Dica de Vídeo – O Problema não é meu!

A partir deste “post”, estaremos apresentando “dicas” de vídeo, normalmente disponibilizadas através do You Tube.

Hoje, durante um treinamento que ministrei no SENAI-MT, um dos participantes, convidou-me a assistir um vídeo da SIAMAR. O título do vídeo é sugestivo: O problema não é meu!

Assisti ao referido vídeo, e percebi o quanto somos “complicados”, principalmente quando não queremos assumir responsabilidades, no qual teríamos obrigação de tê-las!

Convido à todos a refletir sobre o conteúdo deste vídeo … são somente 7 minutos de duração!

No mínimo, após assistir … teremos interesse em contratar o cachorro para ser colaborador da nossa empresa (rsrs)!

As empresas investem em máquinas e esquecem do capital humano, os colaboradores!

Antes de iniciarmos este assunto, gostaria de convidar à todos para uma análise do que Clarence Francis, que dirigiu a empresa General Foods nas décadas de 1930 e 1940, pensou sobre “Gestão de Talentos”:

Você pode comprar o tempo de um homem, pode comprar sua presença física em um dado lugar, pode até comprar uma determinada quantidade de movimentos musculares por hora ou por dia, mas não pode comprar o seu entusiasmo, não pode comprar a sua iniciativa, não pode comprar a sua lealdade, não pode comprar a sua dedicação de corações, mentes e almas.

Você precisa ganhar essas coisas!

Às vezes, como é difícil justificar para um cliente, neste caso um diretor ou sócio de que um colaborador necessita se capacitar em um determinado assunto, a fim de que o projeto de implementação de um sistema de gestão obtenha sucesso garantido!

Existem as exceções, mas a regra prevalece, ou seja, a empresa investe alto, por exemplo, 300 000 mil reais em um conjunto de equipamentos, mas não quer “gastar” 300 reais em um treinamento! Ainda persistem os erros na gestão do capital humano nessas empresas. Prioriza-se o ativo operacional, por exemplo, uma linha de máquinas, em detrimento dos colaboradores!

Os investimentos em treinamento são escassos. Recomenda-se um gasto equivalente a 0,5% a 1% da receita bruta ao ano, mas raramente se atinge um décimo disso! Muitas empresas não hesitam em investir altas cifras em um equipamento … ou conjunto de equipamentos, mas quase sempre a resposta é NÃO para gastos em cursos técnicos, por exemplo.

Não se trata apenas de uma questão cultural, relacionada à visão de negócio e ao comportamento dos proprietários ou principais acionistas e executivos. Essas empresas raramente contam com um departamento de recursos humanos estruturado, que possa desenvolver uma política de cargos e salários, sistemas de remuneração variável, programas de treinamento e medidas de retenção de talentos. Normalmente o que existe é um departamento de pessoal, vulgo DP, e que em muitas empresas é apelidado de “DEPRÊ”, pela sua restrita, passiva e burocrática atuação.

É preciso enxergar além das máquinas. As máquinas poderão ser substituídas rapidamente. Já as pessoas, ao contrário, levarão anos para serem formadas e, se nada for feito, rapidamente serão perdidas ou desencorajadas a manter um comportamento proativo, que as levarão a agregar valor à sua empresa e ao negócio de seus clientes.

Quanto vale um profissional talentoso? Muito mais do que possamos imaginar … E a sua ausência é ainda mais cara!

Qual o efeito produzido pela falta de processos consistentes, seguros e alinhados com as necessidades e expectativas de seus clientes? Provavelmente, um desastre!

Não tenha receio de investir em pessoas, processos e tecnologia. E também não espere resultados no curtíssimo prazo. Trata-se de um projeto de médio e longo prazo, e que lhe proporcionará resultados positivos no futuro!

A sobrevivência e a perpetuação das empresas dependerá de seus talentos, da consistência de seus processos e do valor agregado.

E você, dono e/ou gestor de empresa … esta investindo 0,5% a 1% da receita bruta ao ano … em manter os talentos em suas organizações?

E você, responsável pelo “DEPRÊ”, ops … desculpe departamento de pessoal … esta conseguindo convencer o seu diretor em mudar esta visão? Fazendo perceber que não se “gasta” em treinamento … e sim investe-se em pessoas! Que o ativo principal da empresa são as pessoas certas … nos locais certos!

E você, gestor de RH, esta conseguindo desenvolver e manter os talentos da organização?

Mandem os seus comentários!

Dica de Leitura – Respirando Endomarketing

Título do livro: Respirando Endomarketing

Autor: Analisa de Medeiros Brum

Editora: L&PM Editores

Resumo do livro:

Este é o quarto livro de Analisa Medeiros Brum, que tem se dedicado a construir conhecimento em endomarketing, criando teorias, técnicas e estratégias e colocando-as em prática. O livro é uma passagem da teoria para a prática, importante para a comunicação com o público interno. Em ‘Respirando Endomarketing’, Analisa mostra diversas faces do Marketing Interno, através de um texto que reproduz aquilo que ela tem vivido ao dedicar-se a esta área. Analisa aproveita para desmistificar alguns pontos, abordando com clareza não apenas os caminhos para a motivação, mas a dimensão ideal de um esforço de endomarketing. Com uma forma leve e direta este livro pode ser usado como uma aula sobre Comunicação e Marketing Interno.

Em um “post” anterior, comentei sobre a importância da comunicação, principalmente aquela preconizada em nossas organizações, ou seja, a comunicação interna. Pois bem, lembrei-me de um livro no qual me auxiliou a entender / compreender a importância deste assunto.

“Respirando Endomarketing” é um livro extremamente prático, a sua autora, a Analisa Medeiros Brum é uma pessoa singular, sua trajetória / história de sucesso contribui para que tenhamos uma referência / base para aplicar em nosso dia-a-dia.

O endomarketing ou marketing interno recebe várias nomenclaturas e incorpora diversificadas funções. Pode ser visto como um processo de informação, educação ou estímulo a um maior compromisso do funcionário com a empresa. De forma ampla, é um elemento de ligação entre o empregado, o produto e o cliente que fortalece a responsabilidade de cada profissional sobre resultado final do negócio.

A Analisa, possui uma empresa chamada HappyHouseBrasil. Esta empresa se denomina uma “agência de propaganda interna com espírito de consultoria”!

Aproveitando o assunto, achei um “Blog” muito interessante, desenvolvido por uma equipe de meninas, sim, elas se denominam “Meninas da Comunicação”, desenvolvido pela Gerência de Comunicação da Concepa, vale a pena “navegar” e criar um “feed”!

Organize-se e vença a batalha com os papéis!

muitopapelNão deixe que sua mesa se transforme numa “montanha” de papéis.

Com o avanço da tecnologia, imaginava-se uma redução na quantidade de papéis no ambiente das empresas. No entanto, não foi bem isto que aconteceu. A quantidade de informações, hoje, produz montanhas de papéis, quando não mencionamos a quantidade de informações eletrônica que armazenamos em nossos computadores, mas isto é assunto para outro “post”!

Todo dia lidamos com tarefas que se desdobram e materializam registros em papel. Parte de nosso precioso tempo é gasto em tarefas deste tipo: gerando, analisando ou encaminhando.

Na atual dinâmica que marca a velocidade das informações geradas e recebidas, um dia que você fique sem trabalhar com as informações recebidas, por exemplo, pode ser capaz de provocar um acúmulo grande na papelada.

Especialistas em administração do tempo esclarecem que se você estiver gastando mais que 30% de seu tempo diário com atividades desse tipo, sua situação é crítica e requer uma atitude imediata.

Para vencer esta batalha, primeiro você precisa saber quanto tempo gasta com esta atividade, para depois definir uma metodologia para lidar com o problema.

É preciso reconhecer que nem todo documento pode ser jogado; muito pelo contrário, deve ser guardado, de forma organizada, por conta das obrigações legais.

Por outro lado, não há como deixar de apontar que uma grande quantidade de papel, sem relevância, é armazenada por conta do receio de se desfazer de informações que poderão (veja bem: poderão!) ser úteis no futuro.

É preciso disciplina no dia-a-dia para não deixar que a mesa se transforme numa “montanha de papéis”. Deve-se deixar nela apenas o essencial.

Mas o que é essencial? A resposta é particular de cada pessoa. Considere todas as tarefas e qual tipo de informação você precisa ter para fazer seu trabalho. Sua resposta condiz com a realidade?

Muitas vezes, você recebe cópia de documentos sem utilidade. Talvez isto aconteça por formalidade burocrática.

Assim, ao receber algum documento que não tenha relação com seu trabalho, não guarde cópia dele, fale com seu destinatário e questione tal procedimento.

Caso não faça isto, continuará recebendo informação sem solicitar e o simples fato de reservar um tempo para analisá-la, por menor que seja, resultará em tempo desperdiçado.

Comece também a classificar os documentos como “importante”, “urgente”, “normal”, “simples informação”, “arquivo”; crie classificações adequadas a seu estilo de trabalho. Ainda sobre estilo, é importante que as pessoas que participam de sua equipe conheçam seu estilo para se adequarem a ele.

Evite ficar retomando o mesmo assunto. Quando pegar algo para fazer, trabalhe até resolvê-lo por definitivo. Gastar um pouco de seu tempo hoje, mais um pouco amanhã e assim por diante é sinal que você está enrolando a si mesmo. Diga não ao adiamento!

Outra dica é destinar uma parte de seu tempo para atividades desse tipo. Organize-se e defina um espaço em sua agenda especialmente para isto.

Veja também que nem tudo é preciso ser colocado no papel, criando documentos. Muita coisa pode ser resolvida com uma simples ligação telefônica ou conversa pessoal.

Quando receber um documento que necessite de um despacho seu, ao invés de criar um novo para oferecer a resposta, use o mesmo: encontre um espaço vago nele ou use o verso. Desta forma, você economiza tempo, trata do assunto no mesmo documento e evita um amontoado de papéis.

Estas foram apenas algumas dicas para tornar seu dia-a-dia mais organizado e produtivo. Além delas, existem muitas outras. A adoção é simples e não requer investimento financeiro, basta, apenas, mudança de comportamento, algo que depende exclusivamente de você.