A importância da Auditoria Ambiental iniciando na escola. (Por Tatiana Wegner Ypsilanti)

A Auditoria é um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar se elas estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente, se foram implementadas com eficácia e se estão adequadas (em conformidade) à consecução dos objetivos.

A Auditoria Ambiental tem foco nas questões ambientais e é um instrumento de gestão, que deve permitir fazer a avaliação não só nos sistemas de gestão já implementados, mas também sobre o desempenho dos equipamentos instalados em um estabelecimento de uma empresa, para fiscalizar e limitar o impacto de suas atividades sobre o Meio Ambiente e avaliar o cumprimento de legislações pertinentes à empresa, como por exemplo, o atendimento aos requisitos da Licença de Operação.

É importante ressaltar que mesmo que uma empresa possua Licença de Operação válida, isto não significa que ela esteja cumprindo todos os requisitos exigidos na sua licença, ou ainda, que ela esteja realizando somente as atividades permitidas na sua licença. Assim vemos quão grande é a importância das auditorias ambientais e que trabalhar com uma empresa auditada traz mais segurança para o empreendedor, já que por lei a responsabilidade do resíduo gerado, mesmo depois da entrega ao destinatário, continua sendo do gerador do resíduo.

CapturarMas o mais importante é começar a conscentização pela preservação do meio ambiente, por exemplo na escola, localizei dois guias para serem utilizados pelos professores e alunos, o programa chama-se “Eco-Escola“, desenvolvido pelo Ministério da Educação de Portugal. Acesse os dois guias através dos links abaixo:

Fico à disposição de vocês!

Tatiana W. Ypsilanti

Email: tatiana@essencialambiental.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Operação Lixo Zero (Por Daniela Matos – Fonte: Revista Vida Simples – Abril de 2011)

A revista Vida Simples de abril de 2011 traz uma notícia muito motivadora denominada “Operação Lixo Zero”, no qual uma família inglesa nos mostra como é fácil estabelecermos um compromisso para com o nosso planeta Terra. Veja abaixo a notícia na integra.

1314417-vlargeVocê já parou para pensar em quanto lixo você produz por ano? A família Strauss, da cidade inglesa de Gloucestershire, parou – e percebeu que podia diminuir drasticamente a quantidade de resíduos que colocava na lixeira. Tanto que, durante todo o ano de 2009, eles conseguiram encher apenas uma latão grande com detritos produzidos. Decidiram então, ir além: zerar a produção de lixo. Para isto, trataram de radicalizar o mote: “reduzir, reciclar e reutilizar”. O casal e a filha de 10 anos terminaram 2010 com uma mera sacola de lixo.

A mensagem deles de que é possivel reduzir a quantidade de lixo ganhou o mundo graças ao MY Zero Waste, site onde eles dão dicas e promovem debates sobre o tema. “O impacto coletivo de todos fazendo a sua parte pode levar a uma mudança significativa e transformarmos totalmente nossa relação com nossos resíduos”, diz Rachelle, a mãe.

A experiência rendeu a eles um projeto de documentário que começa a ser gravado em abril.

Para 2011, o objetivo deles é ajudar outras pessoas a reduzir os dejetos. “E adoraríamos acumular menos que uma sacolinha de lixo em 2011”, espera ela.

www.myzerowaste.com

Fico à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

A vida vem ondas, a economia também! (Por Ivo Ricardo Lozekam)

ondaNada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa tudo sempre passará, a vida vem em ondas, como o mar, em um indo e vindo infinito.  Assim nos ensinava o inesquecível Tim Maia, em uma de suas mais famosas músicas.

Tivemos neste final do mês de março a primeira visita de Obama ao Brasil, do primeiro presidente Negro da (ainda) nação mais poderosa do mundo, feita a primeira mulher eleita presidente no Brasil, dentro dos primeiros três meses do governo, por sinal no mês internacional da mulher.

Esta visita foi marcada por ondas positivas. Dilma saiu-se bem, teve uma personalidade própria, projetando-se definitivamente no cenário internacional.  Aliás, foi enquanto estava com Dilma que Obama ordenou o início do bombardeio contra Kadafi na Líbia, pois o Presidente dos Estados Unidos continua sendo o Presidente dos Estados Unidos, independentemente onde se encontre, sem necessidade de transferir o poder quando sai do País.

Em seu primeiro discurso sábado em Brasília, Barack Obama proferiu a seguinte frase: Queremos realizar o sonho americano junto com o Brasil. Em visitas feitas a mais de uma década o discurso dos presidentes americanos que aqui pisaram, tinham o tom no sentido de que iriam interceder junto ao FMI, para perdoar ou aliviar nossa dívida externa. Agora somos convidados, ainda que apenas no discurso, a participar do sonho americano.

Tem aquela parte da canção que diz que tudo passa tudo sempre passará e que a vida vem em ondas como o mar, em um vindo e vindo infinito. Pois bem, temos que aproveitar a onda.  E temos que saber que tudo passa. Portanto devemos nos preparar para o futuro.

Talvez Obama, em seu inconsciente, através de suas palavras, queria de nos alertar para o efeito Orloff, ou seja, queria dizer ao Brasil: “eu sou você amanhã”, nos alertando também para as implicações do crescimento através do uso desenfreado do crédito.

Vivemos uma onda positiva de crescimento econômico no Brasil, impulsionada pelo setor imobiliário, construção civil e também do agronegócio. Note-se que a maior parte das vendas destes setores se dá prazo, através de programas de financiamento habitacional, financiamento ao agronegócio, e financiamento para compra de equipamentos agrícolas.

Tudo passa tudo sempre passará… Casas novas, loteamentos novos, tratores novos, máquinas agrícolas novas, veículos novos, quem nunca teve agora tem. No entanto, tudo comprado a prazo, muitas vezes em longo prazo e com juros que embora se digam “subsidiados”, continuam sendo juros altos se comparados a outros países.

O “Financial Times jornal britânico centenário, um dos maiores e mais respeitados diários econômicos do mundo, comentou que o mercado brasileiro de crédito pode estar formando uma bolha parecida como a vista nos Estados Unidos em 2008.

A coluna de Paul Marshall de 21 de Fevereiro 2011, que além de jornalista econômico atua no mercado gerenciando empresas de investimentos, afirmou que o problema no Brasil, começa no fardo que esta dívida impõe aos consumidores.

Com uma taxa de juros alta o consumidor brasileiro paga em média taxas de cerca de 20% a 25% de juros ao ano.  Nos casos onde há o subsídio, estas taxas ficam entre 15 a 10% ao ano, e em raros casos especiais alguns raros segmentos chegam a financiar os bens comercializados a 7 ou 8% ao ano.

Ora, no resto do mundo no resto do mundo o dinheiro custa 1% a 3% ao ano. Nas palavras de Marshall, tomar empréstimos no Brasil tem custos punitivos.

Para o colunista, o Brasil tem vivido uma farra do crédito para alavancar a atividade econômica e sustentar o nível de crescimento igual ao dos países do BRIC (Rússia, Índia e China). Ressalta, no entanto, que estes países possuem uma taxa de poupança interna bem maior do que o Brasil.

Foram anunciadas medidas de cortes significativos do orçamento nacional, o que é um excelente começo.  Mas no plano individual, em nossos orçamentos domésticos também temos ter em mente, que como dizia Tim Maia, tudo passa, tudo sempre passará…

Existem dívidas boas e dívidas más, segundo Robert Kiyosaki, autor do livro Pai Rico, Pai Pobre. Editora Campus 1998.

Dívida boa é quando se adquire um bem de produção, que irá gerar riqueza o suficiente para pagar suas prestações e ainda sobrar recursos que irão por sua vez gerar mais riquezas, aí sim, o crédito alavanca a economia.  É uma dívida utilizada para gerar riquezas que além de se pagar tem condições de gerar poupança.

Uma dívida má é aquela destinada apenas ao consumo, ou seja, utiliza-se de recursos decorrentes de alguma atividade produtiva para financiar um bem que será consumível ao longo tempo e não irá gerar em contrapartida nenhum outro recurso, pois como o nome já diz se consome, ao longo do tempo.

Para o nosso próprio bem, pensando no futuro e lembrando que a vida vem em ondas, em um indo e vindo infinito, devemos sempre fazer este raciocínio antes de assumirmos um compromisso financeiro de longo prazo: se esta será uma dívida boa, ou poderá ser uma dívida má.

Excelente semana a todos!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

O que diz a nova portaria de certificação de brinquedos 117/2011. (Por Laíz Lopez dos Santos)

imagesA Portaria 321/09, utilizada até o momento para a certificação de brinquedos, foi revisada pela Portaria 117/11 publicada no Diário Oficial da União em 14/03/2011. O objetivo da nova portaria é o aperfeiçoamento de Micro Pequenas Empresas (MPE) e Artesãos no atendimento aos requisitos do Sistema 4 (Modelo de Certificação de Tipo e Ensaio de Amostras Coletadas no Comércio e na Fábrica ou Depósito), estando as atuais exigências mais adequadas a realidade destas empresas.

Esta nova portaria estabelece:

  • Somente poderão certificar pelo Sistema 4, Micro Pequenas Empresas (MPE) e Artesãos enquadrados na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, exceto importadores, distribuidores e comerciantes. De forma que comprovem sua classificação juntamente com Contrato Social citando no objeto a descrição de suas atividades e Cartão CNPJ. Os Artesãos devem apresentar ao OCP documento comprobatório em relação a sua classificação como Artesão e especificação da atividade;
  • Independente do número de produtos de uma família será coletado apenas 01 pai para representar o grupo. Antes, um grupo superior a 10 produtos na família era necessário a amostragem (coleta aleatória) de 20% de produtos;
  • A classificação da família de pelúcia ou produtos feitos em pano está mais criteriosa, levando em consideração aspectos internos e externos;
  • A validade do certificado para MPE e Artesão é de 24 meses (dois anos);
  • Os ensaios de confirmação serão realizados a cada 12 meses (um ano), e;
  • Para o tratamento de reclamações não é necessário uma avaliação presencial. Este requisito poderá ser avaliado mediante a apresentação do documento de tratamento de reclamações, o qual fornecerá orientações para o processo de tratamento de reclamações sobre os produtos, incluindo planejamento, projeto, operação, manutenção e melhorias.

Leia a portaria na íntegra e nos contate caso necessite de algum esclarecimento.

Portaria 117/11: http://www.inmetro.gov.br/legislacao/rtac/pdf/RTAC001677.pdf

Estamos à inteira disposição a quem possa interessar! Até a próxima!

Laíz Lopez dos Santos

Consultora Técnica

laiz.lopez@phortion.com

Por que eu quero um Consultor? – Parte 2 (Por Carlos Alberto de Campos Salles)

Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos o artigo do Sr. Carlos Alberto de Campos Salles, segue a segunda parte:

consultoriaPor que eu quero um Consultor? – Parte 2

Hoje é fato que todas as áreas tornaram-se enxutas e seus ocupantes multifuncionais. Por isso nem todas as expertises estão disponíveis na instituição. Quando sentimos a necessidade de buscar um consultor é preciso ter bem claro o que realmente queremos. Por outro lado, caberá ao bom consultor na primeira reunião entender, no todo ou em parte, quais são ou podem ser as necessidades da instituição. Em não havendo uma opinião formada sobre o que se deseja, é fundamental comunicar ao consultor que conta com ele para um ajudar na formulação de um pré-diagnóstico.

Contratar um consultor sem ter noção (por menor que seja) do que se deseja como produto a ser entregue é apostar que a última bala no gatilho atinja o alvo!

Outra questão é se perguntar “Precisamos realmente de um consultor? Não podemos resolver isso com recursos internos?” O desenvolvimento de um projeto por pessoal da própria instituição encurta caminhos no quesito “conhecimento do negócio”, porém, poder perder em competência técnica ou metodológica.

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As múltiplas fases da mulher. (Por Maria de Lurdes Fontana)

dia_internacional_da_mulherMulher, no dicionário significa pessoa do sexo feminino; depois da puberdade esposa. Em pleno século 21, este conceito simples é “meio ultrapassado”.

Talvez a singularidade da mulher em si, reporte o quão é difícil contextualizar a mulher pela sua dualidade. A mulher de muitas fases e qualidades, que decide, que ama, que serve, que vibra, que supera, que sofre, que se transforma em mãe, é a mesma que não é valorizada como deveria. Que às vezes fica em segundo plano.

Acredito que há avanços, embora lento. Há uma simbiose mútua entre as mulheres e homens nas trocas de vantagens entre si, a tal ponto de que surge a figura da mulher-mãe. Que sem dúvida é a experiência mais “completa” do conceito de mulher. Mulher que se entrega e não se cansa nas múltiplas fases e tarefas que lhes cabe.

Encontra tempo para fazer além do que poderia ter feito. Assim como há um tempo para cada coisa, há uma fase para cada período na vida da mulher. A mulher vive de fases, que vez ou outra, é pega pela raiva e depois passa.

A mulher soube se incorporar no mundo dos homens e, como eles mesmo dizem, impossível entender e compreender as mulheres.

Acredito que pela mobilidade e facilidade que a mulher tem se mudar, se reciclar e assimilar os desafios tornando-a mais parecida com o “jeito” masculino de ser. Há uma fase em que a mulher é tão segura de si, que pode pactuar o mundo eminentemente masculino, com ares de ternura e graça, (que lhes é peculiar) e que os homens pela sua natureza, ainda resistem em não ser.

Parabéns mulheres!

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Por que eu quero um Consultor? – Parte 1 (Por Carlos Alberto de Campos Salles)

Neste ano, 2011, irei completar 16 anos, não de vida, mas 16 anos exercendo a profissão de consultor.

Iniciei esta jornada em uma década no Brasil onde não se sabia de forma correta qual seria o verdadeiro papel de um profissional com competência / experiência sem vinculo empregatício, ou seja, CLT. Naquela época se iniciou uma reflexão, no qual ainda esta viva nos dias de hoje: Ser ou Estar Consultor tem diferença?

Não é raro, em nossas visitas de apresentação dos nossos serviços em empresas interessadas em nossos serviços, “ler” na visionomia do nosso contato, um sinal de dúvida / interrogação sobre o que realmente a empresa esta realmente querendo com os nossos serviços de consultoria. Nesta situação, torna-se mais difícil conseguir “extrair” desta conversa as informações mínimas necessárias para elaborarmos uma proposta coerente!

Na semana passada, li um artigo, de autoria do renomado consultor, o Sr Carlos Alberto de Campos Salles, no qual apresenta de forma clara e com bastante experiência no assunto, o título do artigo é muito sugestivo: “Por que eu quero um consultor?”.

Entrei em contato com o autor deste artigo e solicitei a sua permissão para republicá-lo em nosso WeBlog, a resposta foi positiva, logo estou convidando a todos os consultores e empresários a lerem este artigo, a fim de facilitar o seu entendimento, iremos publica-lo em 2 partes, segue a 1ª parte:

Por que eu quero um Consultor? – Parte 1

brandingA prática de consultoria tem na experiência vivida e no conhecimento adquirido os requisitos essenciais para o atendimento eficaz das empresas clientes. Além da necessidade de uma boa dose de cultura geral, os conhecimentos específicos devem ser mantidos de forma atual e organizada e dirigidos para a área de especialização do consultor. Afinal o consultor é um especialista em um determinado assunto e seu produto é a venda de conhecimentos adquiridos.

Tempos atrás, a atividade de consultoria não passava nem perto das gerações formadas entre os anos 60 e 90. Essencialmente, foram gerações preparadas para atuar em instituições, sejam elas privadas ou públicas. Empreendedorismo não fazia parte de nenhuma grade escolar e consultoria é empreendedorismo. Mesmo porque, nessa época, consultoria era caro e praticamente só as grandes instituições as contratavam.

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O Transporte Rodoviário Internacional e o aproveitamento dos Créditos Tributários da Exportação. (Por Ivo Ricardo Lozekam)

transporteTodas as riquezas de nosso Brasil com dimensões continentais são transportadas através do uso de nossa imensa, embora precária, malha rodoviária.

É transporte via terrestre que leva nossa produção agrícola e industrial aos países Latino Americanos, assim como também aos portos do Oceano Atlântico.

O Transporte Internacional de Cargas, na prática e também para fins fiscais faz parte da operação de exportação, e como tal goza de desonerações fiscais criadas no Brasil justamente para incentivar a exportação.

Na esfera da tributação federal, inexiste a incidência dos impostos sobre o faturamento (PIS e COFINS) sobre as receitas decorrentes de exportação de mercadorias, produtos e serviços ao exterior.  O Transporte Rodoviário Internacional, enquadra-se na categoria serviços.

As três opções do contribuinte para tributação na esfera federal normalmente utilizadas são respectivamente as modalidades denominadas:

  • Simples
  • Lucro Presumido
  • Lucro Real.

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A Insondável Língua do C (Fonte: http://www.guiarh.com.br)

o-que-e-CEO

Que cargo você preferiria exibir no cartão de visitas: CEO ou diretor-geral? CMO ou vice-presidente de marketing? Por alguma razão inexplicável, a simples conjunção de três letrinhas parece fazer com que a primeira opção tenha mais importância senioridade e poder do que a segunda. Depois de Chief Executive Officer, a onda de “executivos-chefe-de-não-sei-o-que” vem se espalhando numa velocidade espantosa nos organogramas.
O resultado é muita gente perdida, sem entender o que esses profissionais fazem.
Para dar nome aos bois, ou melhor, aos cargos elaboramos uma relação dos principais chiefs que estão por ai!

E levantamos possíveis explicações para a existência deles:

1.     Estratégia – o profissional recebe o nome de principal executivo de alguma coisa – logística, por exemplo – para indicar tanto internamente quanto para o mercado que se trata de uma área absolutamente estratégica para a empresa. “Normalmente quem é chief sendo no conselho e tem peso de voto igual ao do CEO”.

2.     Globalização – ter um cargo que faz parte da terminologia corporativa mundial pode facilitar a comunicação entre empresa e profissionais.

3.     Sim, status. Há donos de pequenas empresas se intitulando chief executive officers. Ou diretores de finanças que depois de colocar CFO no cartão, acreditam dar uma roupagem toda nova ao charmoso cargo de…….diretor financeiro.

CEO – Chief Executive Officer

Facilmente identificado, é o cara que manda em todo mundo – menos no chairmam (ou presidente do conselho) a menos que ele seja poderosíssimo e acumule as duas funções.
Pode ser chamado de principal executivo, presidente, superintendente, diretor-geral… As pessoas costumam fazer confusão quando a empresa tem os dois, CEO e presidente. Nesse caso a função do segundo é mais representativa.

COO – Chief Operating Officer

Seu nome é executivo-chefe de operações, mas você pode chamá-lo de braço direito do CEO. Enquanto o chefe pensa a estratégia, o COO cuida mais de perto da rotina do negócio.

CFO – Chief Financial Officer

Principal executivo de finanças.

CHRO – Chief Human Resources Officer

Principal executivo de recursos humanos.

CIO – Chief Information Officer

Era mais fácil identificá-lo quando ele era o único executivo responsável pelo planejamento e pela implementação da tecnologia no pedaço. Mas aí surgiu …..

CTO – Chief Technology Officer

…….e hoje há muita confusão. Em linhas gerais, o CIO cuida da estratégia por trás da tecnologia – como ele pode mudar a forma como a empresa faz negócios, enquanto o CTO comanda a arquitetura e a infra-estrutura dos sistemas. Há empresas com os dois profissionais.

CKO – Chief Knowledge officer

Também chamado de chief learning officer (CLO), é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todo o conhecimento da organização. Entende tanto de tecnologia e processos quanto de pessoas. É um sujeito-chave, por exemplo, nas consultorias.

CRO – Chief Risk Officer

O cargo surgiu quando empresas de todas as áreas, e não somente bancos passaram a se preocupar com a administração de riscos. Além de questões financeiras, o CRO avalia itens como estratégia do negócio, concorrência, legislação e problemas ambientais.

CMO – Chief Marketing Officer

Executivo-chefe de marketing certo? Na subsidiaria brasileira do BankBoston não é tão simples assim. Lá ele cuida também de novos negócios e Internet.

CIO – Chief Imagination Officer

A fabricante de computadores americana Gateway tem um executivo-chefe de imaginação, responsável por promover a criatividade entre o pessoal.

Buscando talentos profissionais através de soluções baseadas em ambientes de internet.

RHAs empresas que possuem um número significativo de funcionários fixos e / ou temporários somado a um alto índice de rotatividade possuem um desafio em comum: como localizá-los no mercado de trabalho, assim como gerenciar estas informações?

Esta realidade também existe em empresas no buscam localizar no mercado de trabalho profissionais com perfil diferenciado que normalmente estão já empregados!

Normalmente, estas empresas possuem uma equipe interna de “recrutadores”, profissionais com formação em Recursos Humanos, assim como em Psicologia.

Sendo que em alguns casos em função do alto volume de candidatos, geram um banco de dados significativo, originados de currículos nos quais as informações geralmente estão desorganizadas em diversos formatos eletrônicos (.doc e/ou .pdf), sendo que algumas vezes vindos ainda do correio tradicional ou entregues na recepção da empresa!

Esta equipe de recrutamento tem que otimizar os seus recursos escassos a fim de receber, decifrar e organizar estas informações contidas nestes currículos. Sendo que poderiam aproveitar o tempo para atividades que agregariam valor, por exemplo: gerenciar as vagas, gerando um banco de dados extremamente valioso e fazendo uma seleção de profissionais de forma segura para estas vagas com o envolvimento dos futuros superiores imediatos, principais interessados neste processo!

Por estes motivos, normalmente este subsistema de RH (Recrutamento e Seleção) necessita, muitas vezes, de diversos profissionais trabalhando nestas atividades sem considerar que às vezes estas atividades são terceirizadas de forma errada para empresas / profissionais de recrutamento e seleção identificando profissionais inadequados para as necessidades / perfis desejados.

A forma mais efetiva (eficaz e eficiente) para que isto seja resolvido é utilizando uma ferramenta / aplicativo que gerencie eletronicamente estas informações, organizando-as em um banco de dados.  A Desenvolve Web, empresa parceira da Simples Soluções, esta disponibilizando um sistema informatizado em ambiente de internet, totalmente integrado ao website da empresa. O sistema possibilita que os potenciais candidatos acessem o website da empresa, normalmente na página / canal denominado “trabalhe conosco” e façam seus cadastros, gerenciando seus currículos e participando das vagas desta empresa.

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Busca por currículos:

Para qualquer empresa, independente do segmento e porte, a melhor solução para estes desafios é ter domínio completo sobre o gerenciamento destas vagas de emprego. Filtrando os currículos destes candidatos que estejam relacionadas com as vagas em aberto. Assim um serviço que antes poderia demorar horas para filtrar as mesmas pessoas hoje com o sistema da Desenvolve Web podem ser realizadas em poucos minutos, disponibilizando recursos para atividades mais significativas em outros subsistemas de RH, principalmente com o objetivo de manter estes talentos satisfeitos com as oportunidades / desafios da empresa – comenta o Sr. Nícolas Muller, Diretor Executivo da Desenvolve Web.

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Com este filtro, o profissional responsável pelas atividades de recrutamento pode selecionar ou descartar os candidatos através de palavras-chaves, graduações, cargos, estado civil, sexo, experiência da pessoa. Logo após este filtro, a empresa pode criar um histórico com as pessoas que foram selecionadas, gerando uma nova versão destes currículos selecionados em formato .pdf de cada um dos participantes da vaga, adicionando relatórios para uso interno.

Todas estas informações dos candidatos e da empresa ficam guardadas no banco de dados e criptografadas para garantir uma maior segurança para a empresa e para os candidatos.

A Excelsior Alimentos S.A. é uma das empresas que utiliza este aplicativo com o propósito de gerenciar este ativo extremamente importante, ou seja, os talentos! Clique neste link e veja na prática!

Maiores informações sobre esta excelente solução de recrutamento e seleção podem ser adquiridas através do fone (51) 3902 0017 ou através do e-mail contato@desenvolveweb.com.br.