A natureza nos ensina o 5S!

Dando continuidade ao post anterior no qual localizamos um website de uma empresa especializado em desenvolver manuais e mídia eletrônica interativa sobre implementação dos conceitos de 5S nas organizações, localizei no YouTube uma animação muito criativa, desenvolvida por eles. A sigla 5S saiu de cinco palavras japonesas. A essência do 5S, no entanto, é mais familiar a todas culturas e seres vivos do que você pode imaginar.

Preste atenção nas árvores do jardim. Elas têm muito para nos contar.

Vale a pena assistir, clique neste link.

Para acessar os recursos de idioma / legenda, acesse este link.

Dica de Filme – Prenda-Me Se For Capaz

Após dois projetos ficcionais (“A.I. Inteligência Artificial” e “Minority Report – A Nova Lei”) que mantiveram a mesma temática de “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” e “E.T. – O Extraterrestre, Spielberg ruma para uma aventura despreocupada, assim como nos velhos tempos de Indiana Jones. Com Prenda-me Se For Capaz, Spielberg cria uma aventura despretensiosa sem contradizer o seu projeto de cinema desenhado anos antes. A narrativa cartunesca e as vigorosas performances de Tom Hanks e Leonardo DiCaprio garantem a sustentação deste belo filme-aventura baseado em fatos reais.

O roteiro de Jeff Nathanson conta a história do agente do FBI Carl Hanratty (Tom Hanks) que tem como tarefa prender Frank Abagnale Jr. (Leonardo DiCaprio), um jovem falsificador que se faz passar por piloto de avião, médico, promotor e professor de História, e já conseguiu passar US$ 2,5 milhões em cheques falsos em 26 países. O problema é que Frank, apesar da pouca idade (ainda não completou 21 anos), está sempre um passo a frente do agente do FBI.

Toda a trama do filme é centrada nas falsificações feitas por Frank, que precisa de muito talento (à luz da lógica, é um talento criminoso, é verdade, mas também criativo). O diretor conscientiza-se de que a melhor forma de carregar a narrativa é através do foco no interior criativo do personagem, e é isso que Spielberg faz. Sem perder o ritmo, vemos o processo criativo de Frank tomar forma – e conteúdo. Através de situações complicadas e momentos de puro desespero, Frank demonstra que não só o talento exerce influência no resultado final. A filosofia de Frank reza que, antes de tudo, precisamos compreender a mente humana como sendo um critério rigoroso de exercício cerebral que está sempre aberta a aspectos inovadores e perceptuais. O processo de criação, como mostrado no filme, demanda treinamento e concentração, pois a criatividade surgirá ao natural com o exercício do trabalho.

A criatividade de Frank o leva longe, mas tudo porque ele compreendeu que errar e refazer faz parte do processo criativo. Para ser criativo como Frank, precisamos estar disposto a trabalhar em cima de testes e ter consciência de que o erro aparecerá muitas vezes, mas o reconhecimento do trabalho bem realizado virá na hora certa. O velho clichê que diz que aprendemos com nossos erros encaixa-se perfeitamente aqui, pois nossas percepções para o próximo trabalho ficam mais aguçadas. Tudo isso atrelado ao auto-conhecimento auxilia a potencializar nossas capacidades e, certa feita, ampliar o alcance de intenções humanas e profissionais.

Entre Inovação e Novidades… Onde sua Empresa se localiza? (Por José Luís Möllmann)

Olá!

Publicado há alguns anos no Brasil, o livro A Estratégia do Oceano Azul, Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante, escrito por W. Chin Kim e Renée Mauborgne têm sido utilizados por inúmeros empresários, diretores e gerentes, buscando inspiração para seus desafios.

É um livro instigante, que trata de como transformar os negócios, como trazê-los para outros patamares de performance, capaz de criar um vácuo em relação aos concorrentes e torná-los, como o subtítulo diz, irrelevantes. E os autores utilizam vários cases para validar o conteúdo!

A grande questão para Empresas e Organizações é como fazer isso?

Dentre vários pontos tratados no livro, um deles diz respeito à Inovação e às Novidades!

Em minhas andanças tenho visto muitas empresas e organizações repetirem receitas. Buscam receitas prontas, já testadas por alguém e que, pretensiosamente, poderão caber (e resolver) seus problemas ou melhorar o desempenho. Não é a toa que grande parte de cursos e palestras (certamente você já presenciou isso em sua vida), ao longo do curso ou no final da palestra, alguém pergunta, após explicitar seu problema, qual a forma ou a receita de resolvê-lo! O que o palestrante faria frente ao seu problema.

Muitas vezes me pergunto por que isso acontece. Por que essa necessidade de ter que ter receitas prontas. Onde fica a inteligência corporativa, que é o somatório das inteligências e da expertise individual de todos os que podem ajudar a Empresa? É por dificuldades de fazer um bom diagnóstico? De manusear as ferramentas de análise? Falta de tempo? Pressão? Pouca inspiração? Porque que se usa incessante e indiscriminadamente os benchmarks (apenas eles)?

Usar benchmarks de empresas que navegam no mesmo oceano, que alteraram pequenas ações, pequenos procedimentos e que por isso conseguiram algum ganho, faz os concorrentes se impressionarem com a capacidade de criar, de inovar (?). Isso  não permite a nenhuma empresa realmente se tornar diferente, navegar no que os autores chamam de oceano azul! Copiar, com ajustes não torna ninguém líder de mercado e não permite abrir vantagens significativas da concorrência e tornar esses concorrentes… irrelevantes!

Em minha opinião, o que a grande maioria das empresas fazem não é inovar. Não trabalham com inovação. Utiliza-se de novidades! E novidades, da mesma forma, não criam barreiras, não distancia dos concorrentes.

O que fazer então?

Esses e outros assuntos relacionados vamos abordar nas próximas semanas. Sem receitas prontas, por óbvio, mas matéria-prima para pensarmos e discutirmos esses assuntos em conjunto.

Por hora um forte abraço e… sucesso!

José Luís Möllmann

josemollmann@hotmail.com

Dica de Website – “SICREDI”

Em minhas “jornadas” pela internet, esta semana localizei no website do SICREDI um material muito importante, na realidade um excelente conteúdo de benchmarking!

Ao conectar a internet, estamos sujeitos a diversos tipos de vírus e programas maliciosos, que invadem nosso computador e permitem acesso a informações pessoais, como senhas e arquivos. Pensando nisso, o SICREDI, em sua página na internet, esta disponibilizando um amplo material sobre segurança na rede, com dicas de como diminuir os riscos de vírus. O conteúdo foi elaborado pela área de Governança e Segurança de TI e, para acessá-lo, basta entra no seguinte link.

Existe nesta página existe uma Cartilha de Segurança, no qual poderão imprimir e levar “no bolso”. Este é o link para imprimi-la ou salvá-la.

Resistindo às mudanças

As diferenças culturais, em outras cidades ou localidades, podem contribuir de maneira positiva ou negativa no processo de adaptação a um novo ambiente. Tais diferenças são determinadas pelo contexto histórico-social de cada localidade.

Em se tratando dos grandes centros, das metrópoles, percebe-se uma forte tendência nas pessoas a se tornarem mais adaptativas às características da região, desenvolvendo, contudo, maior flexibilidade em relação às possíveis mudanças e tendências na contemporaneidade. A alta competitividade nos grandes centros do país exige das pessoas algumas características de personalidade que as tornam empreendedoras, fazendo com que a criatividade e a ousadia (capacidade de ultrapassar limites conhecidos) sejam revertidas em ações que possam agregar constantemente novos valores à sociedade.

Confesso que a minha experiência numa grande cidade trouxe um aprendizado enorme na minha vida e na minha profissão. Retornar a cidade natal não foi nada fácil depois de ter vivido numa cultura que permitia e incentivava o “fazer diferente”, tornando os conhecimentos da Psicologia mais próximos da realidade local. Tudo isso parece ter sido, no mínimo, altamente motivador. E, de fato, foi isso que aconteceu.

Ao retornar, pude perceber que nossa formação acadêmica sempre esteve voltada para os limites dos consultórios e clínicas de Psicologia. Tanto a formação acadêmica (enquanto orientação profissional) quanto à cultura regional, nos levaram para dentro de um mundo limitado pelas atividades desenvolvidas no espaço “psi” ocupado pelos profissionais da área. Claro que muitos colegas discordam desta visão, pois dizem que trabalhando o “indivíduo” atingimos também um universo maior: as famílias e, conseqüentemente, a sociedade. Posso até concordar – em parte – com esta visão, mas continuo acreditando que podemos fazer muito mais do que fazemos em nosso “pequeno território”. E isso serve também para as organizações que ainda pensam o mundo de acordo com os limites de seus portões.

Neste sentido, me agrada ver a Psicologia invadindo as políticas de saúde pública e entrando cada vez mais nos espaços dos poderes públicos, até mesmo no Congresso Nacional. Por que não podemos pensar, então, em ações conjuntas que iniciem pelo tratamento diferenciado que podemos dar a nossa população?

Durante cinco anos tentei formar e manter um grupo de atendimento interdisciplinar em nossa região que objetivava ações concretas para a comunidade. O objetivo maior desta ação sempre foi o de integrar conhecimentos e práticas profissionais para melhor identificar as necessidades das pessoas. Assim, a saúde integral – numa visão global – foi o principal foco do grupo. Contudo, o atendimento interdisciplinar e transdisciplinar – no estabelecimento do diagnóstico e da práxis terapêutica – também deveriam proporcionar uma mudança de mentalidade e um “fazer diferente”. Para tanto, era exigido de cada profissional comportamento proativo e disponibilidade para atender a outras demandas, originárias da própria sociedade. Significava doar-se um pouco mais, ficar mais atento e disponível para as necessidades apresentadas pelos pacientes, pela comunidade e interagir freqüentemente com os demais profissionais da área da saúde. Porém, poucos permaneceram nesta prática. E os “poucos” voltaram para dentro do seu “território”, tentando mudar o que, para eles, era possível. Nossa cultura local talvez não permita um “fazer diferente”. Talvez não aceite bem a ampliação de novas práticas terapêuticas. Talvez isso assuste um pouco àqueles que buscam ainda uma certa “zona de conforto”.

Neste sentido, e com este exemplo, podemos dizer que as diferenças culturais na formação acadêmica podem se tornar um grande desafio a ser superado para que o “novo” renasça em meio a tantas resistências que impedem ou atrasam a evolução de um conhecimento e de uma ação terapêutica maior.

Faltam 4 dias!

Faltam 4 dias para a Hospitalar 2009, que acontecerá em São Paulo / SP.

Hoje recebemos por e-mail um convite para participar deste evento único … o convite vêm de um dos nossos clientes!

Clique na figura e visite esta empresa e principalmente conheça os seus produtos / lançamentos na Hospitalar 2009!

Sucesso para a equipe da Sitmed!

Abimed debate “valor da tecnologia médica” na Hospitalar 2009

A Abimed promoverá, em sessão plenária na Hospitalar 2009, um debate sobre o “Valor da Tecnologia Médica”, com a participação de Cláudio Maierovitch Pessanha Henriques, diretor da Comissão para Incorporação de Tecnologias – CITEC (representando o Governo Federal); do Dr. Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein (representando os prestadores de serviço da área médica); e do professor e Dr. Carlos Alberto Suslik, coordenador do MBA de saúde do Ibmec/SP e diretor do Instituto Central do Hospital das Clínicas (representando a academia médica); e o Dr. Antônio Bispo Santos Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Videocirurgia (representando os profissionais médicos). O evento acontece no dia 2 de junho, às 15h, no auditório Cantareira 5.

O presidente da Abimed, Aurimar José Pinto, ressalta que a importância do tema é a melhor qualidade da saúde do brasileiro. “Discutir o valor da tecnologia de produtos e equipamentos médicos é essencial para melhorar o atendimento à população. A tecnologia na área de saúde está diretamente ligada a uma maior perspectiva de sucesso e a uma melhor qualidade de vida do paciente”, explica.

A Abimed também realizará no seu estande da Hospitalar 2009 uma série de palestras e workshops sobre os seguintes temas: Simplificação/Agilização de Processos de Registro, Harmonização e Interpretação Regulatória (GHTF); Consultas Públicas n° 11 e 12 (ANVISA); Tecnovigilância; CP 02 e Gerenciamento de Riscos – ISO 14971. Clique neste link e veja a programação por completo.

Os interessados nos workshops podem se inscrever pelo site da Abimedwww.abimed.org.br

O estande da Abimed terá 42 metros quadrados, com um miniauditório e espaço também para as empresas associadas realizarem contatos com Câmaras de Comércio, Consulados e Embaixadas de outros países presentes ao evento.

Dica de Filme – O Resgate do Soldado Ryan

Para poder colocar “O Resgate do Soldado Ryan” ao lado dos maiores do gênero, basta prestarmos atenção na primeira cena de guerra do longa-metragem. A abertura mais sangrenta e selvagem que o cinema já vez, é filmada com a câmera na mão, o que praticamente diz, sozinha, que Steven Spielberg era o melhor diretor de 98. Mesmo que parte da crítica especializada tenha reclamado dos personagens superficiais, o que foi um grande equívoco, afinal, o estudo de personagem que Spielberg tinha que fazer ele já vez (e muito bem, por sinal) em “A Lista de Schindler”. Aliás, Spielberg nunca perde o foco da narrativa e faz com que os 170 minutos passem voando, o que virou um grande paradigma para os futuros filmes que tratariam do conflito.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o alto comando do exército descobre que quatro irmãos Ryan estavam nas forças armadas e que três deles foram mortos. O Capitão John Miller (Tom Hanks) é designado para salvar o último soldado da família Ryan que ainda está vivo e retirá-lo do conflito. Porém, é preciso descobrir onde ele está percorrendo diversas regiões do território em guerra. Durante a missão, Miller e seus soldados enfrentam inimigos e seus próprios medos. O filme se inicia com a batalha do Dia D, quando Miller e seu batalhão se aproximam da praia de Omaha, no dia 6 de junho de 1944, frente à artilharia alemã, em uma inesquecível sequência de 24 minutos até a vitória americana.

A rigor, estamos diante de um filme que mostra como o trabalho em equipe é fundamental para o sucesso. É o caso do exército liderado pelo Capitão John (aqui também temos a função do líder, diga-se de passagem), que aqui representa esta vertente com propriedade. Os soldados nitidamente trabalham para o grupo, quando há esta necessidade, estão sempre dispostos ao sacrifício pelo bem comum a todos. A presença de um líder, à luz da lógica, auxilia ainda mais neste processo, dando segurança e garantindo a manutenção do trabalho. Não obstante, torna-se essencial o esforço individual para que o grupo caminhe em sincronia rumo ao sucesso.

Ademais, sabemos que é papel do líder entender e contribuir para que seus comandados possam alcançar realização e satisfação pessoal. Por outro lado, o líder precisa trabalhar em prol do grupo, buscando aumentar o sentimento de lealdade, comprometimento e confiança entre todos. Para o trabalho equipe funcionar na prática, o líder precisa estar atento e o grupo, consciente de suas obrigações. Depois disso, a criatividade surgirá ao natural, pois um grupo determinado e bem focado dificilmente deixará de alcançar a plenitude.

Por que a Rossi vai da elite à classe E (Por: Ricardo Lacerda / Redação de AMANHÃ)

Semanas atrás, a Rossi lançou em Porto Alegre aquele que está sendo considerado o maior empreendimento imobiliário do Brasil, o Central Parque. Trata-se de um projeto orçado em R$ 600 milhões, que prevê a construção de um bairro completo num prazo de cinco a oito anos, com casas e prédios residenciais e comerciais voltados às classes A e B.

A seguir existem três links, de uma entrevista realizada pelo Programa Opinião Livre (Diego Casagrande):

Sem descuidar da elite, a construtora paulista anuncia agora que irá direcionar boa parte de sua atenção às classes C, D e E. Para isso, criou uma nova marca, a Rossi Ideal. Enquadrada nos moldes do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida“, do governo federal, a Rossi Ideal pretende chegar ao fim deste ano com 15 mil unidades construídas para famílias com renda até dez salários mínimos. “Já tínhamos linhas de produtos voltados para a baixa renda, mas estamos reforçando a atuação neste nicho”, explica Rodrigo Martins, diretor do segmento econômico da Rossi.

Porto Alegre, escolhida para abrigar o luxuoso Central Parque, também integra os planos da Rossi para a baixa renda – que prevêem a construção de casas e apartamentos com preços entre R$ 60 mil e R$ 130 mil. Segundo Martins, a empresa tem uma atuação bastante consolidada na Região Metropolitana da capital gaúcha, onde atua há dez anos: “Se não somos a maior construtora, com certeza estamos entre as duas maiores”.

Além de Porto Alegre, a atuação da Rossi no Sul também é forte no Paraná – especialmente em Curitiba, onde mantém parceria com o Grupo Thá há três anos. Já em Santa Catarina a presença ainda é tímida, mas deverá ganhar novo impulso, “principalmente no continente, onde estão as maiores demandas”, afirma Martins, excluindo pelo menos por enquanto investimentos na ilha de Florianópolis.

Atualmente, o Sul responde por cerca de 20% do mercado da construtora. “É um share [fatia de mercado] bastante representativo, semelhante ao das maiores regionais da empresa [que contemplam o Sudeste e parte do Nordeste]”.