7 lições para manter a harmonia na empresa – Por Michelle Veronese

O chefe distribui as ordens aos gritos, um funcionário revida falando mais alto, um terceiro reclama da má-educação da equipe, um quarto rebate com críticas a outro colega… Convenhamos, ninguém merece trabalhar num lugar assim! Se você quer passar longe desse perigo, é bom ficar atento a alguns erros que podem prejudicar a convivência entre os colegas de trabalho.

A psicóloga Clarissa de Franco, professora da pós-graduação em RH da Faculdade Anchieta, em São Paulo, ensina quais são essas armadilhas e explica como escapar delas.

1. Concentre-se nas suas atividades… mas não se isole

“É preciso concentrar-se nas próprias atividades, mas estar atento ao outro, cooperando sempre que possível. Se um funcionário permanece dentro de seu mundo de expectativas, metas, tarefas, passando a enxergar os parceiros apenas como agregados do ambiente de trabalho, sua visão tende a subjugar a importância da equipe com um todo.”

2. Interaja com os colegas… mas seja discreto

“Se estamos conectados ao ambiente, é menos provável que cometamos erros. No entanto, se um funcionário olha demais para o lado, buscando saber o que os colegas estão fazendo, a hora em que estão chegando, qual o salário deles… isso também gera problemas, pois ele está se tornando invasivo e indiscreto.”

3. Seja observador… mas não procure falhas no vizinho

“Cada um deve possuir consciência de seus limites e deveres e nunca devemos apontar as falhas de um colega em tom de fofoca ou de modo comparativo, dizendo, por exemplo, que ‘fulano não faz isso e eu tenho que fazer’.”

4. Converse… mas não vá direto ao chefe

“Se você tem um problema com um colega, tente solucioná-lo com o próprio antes de levar a questão à chefia. Caso contrário, você poderá ser visto como fofoqueiro, antipático e até traidor.”

5. Discuta a relação… mas pondere suas palavras

“Na hora de abrir o jogo com o colega, fique atento ao modo como fala e ao conteúdo do que é dito. É preciso certificar-se de que o outro está acompanhando seu raciocínio e, ao mesmo tempo, ter certeza de aquele diálogo está sendo travado em benefício da empresa e de todos que lá convivem, e não por uma questão de orgulho ou desavença pessoal.”

6. Ouça… e também reflita sobre o seu papel

“Na conversa, não critique apenas. Ouça, aceite críticas e procure refletir honestamente sobre o que está sendo dito. Às vezes, podemos descobrir que quem precisa mudar somos nós e não os outros.”

7. E, acima de tudo, coopere com os colegas

“O que importa, dentro de uma empresa, é cada qual realizar suas tarefas do modo mais positivo possível, buscando um clima de parceria e cooperatividade. O time só vence quando cada jogador tem consciência de seu papel, garra e precisão para desempenhá-lo corretamente e generosidade para passar a bola na hora certa para quem estiver melhor posicionado. Vaidade, com certeza, só atrapalha o resultado final.”

Segue as minhas considerações adicionais, ou seja, do Hélio Rocha, a Harmonia deve ser completa, não somente no ambiente de trabalho, vide a figura abaixo, nos próximos posts, continuaremos este assunto!

Ninguém é insubstituível – Será mesmo?

Segue abaixo um texto que acabei de receber de um amigo, o Cláudio Cariboni, por email e por ser lindo resolvi transcrever. A autora chama-se Celia Spangher.

Na sala de reunião de uma multinacional, o Diretor Executivo nervoso fala com sua equipe de gestores. Agita as mãos, mostra gráficos e olhando nos olhos de cada um, ameaça: “ninguém é insubstituível”. A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.

De repente um braço se levanta, e o Diretor Executivo se prepara para triturar o atrevido:

– Alguma pergunta?

– Tenho sim. E o Beethoven?

– Como? – o Diretor Executivo encara o gestor, confuso.

– O senhor disse que ninguém é insubstituível, e quem substitui o Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal, as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização, e que quando sai um é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Dorival Caymmi? Garrincha? Michael Phelps? Santos Dumont? Monteiro Lobato? John Kennedy? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso?

Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem – ou seja – fizeram seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar “seus gaps”.

Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico. O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se você ainda está focado em “melhorar as fraquezas” de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande.

E na sua gestão, o mundo teria perdido todos esses talentos.

Nós estivemos lá! BSI Brasil Eventos – ISO 9001:2008 – Mudanças Necessários para o Up-Grade

Dando continuidade ao post anterior, ontem, quinta-feira à noite, estivemos participando do evento promovido pelo BSI Management System, em Caxias do Sul/RS, sobre as mudanças necessárias para realizar o up-grade dos atuais sistemas de gestão pela qualidade para a versão 2008 da NBR ISO 9001.

Os assuntos abordados pelo palestrante, o Sr. João Batista Saraiva – Auditor Líder do BSI foram bem conduzidos e extremamente esclarecedores! Segue neste link, o conteúdo na íntegra da palestra.

Gostaríamos de parabenizar toda a equipe do BSI Management System, através do Sr. Ricardo SartoriGerente Comercial, pelo excelente evento!

Agora fica o “tema de casa” para ser realizados por nós, ou seja, fazer a transição dos atuais sistemas de gestão pela qualidade para a versão 2008 da NBR ISO 9001!

Dez passos rumo à qualidade

O Portal AMANHÃ dá início a uma série de reportagens, mais precisamente 10 reportagens, que abordarão os desafios que o Brasil precisará enfrentar para proporcionar a suas crianças e adolescentes uma educação básica de padrão superior.

“A qualidade começa pela educação e acaba na educação”, já dizia Kaoru Ishikawa!

Clique neste link e acesse a primeira reportagem da série que durará cerca de duas semanas.

Manual para voar baixo!

 

Como desembrulhar um pacote de medidas duríssimas em plena época de Natal? Aliás, fazer ou não fazer a festa de confraternização? Em fins de novembro, esses e outros dilemas tumultuaram a agenda de companhias acostumadas a distribuir agrados inesquecíveis a seus funcionários. Foi um período especialmente tenso para Analisa de Medeiros Brum, fundadora da HappyhouseBrasil, uma agência que cuida do relacionamento das empresas com seu público interno. Ao mesmo tempo em que precisava tomar decisões sobre sua própria empresa e os 70 funcionários que trabalham na sede, em Porto Alegre, Analisa tinha de orientar seus clientes – entre eles, mamutes corporativos como Vale e Gerdau, além de Amanco, Braskem e Brasil Telecom, entre outras companhias. Autora do primeiro livro publicado no Brasil sobre endomarketing, tema que já lhe rendeu cinco outro títulos desde 1994, expõe nesta entrevista a AMANHÃ muito do que disse a seus clientes e do que pôs em prática na sua agência em meio ao vendaval do final do ano passado. A conversa, publicada em parte na edição 251 de AMANHÃ, de março, pode ser lida agora na íntegra, clique neste link.

Você já fez um Mapa Mental?

 

Hoje estou acompanhando uma auditoria inicial, de certificação em um cliente, sendo que esta tarefa esta sendo conduzida com maestria pelo Vicente Rubino do organismo certificador BSI.

O Vicente Rubino é uma das minhas referências no que se refere a um auditor experiente e com competência!

Além de auditor do BSI, esta pessoa atua como consultor (www.vr2.com) e também possui um website, com as suas vivências / experiências pessoais em outras áreas (www.mondovr.com).

Pois bem … voltando a pergunta título deste post: Você já fez um Mapa Mental? Em um dos intervalos desta auditoria inicial, o Rubino me apresentou para esta metodologia / diagrama!

Particularmente … achei o máximo esta metodologia! Fui presenteado, pelo Rubino, com uma “versão demo” do aplicativo “MindManager Pro 7”, que serve como um grande editor e gerenciador de Mapas Mentais.

Caso tenham interesse em se “aprofundar” neste assunto, convido, inicialmente a visitar este link.

Na seqüência, ou seja, em outros post, vamos desenvolver este assunto, que considero inovador!

Grato, Vicente Rubino!

Dica de Leitura – Respirando Endomarketing

Título do livro: Respirando Endomarketing

Autor: Analisa de Medeiros Brum

Editora: L&PM Editores

Resumo do livro:

Este é o quarto livro de Analisa Medeiros Brum, que tem se dedicado a construir conhecimento em endomarketing, criando teorias, técnicas e estratégias e colocando-as em prática. O livro é uma passagem da teoria para a prática, importante para a comunicação com o público interno. Em ‘Respirando Endomarketing’, Analisa mostra diversas faces do Marketing Interno, através de um texto que reproduz aquilo que ela tem vivido ao dedicar-se a esta área. Analisa aproveita para desmistificar alguns pontos, abordando com clareza não apenas os caminhos para a motivação, mas a dimensão ideal de um esforço de endomarketing. Com uma forma leve e direta este livro pode ser usado como uma aula sobre Comunicação e Marketing Interno.

Em um “post” anterior, comentei sobre a importância da comunicação, principalmente aquela preconizada em nossas organizações, ou seja, a comunicação interna. Pois bem, lembrei-me de um livro no qual me auxiliou a entender / compreender a importância deste assunto.

“Respirando Endomarketing” é um livro extremamente prático, a sua autora, a Analisa Medeiros Brum é uma pessoa singular, sua trajetória / história de sucesso contribui para que tenhamos uma referência / base para aplicar em nosso dia-a-dia.

O endomarketing ou marketing interno recebe várias nomenclaturas e incorpora diversificadas funções. Pode ser visto como um processo de informação, educação ou estímulo a um maior compromisso do funcionário com a empresa. De forma ampla, é um elemento de ligação entre o empregado, o produto e o cliente que fortalece a responsabilidade de cada profissional sobre resultado final do negócio.

A Analisa, possui uma empresa chamada HappyHouseBrasil. Esta empresa se denomina uma “agência de propaganda interna com espírito de consultoria”!

Aproveitando o assunto, achei um “Blog” muito interessante, desenvolvido por uma equipe de meninas, sim, elas se denominam “Meninas da Comunicação”, desenvolvido pela Gerência de Comunicação da Concepa, vale a pena “navegar” e criar um “feed”!