Como preparar um Gestor da Qualidade (Por Ronaldo Costa Rodrigues)

CapturarAlgumas vezes, em minhas consultorias, os meus contatos / representantes dos clientes, me questionam sobre qual seria o perfil / competências adequados para o responsável pelo Sistema de Gestão pela Qualidade, ou seja, o Gestor da Qualidade. Recentemente li um artigo do meu colega Ronaldo Costa Rodrigues no qual faz analogia com um preparo de uma comida, um “prato” especial, achei muito boa a abordagem!

Segue o link do artigo!

Vagas retornam às Indústrias (Fonte: Jornal Pioneiro)

empregosOs empregos estão voltando, pelo menos em Caxias do Sul / RS! Esta notícia … eu li no Jornal Pioneiro, no sábado passado (17/10/09).

Mas a busca de profissionais qualificados é a premissa nestas ofertas, que chegam a um número superior de 1,8 mil oportunidades em Caxias do Sul! As empresas estão buscando funcionários que além de “vestir a camiseta … entrem em campo e joguem no time”

O artigo apresenta de forma detalhada em quais agências de recursos humanos estas vagas estão sendo oferecidas. Nossa “aliada”, a Evolutiva Centro de Desenvolvimento Profissional faz parte deste “cenário”, ofertando 600 vagas, nas funções de “processo de solda, montagem, pintura e operação de máquinas de estamparia”.

Acesse neste link, o artigo na integra.

A relativização e a fragmentação da ética e dos valores em nossa sociedade e na vida de nossas crianças (Por Patrícia Prigol)

direitospcdVivemos numa sociedade que propõe a relativização e a fragmentação da ética e dos valores. Tudo passou a ser relativo. As próprias leis que deveriam determinar o limite entre o que é permitido e saudável para uma sociedade e o que não é, também se mostram frágeis na medida em que os recursos disponibilizados pela própria lei permite ao infrator ou criminoso uma defesa ou uma condenação branda. O que vemos, a exemplo (ou mau exemplo), através dos meios de comunicação é essa “banalização” e essa fragmentação dos fatos e acontecimentos.

Não podemos esquecer que esse “caos” que assistimos diariamente pelas diversas mídias exprime e imprime as nossas vivências e as mudanças em nossa sociedade. Por isso, falar sobre os efeitos danosos e positivos dos meios de comunicação, como a própria televisão, é ir além do que se vê. É poder analisar o momento que nossa sociedade está vivendo.

Nossa sociedade revela a ausência de uma “totalidade” que nos daria uma noção mais clara dos limites entre a normalidade e o patológico. Tudo passou a ser relativizado. Dá-se “jeito prá tudo” e todas as ações têm uma justificativa plausível. Isso também está sendo passado através dos meios de comunicação, revelando a fragilidade que nossas crianças se encontram. Podemos dizer, assim, que vivemos um quadro de patologia social.

A criança precisa encontrar um espaço para discussão e análise do que se passa nas entrelinhas e na subjetividade de toda informação que recebe. Os pais precisam estar atentos ao que a criança assiste e precisam ajudá-la a pensar. É tarefa dos pais e educadores desenvolver o espírito crítico na criança. Esse espírito crítico vai fazer com que ela aprenda a selecionar os “conteúdos” apresentados, incluindo a própria Internet.

Vale lembrar – e usar como referência – o que dizíamos antigamente às crianças, de que elas não deveriam aceitar “balinhas e docinho” de estranhos. Hoje, devemos continuar usando esse argumento para mostrar à criança que ela também não deve aceitar todos os “convites” e as propostas feitas pela televisão e pela Internet, pelos amigos e pela sociedade.

Penso que a saída para essa pós-modernidade que ainda viveremos é enfatizar aos jovens a idéia de critério e hierarquia. E essa é uma missão extremamente difícil, pois estamos indo, dessa maneira, contra o movimento que a sociedade propõe: a relatividade das coisas. Ou seja, tudo se equivale. Na relatividade não existem diferenças, não existem regras, tudo é permitido e compreendido (aceito). Ex: “Posso obedecer ou não ao sinal de trânsito e dá na mesma, o negócio é levar vantagem em tudo”. E o pior dessa relativização e fragmentação da história dos acontecimentos é que, muitas vezes, os pais se encontram nessa mesma posição, contribuindo e reforçando o “vale-tudo” da nossa sociedade.

A questão é complexa, pois se alguns pais se mostram “contaminados” com o meio em que vivem, como poderiam passar, de forma firme e hierárquica, os limites baseados nos valores da ética e da moral que determinam o equilíbrio necessário à vida da criança? Segundo a professora titular de filosofia contemporânea Scarlett Marton, da Universidade de São Paulo, na matéria apresentada pela Revista Cláudia no mês de junho, sobre “O mal, o bem e a gente”, “… a idéia de que é preciso ter uma visão de conjunto do processo histórico e da sociedade, uma concepção do homem e da inserção social, histórica e cultural, caiu em desuso e foi substituído por algo fragmentário. Por exemplo, as coletâneas e artigos substituem livros com começo, meio e fim; na medicina, a proliferação de especialistas torna inoperante o clínico geral; em artes e entretenimento, o tempo da TV é mais fragmentado que o do cinema, e o do videoclipe mais fragmentado que o da TV”. Sofremos esse impacto no cotidiano. E a sensação de não ter tempo para dar conta de toda demanda e digeri-la produz o estresse, a síndrome de Burnout e tantas outras doenças reativas que levam as pessoas a experimentar uma sensação de “vazio” e de falta. Vivemos a experiência do “tempo picotado”. E sem a visão de conjunto, fica difícil ter discernimento para estabelecer critérios e prioridades.

Vantagens de se Implantar a ISO 9001 em uma Empresa (Por Sonia Jordão – www.soniajordao.com.br)

A implantação da ISO 9001 oferece, além da possibilidade de ampliar mercados, uma série de vantagens para as empresas: aumenta o nível de organização interna, o controle da administração e a produtividade. Além desses benefícios, também leva a redução de custos e do número de erros e melhora a credibilidade junto a seus clientes.

Serve ainda:

  • Para atender a clientes que já possuem um SGQ (Sistema de Gestão da Qualidade) implantado e pedem o certificado de seus fornecedores.
  • Para se preparar para crescer.
  • Para trazer para dentro da organização os conhecimentos das pessoas que trabalham nela. Assim, se uma pessoa, por exemplo, ganhar na loteria ou se aposentar e deixar o emprego, o seu trabalho terá continuidade de maneira mais fácil.Quando há na organização atividades complexas.
  • Quando é preciso treinar novos colaboradores.
  • Se várias pessoas exercem a mesma atividade e é preciso que elas façam essa atividade da mesma forma.

A norma NBR ISO 9001 é aplicável a qualquer produto, a qualquer tipo de serviço e a qualquer tamanho da organização. É também compatível com outros sistemas de gestão e focada em melhoria contínua. Além disso, é voltada para os resultados dos negócios.

O SGQ (Sistema de Gestão da Qualidade) faz parte de vários sistemas que existem nas organizações, entre eles: o Sistema de Informação, o Sistema Financeiro, o Sistema de Vendas. Ao se implantar o SGQ busca-se algo que seja compatível com a organização, que agregue valor e que seja interligado com outros processos organizacionais.

As organizações precisam ser lucrativas, pois uma organização não lucrativa pode falir. E se fechar vai prejudicar não somente os funcionários da empresa, mas também as famílias desses funcionários. Sem falar que prejudica também os clientes e a comunidade que precisam da organização.

Algumas empresas têm clientes que preferem comprar de empresas certificadas na ISO 9001. E como ela quer continuar fornecendo para esses clientes, busca a certificação. Depois de conseguir o certificado, a empresa percebe que a certificação valeu a pena, já que obteve, entre outros, os seguintes benefícios:

  • Melhoria na transferência interna de conhecimentos e desenvolvimento de competências.
  • Melhoria da moral e da motivação da equipe, já que entende o porquê faz suas atividades e se motiva.
  • Redução dos custos com qualidade (refugos, retrabalho, devolução).
  • Aumento da competitividade, com custo mais baixo.
  • Aumento na satisfação dos clientes.
  • Aumento na rentabilidade.

Para implantar a norma ISO 9001, a empresa precisa primeiro dizer o que faz, depois, fazer o que disse que faz. Para isso, escreve-se as atividades da forma que são realizadas e posteriormente verifica-se se todos fazem da forma que está escrito. Caso contrário, revisa-se a documentação ou treina-se as pessoas a fazerem como está escrito. Assim, depois de um ciclo de verificações e melhorias, todos farão como está escrito. Obtem-se, então, uma padronização da forma de se realizar os processos. Só que isso acontece elevando-se o nível de cada processo, já que se padroniza a melhor maneira de se fazer o que precisa ser feito.

Durante a implantação da norma cria-se também o hábito de registrar o que se faz. Esses registros evidenciam a forma como foram realizadas as atividades, para se ter um histórico do que aconteceu e para se obter dados importantes para a tomada de decisão. Além disso, facilitam a programação das atividades futuras melhorando a performance da equipe.

Uma norma bem implantada leva a redução de custos, porque diminui a quantidade de erros e o desperdício. Também leva ao crescimento e à mudança na escala de produção, o que na maioria das vezes ajuda a baixar os preços. Isso garante uma maior satisfação dos clientes que, assim, compram mais, melhorando os resultados da empresa. É um ciclo de melhorias contínuas. A Organização planeja a melhoria, implanta e checa para ver se está tudo de acordo. Caso positivo padroniza-se a solução e, depois, pensa-se em novas melhorias. Caso contrário, atua-se no problema para solucioná-lo. Com isso, a empresa segue tornando-se cada vez melhor.

Implementar ISO 9001 em organizações públicas, é possível?

Guia_ADL_001_pequenaJá existe um dificuldade natural em implementar um sistema de gestão pela qualidade baseado na ISO 9001 em empresas privadas, mas em empresas públicas é possível? Sim, com certeza é possível e principalmente necessário diante de tantas notícias que aparecem nas mídias sobre corrupções e busca de interesses pessoais em detrimento do bem comum!

Localizei um “guia”, publicado pela APCER (Associação Portuguesa de Certificação), cujo título é o seguinte:

  • Guia Interpretativo da NP EN ISO 9001:2000 na Administração Pública Local.

No prefácio desta obra, podemos perceber o quanto é necessário as instituições públicas buscarem este objetivo:

“Um dos grandes desafios que as sociedades democráticas em todo o Mundo enfrentam nos dias de hoje é a necessidade de desenvolverem e manterem a confiança dos cidadãos nos órgãos e instituições do Estado.

A Administração Pública Local em Portugal desempenha um papel de elevada importância no desenvolvimento econômico e social de Portugal, tendo assumido sempre no nosso regime democrático um papel de permanente acompanhamento da evolução da sociedade.

É nossa convicção, enquanto organismo certificador, que através da adoção de sistemas de gestão da qualidade e da sua certificação as entidades da Administração Pública Local podem controlar eficazmente as suas atividades, de modo a maximizar a satisfação dos seus clientes: os cidadãos que utilizam os seus serviços. A implementação de um sistema de gestão da qualidade fornece um modelo de gestão que permite assegurar a qualidade dos serviços prestados e promover, assim, a competitividade dos territórios por si administrados.”

Clique aqui neste link, para ter acesso a esta obra.

A hora de ir embora (Fonte: Zero Hora)

CapturarEm diversas oportunidades, durante as minhas atividades de consultoria, alguns profissionais me perguntam sobre qual o melhor momento para “ir embora” da empresa no qual atualmente eles estão trabalhando. Questionam se existe um “tempo padrão” de permanência nas empresas e outras questões deste tipo.

A cerca de 18 anos atrés, quando eu estava na iniciativa privada, como funcionário contratado, escutei de um colega mais experiente de que o “tempo padrão” limite de permanência seria até 5 anos. Eu sempre usei esse conselho como base para as minhas respostas junto a estes profissionais desmotivados ou angustiados com a suas situações nestas empresas.

Mas finalmente agora tenho como arriscar em dar a resposta / conselho mais adequado para estes questionamentos, pois recentemente li um artigo no jornal Zero Hora, no qual descrevia que temos que pensar em nossa carreira como um “ciclo produtivo”, ou seja, não existe tempo máximo de permanência. A carreira deve ser pensada como um ciclo produtivo de um profissional e a sua satisfação em estar produzindo!

A função exercida e a idade do profissional são variáveis que interferem nessa fase. Quem ocupa cargos gerenciais e tem idade mais avançada demanda um tempo maior até a sensação de dever comprido. Já a chamada Geração Y – os nascidos na década de 1980 -, tem uma média de dois anos e meio de estabilidade.

Neste artigo, que li, existe uma explicação muito boa sobre as “fases” da nossa carreira profissional, vale a pena refletir sobre esta abordagem!

Bom … segue o link do artigo, aproveitem a leitura e aguardo os comentários de vocês sobre estes assuntos!

O tempo (não) passa (Por Dulce Magalhães)

QUINTADIMENSAO2Li um artigo muito instigante sobre a quarta dimensão, sim o nosso mundo não é tridimensional, existe uma quarta dimensão no qual infelizmente não aproveitamos em sua totalidade, esta dimensão chama-se o TEMPO!

O artigo foi elaborado pela Dulce Magalhães e publicado no Portal Amanhã.

Recomendo a sua leitura, principalmente para aquelas pessoas que não percebem … quando o tempo passa. Neste artigo, a autora alerta que na realidade temos que perceber esta dimensão, e somente não percebemos porque estamos acostumados com o Mundo Físico e … esquecemos que existe o Mundo Quântico!

Clique neste link, e desfrute desta leitura!

Preparando um Macro-Fluxograma (Por Ronaldo Costa Rodrigues)

Li um artigo muito bem elaborado, pelo Ronaldo Costa Rodrigues, sobre elaboração de Macro-Fluxograma, elemento obrigatório para atender o requisito 4.1 da ISO 9001:2008. Além de apresentar de forma prática este assunto, ele nos recomenda a utilização de um aplicativo gratuito para criação de fluxograma, o BizAgi Process Modeler, clique neste link para ter acesso a este aplicativo.

Segue o link do artigo elaborado pelo Ronaldo Costa Rodrigues.

De carona, pequenas empresas se tornam globais (Fonte: Agência Estado)

A internacionalização de companhias brasileiras está abrindo portas para pequenas e médias empresas no exterior. Como fornecedoras ou prestadoras de serviços, elas pegam carona no boom de investimentos internacionais de grandes grupos.

Além de ajudar a conquistar clientes lá fora, algumas parcerias acabam estimulando as pequenas a buscar certificações técnicas e se tornarem mais ágeis e competitivas também no mercado doméstico.

A empresa especializada na instalação de canteiros de obras, a Canteiro Construções Racionalizadas, de Santa Isabel (SP), deu o primeiro passo de sua internacionalização em 2004, ao firmar um contrato com a Construtora Odebrecht. Desde então, já montou seus espaços em empreendimentos na Venezuela, República Dominicana e Angola. Cinco anos depois, o faturamento com projetos internacionais representa 20% do total da companhia, conta um dos sócios, Sérgio Boff.

O país africano, que passa por intensa reconstrução, após o fim da guerra civil que durou mais de duas décadas, tem papel de destaque nesse resultado. Ali, a empresa já espalhou seus canteiros por uma área de 50 mil metros quadrados. A parceria com a Odebrecht ajudou a dar visibilidade para a Canteiro Construções Racionalizadas, que está expandindo sua atuação em Angola. Há dois anos, a Canteiro passou a fornecer para outros clientes no país. “Estando lá, ficou mais fácil fazer os contatos”, acredita Boff. Entre os novos clientes, estão grupos locais e nacionais como Engepar e Atlantis.

Outra companhia que aproveitou a internacionalização de grandes grupos para buscar novos mercados foi a carioca PCE Projetos e Consultorias de Engenharia, que faz projetos de engenharia. Fornecedora de empresas como Odebrecht e Andrade Gutierrez, a companhia está presente em obras no Peru, Bolívia, República Dominicana e Honduras, conta o diretor Paulo Roberto Pereira. “Às vezes, a parceria funciona melhor do que a criação de uma sede no exterior”, afirma.

Os contratos internacionais, que respondem por 15% do faturamento da PCE, também trazem segurança para a empresa. “Quando das coisas vão mal no Brasil, eles funcionam como seguro”, afirma.

Milton Torrecilhas, diretor da empresa de componentes elétricos PJ, de São Paulo, também vê a internacionalização como uma garantia de faturamento. “Com as vendas externas, posso correr atrás de novos negócios e fortalecer outras áreas no mercado doméstico.”

Filial

A empresa familiar, que fez sua primeira exportação há cinco anos, para atender uma obra de Odebrecht em Angola, resolveu investir para atender o mercado internacional. Há um ano e meio, abriu uma filial no Rio de Janeiro para facilitar o envio de produtos para o país africano, escoados pelo porto da capital fluminense. Pelo menos 10% do faturamento é obtido com as exportações.

As pequenas e médias empresas são maioria entre os fornecedores da Odebrecht no exterior. Elas representam 90% dos fornecedores de serviços e 60% dos de produtos. “Uma das principais vantagens em ter essas companhias como parceiras é a agilidade. Conseguimos tratar diretamente com o dono”, comenta Mauro Rehm, gerente geral da Odebrecht Logística e Exportação.

Exigências

Segundo o executivo, porém, nos contratos para exportação, os níveis de exigências são maiores. “Muitos exigem requisitos que as empresas que atuam apenas no mercado interno não têm.” Nesse caso, diz ele, a companhia auxilia os pequenos fornecedores a buscarem qualificação técnica, que incluem cuidados especiais com embalagens, entrega e atendimento. “Mas a empresa precisa ter, além de potencial, a vontade de se internacionalizar.”

Paulo Roberto Pereira, da PCE, conta que o primeiro contrato internacional obrigou a empresa a buscar certificações, como o ISO 9001. As auditorias também se tornaram uma constante na rotina da companhia. “A empresa passou a buscar um melhor controle de qualidade”, conta ele.