Compulsão à Internet – Parte 1 (Por Patrícia Prigol)

cumpulsão a internetNão sabemos, até o momento, se os problemas apresentados em relação ao uso da internet serão clinicamente significativos no futuro ou serão irrelevantes. O que se tem observado é que seu uso (compulsivo) pode estar presente em diversas psicopatologias. Às vezes aparecendo como condição primária a essas patologias, às vezes aparecendo como condição secundária. Na condição secundária temos, por exemplo, a adicção ao jogo e ao sexo. No outro caso, como condição primária temos a possibilidade de uma nova descrição psicopatológica, ou seja Adicção à Internet!

Como não há, ainda, uma classificação diagnóstica específica para esses casos, é mais sensato utilizar a denominação “compulsão à Internet” aos usuários que, além de preencherem critérios de adicção, recorrem à Internet para jogos, bate-papo e pornografia. Uma diferenciação no comportamento do usuário da Internet se faz necessária para àqueles que, em contrapartida, fazem uso desta ferramenta como um importante meio de trabalho, além de uma vasta fonte de informação. Portanto, há a necessidade de diferenciarmos o lazer, o trabalho e a informação da adicção, propriamente dita.

Com todos esses cuidados, os partidários da classificação desta síndrome definem o dependente como a pessoa que se utiliza excessivamente da Internet gerando uma distorção de seus objetivos pessoais, familiares e/ ou profissionais. Se uma pessoa passa horas e horas conectada, negligenciando responsabilidades e necessidades familiares, pessoais e profissionais de forma reiterada, podemos estar diante de uma situação de adicção. Mesmo assim, não está claro se a compulsão à Internet deva ser considerada uma patologia própria ou se ela representa apenas um sintoma de algum outro estado emocional subjacente.

Portanto, não é de se estranhar que tenham surgido diversas hipóteses sustentando existir um uso patológico da Internet, e que tal uso, para alguns estudos, têm como resultado o desenvolvimento de transtornos emocionais ainda não classificados nos manuais diagnósticos (DSM-IV, CID-10). Para outros, o contrário, ou seja, alguns transtornos emocionais e de personalidade é que favoreceriam a adicção à Internet. Ex: pessoas que possuam determinadas patologias podem desenvolver compulsão à Internet. São os casos de:

  • Fobia Social ou Transtorno de Ansiedade Social;
  • Transtorno da Personalidade por Evitação ou Personalidade de Esquiva, e;
  • Transtorno da Personalidade Dependente.

Sabe-se, contudo, que outras psicopatologias também podem estar associadas ao uso compulsivo à Internet. Dentro da categoria das dependências sem substância, que podem ser comparadas à comportamentos compulsivos, a única reconhecida nas classificações oficiais (CID-10 e DSM-IV) é o Jogo Patológico. Entretanto, o uso por compulsão à Internet, bem como o excesso de exercício físico (Vigorexia), de trabalho, o Sexo Compulsivo, a Compulsão às Compras, a Compulsão Alimentar, alguns incluídos nos Transtornos do Controle de Impulsos, são quadros que devem ser mais bem estudados pelas importantes implicações na vida cotidiana.

Alguns autores, os mais pessimistas, citam fatores sociais e culturais envolvidos neste processo, afirmando que o acelerado avanço tecnológico representa uma enorme ameaça ao convívio social, desestimulando e inibindo o desenvolvimento de competências e habilidades no trato social e familiar, no relacionamento interpessoal, os quais deveriam ser preservados se considerarmos as conseqüências danosas para àqueles que apresentam uma tendência ao isolamento e à solidão. Um exemplo notório deste comportamento limitador se vê através das mudanças na arquitetura dos ambientes e na engenharia civil. As residências são projetadas, desenhas, de acordo com esse movimento que propõe “ilhas de convivência”. A proposta das ilhas-dormitórios se apresenta numa espécie de “moradia individualizada”, dando a impressão de completa independência que, por sua vez, alimentaria uma fantasia onipotente e um sentimento de grandiosidade, os quais não se sustentariam no plano real. Para alguns autores, essas ilhas se traduzem em grandes fortalezas, onde ninguém entra e ninguém sai, uma espécie de simbiose na relação que se estabelece com o objeto compulsivo. A sensação que seus membros podem experimentar é de máxima proteção, o que limitaria, ainda mais, o contato com a realidade (interna e externa).

Hoje encontramos, em cada espaço das residências, toda a tecnologia à disposição das pessoas. Não haveria mais motivação para buscar a conexão pessoal já que uma simples tecla poderia aparentemente sustentar tal necessidade. A “sala de estar”, por exemplo, já não se mostra atraente para a família. A disposição tecnológica surpreendentemente monta mini-residências em cada quarto que compõe a ilha de cada membro da família, o que pode dificultar a interação e a função que pais e filhos deveriam desempenhar nos vínculos estabelecidos. Esses mesmos pais passam também muitas horas no trabalho (são os chamados workaholics) além daquelas horas que o ganho de dinheiro justificaria, ou diante da televisão, no bar, etc.

Distintos estudos sustentam que o uso da Internet poderia causar um impacto negativo em nossas relações sociais habituais, em nosso espaço cotidiano, levando-nos, por exemplo, a perder parte de nosso círculo social, a diminuir o tempo de comunicação familiar ou a incrementar o sentimento de solidão (Kiesler, 1999 – Kraut, 1998). Assim sendo, alguns autores têm postulado a existência de um Transtorno de Adicção a Internet, representado pela sigla TAI (IAD, de Internet Addictiom Disorder). Também foi usado o termo Uso Compulsivo de Internet ou Uso Patológico da Internet, com a sigla UPI (PIU, de Pathological Internet Use) (Young e Rodgers, 1998). Essa nova nosografia alcançou status científico a partir de um trabalho da Dra. Kimberly Young em 1996 (Estallo Marti, 1997).

José Luis Muñoz Mora faz uma colocação interessante em seu artigo. Diz que, enquanto o álcool, a maconha e a cocaína podem ser consideradas drogas que facilitam o contacto social, a adicção à Internet seria uma patologia que se desenvolve em pessoas de vocação solitária. Acreditamos que seriam, além de pessoas solitárias, também não desejosas do convívio interpessoal. Trata-se de uma opção de postura social, compensada e gratificada pela Internet, pois são comuns os traços de introversão na personalidade de informáticos compulsivos. Assim, a socialização e a comunicação interpessoal virtuais parecem constituir os elementos básicos do efeito adictivo da Internet para um grande número de internautas, manifestando-se através do intercambio dos chats, do correio eletrônico, participação em grupos de discussão, conversações em tempo real. Para outro grupo, a busca de prazeres sexuais negados pela realidade concreta tem sido o ponto chave, aparecendo sob a forma da busca continuada e excessiva de material erótico e pornográfico, podendo resultar em importantes disfunções sexuais.

Na segunda-feira da semana que vêm, continuaremos a explorar este assunto.

Não sabemos, até o momento, se os problemas apresentados em relação ao uso da Internet serão clinicamente significativos no futuro ou se serão irrelevantes. O que se tem observado é que seu uso (compulsivo) pode estar presente em diversas psicopatologias. Às vezes aparecendo como condição primária à essas patologias, às vezes aparecendo como condição secundária. Na condição secundária temos, por exemplo, a adicção ao jogo e ao sexo. No outro caso, como condição primária ao comportamento compulsivo, temos a possibilidade de uma nova descrição psicopatológica da Adicção à Internet.

Minha Casa, Minha Vida: CAIXA aprova mais de 3 mil unidades no Rio Grande do Sul

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A Caixa Econômica Federal assinou 26 projetos habitacionais no Estado do Rio Grande do Sul, dentro do programa “Minha Casa, Minha Vida”, para o financiamento de moradias destinadas a adquirentes com renda de zero a 10 salários mínimos, totalizando 3.394 unidades, num montante de R$ 194 milhões.

Em fase de análise estão outros 33 projetos, totalizando R$ 210,2 milhões, correspondendo a 3.311 unidades para compradores com renda de até 10 salários. Em nível nacional, entre assinados e em análise, a Caixa Econômica Federal registrou 405 projetos para o financiamento de 73.901 moradias.

A informação foi anunciada no dia 28 de maio de 2009 no Sinduscon-RS. Maiores detalhes, clique neste link.

Instramed abre as portas da sua nova fábrica!

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Nesta semana, especificadamente na quarta-feira, dia 05 de agosto de 2009, recebi um convite da empresa Instramed, nosso cliente! A empresa convidou os seus amigos e parceiros de negócios para um “Open Door Day Instramed”: um dia especial no qual foram apresentados as novas instalações (vide o convite, clicando neste link)

A empresa possui “tripla certificação de sistema de gestão”, ou seja: é certificada pela NBR ISO 9001:2000, pela ISO 13485:2003 e pela RDC 59, ou seja, as Boas Práticas de Fabricação da ANVISA, além de ter a sua linha de produtos com certificação de produtos!

A visita superou a expectativa dos seus sócios, diretor e colaboradores.

Sua infra-estrutura contempla todos os cuidados para manter a qualidade dos produtos, por exemplo: piso anti-estático, fluxo lógico de produção, áreas específicas para armazenamento e preparação dos componentes e placas.

Seu ambiente de trabalho é acolhedor, as bancadas de trabalho foram planejadas para oportunizar conforto para os colaboradores no momento dos seus trabalhos e ainda possuem uma área específica, denominada “sala de convivência”, onde os colaboradores podem descansar, interagir com os colegas, acessar a internet, ler literaturas na biblioteca corporativa, resumindo o colaborador é valorizado!

Desejamos sucesso para a equipe da Instramed!

A importância da criação de uma “Carta de Intenções” entre a Gráfica Jacuí, seus colaboradores e Clientes!

Ontem, dia 5 de agosto de 2009, a Gráfica Jacuí, nosso cliente, formalizou a sua Carta de Intenções com os seus Sócios, Diretores e Colaboradores!

Antes de explicar a importância de uma Carta de Intenções, gostaríamos de explicar o seu conceito, normalmente uma “Carta de Intenções” é elaborada para comprometer, por exemplo, duas pessoas em um objetivo comum. Diferente de um contrato, no qual, exige certa obrigação, às vezes mantida de maneira forçada, sob pena de que não seja cumprida certa regra, poderão ocorrer multas ou punições, a “Carta de Intenções” já pressupõe um acordo de ganho mútuo.

Pois bem, voltando ao evento que aconteceu ontem, a Gráfica Jacuí, através dos seus Diretores revisou a sua Carta de Intenções para com os seus maiores interessados, ou seja, os seus clientes e principalmente seus colaboradores. Estamos falando sobre a Filosofia Empresarial da Gráfica Jacuí,

Esta Carta de Intenções da Gráfica Jacuí foi revisada com o propósito de estar em sintonia entre a visão / percepção dos Clientes e Colaboradores. Vide este link, no qual existe uma apresentação conceitual da Filosofia Empresarial da Gráfica Jacuí!

A importância desta Carta de Intenções esta baseada em um alerta permanente de compartilharmos a nossa forma de trabalho e conduta pessoal / profissional.

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Neste evento, os Diretores explicaram esta importância e convidaram à todos a assinarem este acordo de ganho mútuo! Segue abaixo as imagens deste grande evento, este “ritual” de comprometimento!

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Trabalho + Prazer = sucesso da empresa (Por Sérgio Marques)

Sabe aquele antigo jargão: “Quando você gosta do que faz, não precisa trabalhar”? Pois é, em algumas ocasiões, os maiores clichês são a mais pura verdade.

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Mas da intenção à realidade há uma longa distância, e o grande desafio dos empresários neste século, quando tudo parece acontecer de forma cada vez mais competitiva e acelerada, é fazer com que seus colaboradores realmente sintam-se em casa no ambiente de trabalho, sintam prazer em estar ali.

Como atingir tal situação? Estamos cansados de escutar dicas de especialistas que aconselham às pessoas desenvolverem hábitos saudáveis no cotidiano doméstico, para contrabalançar o estresse do cotidiano profissional, em busca de uma melhor qualidade de vida, visando a evitar problemas de saúde causados pelas pressões sofridas no trabalho. Só que nem sempre a prática de esportes, a alimentação correta e outras atitudes positivas, realizadas fora da empresa, são suficientes para neutralizar as conseqüências do desgaste passado dentro de uma corporação.

Claro que levar uma vida pessoal regrada é sempre benéfico, mas é preciso que essa vida saudável aconteça também durante o exercício profissional. Não se trata de um bicho de sete cabeças. A solução pode ser mais simples do que aparenta. Há várias formas de levar colaboradores a realmente sentirem prazer em suas atividades.

A empresa pode investir em benefícios, incentivos, prêmios, cursos e tantas outras iniciativas que despertem o bem-estar do profissional. Mas tudo isto pode ser ainda insuficiente para fazer com que o ele se “apaixone” pelo seu trabalho. Temos de considerar que um trabalhador apaixonado pelo que faz busca superar qualquer barreira que possa aparecer pela frente. É como uma relação amorosa. Quando existe amor, deseja-se o melhor à pessoa amada. Ao contrário, uma relação desgastada leva as pessoas ao comodismo, tudo parece soar chato, cansativo, difícil.

Há outros recursos que podem ser considerados para criar o clima ideal. A criação de ambientes culturais dentro da empresa, como biblioteca, videoteca, estúdio musical onde os funcionários possam tocar instrumentos e cantar, palco para ensaios de artes cênicas, pode trazer bons resultados. Outras possibilidades são os cursos de idiomas gratuitos; atividades esportivas durante ou após o expediente; uma interrupção rápida das atividades para fazer uma massagem com um especialista. Tudo isso funciona como benefícios diferenciados, complementos aos benefícios “comuns” como vale-refeição, assistência médica etc.

O mais importante é fazer com que o profissional sinta-se à vontade. Isso não quer dizer que ele poderá esquecer seus objetivos e obrigações. Existem as metas, a cobrança, mas estas são mais bem assimiladas quando há uma boa relação entre organização e colaborador. Se esse bom relacionamento estende-se a todo corpo de trabalhadores, não há como dar errado: todos vestem a camisa da empresa, sentem-se parte dela e buscam o seu melhor desempenho.

A dica para o empresário que quer um ambiente de trabalho harmônico é: invista no prazer. Trabalho não significa exercício militar. É preciso cativar, chamar o colaborador para o seu lado. Um ambiente “pesado”, nervoso, pode se tornar o calcanhar de Aquiles quando concorrências se acirram e crises surgem. Será nesses momentos que haverá necessidade de entrega, daquele “algo mais” por parte do trabalhador. E aquele que sentir prazer em trabalhar, será aquele que se doará de forma intensa no momento necessário.

Só para ilustrar, lembremos do Google, onde funcionários não precisam usar terno e gravata, encontram um escritório “descolado” e várias opções de lazer dentro da empresa. Eles fazem da marca a maior do segmento em que atua…

Governo vai negociar inclusão de aquecimento solar no Programa Minha Casa, Minha Vida

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O uso de sistemas de aquecimento solar nas casas do programa Minha Casa, Minha Vida pode começar a sair do papel. A utilização de placas solares, que chegou a ser cogitada como item obrigatório dos projetos, será opcional e deve chegar a apenas uma parte das 1 milhão de casas que o governo pretende construir.

Semana passada, mais precisamente no dia 22 de julho, o governo criou um grupo de trabalho para definir os critérios para instalação dos aparelhos e apressar as negociações com as construtoras para que as placas sejam incluídas ainda nas primeiras casas do programa. O grupo tem representantes dos ministérios do Meio Ambiente, de Minas e Energia, das Cidades, além da Caixa Econômica Federal, do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) e empresários do setor. Vide neste link, a publicação no Diário Oficial da União (DOU).

De acordo com a coordenadora de Energia e Meio Ambiente da Secretaria e Mudanças Climáticas do Ministério do Meio Ambiente, Vânia Soares, o grupo de trabalho deve se reunir com as empreiteiras na primeira quinzena de agosto.

“Como os projetos estão na etapa inicial, é importante ter uma conversa com as maiores empresas de construção civil para incentivá-las a dar essa contribuição. As empresas poderão rever os projetos ou incluir os aquecedores em novas propostas. Acredito que não haverá muita complicação”, disse.

Segundo Vânia, a inclusão do sistema de aquecimento solar nas casas populares tem custo médio de R$ 1,2 mil, dependendo da região do país. “Não vai afetar o valor da prestação. As empresas receberão subsídios e em alguns casos haverá doação dos equipamentos”.

O grupo de trabalho não definiu metas ou número mínimo de unidades habitacionais que deverão receber o sistema de aquecimento solar. A iniciativa vai depender das construtoras ou das prefeituras, que podem sugerir a inclusão das placas solares nos projetos. “A Caixa está autorizada a financiar quantos projetos aparecerem”, disse Vânia. Na primeira etapa, a coordenadora acredita que até 100 mil casas poderão receber o equipamento.

De acordo com Vânia, o uso de energia solar para aquecimento de água reduz o consumo de energia elétrica em cerca de 30%. Ela disse ainda que o sistema poderá ser instalado em casas ou edifícios.

O grupo de trabalho também estuda como oferecer capacitação para os engenheiros e arquitetos da Caixa – responsáveis pela análise dos projetos das empreiteiras – e para os futuros moradores, para fazer a manutenção e limpeza dos equipamentos.

Um Brinde para ir além!

Este é o título de uma matéria publicada pela Revista Psique e escrita pelo psicólogo e pedagogo Josef David Yaari, presidente do Instituto Pro-Líbera, entidade voltada para que cada pessoa se libere das amarras das ideologias ou doutrinas por meio de seminários, encontros e cursos, além de dar apoio a famílias e grupos operativos.

jumpyz0Assim dei início a uma profunda e impactante leitura, ecoando dentro de mim as experiências vividas na clínica e na minha vida pessoal. Houve ressonância! Era como se o colega estivesse extraindo o meu pensar e o meu sentir a respeito de assuntos e conteúdos polêmicos, porém, extremamente pontuais. Afirmar, por exemplo, que o ser humano vive em busca do “algo a mais” ou de uma motivação profunda que daria sentido para sua vida, não é nenhuma novidade. Mas estabelecer uma relação entre o prazer do sexo, do estômago e dos jogos de poder com a busca do sentido real que “abriria os canais para os diversos universos, os diversos patamares de nossa consciência, – existentes, mas não perceptíveis ao senso comum ou à cultura de massa” – foi realmente imprescindível para que eu pudesse compartilhar com vocês esta pretensa reflexão.

Podemos dizer que estamos vivendo uma fase de transição diante desse movimento social que busca, a qualquer custo, o prazer efêmero das sensações e do sentimentalismo inúteis para a nossa evolução. Esta fase transitória nos remete à transcendência, que é a capacidade de superar os limites normais, o que é esperado por meio desses jogos de prazer e de poder. Neste sentido, o autor inicia sua matéria com alguns questionamentos surpreendentemente intrigantes:

Afinal, vivemos pra quê? O que, de fato, é a nossa mais profunda motivação? Para que e para onde se move a nossa alma? É verdade que o que queremos, no fundo de tudo, é o prazer e o poder?

Neste sentido, percebemos que ainda se faz necessário o uso de determinados “rituais de passagem” para transcendermos a esses limites, do que é perceptível aos olhos do corpo físico. Rituais que incluem não somente as tradições e as chamadas “religiões”, mas toda e qualquer crença ou ideologia que convida as pessoas a experimentarem uma “morte simbólica”. É a morte do desejo pelo desejo, do sexo pelo sexo, da comida pela comida, do poder pelo poder.

Quando experimentamos o gozo do desejo efêmero e inútil, percebemos que nosso esforço foi em vão porque, em seguida, experimentamos uma espécie de “vazio” ou a “falta de”. Uma experiência de morte provocada pela falência de um outro desejo, mais profundo, mais intenso, mais real. Como disse o psicólogo Josef: “É o encontro com Thanatos (na mitologia grega, o deus da Morte) depois de viver o Eros (na mitologia grega, o deus da Vida) em todos os aspectos possíveis. Exatamente por isso ocorrem os rituais da morte simbólica nas tradições, no sentido de provocar o desapego, a possibilidade de superar suas próprias amarras”. Quando nos libertamos de tudo aquilo que, de alguma forma, nos aprisiona, das expectativas que tentamos corresponder para pertencer a esta ou aquela “tribo” (ou tradição), experimentamos o gozo real da liberdade conquistada por um processo de individuação. É quando encontramos a nós mesmos, transcendendo o mundo do sensacionalismo ou das emoções baratas e supérfluas que, muitas vezes, estão à serviço de organizações perversas que manipulam e controlam o nosso “querer”, a nossa liberdade de expressão e de escolha.

Assim, de forma contundente, o psicólogo afirma: “… em todos os nossos atos, seja aparentemente pelo poder, seja pelo prazer, estamos querendo exercer uma identidade que se supera e, daí, compartilhar o que conquistamos”.

Ou seja, celebrar nossas conquistas é poder tornar-se um SER único, integrado, indivisível, e, então, incorruptível!

TreviPlam Engenharia implementa o Programa 5S em suas obras!

Programa 5S - TreviPlam -Rev0Dando continuidade ao post publicado anteriormente, no mês passado, ou seja, julho de 2009, a TreviPlam Engenharia Ltda., nosso cliente, iniciou a implementação do Programa 5S em suas obras, com a denominação de “Programa 5S nos canteiros das obras”!

Esta empresa já possuem a cerca de quatro anos, um Sistema de Gestão pela Qualidade, baseado na NBR ISO 9001:2000 e SiAC – Nível A do PBQP-Habitat.

A implementação destes conceitos de Utilização, Organização, Limpeza, Saúde e Auto Disciplina em suas obras traduz a preocupação dos Diretores desta empresa, os Engenheiros civis João Luiz Trevisan e Pedro Paulo Trevisan em buscar juntos aos seus colaboradores a necessidade de melhoria na prestação dos seus serviços!

A implementação do “Programa 5S nos canteiros das obrasiniciou-se com treinamentos com a participação dos seus engenheiros, mestres de obras e técnicos, assim como os demais colaboradores que atuam diretamente nos canteiros das obras! Segue abaixo, o arquivo de apresentação deste treinamento:

O Grupo Gestor elaborou um plano de ação específico para implementar os conceitos Utilização, Organização, Limpeza, Saúde e Auto Disciplina em suas obras, clique neste link, para ter acesso a este plano!

As primeiras ações práticas, referente a este plano, foi o lançamento deste programa no canteiro de obras, conforme imagens a seguir:

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Ao longo do mês de agosto de 2009, estarão ocorrendo a implementação e avaliação dos 5 Sensos nos canteiros das obras da TreviPlam Engenharia Ltda.!

Desejamos sucesso à todos os colaboradores da TreviPlam Engenharia Ltda. neste novo desafio!