A Relação Pai e Filho nas Empresas Familiares (Por Stephen Kanitz)

 

Em minhas atividades de consultoria, principalmente em empresas consideradas familiares, onde a presença da 2ª. ou 3ª. geração esta atuante ou procurando o seu espaço … percebo uma grande dificuldade / desafio!

Sendo que o crescimento / sustentabilidade destas empresas … ficam na dependência de um “processo de transição de gerações”, tornando a vida / carreira profissional dos colaboradores uma eterna dúvida!

Recentemente, localizei um excelente artigo, escrito no website do Stephen Kanitz que apresenta de forma clara, orientações de como o “filho do dono” deve buscar espaço na organização / empresa, clique neste link para ler o referido artigo.

Não se engasgue com a espinha de peixe!

 

Localizei um artigo / post muito bem elaborado, sobre como utilizar a ferramenta para aprimoramento da qualidade “Diagrama de Ishikawa”, popularmente conhecida como “espinha de peixe”.

O post foi elaborado pelo conhecido blog do Ronaldo Costa, o Qualiblog!

Acesse este conteúdo por este link, e aproveite as suas orientações!

Parabéns pelo post, prezado Ronaldo Costa!

O que é a Marcação CE? (Parte 1)

 

A partir deste post estaremos explicando para os visitantes, de uma forma objetiva e simples, o que é a Marcação CE, como conquistá-la, quais são os produtos que requerem esta “marcação”, quais são as diretivas, ou seja, normas aplicáveis!

A Marca CE é a uma marca obrigatória para muitos (em torno de 70%) produtos circulando no mercado da União Européia (EU). A Marca CE é freqüentemente referida como “Passaporte para a Europa” para o produto não europeu!

No ano de 2001, ocorreu um seminário denominado “O Novo Enfoque Europeu de Normalização e sua aplicação no Mercosul”, onde foi apresentado um guia para aplicação das directivas com base nas disposições da nova abordagem e da abordagem global, segue o link deste documento. Neste guia, os visitantes poderão ter acesso de uma forma clara e objetiva.

A Marca CE quando afixada num produto representa a declaração do fabricante de que o produto está conforme as exigências da legislação européia (de saúde, de segurança, ambiental) expressas nas directivas para cada produto ou família de produtos.

Existe um website, o EUR-Lex, no qual oferece um acesso direto e gratuito ao direito da União Européia. EUR-Lex permite consultar o Jornal Oficial da União Européia e inclui os tratados, a legislação, a jurisprudência e os atos preparatórios da legislação. Existe a possibilidade de efetuar pesquisas avançadas.

Entre os diversos produtos que requerem a Marca CE, destacamos os seguintes:

  • Material elétrico destinado a ser utilizado dentro de certos limites de tensão;
  • Brinquedos (Segurança);
  • Produtos de Construção;
  • Compatibilidade eletromagnética;
  • Máquinas;
  • Equipamentos de Proteção Individual;
  • Instrumentos de pesagem de funcionamento não automático;
  • Dispositivos médicos (medical devices);
  • Aparelhos a gás;
  • Equipamentos de Telecomunicações, e;
  • Equipamentos sob pressão.

Nos próximos post, iremos detalhar cada uma das Directivas vinculadas a estes produtos, assim como o passo-a-passo de como conseguir este “passaporte” para a União Européia.

O Museu da Corrupção

Hoje, recebi de um amigo, o Marcos Antônio Oliveira da Costa, uma dica de um website muito instrutivo / educativo, chama-se “Museu da Corrupção”!

Clique na imagem abaixo e seja bem vindo a este passeio virtual, conhecendo a história longa da corrupção no nosso querido Brasil!

Transitoriedade: Palavra-Chave na atualidade

 

O tema apresentado no artigo “Responsabilidade Social” teve, como objetivo, a introdução de um novo conceito na atualidade: o da “transitoriedade nas relações”. Um movimento natural que se integra às novas exigências do mundo contemporâneo. Nossa capacidade de adaptação frente a essas exigências implica em posicionamento firme diante dos desafios que a vida nos apresenta e, principalmente, diante de cada decisão que tomamos.

A mudança de mentalidade, a qual me refiro, diz respeito às competências e habilidades que ainda precisamos desenvolver para nos adaptar às exigências que resultam da transitoriedade nas relações que estabelecemos. A única certeza que temos é que toda e qualquer relação, seja no trabalho ou na vida pessoal, poderá ser interrompida em seu percurso ou modificada em suas bases, resultando em novos caminhos ou novas diretrizes. Sabe-se, contudo, que essa demanda exigirá uma nova postura diante dos acontecimentos:

  • Renunciar às certezas do passado: Tudo que considerávamos ser imutável, e que trazíamos (boa parte) em nossa bagagem cultural. Na atualidade: “Tudo muda, nada é estático”.
  • Abrir-se, contudo, para as novas possibilidades de relacionamento: Significa enfrentar e aceitar a realidade de uma sociedade em transformação e tudo que a acompanha nesta nova fase, incluindo a diversidade de conceitos e comportamentos. Nunca falamos tanto em “inclusão” como agora. A inclusão do novo, do “diferente”, de caminhos alternativos para se chegar ao mesmo fim.
  • Parar de tentar eternizar as relações (sair do processo da idealização): Vivemos tempos de transitoriedade. É preciso sair da idealização que alimenta uma fantasia onipotente baseada numa pseudo-realidade para construir uma sociedade que se fundamenta no “real”. Significa sair do discurso e das identidades (representações sociais) para adotar uma postura de maior comprometimento e responsabilidade social.

Para desenvolver essas competências precisamos nos comprometer (nos envolver) com o processo de evolução contínua de uma nova sociedade que se reinventa a cada momento. O importante é tentarmos extrair o que há de melhor nesse processo. Aprender com os erros ou tropeços é essencial para nossa evolução. Pessoas de sucesso estão abertas para o “novo”, para as novas possibilidades. Elas assumem os riscos naturais que a vida apresenta, mantendo o foco no resultado de suas experiências.

Construção civil, um segmento que cresce em número de vagas!

Foi publicado, ontem, no Jornal Pioneiro uma notícia extremamente otimista para o segmento da Construção Civil, diante do panorama geral da economia nacional.

Os sinais de recuperação da atividade e, conseqüentemente de oferta de empregos com a carteira assinada nos primeiros quatro meses do ano são mais consistentes na construção civil dentre todos os setores da economia brasileira, na avaliação de especialistas em mercado de trabalho.

Fatores com a redução dos juros básicos, o apetite dos bancos por aumentar sua fatia no crédito habitacional e o programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida, que ainda não deslanchou totalmente, devem estimular a construção civil nos próximos meses, com reflexos positivos na geração de empregos.

No primeiro quadrimestre de 2009, o setor de construção civil acumula um saldo positivo entre demissões e contratações de 43.667 postos de trabalho, um pouco mai da metade do que os 82.423 empregos perdidos apenas em dezembro. A indústria de transformação, por outro lado, só fechou vagas de dezembro a março, voltando a abrir apenas 183 empregos formais em abril.

Em Caxias do Sul, a diferença é ainda maior. O saldo de janeiro a abril na construção é de 288 vagas geradas, enquanto que na indústria da transformação o resultado ainda é negativo em 4.837 postos fechados.

Vide neste link a matéria por completo.

Estamos na busca da felicidade instantânea ou constante?

Recentemente vimos na mídia a história de sucesso da escocesa Susan Boyle, inicialmente uma pessoa comum, mas que ficou mundialmente famosa por conquistar o Britains Got Talent, um show de talento da Inglaterra. A sua apresentação obteve sucesso instantâneo no websites de vídeos You Tube com mais de 100 milhões de acessos em dois meses! O seu testemunho nos dá uma lição valorosa na luta contra o preconceito: as aparências enganam! Seque o link da versão legendada em português no You Tube.

Nada contra esta conquista pessoal da Susan Boyle, pois todos nós temos este desejo de sermos conhecidos pelos nossos talentos, nossos trabalhos … ou seja, pelos nossos méritos! Mas quando tivemos a segunda notícia de que Susan Boyle tinha sido internada na clínica psiquiátrica por estar “emocionalmente esgotada”, após ter sido derrotada em um segundo show de talento por um grupo de street dance, comecei a refletir sobre estes dois momentos, a conquista e a derrota de Susan Boyle em um curto intervalo de tempo! Foi quando neste sábado passado tive a oportunidade de ler um artigo no jornal Zero Hora, da psicóloga britânica Linda Blair, discutindo os conceitos de felicidade instantânea e felicidade constante e o potencial devastador da pressão, por exemplo, a que pais podem submeter seus filhos ao levá-los a participar de programas de TV. Segue o link do referido artigo da Zero Hora.

A final de contas: estamos na busca da felicidade instantânea ou constante?

Aguardaremos os seus comentários!

Vítimas de si mesmo: uma escolha ou um destino?

Apesar da expressiva demanda para psicoterapia, nem todas as pessoas conseguem “finalizar” seu tratamento. Alguns pacientes tornam-se vítimas de si mesmo. Utilizo o termo “vitimização” com base na experiência profissional em relação a pacientes que se vêem vítimas de sua trajetória de vida (de suas próprias escolhas).

As “vítimas” geralmente apresentam um baixo limiar à frustração e pouca persistência na resolução de seus conflitos, o que as levam, invariavelmente, a interromper o tratamento antes mesmo de iniciá-lo. Minha experiência revela claramente quando o paciente tende a interromper seu tratamento já nas primeiras sessões. Ou seja, mesmo quando não apresenta nenhum transtorno psicoafetivo importante ou sintomas depressivos que possam revelar fatores orgânicos preponderantes, ou, ainda, um transtorno de personalidade que o levaria sistematicamente as tentativas de sabotagem no tratamento, a “vítima de si mesmo” geralmente se mostra apática e resistente, principalmente quando se trata de uma abordagem terapêutica que exige sua participação e um considerável investimento no alcance dos objetivos contratados.

Penso que os fatores culturais possam, também, contribuir consideravelmente para este quadro sintomático. Vivemos a era das respostas rápidas, extremamente objetivas e, muitas vezes, supérfluas, sem embasamento, mas que podem produzir um efeito acalentador. Mesmo sendo momentâneo, ou instantâneo este movimento leva as pessoas a buscarem “tratamentos” que prometem a cura para as dores da alma com o mínimo de esforço possível. Algumas práticas, inclusive, propõem às pessoas um pensamento mágico “levando-as” a acreditar que basta pensar a solução e, esta, virá como num passe de mágica.

Nunca vivemos tantas ofertas de cura como agora. Nessa sociedade líquida – denominação criada e utilizada pelo sociólogo polonês Zigmunt Bauman – a prioridade é a instantaneidade e a conseqüente liquidez dos laços sociais, tornando as relações efêmeras e superficiais.

Parece que estamos retornando a uma outra fase, já vivida. Na antiguidade, antes dos cientistas fazerem as suas primeiras grandes descobertas, no campo da medicina e depois em outras áreas, recorria-se aos curandeiros e às religiões na tentativa de curar as enfermidades, de aliviar dores físicas e emocionais. Depois, a ciência, na sua evolução, apresentou inúmeras ferramentas de trabalho e recursos imprescindíveis para a cura de determinadas doenças e males da humanidade através de uma tecnologia avançada que tomou conta do mundo e que, na atualidade, consegue oferecer tratamentos de grande relevância para a sociedade. Doenças que não tinham nenhuma chance de remissão, hoje, se mostram de fácil resolução para a medicina. Outras são controladas por medicamentos de ponta e tratamentos altamente eficazes.

Na área da Psicologia não foi diferente. Evoluímos e continuamos nesse processo de evolução. Porém, ainda me surpreendo com a oferta apresentada nesta grande “Indústria da Cura” que propõe tratamentos milagrosos. Àqueles que você lê o anúncio da propaganda, que promete resolver todos os seus problemas sem que você tenha o mínimo de participação no processo de melhoramento e de evolução. Infelizmente, através da disseminação deste pensamento mágico, nossa sociedade acaba por alimentar um “falso self”, uma falsa identidade.

Assim, as “vítimas de si mesmo” se vêem à margem da evolução do conhecimento e da tecnologia. Alguns, com escassos recursos internos, não encontram outra saída que não seja ser “apanhado” nessa teia do encantamento, da sedução e da manipulação. Aliás, característica marcante de uma sociedade perversa como a nossa que propõe a ilusão e a conseqüente negação da realidade como uma saída plausível para todos os males da humanidade. Talvez seja por isso que muita gente (muita gente mesmo!) se mata em tantas Guerras Santas. Talvez porque não seja possível manter os olhos (da alma) abertos por muito tempo.

Capacitação de Operários da Construção Civil

Dando continuidade aos posts / notícias sobre o crescimento do segmento da construção civil no Brasil, estamos divulgando uma proposta “inovadora” para o atual cenário de falta de mão-de-obra especializada nos “canteiros de obra”, ou seja, pedreiros, carpinteiros e mestres de obras.

Os cursos de Engenharia Civil e Arquitetura do Centro Universitário Metodista, do IPA, estão com as inscrições abertas para o projeto de extensão “Capacitação de Operários da Construção Civil”. O projeto da Coordenadoria de Extensão e Ação Comunitária visa a transferência de conhecimento da academia para operários(as) como pedreiros(as), carpinteiros(as) e mestres(as) de obra. A inscrição é gratuita e pode ser realizada na unidade DC Shopping (Rua Frederico Mentz, 1606), ou pelo telefone 51 3316.2003. A turma tem limite de 30 alunos(as) e as aulas começam com o preenchimento total das vagas.

O principal objetivo do projeto é a formação dos(as) trabalhadores(as) da construção civil, além do cumprimento da função humana da instituição para colaborar com a sociedade. As aulas serão ministradas na Unidade DC Shopping, nos laboratórios de Solo, Informática e Materiais de construção. O conteúdo aborda, num primeiro momento, noções básicas das áreas humanas e exatas, contemplando conceitos de cidadania, ética, organização e direito. Em seguida, são estudados princípios de matemática, física e economia.

O curso é constituído de três módulos com duração de seis meses e dois encontros por semana no turno da noite. Ao final, os(as) alunos(as) recebem um certificado para cada nível, bem como os(as) estudantes extensionistas recebem um certificado de atividades complementares.

Capitalize os conflitos!

 

Talvez você já tenha testemunhado a seguinte situação: dois gerentes da organização em disputa acirrada por poder, posição ou salários. O atrito se estende pelos departamentos que administram, a equipe se torna consciente da concorrência e começa a apoiar seus respectivos líderes. Em breve, a comunicação e a colaboração entre os departamentos fracassam.

Esse cenário representa uma marca particularmente destrutiva do conflito, diz Michael Feiner, professor da Columbia Business School. Em outro embate negativo, indivíduos prejudicam a reputação de colegas com a intenção de promover suas próprias carreiras. Disputas destrutivas exigem muita energia e mantêm a atenção distante dos objetivos mais importantes da organização, o que as configura como negativas.

Executivos e gerentes concluem que todo o atrito é prejudicial e deve ser suprimido.Mas, para Feiner, nem todos são destrutivos:

– Conflitos sobre idéias são bons!

Líderes habilidosos incentivam intencionalmente o debate, discordâncias e discussões sobre idéias, objetivos e decisões importantes.

– Batalhas sobre idéias conduzem à criatividade, inovação e mudanças positivas, extraindo o melhor de cada participante – diz Feiner.

Ao desenvolver a atitude correta para administrar conflitos, chefes podem pensar nisso como um índice de colesterol. Comparar o impacto negativo de um colesterol ruim na sua saúde com os benefícios do bom serve para motivar as mudanças.

DISPUTAS DO BEM

Técnicas como as sugeridas abaixo capacitam o líder a transmitir uma importante mensagem: “Quero suas idéias. Quero suas críticas. Quero que você me desafie”. O resultado da interação de idéias fornece fundamentos para a inovação e a criatividade.

  • Gerente opina por último

A chave para o conflito saudável é o intenso intercâmbio de idéias. E para que isso ocorra, o ideal é que executivos e gerentes evitem expor suas opiniões sobre um assunto no início da discussão. Ao fazer isso, as chefias inibem os subordinados, e poucas pessoas se sentirão confortáveis em desafiar as idéias já lançadas.

  • De olho nos calados

Observe quando um ou mais participantes do debate ficar em silêncio.

– Quando você vê isto acontecer, pergunte a ele ou ela o que está pensando e sentindo – ensina Feiner, que também concorda que designar alguém para assumir a posição de advogado do diabo em determinada questão pode promover incentivo no intercâmbio enérgico e caloroso de idéias.

  • Post-it

O método, conhecido como divergência/convergência, consiste em pedir que os participantes escrevam privativamente em post-it-notes o que consideram os três assuntos fundamentais em decisões próximas. Os notes são ordenados na parede para mostrar onde estão os consensos e as divergências. Por meio do debate e discussões baseadas nos notes, participantes trabalham na direção da convergência de opinião. Essa abordagem ajuda a assegurar que as idéias de todos estarão incluídas no processo de decisão.

DESTRUTIVAS

Diante de conflitos prejudiciais, muitos executivos presumem haver duas escolhas: evitar o conflito ou confrontar as partes envolvidas. Cada uma destas reações têm méritos em condições específicas. Uma gerente poderia decidir que é melhor ignorar um conflito se acreditar que o problema será resolvido com o tempo, sem danos permanentes. Em outras circunstâncias, o confronto pode ser necessário.

– Se você vê pessoas medindo forças, fará um favor se confrontar um ou os dois. Deixe claro que o conflito não é apenas ruim para os negócios, é destrutivo para a credibilidade e para suas carreiras – diz Feiner.

Executivos e gerentes podem diminuir conflitos prejudiciais com ainda mais destreza, diz Feiner, se criarem opções além da rejeição e do confronto. Ele sugere as seguintes:

  • Colaboração

Incentive as partes a discutirem abertamente suas discordâncias. Acalme as emoções intensas conduzindo a discussão a uma avaliação dos fatos – por meio de questões como “quais informações adicionais podemos trazer para chegar à melhor solução?”.

  • Seja sincero sobre os danos

“Suas diferenças têm criado uma guerra na companhia. Como resolver isso para seu próprio benefício e o da empresa?” Essa opção leva tempo, mas produz os resultados mais duradouros.

  • Adaptação

Incentivar uma das partes a “ceder para manter a paz”. Essa opção pode ser útil se manter a relação for essencial e a disputa não colocar seriamente a organização em risco.