – SINMETRO, em harmonia com o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC.

Entre os objetivos do SiMaC está o zelo pela isonomia competitiva, evitando práticas desleais de concorrência e abuso de poder econômico. Será possível, assim, uma evolução da qualidade dos materiais e dos sistemas construtivos, em prol da segurança, economia, durabilidade e sustentabilidade ambiental.

De acordo com a coordenadora geral do PBQPH, Maria Salette de Carvalho Weber, o SiMaC permitirá que o BNDES e a Caixa Econômica Federal tenham mais eficácia em cadastros para linhas de financiamento. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Programa Minha Casa Minha Vida também ganham com a criação desse sistema.

Junto à portaria nº310/2009 foi publicado o regimento do SiMaC, estabelecendo princípios, objetivos, estrutura, coordenação e funcionamento dos Programas Setoriais de Qualidade.

O Sistema de Gestão pela Qualidade da Instramed é recertificado pela NBR ISO 9001:2008!

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Nesta semana, durante três dias de trabalho, acompanhamos a auditoria externa de manutenção em nosso cliente, a Instramed Indústria Médico-hospitalar Ltda. no qual seu Sistema Integrado de Gestão foi recertificado pela versão 2008 da NBR ISO 9001, assim como mantido a ISO 13485:2003. Também foram avaliados itens para a certificação da Comunidade Européia (Marca CE) de um dos produtos desta empresa. A auditoria foi conduzida pelo experiente auditor da UL do Brasil, o Sr. Gilberto Garlera.

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A Instramed recentemente, a cerca de dois meses inaugurou sua nova unidade industrial, em Porto Alegre / RS (vide post anterior). O Sr. Gilberto Garlera elogiou o empenho de todos os colaboradores em função do desafio superado de manter o atual Sistema de Gestão pela Qualidade neste período de mudança de infra-estrutura!

Parabéns à todos os colaboradores da Instramed, por esta conquista!

Tempo não é dinheiro (Por Christian Barbosa)

timeismoney_thumbContrariando a máxima do capitalismo, tempo não é dinheiro. Se fosse, qualquer desempregado seria extremamente rico. Mas também dinheiro abundante não é sinônimo de riqueza. A utilidade que você tira do seu tempo e do seu dinheiro é que determinam o quão rico você é, ou qual a verdadeira prosperidade você possui.

A sinergia entre tempo e dinheiro é tão grande que dificilmente você conseguirá ter um sem o outro de forma equilibrada. Ou seja, para aproveitar seu dinheiro você precisa de tempo e para ter tempo você precisa de dinheiro. Isso não significa a conquista de um sonho utópico, ou ganhar na loteria. Significa que você se prontificou a aprender como usar melhor seu tempo e seu dinheiro, para gerarem prosperidade. Independente do tempo e do dinheiro disponível atualmente.

Esse é o pressuposto que defendemos e comprovamos no livro Mais Tempo Mais Dinheiro, que escrevi em parceria com o Gustavo Cerbasi (Casais Inteligentes Enriquecem Juntos).

Defendemos o conceito de que a vida é vivida basicamente em “ciclos pessoais”, que são o modo como escolhemos e decidimos levar nossa vida. Esses ciclos podem ser visualizados na imagem de uma espiral, como um amortecedor de carro. Essa espiral pode ser ascendente (prosperidade), descendente (frustração) ou contínua no mesmo ponto (sobrevivência).

O Ciclo da Prosperidade compreende as pessoas que dão resultados, que sabem usar bem seu tempo, conseguem fazer o dinheiro render e aumentar, usam técnicas de planejamento para tempo e finanças e vivem de forma sustentável em todos os seus papéis.

O Ciclo da Frustração tem sentido descendente e compreende as pessoas que não conseguem ter tempo para nada, vivem cheias de problemas financeiros, pagam juros aos bancos, vivem atrasadas em suas atividades e o estresse é parte integrante da vida.

O Ciclo da Sobrevivência é quando o círculo se estaciona em alguma posição da espiral da vida e a pessoa literalmente, “corre atrás do próprio rabo”. Muitas vezes ela se conforma em apenas sobreviver. Em ter dinheiro suficiente para pagar suas contas, em permanecer estacionados em sua carreira, em seu tempo ser mal utilizado na maioria das vezes.

O propósito de uma vida equilibrada e com resultados é entrar na espiral da prosperidade e nunca mais sair dela. E isso depende de alguns fatores, mas principalmente da sua auto-análise em descobrir o ciclo que se encontra e de vontade para operar mudanças na sua vida.

Tempo e Dinheiro são grandezas que quando bem utilizadas fazem a diferença na sua vida, da sua família e das pessoas que estão ao seu redor. Não é sorte, mágica ou utopia. É metodologia, treinamento, persistência e planejamento colocados em prática no seu dia-a-dia!

Que tal começar analisando em qual espiral sua vida se encontra?

Clique aqui e faça o teste.

Perfil 2008 – Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico

CapturarA Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) fez estudo inédito sobre o setor de transformação do plástico.

Segundo informações da RAIS/MTE de 2007, o setor da transformação do plástico possui 11.329 estabelecimentos ativos, número que se manteve praticamente estável com relação a 2006 quando havia 11.263 empresas. (aumento de 0,5% – 66 novos estabelecimentos).

O setor apresenta um grande número de pequenas empresas.

As poucas grandes empresas detêm posições de destaque dentro do mercado e são altamente competitivas em termos de tecnologia e produtos diferenciados.

Das 11.329 empresas do setor, 94,3% são consideradas pequenas empresas (até 99 empregados), 5,29% são empresas de porte médio (até 499 empregados) e apenas 1% são empresas de grande porte (mais de 500 empregados)

Os dados relativos às formas jurídicas das empresas também fornecem o parâmetro de proporção do tamanho das empresas.

Verifica-se que 85% são de sociedade limitada, 1,2% são S.A (fechada) e 0,3% são S.A (aberta) e 11% são de empresários individuais.

Aproximadamente 85% das empresas transformadoras de material plástico, estão localizadas na região Sudeste e Sul do País.

O estado de São Paulo concentra 44,6% do total de estabelecimentos no Brasil (5.061 estabelecimentos).

No Rio Grande do Sul estão 11%; em Santa Catarina 8%; no Paraná, 8%; em Minas Gerais 7%, e no Rio de Janeiro, 5% do total de estabelecimentos brasileiros.

Conforme os últimos dados disponíveis (IBGEPIA-Empresa 2006) o setor em 2007 representava cerca de 3% do total das indústrias instaladas no Brasil.

Empresas do Setor Plástico:

  • 11.329 Empresas em 2007 (aumento 0,59% em relação ao ano anterior);
  • 94,3% das empresas são de micro e pequeno porte;
  • 85% das empresas brasileiras encontram-se nas regiões Sudeste e Sul do Brasil;
  • Produção de 4,8 milhões de toneladas de resinas termoplásticas em 2008;
  • Redução de 8,6% na produção de resinas termoplásticas em relação a 2007;
  • Consumo Aparente de 5,1 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, e;
  • Aumento de 5,3% no consumo aparente de resinas termoplásticas em relação a 2007.

Uma das características do setor de transformação de material plástico é o fato de utilizar mão de obra intensiva.

As estimativas para 2008 indicam que o setor empregava 314.794 empregados diretos (RAIS/CAGED), representando um crescimento de 1,18% comparativamente a 2007 quando haviam 311.118 empregados no setor.

De 2007 para 2008 foram criados 3.676 novos empregos diretos, mesmo considerando os impactos da crise econômica, que puderam ser observados a partir de outubro de 2008, com a redução de postos de trabalho.

Do total de empregados no setor plástico, 81% estão diretamente alocados na área de produção, 15% atuam nas áreas administrativas e de marketing e os outros 4% dizem respeito aos proprietários e sócios. (IBGE: PIA)

Quanto ao nível de escolaridade da mão de obra empregada no setor plástico, verifica-se que 48,8% dos empregados não têm o ensino médio completo, 43,7% possuem o ensino médio, 3,1% estão cursando o ensino superior e 4,3% tem o nível superior completo. (RAIS 2007)

Os dados completos da pesquisa podem ser acessados através deste link.

Compulsão à Internet – Parte 3 (Por Patrícia Prigol)

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Possibilidades de tratamento para Transtorno de Adicção à Internet em diversos países:

BRASIL: É bom lembrar que o profissional capacitado para estabelecer um diagnóstico diferencial, nestes casos, é o psiquiatra juntamente com o psicólogo ou psicoterapeuta já que, ambos, são necessários para um tratamento complementar. A associação de medicamentos, a psicoterapia e a terapia ocupacional são de extrema relevância para os casos de adicção, estejam eles relacionados à Internet ou a outro efeito adictivo. Há necessidade, também, de se constituir equipe interdisciplinar que atenda a demanda de cada caso. Respeitam-se, cientificamente, as peculiaridades de cada caso, considerando a estrutura psíquica e de personalidade do adicto, bem como seu funcionamento dinâmico visando estabelecer um plano terapêutico que venha a comportar as reais necessidades do paciente. No Brasil, Centros de Reabilitação, Comunidades Terapêuticas e Clínicas Multidisciplinares são disponibilizadas para as pessoas, além de fornecerem apoio à família do dependente, esta última, funcionando, na maioria das vezes, como co-dependente ou co-participante da disfunção apresentada em seu membro.

ALEMANHA – O país tem um acampamento para crianças que passam tempo demais na internet. O local também oferece computadores, mas seu uso é restrito. As crianças são estimuladas a passar tanto tempo quanto possível ao ar livre. A licença para uso diário de computador está limitada a 30 minutos.

CHINA – No final do ano passado, o governo chinês criou uma clínica para cuidar de pessoas viciadas em internet. Entre os métodos de tratamento aplicados estão acupuntura, meditação, esporte e apoio psicológico. Em alguns casos, são usadas agulhas de acupuntura que dão pequenos choques elétricos no paciente.

CORÉIA DO SUL – O governo se diz preocupado com o intenso uso de games on-line no país, que conta com clínicas especializadas para tratar dos doentes. O número de pessoas que procuraram ajuda por serem viciadas em games, no final de 2005, chegou a 7.649.

ESTADOS UNIDOS – Uma das primeiras clínicas para adictos em internet foi criada em 1996, pela psiquiatra Maresha Orzack, que a batizou de Clínica da Dependência dos Computadores, no hospital McLean de Harvard (Massachusetts). Além disso, foi nos Estados Unidos que surgiu o nome para o vício: Internet Addiction Disorder. Atualmente, a luta dos psicólogos americanos é conseguir incluir o problema na relação oficial de distúrbios mentais.

HOLANDA – O país tem um centro de tratamento para pessoas viciadas em games. O programa de reabilitação pode durar de quatro a oito semanas e inclui, entre outras atividades, terapia, excursões em grupo, palestras sobre comportamento, medicamentos e visitas às pessoas viciadas que não conseguem deixar suas casas.

Dica de Filme – Ensaio Sobre a Cegueira

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Todo mundo sabe que Fernando Meirelles vem namorando a obra de Saramago desde meados de 1995. Todo mundo também sabe que, terminada a metragem da tão esperada adaptação, o tempo, com seus ensinamentos naturais, funcionou a favor do diretor da obra-prima do cinema nacional. Já com certa experiência e prestígio internacional, Meirelles teve êxito no seu projeto mais ambicioso. Cheio de arrojos e acertos visuais, Ensaio Sobre a Cegueira entra para o hall das maiores metáforas que o cinema já produziu. Calcado no premiado livro do escritor português José Saramago, o filme conta uma história sobre a sociedade em que vivemos, a maneira como ela se porta para com o próximo e, de forma crua e realista, mostra o ser humano e o seu lado animal, aquele que vive sempre à espreita.

Um retrato minucioso de um grupo de pessoas lutando por um único objetivo – neste caso a sobrevivência, mas podemos (e devemos) claramente criar um paralelo, uma linha tênue com outra situação: a de uma organização empresarial. A fome, tal como mostrada no filme, é o que impulsiona os cegos. Em uma organização, o objetivo deve ser parte do consciente coletivo, algo tratado por todos com seriedade e determinação. Com isso, tanto os cegos do filme de Meirelles quanto os trabalhadores da vida real, apostando ainda em suas mentes criativas, tendem a alcançar a plenitude. Afinal, em terra de cego quem um olho é rei.

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O livro de Saramago conseguia ser revoltante, nojento, repulsivo, incrível, chocante, absurdo, brilhante. O ávido leitor poderia sentir tudo isso e ainda se sentir reconfortado, afinal, por mais pessimistas que o livro possa ser, Saramago não deixa escapar uma mensagem de paz em seu desfecho. No longa-metragem de Fernando Meirelles há uma clara predominância do pessimismo, porém o grau de impacto não é tão forte. Apesar do diretor de O Jardineiro Fiel ter privilegiado e seguido à risca a narração, o filme ganha quando mostra a decadência e os conflitos dos cegos sem pudor, despido de qualquer senso falso-moralista (exatamente como está no livro).

A sinopse pode ser lida sem problemas já que o próprio título conta um pouco do filme. Em tempo: o filme conta a história de uma inesperada epidemia de cegueira que se passa numa cidade sem nome. Mas não estamos diante de uma cegueira comum. Os “enfermos” passam a enxergar um clarão branco “como se várias luzes fossem acesas ao mesmo tempo”, diz um personagem. A trama acompanha desde o primeiro homem a ficar cego, chegando a quarentena que é para onde os cegos são enviados. Tratados como animais e vivendo num ambiente inabitável, eles criam suas próprias regras e passam a “sobreviver”. Certo dia o sistema falha e todos saem. Para onde? Ninguém sabe…

O fato é que, dentre outras questões, Saramago discute sobre a humanidade e o coletivo – ou como o homem pode alcançar a plenitude através do trabalho em equipe e do próprio esforço. Além do mais, está em jogo e pode ser posta à prova a existência de cada um dentro de um ambiente. A lei, que diz que o mais forte sobrevive, pode ser aplicada ao coletivo – no caso de você, prezado leitor, o coletivo são seus colegas de trabalho. Juntos e preparados, obviamente uma equipe poderá render, deixando o líder satisfeito e, o grupo, também.

Gerenciando o Capital de Giro (Por Volnei F. de Castilhos)

noticias_investimentoDando continuidade ao 1º post que publicamos, hoje gostaria de falar sobre Capital de Giro, mais precisamente como gerenciá-lo em nosso “dia-a-dia”.

Você sabia que a má gestão do capital giro é responsável pelo fechamento de 90% das empresasaté 4 anos de abertura (Dados obtidos de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas)

E por que isso acontece?

O empreendedor abre a empresa, e sem notar se preocupa com as vendas, com a produção, e para conquistar mercado, abre demasiadamente o seu prazo de vendas sem ter capital de giro para financiar esse prazo.

Quais as contas que compõem o Capital de Giro?

São as contas do caixa, bancos, aplicações, estoques, clientes e demais contas do ativo circulante, ou seja, são os valores que estão em constante circulação.

O capital de giro deve ser prioridade de qualquer empresa, independente do seu porte.

A preocupação com as finanças da empresa deve ser uma prioridade diária para o gestor.

Um bom planejamento financeiro e uma equipe motivada são o segredo para o sucesso de qualquer negócio!

Quais são as causas que podem ocasionar a falta do Capital de Giro das empresas?

Abaixo, apresentamos as principais causas, avalie cada uma delas e verifique / avalie se estas não são as causas que atualmente encontra-se em sua empresa.

  1. Irregularidade nas vendas da empresa: a empresa não consegue manter um nível constante de faturamento.
  2. Índice de Devolução de Vendas muito alto: falta conferência na saída da mercadoria, preenchimento dos pedidos não é conferido por outras pessoas ou os produtos não tem a qualidade adequada para o cliente.
  3. Inadimplência descontrolada: a empresa vende e alguém não acompanha diariamente quem pagou e quem não pagou.  O volume de recursos em atraso por data de vencimento é bem importante não deixar aumentar e encaminhar depois de um tempo para uma agência de cobrança.
  4. Investimentos exagerados em Estoques: estoque parado na empresa significa dinheiro parado. Isso gera a necessidade em muitas vezes de se buscar recursos em bancos para saldar fornecedores.  Acompanhamentos estatísticos ajudam o comerciante para não exagerar nas compras.
  5. Descasamento entre o prazo médio de recebimento e pagamento: a empresa nem nota em muitas vezes que a abertura do prazo das vendas, deve ter a mesma evolução no prazo de fornecedores.  A área financeira precisa monitorar mensalmente o acompanhamento de seus prazos.
  6. As contas bancárias da empresa são usadas pela família: deve haver uma separação dos gastos da empresa e os gastos pessoais da família que trabalha na empresa. Como a realidade no Brasil é de empresas familiares e isso não é um problema, se houver limites de gastos da família compatíveis com o faturamento da empresa.  A melhor alternativa é determinar um valor mensal de retiradas para os sócios, compatíveis com o fluxo de caixa da empresa.
  7. Investimentos em Imobilizados com recursos do capital de giro: muitas empresas usam seus recursos do capital de giro para construções ou compras de equipamentos. Deve-se sempre buscar recursos para construções ou compra de máquinas com o uso de linhas de financiamento de longo prazo. Nos dias atuais o custo é baixo e os prazos para pagamento são bons, além de o empresário ter a opção de carência para começar a pagar os financiamentos.
  8. Não acompanhar mensalmente a evolução dos gastos: é importante criar o hábito de verificar as variações mensais dos gastos e se possível ter metas sempre para reduzir os mesmos.
  9. Falta de uma política de concessão de crédito: pessoas especializadas precisam avaliar quanto cada cliente pode comprar. É importante determinar o valor máximo que cada cliente pode comprar.  Atualização dos dados é fundamental para uma possível cobrança judicial do cliente.
  10. Preços de vendas mal calculados: fazer preços na forma antiga, ou seja, multiplicando o custo de aquisição por 2, 3 ou multiplicadores que não contemplam todos os componentes de custos da empresa.
  11. Abertura mal planejada de filiais: a empresa começa a ter um faturamento bom e sem um estudo de planejamento, alguém resolve abrir filiais demandando novos investimentos.
  12. Não impor limites no valor das compras mensais: planejar quanto e como comprar são fundamentais na gestão do capital de giro. O lucro de qualquer empreendimento começa com uma boa compra.
  13. Irregularidade trabalhista e tributária: ter profissionais qualificados para evitar reclamatórias trabalhistas ou multas tributárias podendo gerar gastos financeiras no