Planejamento Estratégico, uma abordagem prática e objetiva – Parte 1 (Por Guilherme Chagas Pereira)

A partir deste artigo / post iremos apresentar de uma forma prática e objetivo como realizarmos um planejamento estratégico prático e objetivo. Para tanto iremos publicar um artigo elaborado pelo Guilherme Chagas Pereira (guilherme.pereira@avacorp.com.br)

Segue a primeira parte deste artigo:

Você já parou para planejar suas ações para este ano, ou seja, 2010? E quanto a 2011, 2012 e 2013? Embora a necessidade de planejamento das ações empresariais seja uma afirmação antiga, poucas empresas de pequeno e médio porte, e até as de grande porte, trabalham suas estratégias de modo prático e objetivo.

Um bom planejamento empresarial, ou planejamento estratégico, deve responder a cinco perguntas básicas:

  1. Quem somos?
  2. Como estamos?
  3. O que queremos?
  4. Como atingir?
  5. E como estamos indo?

E ainda podemos acrescentar uma sexta pergunta que irá garantir as demais:

  1. Como corrigir?

Vamos utilizar a figura abaixo, adaptada do livro “Planejamento Estratégico Empresarial”, cujo autor é Mauricio Castelo Branco Valadares:

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Vamos então iniciar a responder as seis perguntas, logo começaremos pela:

  • Quem somos?

A caracterização da empresa, ou seja, sua missão, visão e seus princípios são definidos como a razão de ser da empresa. Portanto, a missão de qualquer empresa passa por responder a uma pergunta essencial: qual é o nosso negócio?

Por negócio, entende-se aqui o campo de atuação da empresa no mercado consumidor. São comuns os equívocos de diversos empresários ao responderem a esta pergunta com foco no produto / serviços que oferecem. Normalmente, estes equívocos limitam a empresa em suas ações estratégicas. Para ampliar os horizontes de atuação, a definição do negócio deve ser orientada para o mercado.

Desta forma, uma empresa de serviços de armazenagem responderá que seu negócio é “logística de armazenagem” e não somente de armazenagem de produtos.

A partir da definição do negócio, os empresários definem a missão da empresa, a qual orientará as ações empresariais. Existem vários modelos de missão de empresas no Brasil. Como por exemplo, para uma prestadora de serviços logísticos pode-se citar o seguinte:

“Ser e ser reconhecida como uma empresa de prestação de serviços logísticos de excelência classe mundial”.

A visão passa a ser um complemento da missão, uma vez que tem por objetivo nortear a empresa no seu dia a dia. Por visão pode-se dar o seguinte exemplo:

“Ser um empresa top of mind para nossos clientes em 2013”.

Os princípios são os valores e as crenças empresariais que serão adotados para competir no mercado e exercer suas atividades no dia a dia. Por exemplo, ter foco no cliente, valorizar o capital humano, ter lucro, honestidade, etc.

No próximo artigo (clique aqui), iremos comentar sobre como responder a segunda pergunta, ou seja:

  • Como estamos?

A “BICI” merece o seu lugar! (Por Tatiana Wegner Ypsilanti)

Foi lendo um artigo na revista mensal do CREA – RS (clique aqui para ler a reportagem), que me inspirei para escrever sobre este assunto.

É realmente muito importante que possamos encontrar uma maneira de minimizar a emissão de gás carbônico e nada melhor do que cortar o mal pela raiz, eliminando um pouco o CO2 através da diminuição de carros que circulam por aí.

No Brasil são cerca de 32 milhões de carros rodando diariamente, destes circulam 3 milhões no Rio Grande do Sul, sendo somente em Porto Alegre 360mil. Em Caxias do Sul, onde a população é de cerca de 400 mil habitantes, circulam aproximadamente 215 mil veículos, ou seja, mais de 1 carro para cada 2 habitantes. É realmente horrorizante escutar estes números, e pior ainda, saber que essa situação só tende a piorar… Hoje em dia ficou muito mais fácil comprar um carro e os financiamentos estão cada vez mais acessíveis.

Uma solução simples seria a conscientização da sociedade em geral para o uso da “magrela”. Na Europa, por exemplo, a bicicleta é um meio de transporte reconhecidamente limpo e muito utilizado, que ainda contribui para a saúde física.

Infelizmente, a bicicleta no Brasil ainda não ganhou seu lugar, apesar do Brasil ser um dos maiores produtores de bicicletas do mundo (terceiro produtor mundial com média 5 milhões de unidades por ano), além da falta de reconhecimento, a bicicleta não é respeitada pelos carros nas ruas, faltam ciclovias, falta controle dos agentes policiais, falta manutenção das bicicletas, falta proteção dos ciclistas, falta estacionamento, etc.

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Haia (Holanda) – Estacionamento de bicicletas na estação central de trens de Haia. Moradores da cidade se deslocam de casa até a estação de bicicleta e pegam o trem para o trabalho, em outra cidade.

Foto: Marcello Casal JR/ABr

Nova onda de contratações aponta alta de salários e risco de rouba-rouba (Fonte: Revista Construção Mercado)

CapturarContinuando o post anterior, no qual falamos sobre a disputa por mão de obra no setor de construção civil, gostaríamos de convidá-los a analisar uma reportagem da Revista Construção Mercado, que alerta que com o aumento do volume de obras acontecerá uma aquecimento nas contratações de profissionais qualificados e trazendo os riscos de “rouba-rouba” de engenheiros e aumento de salários.

O aquecimento da demanda por profissionais já está resultando em ofertas salariais mais vantajosas e até superiores às experimentadas durante o boom de contratações de 2007. “Hoje, os engenheiros ganham cerca de 20% a 30% a mais do que ganhavam em 2007“, calcula Léa Fedelman, consultora da Michael Page (veja a tabela abaixo). Mas ela admite que o aquecimento não chegou ao nível observado há dois anos. “Hoje temos algo mais de 150 vagas em todo o Brasil; em 2007, tínhamos 100 vagas só em São Paulo”, lembra.

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Segundo ela, a movimentação no setor de RH é decorrente do cenário promissor da construção civil para os próximos anos. Léa distingue as áreas de grandes obras, incentivadas pela realização das Olimpíadas e da Copa, e do mercado imobiliário, motivada pelo projeto MCMV (Minha Casa, Minha Vida). Segundo ela, nos segmentos habitacional e comercial, o cenário é mais favorável para os gestores de obras e profissionais com habilidade em planejamento e orçamento. Ela identifica um engenheiro civil com pós-graduação em gerenciamento de projetos, como profissional ideal e explica: “o segmento de baixa renda – que tende a crescer por conta do plano MCMV – exige conhecimento em infraestrutura porque os projetos têm muitas torres e demandam a instalação de todos os serviços de arruamento e de desenvolvimento urbano“. Por outro lado, a área de grandes obras, gerida por escritórios de projetos técnicos de engenharia, demanda profissionais habilitados a assumirem gerências de contratos, que podem chegar à ordem dos R$ 500 milhões.

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Gestores de obras, especialistas em planejamento e orçamento, profissionais de novos negócios e com experiência em prospecção de terrenos compõem a lista dos perfis mais demandados.

i159462As contratações de operários também estão aquecidas. O vice-presidente de relações capital-trabalho do SindusCon-SP (Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Haruo Ishikawa, informa que o nível de contratação de 2009 já superou o pico alcançado em 2008. Segundo o executivo, o setor de construção emprega, atualmente, 2.300.000 trabalhadores, contra 2.194.000 contratados em setembro de 2008.

Para Ishikawa, os profissionais em falta no mercado são aqueles empregados na fase de acabamento das obras, tais como azulejistas, gesseiros, ceramistas e pintores, por conta da finalização dos empreendimentos iniciados antes do estouro da crise. Ishikawa considera, entretanto, a possibilidade de que nos próximos cinco ou seis meses venha a ocorrer uma carência de profissionais de início de construção. Para ele, caso haja uma demanda muito grande, os salários podem ser aumentados em 8% a 10% sobre o valor do piso.

Clique aqui e veja a reportagem na íntegra.

Disputa por mão de obra entre segmentos faz construtoras perderem funcionários (Fonte: PiniWeb)

O mercado de construção civil esta aquecido e a busca de profissionais capacitados e com experiência está em alta, também!

Obras atrativas, como usinas hidrelétricas, acirram a briga por trabalhadores, elevam salários e deixam aflitas construtoras do segmento residencial.

A concorrência entre segmentos da construção civil já afeta a oferta e o custo da mão de obra qualificada em canteiros de diversas regiões do Brasil.

Em Rondônia, as obras da hidrelétrica do Rio Madeira, que juntas operam com cerca 20 mil trabalhadores, elevou o piso salarial de pedreiros e serventes do segmento residencial em 30% e tem deixado as incorporadoras de Porto Velho sem gente para trabalhar.

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Obras da hidrelétrica do Rio Madeira, como a da Usina Santo Antônio, elevam o piso salarial de pedreiros e serventes do segmento residencial.

As empresas que possuem um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (clique aqui) conseguem manter / reter em seus quadros, estes profissionais!

Construtoras goianas vivem problema semelhante, só que em relação às obras preparatórias para a Copa de 2014 em Brasília (DF). A capital do País, distante de Goiânia apenas 180 km, é a cidade mais adiantada no que diz respeito às construções da competição. “O piso de Brasília é 40% mais alto que o de Goiânia e como falta gente lá, eles vêm aqui e oferecem duas ou três vezes mais do que podemos pagar”, conta Moacir Moreira, proprietário da Construtora Moreira Ortence.

A atração de profissionais não locais também tem sido a estratégia de empresas de Londrina, no Paraná. “Na região de Paranhos-MS e em Bela Vista do Paraíso-PR, há um contingente maior de carpinteiros; em Curitiba-PR, pedreiros e em São Paulo, pedreiros e armadores”, diz José Pereira, da Terra Nova Engenharia. Distante dali, no Maranhão, boa parte dos funcionários em atividade nas construtoras vêm do Piauí.

No Ceará, a disputa acontece entre obras de infraestrutura – como o Complexo Industrial Portuário de Pecém, refinaria Premium II da Petrobras e Ferrovia Transnordestina -, e de aeroportos e mobilidade urbana. “Hoje, a construção emprega 30 mil pessoas no Estado. Até 2015 haverá 60 mil operários trabalhando”, conta Francisco Chagas Magalhães, diretor regional do Senai-CE.

Detalhes dessa concorrência por operários entre empreendimentos, regiões e segmentos poderão ser conferidos na reportagem de capa da edição de fevereiro da revista Construção Mercado, disponível para consulta no site www.construcaomercado.com.br a partir do dia primeiro do próximo mês para os assinantes. A matéria traz o diagnóstico da falta de mão de obra e as soluções para o problema no âmbito setorial e empresarial.

A nova competência … antes era CHA … agora é CHAVE

Recentemente li um artigo sensacional do professor Eugenio Mussak (eugenio@ssdi.com.br) comentando sobre a nova competência, necessária na gestão das organizações, onde antes tínhamos fórmula do CHA (Conhecimento, Habilidades e Atitude) … agora buscamos a C H A V E !

Segue abaixo na íntegra a sua valiosa contribuição.

A nova competência (por Eugenio Mussak)

Competência, que tanto buscamos, pode ser definida como a capacidade de entregar os resultados desejados com a menor utilização de recursos, incluindo, entre esses, o tempo. Possuir competência é a condição para competir, para manter-se no jogo dos negócios, vivo no mercado de trabalho.

11915334805015dpJá diziam, enfáticos, nossos avós: “Quem não tem competência não se estabelece!”. Esse assunto ganhou status de método a partir dos estudos de David McClelland nos anos 70, e nas organizações adotou-se universalmente a fórmula do CHA (Conhecimento, Habilidade e Atitude), ou, como preferem alguns, Saber, Poder e Querer. Considerando que essa equação é um produto, se um dos três for nulo, o resultado final será competência zero. Mas o tempo passa e os conceitos vão sendo aprimorados. Na competência 2.0 deste século, o CHA vira CHAVE. E a chave da competência ampliada é o acréscimo de duas letras, dois conceitos e duas preocupações.

O “V” representa Valores. Em uma sociedade que se diz digna, preocupada com o social e responsável com o futuro, não temos como não incluir uma lista de valores na análise da qualidade dos resultados alcançados. De que adianta produzir sem sustentabilidade, competir sem ética e conquistar sem moral? Assim como atualmente dizemos que só será líder aquele que liderar para o bem e só será competente aquele que produzir sem ferir a ética, o interesse de todos. Um profissional competente sem valores deixa de ser competente.

E o “E” da CHAVE significa Entorno, o ambiente onde a competência encontra as condições para ser exercida. Esse é o único elemento que está mais fora do que dentro do indivíduo. O cirurgião não opera sem o centro cirúrgico, sem a anestesia e o bisturi. O executivo precisa da estratégia, dos recursos, da equipe.

Eis a grande responsabilidade das organizações: formar pessoas competentes e fornecer-lhes o cenário para que atuem. Essa visão ampliada de competência coloca ordem na casa do mundo moderno e abre espaço para a construção de um futuro em que os resultados não serão obtidos a qualquer custo. Só assim poderemos dizer aos nossos netos: “Quem não tem competência não se enobrece!”.

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Como anda o seu salário? (Fonte: Você S/A)

135-carreira001-630x290Dando continuidade ao post anterior, no qual comentamos sobre importância de realizarmos uma Pesquisa Salarial no inicio da elaboração do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, gostaria de aproveitar este momento para indicar uma leitura de uma reportagem de capa da Revista Você S/A (Edição 135 – Setembro de 2009) no qual considero extremamente esclarecedora sobre este tema, ou seja, remuneração / salário.

A reportagem apresenta de uma forma clara e objetiva as tendências de remuneração para 130 cargos em pequenas, médias e grandes companhias.

Os dados, e principalmente as tabelas salariais em cada área (finanças, seguros, bancos, indústria, vendas / marketing e tecnologia) são extremamente esclarecedores para comparações com as “pesquisas salariais” que serão necessárias e elaboração do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração.

Clique aqui e tenha acesso a reportagem na íntegra!

Na composição de uma Politica Salarial, devemos considerar também, o Custo de Vida em cada região! A reportagem também esclarece e alerta sobre este tema, veja abaixo o ranking de custo de vida nas principais capitais do Brasil.

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Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Empregos de futuro! (Fonte: Veja)

Dando continuidade ao post que publicamos sobre “O ano Zero da Economia Limpa e As 200 melhores e piores profissões do mundo!” … recentemente li um reportagem da Revista Veja (Edição 2145 – número 52 – 30/12/2009), comentando sobre as oportunidades / profissões criadas por um mundo atento ao zelo contra o aquecimento global!

São 10 profissões / empregos de futuro:

  1. Agricultor;
  2. Técnico Florestal;
  3. Portador de MBA em negócios verdes;
  4. Fabricante de turbina eólica;
  5. Biólogo conservacionista;
  6. Desenvolvedor de sistemas de sustentabilidade;
  7. Urbanista;
  8. Reciclador;
  9. Instalador de energia solar;
  10. Empreiteiro da eficiência energética

Acesse todo conteúdo desta reportagem, clicando neste link.

Ferramentas de Mapa Mental e a Incompreensão de Bukowski (Por Clay Susini)

Dando continuidade ao post anteriormente publicado sobre o uso de Mapas Mentais, recentemente tive a oportunidade de ler um artigo do Clay Susini, (clique aqui para conhecer este profissional).

Neste artigo, Clay Susini inicia fazendo um paralelo com a vida do escritor e poeta alemão Charles Bukowsky, no qual demonstra a sua preocupação, para não dizer angustia de não entender uma “ideia” e o risco no mundo corporativo em não conseguir apresentar uma “ideia” tanto para o emissor, quanto para o receptor da informação. Sendo que as chances perdidas são de igual intensidade para os líderes como para os seus liderados (funcionários).

A ideia desorganizada pode demonstrar falta de inteligência, infelizmente!

Mas o principal deste artigo, do Clay Susini é a sua perspicácia em demonstrar o uso de Mapas Mentais como uma das melhores formas de organizar as ideias.

Acesse a partir deste link, o referido artigo.

Síndrome do Fim do Ano – Mudanças de Humor podem revelar sintomas depressivos (Por Por Patrícia Prigol)

O fim do ano se próxima e com ele todas as nossas expectativas, projetos e investimentos passam por uma espécie de “retrospectiva”. Assim como assistimos aos programas televisivos que apresentam os principais acontecimentos do ano, também nos reportamos para o que construímos (ou não) neste período, através das nossas próprias escolhas e da forma como enfrentamos as situações que nos foram apresentadas.

É comum recebermos uma demanda maior de atendimentos nos Consultórios de Psicologia a partir do segundo semestre do ano. A demanda aumenta ainda mais quando nos aproximamos do Natal. As pessoas, de modo geral, se mostram mais estressadas, mais angustiadas e deprimidas. É a síndrome do fim do ano. Um acontecimento que se repete a cada ano.

Obviamente que precisamos fazer uma leitura apropriada dos fatores que interferem nesta mudança de humor que todos nós, em alguma ocasião e por alguma razão, podemos experimentar. Não cabe mais seguir restritamente o manual de descrição dos transtornos de humor (DSM IV) sem considerar o contexto histórico, social e familiar de cada pessoa. Saber diferenciar o que faz parte do momento que vivemos, das influências do meio e a forma como lidamos com as nossas expectativas, faz enorme diferença na hora de avaliar se estamos sofrendo o impacto desses agentes estressores, porém, conseguindo administrar as intempéries, ou se é hora de pedir ajuda de um profissional especializado para poder checar nossas reações frente a essa demanda.

99Em outras palavras, podemos ter, ao longo da nossa vida, momentos de tristeza e ansiedade, alternando com momentos de alegria e positividade. Contudo, se apresentarmos um humor deprimido ou perda de interesse ou prazer por quase todas as atividades que fazem parte da nossa rotina, podendo incluir características de irritabilidade constante por, pelo menos, duas semanas, estaremos vivenciando um “Episódio Depressivo Maior”. O Episódio Depressivo Maior é diferente do Transtorno Depressivo Maior, mas deve, sim, chamar a atenção da pessoa que o experimenta, procurando identificar os principais pontos ou fatores que contribuíram para este quadro. Toda pessoa que passa por, pelo menos, um episódio depressivo deve ficar atenta às possíveis causas que determinaram o surgimento desses sintomas. Isso porque a pessoa pode estar sinalizando uma tendência ao Transtorno Depressivo Maior. Sendo que este, por sua vez, é caracterizado por um ou mais Episódios Depressivos.

A saber, o Transtorno Depressivo Maior, o Transtorno Distímico e o Transtorno Depressivo sem outras especificações são denominações utilizadas para diagnosticar um distúrbio específico de humor que se caracteriza pela sintomatologia, produzindo prejuízos significativos na qualidade de vida e na rotina das pessoas. No caso do Transtorno Distímico, este é caracterizado por um humor cronicamente deprimido que ocorre na maior parte do dia, por pelo menos dois anos. É importante destacar que existe diferença entre o Transtorno Depressivo Maior, também identificado como “Depressão Unipolar” e o Transtorno de Humor Bipolar, comumente chamado de “Bipolaridade” ou “Transtorno Afetivo Bipolar”, sendo este último, anteriormente descrito e caracterizado.

Na dúvida, é sempre bom consultar o médico especialista ou o psicólogo em busca de um diagnóstico diferencial. Este pode ser feito com base na sintomatologia apresentada e no histórico do paciente.

Assim, o diagnóstico é realizado com base em entrevistas psiquiátricas e avaliações psicológicas, sendo que o tratamento para estes transtornos inclui, muitas vezes, a administração de medicamentos (específicos para cada caso) e a associação de psicoterapia visando auxiliar a pessoa na mudança de hábitos e comportamentos.

Momentos preciosos (Por Maria de Lurdes Fontana)

aurasonhoAo chegar à época das Festas de Natal e Fim de Ano, é inevitável a facilidade e a necessidade que temos em rever situações e fazer novos planos.

Muitas promessas para o ano que se inicia na esperança de um novo “tudo”. Passa-se a régua e dá-se a trégua nos conflitos existenciais de modo a “suportar”, tolerar e perdoar alguns deslizes decorrentes do estado intolerante. Surge uma esperança de um tempo que está por vir, afinal é um ano novo.

Percebe-se que as pessoas ficam mais suscetíveis a reconhecer as preciosidades pessoais, familiares e sociais. Será pela música alegre ou pelo espírito contagiante do Natal? De algum modo pessoas se emocionam, vibram, esperam e confiam. Há solidariedade e partilha de presentes.

E quando chega o Ano Novo, há uma explosão de vontade e um desejo de fazer promessas. Há oferendas e mandingas de todos os credos e raças. Replicam os sinos, surgem os fogos e o anúncio de uma vontade coletiva: Ser Feliz! Desejos e vontades. Necessidades e prioridades. Tudo isso de nada vale se não tivermos o aceite e a parceria daqueles que amamos e ficamos.

Não relutamos em pedir. Mas esquecemos de agradecer. Cumprir com o prometido é algo nobre, agradecer é divino. Nós não somos completos, há algo maior e melhor do que somos e temos. Dá-nos esperança e plenitude em tempos terrenos de finitude. Obrigada!                           

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br