Hora do Planeta! Faça parte desta mobilização!

O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe!  É simples. Apague as luzes da sua sala no dia 28 de março, às 20h30min … ou seja … amanhã à noite!

Maiores informações acesse este link.

Tão pequeno e tão perigoso – Parte 2

 Dando continuidade ao artigo / post anterior, iremos apresentar algumas soluções para minimizar os riscos de segurança das informações corporativas.

As empresas que não querem proibir o uso de dispositivos móveis têm alternativas para reduzir o perigo, entre elas:

  • Política de acesso: Controlar com rigor e atualizar constantemente o perfil do usuário e a permissão de acesso a cada sistema para evitar abusos;
  • Monitoramento de pen drive: Softwares gravam no servidor a data que algum usuário conectou seu pen drive e o conteúdo que foi copiado;
  • Criptografia: A técnica faz com que documentos de PCs, e-mails, smartphones ou pen drives sejam cifrados e apenas um receptor habilitado possa decifrá-los, e;
  • Treinamentos: 45% dos vazamentos de dados são acidentais, dizem especialistas. Reforçar a conscientização dos funcionários ajuda a evitar incidentes.

Mas nem sempre a proibição radical resolve. Impedir sumariamente o uso de pen drives, smartphones ou qualquer outro tipo de memória portátil pode comprometer a produtividade do funcionário que necessita da mobilidade. Segundo Carlos Affonso, diretor regional da Módulo Security, o ideal seria começar uma avaliação para classificar os riscos, monitorando onde residem as informações confidenciais da empresa, e revisar o perfil do usuário que pode acessá-las. Outro item obrigatório da cartilha é o treinamento dos funcionários para que eles entendam quais são os reais riscos de um roubo de informações. “A facilidade é a inimiga da segurança. Os roubos de dados tendem a crescer, e os profissionais de tecnologia precisam estar cada vez mais ativos e incluí-los em suas listas de combate”, resume Affonso. Sinal de que o trabalho está só começando.

Parceiros Voluntários, por José Luís Möllmann

Dando continuidade ao post anterior, no qual apresentamos o conceito de Voluntariado, convidamos o Sr. José Luís Möllmann, Diretor da Parceiros Voluntários, a falar sobre o papel desta ONG.

José Luís Mollmann (Diretor da Parceiros Voluntários)

“Todos temos que assumir, em relação ao social, a convicção de que é preciso incluir os excluídos. Não podemos conviver com a exclusão ou a fome”.

Maria Elena Pereira Johannpeter (Presidente Executiva Voluntária da ONG Parceiros Voluntários)

A Parceiros Voluntários é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos e apartidária criada em janeiro de 1997 com a visão de desenvolver a cultura do trabalho voluntário organizado. Presidida por Maria Elena Pereira Johannpeter, com doze anos de atividades, tornou-se modelo de profissionalismo e eficiência no Terceiro Setor, com resultados crescentes a cada período de gestão.

De 1997 a dezembro de 2008, soma 292.317 voluntários engajados no estado. Essas pessoas integram uma rede de 75 cidades distribuídas pelo estado do Rio Grande do Sul.

Mais de 60% da população do estado, estimada em 10 milhões de habitantes, vive nos municípios onde a Parceiros Voluntários está presente. A crescente força do voluntariado gaúcho, que envolve escolas, empresas e a comunidade em geral, atende nessas comunidades mais de 3.339 Organizações da Sociedade Civil. Cerca de 1 milhão de pessoas, entre crianças, adolescentes, idosos, portadores de necessidades especiais e comunidades em situação de risco estão sendo beneficiadas.

A Parceiros Voluntários opera com programas que envolvem pessoas físicas, jurídicas, escolas, universidades e organizações da sociedade civil:

  • Conta com 2.376 empresas engajadas no Programa Voluntário Pessoa Jurídica;
  • Quase 70% dos voluntários ligados à Parceiros Voluntários são mulheres;
  • Quanto à escolaridade, 46,5% deles têm o ensino médio completo, 38,9% já concluíram o ensino superior e 14,6% cursaram somente o ensino fundamental;
  • Em relação à faixa etária:
  • 36,5% dos voluntários têm até 18 anos;
  • 32,8% têm de 26 a 50 anos;
  • Cerca de 16% têm mais de 50 anos, e;
  • A faixa de idade que compreende pessoas de 19 a 25 anos corresponde a 14,6% do total de engajados.

“Trabalhar os valores internos faz despertar na pessoa seu verdadeiro valor, o que a torna mais ativa e socialmente transformadora do mundo ao seu redor”.

A Parceiros Voluntários não encaminha, somente, os voluntários. Ela também auxilia as organizações sociais e escolas públicas a administrar, de forma mais profissional e qualificada, trabalhando aspectos de gestão, planejamento e conceitos de redes de cooperação como um instrumento fundamental de crescimento organizacional. Através do Programa de Desenvolvimento do Terceiro Setor – PDTS, criado há cinco anos em parceria com o SEBRAE/RS, a Parceiros Voluntários já capacitou mais de mil organizações da Sociedade Civil do Estado, envolvendo mais de 1.500 participantes nas três etapas que compõem o curso: Capacitação para Dirigentes de OSC, Formação de Projetos Sociais e Formação em Liderança.

O trabalho da Parceiros Voluntários é marcado pela forte presença dos jovens no voluntariado organizado. Por meio da ação Tribos Nas Trilhas da Cidadania, os jovens formam Tribos – constituídas por uma ou mais escolas –, desenvolvendo ações sociais dentro das três Trilhas sugeridas: Educação para a Paz, Meio Ambiente e Cultura. A ação está aberta a todas as escolas públicas e privadas de ensino fundamental ou médio do Estado que queiram estimular nos jovens o espírito mobilizador e articulador para atuarem na sociedade através do trabalho voluntário organizado. Em 2008, Tribos contou com 367 escolas participantes, 372 Tribos em 55 municípios gaúchos.

Tribos em ação.

A Parceiros Voluntários é mantida pelas seguintes Instituições: Banrisul, Bradesco, Braskem, Copesul-Braskem, Grupo Gerdau, Hospital Moinhos de Vento, Ipiranga, Puras do Brasil, Rio Grande Energia (RGE), Wal-Mart Brasil, e por quatro federações: FIERGS, FECOMÉRCIO, FARSUL e FEDERASUL. Conta, ainda, com o apoio de All Service, CEEE, CWA Clipping, Gráfica Comunicação Impressa, Grendene, Grupo Conectt, Grupo SLC, Lojas Colombo, Lojas Renner, Symnetics, TAM, Vonpar e White Martins.

Informações sobre o trabalho voluntário organizado podem ser obtidas pelo telefone (51) 2101.9750, visitando o site www.parceirosvoluntarios.org.br ou, ainda, por meio de uma visita pessoal na sede da Parceiros Voluntários, no Largo Visconde do Cairu, 17, 8º andar, no centro de Porto Alegre / RS.

Manual para voar baixo!

 

Como desembrulhar um pacote de medidas duríssimas em plena época de Natal? Aliás, fazer ou não fazer a festa de confraternização? Em fins de novembro, esses e outros dilemas tumultuaram a agenda de companhias acostumadas a distribuir agrados inesquecíveis a seus funcionários. Foi um período especialmente tenso para Analisa de Medeiros Brum, fundadora da HappyhouseBrasil, uma agência que cuida do relacionamento das empresas com seu público interno. Ao mesmo tempo em que precisava tomar decisões sobre sua própria empresa e os 70 funcionários que trabalham na sede, em Porto Alegre, Analisa tinha de orientar seus clientes – entre eles, mamutes corporativos como Vale e Gerdau, além de Amanco, Braskem e Brasil Telecom, entre outras companhias. Autora do primeiro livro publicado no Brasil sobre endomarketing, tema que já lhe rendeu cinco outro títulos desde 1994, expõe nesta entrevista a AMANHÃ muito do que disse a seus clientes e do que pôs em prática na sua agência em meio ao vendaval do final do ano passado. A conversa, publicada em parte na edição 251 de AMANHÃ, de março, pode ser lida agora na íntegra, clique neste link.

O que é Voluntariado?

A partir deste artigo / post, estaremos publicando uma nova “categoria” de assunto, vamos falar sobre voluntariado!

Segundo definição das Nações Unidas, “o voluntário é o jovem ou o adulto que, devido a seu interesse pessoal e ao seu espírito cívico, dedica parte do seu tempo, sem remuneração alguma, a diversas formas de atividades, organizadas ou não, de bem estar social, ou outros campos…”

Em recente estudo, foi definido o voluntário como ator social e agente de transformação, que presta serviços não remunerados em benefício da comunidade; doando seu tempo e conhecimentos, realiza um trabalho gerado pela energia de seu impulso solidário, atendendo tanto às necessidades do próximo ou aos imperativos de uma causa, como às suas próprias motivações pessoais, sejam estas de caráter religioso, cultural, filosófico, político, emocional.

Quando nos referimos ao voluntário contemporâneo, engajado, participante e consciente, diferenciamos também o seu grau de comprometimento: ações mais permanentes, que implicam em maiores compromissos, requerem um determinado tipo de voluntário, e podem levá-lo inclusive a uma “profissionalização voluntária”; existem também ações pontuais, esporádicas, que mobilizam outro perfil de indivíduos.

Ao analisar os motivos que mobilizam em direção ao trabalho voluntário, (descritos com maiores detalhes a seguir), descobrem-se, entre outros, dois componentes fundamentais: o de cunho pessoal, a doação de tempo e esforço como resposta a uma inquietação interior que é levada à prática, e o social, a tomada de consciência dos problemas ao se enfrentar com a realidade, o que leva à luta por um ideal ou ao comprometimento com uma causa.

Altruísmo e solidariedade são valores morais socialmente constituídos vistos como virtude do indivíduo. Do ponto de vista religioso acredita-se que a prática do bem salva a alma; numa perspectiva social e política, pressupõe-se que a prática de tais valores zelará pela manutenção da ordem social e pelo progresso do homem. A caridade (forte herança cultural e religiosa), reforçada pelo ideal, as crenças, os sistemas de valores, e o compromisso com determinadas causas são componentes vitais do engajamento.

Não se deve esquecer, contudo, o potencial transformador que essas atitudes representam para o crescimento interior do próprio indivíduo.

Fonte: “Trabalho Voluntário” – Mónica Corullón

Tão pequeno e tão perigoso – Parte 1

Dando continuidade aos artigos elaborados pelo Sr. Carlos Wagner P. Firpo, especialista em Gestão da Segurança da Informação, iremos apresentar os riscos de não definirmos regras claras sobre o uso de pen drives nas organizações.

Eles medem apenas 6 centímetros, levam uma microplaca de circuito, um chip de memória — e é só. Enganam-se, porém, os que subestimam esses pequenos objetos. Um simples pen drive já pode abrigar até 64 gigabytes de informação. Isso significa o conteúdo de 16 DVDs, alguns milhares de músicas, se você fizer a conta pensando em entretenimento, ou mais de 30 milhões de registros de clientes de uma empresa, se pensar nos riscos que esses dispositivos representam para as empresas. Cada vez menores, mais potentes e mais baratos, os chips de memória têm se multiplicado nas organizações. Eles são a maneira mais rápida de transportar arquivos de um computador para outro. Ninguém precisa mais entender de conexões em rede entre duas máquinas. Basta “espetar” um chaveirinho e fazer o transporte físico das informações para qualquer lugar — inclusive para fora da empresa. “A possibilidade de copiar dados em pen drives não seguros, iPods e computadores de mão, entre outros aparelhos, tem representado um tormento para os esforços de segurança”, diz Larry Ponemon, presidente do Ponemon Institute, empresa americana que pesquisa vazamentos de dados e segurança da informação. Os pen drives já são o segundo meio mais utilizado para transportar documentos e dados corporativos para fora da companhia, segundo uma pesquisa da empresa de segurança digital McAfee. Só perdem para os laptops. Mas, ao contrário dos PCs portáteis, os chaveiros de memória são virtualmente impossíveis de controlar e são encarados de forma casual: raríssimas empresas exigem que os dados por eles transportados sejam protegidos.

O vazamento de informações corporativas causado por perda ou roubo de pen drives tem se tornado cada vez mais freqüente nas estatísticas, de forma proporcional ao crescimento do uso desse tipo de memória portátil. Recentemente, nos Estados Unidos, nomes, endereços, números de identidade e registros médicos de 120.000 pacientes do hospital Wilcox Memorial, no Havaí, foram expostos por causa de um pen drive perdido. O mesmo aconteceu com 6.500 alunos da Universidade do Kentucky, que tiveram suas informações expostas após o extravio do pen drive de um professor. A gigante da aviação Boeing também revelou, no ano passado, ter sido vítima do roubo de 320.000 arquivos de documentos confidenciais por um funcionário que agiu por cerca de dois anos e utilizou memórias portáteis como aliadas. O rombo? Entre 5 bilhões e 15 bilhões de dólares. No Brasil, a situação não é diferente. A subsidiária local da Kroll, consultoria de gerenciamento de riscos, foi contratada no ano passado por uma empresa do ramo imobiliário em São Paulo para investigar um caso de roubo de dados usando a memória portátil. Um suposto técnico entrou na empresa com o pretexto de consertar os computadores da secretária e do diretor-geral, conectou o pen drive e em menos de 25 minutos já havia copiado planilhas com dados bancários, informações financeiras e documentos da empresa. Apenas no final do dia, percebeu-se que não se tratava, de fato, de um funcionário da empresa. “O impacto poderia ter sido muito menor se existissem alguns controles tecnológicos simples, entre eles o bloqueio de gravação nesse tipo de memória portátil”, diz Paulo Renato Silva, diretor da área de computação forense e serviços de tecnologia da Kroll.

“A maioria das empresas conhece os riscos, mas não compreende a gravidade ou acredita que a solução para o problema é muito complexa e cara”, afirma o americano Ponemon. Os números justificam todo e qualquer cuidado. Segundo um levantamento recente do próprio Ponemon Institute com 893 entrevistados, 51% dessas pessoas utilizam esse meio para copiar informações confidenciais da empresa e a maioria (87%) sabe que a prática viola as regras de segurança das companhias. Para proteger seus dados, a Honda Brasil começou a implantar, no mês passado, uma política de restrição aos equipamentos particulares de seus funcionários, sejam pen drives, MP3 players ou computadores de mão. “Mesmo que um desses aparelhos seja plugado a um dos 4.200 computadores da empresa, nenhum dado pode ser copiado”, diz Leandro Doreto, analista de segurança da informação e um dos integrantes do projeto da montadora japonesa. Para não abrir mão da comodidade dos pen drives, a Honda comprou dispositivos criptografados e distribuiu aos profissionais de acordo com a função. Esse tipo de política preventiva, porém, ainda é exceção no Brasil. Segundo Wanderson Castilho, diretor da E-NetSecurity Solutions, de cada dez empresas, menos de três têm essa preocupação de monitoramento. “Nos Estados Unidos, essa proporção chega a sete entre dez”, diz Castilho.

O perigo está em casa

Práticas indevidas dos funcionários colocam em risco muitos dados corporativos (1)

– Copiam informações confidenciais da empresa em pen drives

51%

– Compartilham senhas com colegas de trabalho

46%

– Já perderam equipamentos portáteis de armazenamento de dados

39%

– Enviaram documentos da empresa em anexo para e-mails pessoais

33%

Aparelhos portáteis mais utilizados para transportar dados corporativos

Laptop

41%

Pen drive

22%

– CD-ROM

13%

– Celular ou smartphone

3%

Prejuízo: 1,82 milhão de dólares é o custo médio de um incidente de vazamento de dados

(1) Base: 893 respostas (mundo)

Fontes: MacAfee, Ovum e Ponemon Institute

Parte da explicação está no custo. Enquanto um pen drive de 1 GB custa em média 20 reais no varejo, o mesmo aparelho com criptografia total e proteção por senha chega a custar quase 14 vezes mais, segundo estimativas da fabricante Kingston. Mas problema maior está na complacência. Não raro, as empresas só tomam a precaução depois de passar por problemas. A Hyspex, empresa paulista do setor de alumínio, teve há quase quatro anos um episódio de vazamento de dados pela internet. A fórmula de uma de suas ligas, um dos principais patrimônios da companhia, foi enviada por e-mail por um funcionário para seu principal concorrente. Sem a vantagem competitiva, a empresa perdeu clientes e ficou praticamente parada por seis meses. Depois da experiência, a Hyspex restringiu o acesso à internet somente a sites relacionados ao negócio. E-mails pessoais e mensageiros instantâneos são proibidos, e os e-mails corporativos são monitorados. O próximo deve ser os pen drives. “Foi uma lição duramente aprendida”, afirma o diretor-geral da Hyspex, Arthur Feola.

No próximo post / artigo, iremos continuar a análise, apresentando possíveis soluções para minimizar estes riscos.

BSI Brasil Eventos – ISO 9001:2008 – Mudanças Necessários para o Up-Grade (Caxias do Sul / RS)

Recebemos um convite do organismo certificador BSI Management Systems para participar de um evento que será realizado no dia 2 de abril de 2009 em Caxias do Sul /RS.

O título deste evento é provocante: “ISO 9001:2008 – Sistema de Gestão da Qualidade – Você conhece as mudanças?”.

Logo abaixo “copiamos” o conteúdo na íntegra do convite.

Os interessados podem entrar em contato com a Sra. Leonice Augustin pelo seguinte telefone (54) 3221-1857 ou leonice.augustin@bsigroup.com.

As inscrições são gratuitas e obviamente as vagas são limitadas. As inscrições podem ser realizadas via website, através do seguinte link.

Mirador Assessoria Atuarial tem seu Sistema de Gestão recomendado pela norma internacional ISO 9001:2008!

Nos dias 5 e 6 de março, estive em Porto Alegre / RS, acompanhando a auditoria de certificação na empresa Mirador Assessoria Atuarial Ltda., nosso cliente. É com alegria e muita satisfação que participamos desta conquista, por dois grandes motivos:

  • A Mirador Assessoria Atuarial Ltda. é a primeira empresa do seu segmento a ter o seu sistema de gestão pela qualidade recomendado / certificado pela ISO 9001:2008, e;
  • A nossa primeira experiência em implementar os requisitos da ISO 9001 em sua versão mais atualizada, a versão 2008.

A auditoria de certificação foi realizada pelo BSi Management Systems, através do seu auditor, Sr. Vicente Rubino, no qual elogiou o alto nível de qualidade, registrando “zero” não-conformidades!

A história da Mirador Assessoria Atuarial está baseada em conquistas e crescimento constante. Mais do que atender aos requisitos normativos, legais e estatutários vinculados ao seu segmento, os seus sócios optaram em ter um Sistema de Gestão que auxiliassem nas tomadas de decisões e visão de futuro para a empresa e demais partes interessadas!

Imagem registrada no momento da entrega da carta de recomendação pelo Auditor do BSi Management Systems, Sr. Vicente Rubino ao Sr. Giancarlo Giacomini Germany, Diretor Técnico da Mirador Assessoria Atuarial, atestando que o Sistema de Gestão pela Qualidade atende plenamente aos requisitos da ISO 9001:2008.

Uma empresa de assessoria atuarial tem a responsabilidade de projetar os riscos futuros dos planos de aposentadoria, seguro, rendas e empréstimos, utilizando técnicas específicas da estatística e da matemática financeira. Em função da alta complexidade envolvida nos cálculos, a certificação ISO 9001:2008 acrescenta um diferencial de segurança aos clientes da Mirador Assessoria Atuarial, dando ainda mais credibilidade nos serviços oferecidos.

À todos os profissionais, colaboradores e sócios que participaram desta conquista, agradecemos pelo apoio e comprometimento para com a empresa e seus objetivos da qualidade!

Os Passos da Certificação ISO 22000

 

Dando continuidade ao post anterior, estamos dando seqüência, apresentando mais um artigo da Janice Garcia Machado.

A primeira pergunta que ouço nas empresas dispostas a implantar quaisquer sistemas de gestão é: “- Por onde começamos?”. Na ansiedade de rapidamente obter os benefícios, muitas vezes são atropeladas etapas significativas da construção do sistema. É preciso saber que especificamente na implantação dos sistemas de gestão para produção de alimentos seguros a “ordem dos fatores altera totalmente o produto”, ou seja, não é possível implantar algumas etapas, sem necessariamente ter já implementado as anteriores.

A resposta da pergunta anterior é tão relativa quanto às teorias de Einstein. Tudo dependerá da cultura empresarial: conhecimento e evolução já adquiridos, tempo que será dedicado e grau de envolvimento das pessoas. No caso das normas para segurança de alimentos, ainda há dois aspecto importantes: adequação da estrutura física e disponibilidade de recursos para essa adequação.

Inicialmente, sempre recomendo fazer um simples diagnóstico dessas questões. Questionários de investigação para certificação podem ser encontrados em vários sites, mas o melhor ainda é o Check List da ANVISA contido na Resolução 275. Embora inicialmente assustador pelo número de requisitos, esse será a informação mais honesta de diagnóstico, pois revelará o que legalmente deveria estar sendo cumprido por todas as empresas da cadeia produtiva de alimentos.

Os passos seguintes, obrigatoriamente nessa ordem, deverão ser:

  1. Estabelecer cultura organizacional fundamentada em Programas de Higiene e Sanitização;
  2. Adequar-se as Boas Práticas Agrícolas, de Fabricação ou Manipulação;
  3. Implantar a Análise dos Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC).

Surpreendentemente, são apenas essas as etapas para a implantação de um sistema de gestão certificado pela norma ISO 22000. A dificuldade normalmente reside na primeira etapa. Infelizmente nossa cultura higiênico-sanitária é de um país subdesenvolvido. Provavelmente a maioria das residências desse nosso Brasil continental não possua as condições mínimas para fazer a limpeza e higiene, tanto pessoal, quanto da estrutura física doméstica. Independentemente das responsabilidades governamentais ou da formação familiar e/ou escolar, a verdade é que esses brasileiros entram no mercado de trabalho desconhecendo conceitos básicos de higiene e apenas repetem em suas empresas aquilo que trouxeram em sua cultura. Dessa forma, estaremos nos próximos artigos abordando cada um desses passos, com informações (dicas) do que fazer para melhor conduzi-los no ambiente empresarial.

Você já fez um Mapa Mental?

 

Hoje estou acompanhando uma auditoria inicial, de certificação em um cliente, sendo que esta tarefa esta sendo conduzida com maestria pelo Vicente Rubino do organismo certificador BSI.

O Vicente Rubino é uma das minhas referências no que se refere a um auditor experiente e com competência!

Além de auditor do BSI, esta pessoa atua como consultor (www.vr2.com) e também possui um website, com as suas vivências / experiências pessoais em outras áreas (www.mondovr.com).

Pois bem … voltando a pergunta título deste post: Você já fez um Mapa Mental? Em um dos intervalos desta auditoria inicial, o Rubino me apresentou para esta metodologia / diagrama!

Particularmente … achei o máximo esta metodologia! Fui presenteado, pelo Rubino, com uma “versão demo” do aplicativo “MindManager Pro 7”, que serve como um grande editor e gerenciador de Mapas Mentais.

Caso tenham interesse em se “aprofundar” neste assunto, convido, inicialmente a visitar este link.

Na seqüência, ou seja, em outros post, vamos desenvolver este assunto, que considero inovador!

Grato, Vicente Rubino!