Crise dá trégua e já falta mão de obra (Por Marcelo Rehder – Estadão.com.br)

Emprego e desempregoHoje, li no estadão.com.br um artigo no qual o seu autor, o Marcelo Rehder, confirma as minhas suspeitas de que estamos diante de uma outra crise no Brasil, ou seja, a falta de trabalhadores qualificados, principalmente para setores estratégicos como petróleo e gás, construção civil e agronegócio!

Vale a pena reservar um tempo em suas agendas para esta leitura e análise, clique neste link para ter acesso a este artigo!

E você, faz parte destes segmentos?

Já estão percebendo esta nova crise?

Quais são as alternativas para superar esta nova crise?

O pecado da primeira geração (Fonte: www.amanha.com.br)

parceiros1Recebi, através de um newsletter da Revista Amanha, um convite de leitura de um artigo que discorre sobre as dificuldades da maioria das empresas brasileiras, ou seja, 90% das empresas! Estamos falando das empresas familiares. No artigo a consultora de empresas familiares, Sra. Cláudia Tondo alerta que estas empresas “empurram com a barriga” os processos de sucessão e, por isto, em apenas um de cada três caso a mudança é feita com sucesso.

Acesse neste link, o artigo!

E sua empresa faz parte dos 90%? Caso positivo, como esta o processo de sucessão familiar?

Aguardaremos os seus comentários!

O Brasil para os nossos filhos e netos (Por Jorge Gerdau Johannpeter)

AV_E_N~1Neste domingo (20/09/2009), li um excelente artigo no jornal Zero Hora, no qual o seu autor, o empresário Jorge Gerdau Johnnpeter, discorre sobre qual “herança” em temos de atitudes e valores, iremos deixar para os nossos filhos e netos. A atual crise de valores em nossas instituições faz com que imaginemos que o futuro para estas próximas gerações será terrível! A política em descrédito, a qualidade de ensino insuficiente para os desafios que temos que enfrentar em um mundo globalizado.

Neste artigo, o Sr. Gerdau, alerta sobre a necessidade de nós, como cidadões, cumprirmos com três tipos de responsabilidades: a profissional, a voluntária e a institucional com o Brasil!

Vale a pena reservar um tempo nesta leitura!

Clique neste link, para ter acesso a este artigo.

A importância de Custos na Gestão das Empresas (Por Volnei F. de Castilhos)

crisefinanceira2A função de Custos dentro das empresas viveu duas fases no Brasil. A primeira fase até o ano de 1994 e após com a estabilização da moeda.

Até o ano de 1994 era comum observar-se nas empresas a forma de fazer custos era arbitrária, onde se apurava o valor do “possível” custo de fabricação ou o preço de aquisição no comércio, e multiplica-se por 2,00, por 3,00, ou por 4,00 sem levar-se em conta se o cliente tinha condições de pagar esse preço ou não.

O pensamento em muitos segmentos empresariais não era ganhar no negócio principal da empresa e sim buscar ganhos fora da realidade no mercado financeiro, aplicando o dinheiro. 

Essa fase do Brasil, fez com que o País não se preocupasse com gestão e planejamento. 

Até esse momento, a inflação escondia a incompetência da gestão das empresas e a tradicional fórmula de fazer custos era: PREÇO DE VENDA = CUSTO + MARGEM DE LUCRO.

O nosso país até então pouco acostumado com gestão, planejamento e a ter bons controles no dia a dia não tinha uma visão do quanto é importante ter um custo correto.

Com a estabilização da moeda, a partir do Plano do Real em 1994, ter custos corretos para formação de preço de venda tornou-se imprescindível para ter a rentabilidade do negócio.

Porém, na gestão empresarial os executivos se defrontam com o desafio da gestão estratégica de custos num cenário cada vez mais competitivo.

E esse cenário transformou-se na maior parte dos ramos de atividades a quebra do paradigma de custos, onde o MERCADO inverteu a tradicional fórmula de custos para determinar que o PREÇO de VENDA na maioria das situações seja determinado pelo MERCADO e a margem de lucro seja incluída não pela margem de lucro pretendida e sim “O QUANTO O MERCADO PODE PAGAR “.  

Para a pequena ou média empresa nos dias atuais a importância de gerenciar corretamente seus custos tornou-se função primordial para a sobrevivência do negócio.

Nas indústrias os departamentos de engenharia desenvolveram a viabilidade dos produtos antes do seu lançamento e inclusive tentando prever o ciclo de vida dos produtos. 

Nos dias atuais o pequeno empresário defronta-se com a concorrência desleal, com o mercado informal e caso não tenha um preço competitivo para atuar no mercado poderá ter sérios problemas na gestão.

Além de calcular corretamente seus preços de vendas e não ficar fora da competição global, todas as empresas precisam diariamente pensar no que fazer no seu negócio para reduzir custos.

As margens de lucro estão cada vez menores e a estrutura para uma empresa se manter no mercado e atender todas as exigências legais é cada vez maior.

Os concorrentes até então locais, hoje são internacionais. Encontram-se produtos de qualidade razoável com preços às vezes inexplicáveis.

A escolha do regime tributário adequado também exerce relevante importância na gerência de preços.  Num país onde carga tributária é uma das maiores do mundo, saber se o Lucro Real, Presumido, Arbitrado ou o SUPERSIMPLES é a melhor opção torna-se vital para apurar custos.

Ao deparar-se com problemas de margem de lucro, em muitas situações o gestor pensa em aumentar o faturamento para melhorar resultado. Caso seus custos estejam incorretos ao invés de melhorar a rentabilidade o mesmo estará aumentando o prejuízo.

A preocupação com os custos variáveis e a evolução dos custos fixos de qualquer empresa, deve ser uma preocupação diária na gestão das empresas.

Uma das maiores implicações dos custos fixos reside nos critérios adotados para sua alocação aos preços de venda gerando, na maioria das vezes, enormes distorções e perda de competitividade, quando rateados de modo inadequado.

O acompanhamento da evolução dos custos gerais das empresas deve ser feita de forma permanente, pois a rapidez da tomada de decisão no mercado torna-se um fator diferencial para a empresa. 

Também deverão ser observados os fatores mercadológicos na formação dos preços e o volume de capital de giro necessário para criar políticas diferenciadas de preços.   

Dica de leitura: Contabilidade de Custos – Eliseu Martins – Editoria Atlas.

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos

Mestre em Finanças (UFRGS)

Professor da Fundação Getúlio Vargas

Consultor Financeiro

volneifc@terra.com.br

Seis pilares para lidar com suas emoções (Por Ben Bryant)

Recebi, através do newsletter do site www.administradores.com.br, um “convite” de leitura de um artigo no qual estava aguardando, pois “a coincidência” sempre me ajudou! Neste final de semana que passou, mais precisamente neste sábado, iniciei um treinamento / aprendizado de MASP (Metodologia para Análise e Solução de Problemas) em um dos nossos clientes, a Sildre Plásticos e Matrizes Ltda, e no primeiro módulo apresentei a necessidade de controlarmos as nossas emoções quando da iminência de um problema (anomalia e/ou crônico), sendo que temos que nos disciplinar, a partir da detecção de um problema, em:

  • Sentir, ou seja, perceber o problema;
  • Pensar, ou seja, raciocinar diante de um problema, e;
  • Agir, ou seja, ter atitude diante de um problema.

Obrigatoriamente nesta ordem!

Pois bem, vamos voltar ao artigo, elaborado pelo Bem Bryant, diretor do programa Mobilizing People (MP) e leciona no programa Orchestrating Winning Performance (OWP), no IMD. Neste artigo cujo título é “Seis pilares para lidar com suas emoções”, ele explica como lidar com emoções no ambiente de trabalho, utilizando-se da analogia de seis pilares que irão sustentar o nosso equilíbrio emocional, diante de momentos de stress / crise em nossas relações profissionais:

Apresentação1

Segue um link para que possam acessar o referido artigo.

Desejamos a todos uma excelente reflexão sobre este assunto!

Os níveis da Consciência (Por Vicente Rubino)

RobertFuddBewusstsein17JhA cerca de um bom tempo, tinha interesse em iniciar uma seqüência de artigos, desenvolvendo uma “idéia” sobre a consciência!

As coincidências ou para mim os destinos, fizeram com que eu localizasse em minhas “caminhadas” pela internet, um artigo sensacional sobre os níveis da consciência, elaborado pelo meu amigo e colega de consultoria, o Vicente Rubino. Agradeço a ele, pois a partir deste artigo, irei iniciar o desenvolvimento de outros artigos, valeu Rubino!

Segue o link, para que possam acessar / desfrutar deste artigo!

Tempo não é dinheiro (Por Christian Barbosa)

timeismoney_thumbContrariando a máxima do capitalismo, tempo não é dinheiro. Se fosse, qualquer desempregado seria extremamente rico. Mas também dinheiro abundante não é sinônimo de riqueza. A utilidade que você tira do seu tempo e do seu dinheiro é que determinam o quão rico você é, ou qual a verdadeira prosperidade você possui.

A sinergia entre tempo e dinheiro é tão grande que dificilmente você conseguirá ter um sem o outro de forma equilibrada. Ou seja, para aproveitar seu dinheiro você precisa de tempo e para ter tempo você precisa de dinheiro. Isso não significa a conquista de um sonho utópico, ou ganhar na loteria. Significa que você se prontificou a aprender como usar melhor seu tempo e seu dinheiro, para gerarem prosperidade. Independente do tempo e do dinheiro disponível atualmente.

Esse é o pressuposto que defendemos e comprovamos no livro Mais Tempo Mais Dinheiro, que escrevi em parceria com o Gustavo Cerbasi (Casais Inteligentes Enriquecem Juntos).

Defendemos o conceito de que a vida é vivida basicamente em “ciclos pessoais”, que são o modo como escolhemos e decidimos levar nossa vida. Esses ciclos podem ser visualizados na imagem de uma espiral, como um amortecedor de carro. Essa espiral pode ser ascendente (prosperidade), descendente (frustração) ou contínua no mesmo ponto (sobrevivência).

O Ciclo da Prosperidade compreende as pessoas que dão resultados, que sabem usar bem seu tempo, conseguem fazer o dinheiro render e aumentar, usam técnicas de planejamento para tempo e finanças e vivem de forma sustentável em todos os seus papéis.

O Ciclo da Frustração tem sentido descendente e compreende as pessoas que não conseguem ter tempo para nada, vivem cheias de problemas financeiros, pagam juros aos bancos, vivem atrasadas em suas atividades e o estresse é parte integrante da vida.

O Ciclo da Sobrevivência é quando o círculo se estaciona em alguma posição da espiral da vida e a pessoa literalmente, “corre atrás do próprio rabo”. Muitas vezes ela se conforma em apenas sobreviver. Em ter dinheiro suficiente para pagar suas contas, em permanecer estacionados em sua carreira, em seu tempo ser mal utilizado na maioria das vezes.

O propósito de uma vida equilibrada e com resultados é entrar na espiral da prosperidade e nunca mais sair dela. E isso depende de alguns fatores, mas principalmente da sua auto-análise em descobrir o ciclo que se encontra e de vontade para operar mudanças na sua vida.

Tempo e Dinheiro são grandezas que quando bem utilizadas fazem a diferença na sua vida, da sua família e das pessoas que estão ao seu redor. Não é sorte, mágica ou utopia. É metodologia, treinamento, persistência e planejamento colocados em prática no seu dia-a-dia!

Que tal começar analisando em qual espiral sua vida se encontra?

Clique aqui e faça o teste.

Perfil 2008 – Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico

CapturarA Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) fez estudo inédito sobre o setor de transformação do plástico.

Segundo informações da RAIS/MTE de 2007, o setor da transformação do plástico possui 11.329 estabelecimentos ativos, número que se manteve praticamente estável com relação a 2006 quando havia 11.263 empresas. (aumento de 0,5% – 66 novos estabelecimentos).

O setor apresenta um grande número de pequenas empresas.

As poucas grandes empresas detêm posições de destaque dentro do mercado e são altamente competitivas em termos de tecnologia e produtos diferenciados.

Das 11.329 empresas do setor, 94,3% são consideradas pequenas empresas (até 99 empregados), 5,29% são empresas de porte médio (até 499 empregados) e apenas 1% são empresas de grande porte (mais de 500 empregados)

Os dados relativos às formas jurídicas das empresas também fornecem o parâmetro de proporção do tamanho das empresas.

Verifica-se que 85% são de sociedade limitada, 1,2% são S.A (fechada) e 0,3% são S.A (aberta) e 11% são de empresários individuais.

Aproximadamente 85% das empresas transformadoras de material plástico, estão localizadas na região Sudeste e Sul do País.

O estado de São Paulo concentra 44,6% do total de estabelecimentos no Brasil (5.061 estabelecimentos).

No Rio Grande do Sul estão 11%; em Santa Catarina 8%; no Paraná, 8%; em Minas Gerais 7%, e no Rio de Janeiro, 5% do total de estabelecimentos brasileiros.

Conforme os últimos dados disponíveis (IBGEPIA-Empresa 2006) o setor em 2007 representava cerca de 3% do total das indústrias instaladas no Brasil.

Empresas do Setor Plástico:

  • 11.329 Empresas em 2007 (aumento 0,59% em relação ao ano anterior);
  • 94,3% das empresas são de micro e pequeno porte;
  • 85% das empresas brasileiras encontram-se nas regiões Sudeste e Sul do Brasil;
  • Produção de 4,8 milhões de toneladas de resinas termoplásticas em 2008;
  • Redução de 8,6% na produção de resinas termoplásticas em relação a 2007;
  • Consumo Aparente de 5,1 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, e;
  • Aumento de 5,3% no consumo aparente de resinas termoplásticas em relação a 2007.

Uma das características do setor de transformação de material plástico é o fato de utilizar mão de obra intensiva.

As estimativas para 2008 indicam que o setor empregava 314.794 empregados diretos (RAIS/CAGED), representando um crescimento de 1,18% comparativamente a 2007 quando haviam 311.118 empregados no setor.

De 2007 para 2008 foram criados 3.676 novos empregos diretos, mesmo considerando os impactos da crise econômica, que puderam ser observados a partir de outubro de 2008, com a redução de postos de trabalho.

Do total de empregados no setor plástico, 81% estão diretamente alocados na área de produção, 15% atuam nas áreas administrativas e de marketing e os outros 4% dizem respeito aos proprietários e sócios. (IBGE: PIA)

Quanto ao nível de escolaridade da mão de obra empregada no setor plástico, verifica-se que 48,8% dos empregados não têm o ensino médio completo, 43,7% possuem o ensino médio, 3,1% estão cursando o ensino superior e 4,3% tem o nível superior completo. (RAIS 2007)

Os dados completos da pesquisa podem ser acessados através deste link.

Gerenciando o Capital de Giro (Por Volnei F. de Castilhos)

noticias_investimentoDando continuidade ao 1º post que publicamos, hoje gostaria de falar sobre Capital de Giro, mais precisamente como gerenciá-lo em nosso “dia-a-dia”.

Você sabia que a má gestão do capital giro é responsável pelo fechamento de 90% das empresasaté 4 anos de abertura (Dados obtidos de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas)

E por que isso acontece?

O empreendedor abre a empresa, e sem notar se preocupa com as vendas, com a produção, e para conquistar mercado, abre demasiadamente o seu prazo de vendas sem ter capital de giro para financiar esse prazo.

Quais as contas que compõem o Capital de Giro?

São as contas do caixa, bancos, aplicações, estoques, clientes e demais contas do ativo circulante, ou seja, são os valores que estão em constante circulação.

O capital de giro deve ser prioridade de qualquer empresa, independente do seu porte.

A preocupação com as finanças da empresa deve ser uma prioridade diária para o gestor.

Um bom planejamento financeiro e uma equipe motivada são o segredo para o sucesso de qualquer negócio!

Quais são as causas que podem ocasionar a falta do Capital de Giro das empresas?

Abaixo, apresentamos as principais causas, avalie cada uma delas e verifique / avalie se estas não são as causas que atualmente encontra-se em sua empresa.

  1. Irregularidade nas vendas da empresa: a empresa não consegue manter um nível constante de faturamento.
  2. Índice de Devolução de Vendas muito alto: falta conferência na saída da mercadoria, preenchimento dos pedidos não é conferido por outras pessoas ou os produtos não tem a qualidade adequada para o cliente.
  3. Inadimplência descontrolada: a empresa vende e alguém não acompanha diariamente quem pagou e quem não pagou.  O volume de recursos em atraso por data de vencimento é bem importante não deixar aumentar e encaminhar depois de um tempo para uma agência de cobrança.
  4. Investimentos exagerados em Estoques: estoque parado na empresa significa dinheiro parado. Isso gera a necessidade em muitas vezes de se buscar recursos em bancos para saldar fornecedores.  Acompanhamentos estatísticos ajudam o comerciante para não exagerar nas compras.
  5. Descasamento entre o prazo médio de recebimento e pagamento: a empresa nem nota em muitas vezes que a abertura do prazo das vendas, deve ter a mesma evolução no prazo de fornecedores.  A área financeira precisa monitorar mensalmente o acompanhamento de seus prazos.
  6. As contas bancárias da empresa são usadas pela família: deve haver uma separação dos gastos da empresa e os gastos pessoais da família que trabalha na empresa. Como a realidade no Brasil é de empresas familiares e isso não é um problema, se houver limites de gastos da família compatíveis com o faturamento da empresa.  A melhor alternativa é determinar um valor mensal de retiradas para os sócios, compatíveis com o fluxo de caixa da empresa.
  7. Investimentos em Imobilizados com recursos do capital de giro: muitas empresas usam seus recursos do capital de giro para construções ou compras de equipamentos. Deve-se sempre buscar recursos para construções ou compra de máquinas com o uso de linhas de financiamento de longo prazo. Nos dias atuais o custo é baixo e os prazos para pagamento são bons, além de o empresário ter a opção de carência para começar a pagar os financiamentos.
  8. Não acompanhar mensalmente a evolução dos gastos: é importante criar o hábito de verificar as variações mensais dos gastos e se possível ter metas sempre para reduzir os mesmos.
  9. Falta de uma política de concessão de crédito: pessoas especializadas precisam avaliar quanto cada cliente pode comprar. É importante determinar o valor máximo que cada cliente pode comprar.  Atualização dos dados é fundamental para uma possível cobrança judicial do cliente.
  10. Preços de vendas mal calculados: fazer preços na forma antiga, ou seja, multiplicando o custo de aquisição por 2, 3 ou multiplicadores que não contemplam todos os componentes de custos da empresa.
  11. Abertura mal planejada de filiais: a empresa começa a ter um faturamento bom e sem um estudo de planejamento, alguém resolve abrir filiais demandando novos investimentos.
  12. Não impor limites no valor das compras mensais: planejar quanto e como comprar são fundamentais na gestão do capital de giro. O lucro de qualquer empreendimento começa com uma boa compra.
  13. Irregularidade trabalhista e tributária: ter profissionais qualificados para evitar reclamatórias trabalhistas ou multas tributárias podendo gerar gastos financeiras no

Conquistar a Geração Y é um desafio para as empresas

geracao Y

Dando continuidade ao post anterior (“Mistura” ou “Conflito” de Gerações nas organizações, qual é o seu caso?), nesta sexta-feira (14/08/2009) li no jornal Zero Hora, uma “continuidade” deste artigo.

O conteúdo deste artigo é um “manual” para que as empresas possam usufruir destes profissionais, também existe uma entrevista com a Eline Kullock, pesquisadora da Gerência Brasil da consultoria Stanton Chase International e presidente do Grupo Foco (consultoria de recursos humanos).

Segue o link deste artigo:

E a sua empresa esta preparada para conquistar a Geração Y?