Sua equipe esta desmotivada? Como saber … existem “indicadores”?

inteligencia-emocionalAlgumas vezes, quando vou realizar atividades de consultoria … percebo através de “indicadores” se a equipe esta desmotivada, ontem li um artigo muito legal sobre este assunto. A autora apresenta 15 indicadores de uma equipe desmotivada.

Vale a pena ler e refletir este artigo, clique aqui e veja este artigo na íntegra!

E a sua empresa possuem estes “indicadores”? Caso positivo, o que você esta fazendo para controlar e eliminar estes “indicadores”?

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Práticas de Sustentabilidade junto aos Colaboradores!

triangulo_sustentabilidade_2Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos que é possível através de pequenas atitudes, uma empresa de pequeno porte ser Sustentável, li recentemente um artigo na RH.com.br um artigo mostrando exemplos de como difundir práticas de sustentabilidade junto aos colaboradores.

Para aqueles empresários que almejam este status de Sustentabilidade, vale a pena ler e divulgar este artigo junto aos seus colaboradores! Seque o link, clique aqui.

E a sua empresa já pratica sustentabilidade?

Os colaboradores já praticam sustentabilidade em suas atitudes?

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Chefes ou funcionários imaturos: saiba reconhecê-los e lidar com eles. (Por Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney)

trabalhoA imaturidade emocional no ambiente de trabalho, se identificada, é considerada um problema grave. Isso porque, dizem especialistas, ela pode impactar os resultados da equipe e até mesmo a carreira do profissional.

De acordo com a gerente de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Priscilla Telles, de modo geral, profissionais imaturos estão mais preocupados com a própria visibilidade, sendo que são pessoas que não possuem paciência para atingir objetivos.

Além disso, diz ela, estes funcionários possuem pouco senso corporativo, ou seja, têm excesso de informalidade, não seguindo as normas da empresa; e são excessivamente inseguros, visto que sentem sua posição constantemente ameaçada pelos colegas.

No mais, acrescenta a consultora de RH (Recursos Humanos) do Grupo Soma, Jane Souza, tais profissionais têm dificuldades para aceitar críticas e separar o profissional do pessoal.

Líder

No caso de líderes emocionalmente imaturos, diz Jane, os prejuízos para a empresa são ainda maiores. Pois, segundo ela, quando a imaturidade atinge o chefe, além de impactar a produtividade, a empresa pode perder bons profissionais.

Como líderes imaturos, dizem as especialistas, podem ser incluídos aqueles que costumam criticar em momentos inadequados, chamar a atenção das pessoas na frente de outros membros da equipe, além daqueles que demonstram preferência por um ou outro funcionário e costumam avaliar levando mais em consideração o pessoal do que o profissional.

Como lidar?

Assim, na opinião de Priscilla, a melhor maneira de lidar com um líder emocionalmente imaturo é mostrar-se uma pessoa companheira. “Dessa forma, o líder se sentirá menos ameaçado e se tornará uma pessoa mais maleável”, diz.

Já o líder que possui um funcionário imaturo, segundo Jane, deve tentar ajudar este profissional a reconhecer suas limitações, mostrando por meio de fatos concretos, para que a pessoa tente melhorar.

As causas da imaturidade

Ao contrário do que muitos possam imaginar, a imaturidade não está preponderantemente ligada à idade, mas sim, às experiências e vivências daquele profissional, tanto no âmbito pessoal como no profissional.

Por fim, dizem as especialistas, seja qual for a posição ocupada pelo profissional, é importante que ele preste atenção às suas atitudes e tente sempre desenvolver a capacidade analítica e a ponderação.

Temperamento explosivo? Saiba como lidar e até transformá-lo a seu favor (Por Gladys Ferraz Magalhães, InfoMoney)

temperamentoexplosivoExistem pessoas que são naturalmente competitivas, estressadas, ansiosas e até mesmo agressivas, comportamentos que, conforme especialistas, se trabalhados, podem até ser positivos no ambiente de trabalho. Entretanto, quando essas características passam do limite e a pessoa passa a adotar uma postura intimidatória, de enfrentamento, é melhor ligar o sinal amarelo.

De acordo com o gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, o temperamento explosivo torna-se prejudicial quando o profissional começa a ter dificuldades para lidar com as próprias emoções. Nessas horas, diz ele, é preciso parar, refletir e tentar reverter a situação.

“Uma dica que pode mostrar ao profissional que ele está com este tipo de problema é o andamento das relações interpessoais. Se a pessoa percebe que está sendo excluída dos eventos sociais, por exemplo, ela deve repensar a própria postura. Contudo, se a dificuldade for grande, vale procurar a ajuda de um coach ou mesmo de um terapeuta”, diz.

O que leva à explosão?

O estresse do dia a dia, juntamente com algumas situações que podem ocorrer no ambiente de trabalho, podem levar uma pessoa à explosão. Dentre estas situações, a vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro, destaca o ambiente hostil, a injustiça, o assédio moral, a falta de reconhecimento, de autonomia para tomar algumas decisões, e até mesmo de comunicação clara.

“A pessoa precisa saber claramente o que o chefe espera dela. Trabalhar em um ambiente hostil e constantemente engolir sapos podem fazer com que, uma hora, a pessoa se manifeste de maneira agressiva”.

Entretanto, antes de chegar a esta situação, diz ela, é preciso tentar resolver a situação, procurando, por exemplo, conversar sobre o motivo com a pessoa causadora do estresse. Porém, caso isso não resolva e acabe acontecendo a explosão, Raffa orienta ao profissional que ocorra à famosa desculpa.

“Somos humanos e momentos de raiva podem ocorrer com qualquer um. Se houver o exagero, um pouco de humildade não faz mal e o melhor a fazer é pedir desculpas. Contudo, antes que isso ocorra, é melhor tentar conversar e reverter a situação”.

A raiva é sempre má?

Como já dito anteriormente, contudo, se bem trabalhada, a raiva pode trazer resultados positivos ao profissional, que podem se traduzir em aumento de criatividade e produtividade.

Assim, diz Raffa, algumas situações podem ser utilizadas como estímulos para que o profissional melhore. Porém, para que isso aconteça, acrescenta Sâmia, ele precisa adotar uma postura conciliatória e desenvolver a assertividade.

Além disso, diz ela, é importante que o profissional saiba se observar, seja honesto em suas colocações e diga claramente o que pensa e deseja.

Ainda no que diz respeito à transformação da raiva em algo positivo, dizem os especialistas, o líder pode ajudar, administrando conflitos, estimulando um ambiente tranquilo e conhecendo cada membro da equipe para saber como e quando intervir.

“É importante entender que a liderança é o modelo. Na maior parte das vezes, o clima da equipe reflete a postura do líder”, finaliza Sâmia.

Lições aprendidas (Por Maria de Lurdes Fontana)

Com o debruçar dos anos, na maturidade, observamos o quanto de conhecimento e aprendizado acumulamos. E percebemos o esforço que é feito para fazermos as melhorias nas mais diversas atividades que realizamos.

Com certeza muitas são as pessoas que conhecemos com relatos e histórias de situações em que há lições aprendidas e erros não repetidos. Faço uma reflexão nos erros que cometemos e não hesitamos em repeti-los. Que faz sofrer, nos dá insegurança, desconfiança, desanimo e descrédito.

A vida é um grande projeto de inicio, meio e um dia terá fim. O dono e proprietário deste projeto é o Senhor Eu: professor, mestre, crítico, errante, assertivo, experiente. Não importa a idade, o ser humano sempre se diz e se sente capaz. Embora reconheça as restrições, mas se intitula como um hábil senhor das letras e feitos, que sabe tudo, que não precisa mais do outro. Isso é interessante, pois se observa que quanto mais avança a idade menos necessidade deste tipo de afirmação, porque as atitudes falam por si.

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Lições aprendidas são reconhecidas e entendidas até pelos animais. Quando o animal de estimação faz algo errado, é corrigido com firmeza e este naturalmente não volta a repetir o erro. Isso são lições aprendidas. Nota-se que os animais correspondem mais fielmente aos apelos e caprichos dos humanos.

Lógico, que os humanos são mais exigentes com os seres da mesma espécie, pois está concorrendo por igual à disputa do espaço pela sobrevivência natural. Mas de fato exigimos do outro, o que não temos a oferecer. Mas se praticarmos pelo menos uma vez ao dia, o exercício de fazer ao outro o que gostaríamos que nos fizessem, certamente adquirimos muitas lições aprendidas ao longo do tempo.         

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Pais e Filhos (Por Maria de Lurdes Fontana)

Por mais que se fale, comente e se discuta a relação entre pais e filhos, o assunto é sempre atual e instigante.

Os pontos de vistas entre pais e filhos, são divergentes, e não poderia ser de outra forma. A comunicação entre as partes é sempre tão envolvente com fator emocional exacerbado e nem sempre é amigável.

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Nossa experiência como pais tem mostrado que não há outra maneira de aproximação senão pela parceria do diálogo. Do saber reconhecer que há limites, há respeito, reciprocidade e o exercício do papel que cabe a cada um.

Pais não são amigos dos seus filhos. São Pai e Mãe. Os amigos estão fora de casa. Saber reconhecer e perceber as atitudes no agir como Pais, é o princípio da amabilidade e da confiança. Talvez pela culpa de não “estar” com seu filho, muitos pais competem com os amigos dos filhos por entenderem que os mesmos ficam mais tempo com eles do que com a família. O importante não é a quantidade de tempo, mas a qualidade deste tempo.

O exercício do poder dos pais é baseado na troca, nas discussões dos pontos de atrito e ao fechamento, uma espécie de “combinado” entre as partes e repetidamente falar sobre o assunto. Dar e receber retorno dos assuntos por mais banais que pareçam. Aliás, assuntos banais são os mais apropriados para aproximação entre Pais e Filhos. Fazer perguntas, ao invés de retrucar com respostas mal devolvidas. Conversar em vez de gritar e/ou xingar. Silenciar e pensar acerca do que está se passando. Observar e admirar.

Dar elogios fundamentados para fazê-los crescer com confiança e de vez enquanto deixar que “sofram”. Os pais sofrerão juntos, criando elo de segurança, em que o filho pode sair, mas sempre voltará ao lar, seu porto seguro!

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fntanadudyfontana@brturbo.com.br

Planejamento Estratégico, uma abordagem prática e objetiva – Parte 3 (Por Guilherme Chagas Pereira)

Dando continuidade ao artigo / post anterior (clique aqui), no qual iniciamos a apresentação de como realizar um planejamento estratégico, utilizando-se do artigo elaborado pelo Guilherme Chagas Pereira (guilherme.pereira@avacorp.com.br)

Vamos continuar, falando sobre como responder a terceira pergunta, ou seja:

3. O que queremos?

Olhando novamente para figura que publicamos no primeiro artigo, adaptada do livro “Planejamento Estratégico Empresarial”, cujo autor é Mauricio Castelo Branco Valadares:

Capturar

Uma vez conhecendo a si e ao seu mercado, a empresa deve responder a terceira pergunta: o que queremos? Para tanto, deve definir primeiramente os objetivos que deseja alcançar no futuro. Esses objetivos deverão ser quantificados e possuírem um prazo para a sua realização. Ao estabelecer seus objetivos, a empresa deve observar alguns aspectos como:

  • Ser condizentes com a missão, visão e princípios da empresa;
  • Serem específicos, mensuráveis e desafiadores;
  • Ter sistema de controle e avaliação para cada um dos objetivos, e;
  • Ter prioridades estabelecidas.

Para facilitar e monitorar cada um dos objetivos ao longo do prazo estabelecido. É recomendável o estabelecimento de metas. Por exemplo, se o objetivo da empresa for que todos os seus funcionários administrativos aprendam espanhol para atuarem no Mercosul, é recomendável o estabelecimento de metas intermediárias até a conclusão deste objetivo, tais como: os gerentes devem ter o espanhol básico terminado até 15/12/10; os supervisores em 30/01/11; e assim por diante.

Ao estabelecer todos os seus objetivos e metas, a empresa necessita responder então a quarta pergunta: como atingir?

No próximo artigo (clique aqui), iremos comentar sobre como responder a quarta pergunta, ou seja:

  • Como atingir?

A Agenda do Líder para 2010 (Fonte: Revista Amanha)

Capturar

Saiba como cruzar a nuvem de fatos e tendências capazes de alterar o cenário dos negócios em um ano muito promissor para o Brasil – e de cautela no resto do mundo, através da reportagem que foi veiculada na Revista Amanha deste mês de fevereiro de 2010. A reportagem foi elaborada pelo Andreas Müller.

Um cenário de contrastes desponta das análises de qualquer pessoa que se aventure a antever os fatos capazes de moldar 2010. Para o Brasil, a expectativa é de uma sólida retomada econômica depois de um ano de crescimento zero. Já para o mundo, é de estagnação e prudência após o auge da crise financeira. Desde agora, porém, é possível vislumbrar uma série de eventos com força suficiente para alterar a gangorra das expectativas e invalidar o planejamento de muitas empresas para 2010. Quais são eles? Quando vão ocorrer? Uma parte das respostas se desdobra no conteúdo desta “Agenda”, que agrupam os principais fatos esperados para o ano. Na “Agenda” estão não só as eleições e a Copa do Mundo, mas também alguns dos eventos e decisões que podem redesenhar a atual conjuntura econômica e colocar novas prioridades no caminho dos líderes empresariais. Dos juros norte-americanos às convenções ambientais da ONU, das preocupações em torno da política fiscal brasileira ao provável substituto de Henrique Meirelles na presidência do Banco Central, saiba qual é a melhor rota para singrar este ano que tem tudo para ser bom – ao menos para o Brasil.

Clique aqui e veja a Agenda na sua íntegra!

Sugestão / Dica: utilize estas informações em suas “reuniões / encontros de acompanhamento de cenários” no  Planejamento Estratégico da sua empresa!

Planejamento Estratégico, uma abordagem prática e objetiva – Parte 2 (Por Guilherme Chagas Pereira)

Dando continuidade ao artigo / post anterior (clique aqui), no qual iniciamos a apresentação de como realizar um planejamento estratégico, utilizando-se do artigo elaborado pelo Guilherme Chagas Pereira (guilherme.pereira@avacorp.com.br).

Vamos continuar, falando sobre como responder a segunda pergunta, ou seja:

2. Como estamos?

Olhando novamente para figura que publicamos no primeiro artigo, adaptada do livro “Planejamento Estratégico Empresarial”, cujo autor é Mauricio Castelo Branco Valadares:

Capturar

O passo seguinte é avaliar qual a situação atual da empresa e de seu ambiente (mercado em que atua). Em outras palavras, é responder a segunda pergunta: como estamos? Esta avaliação é realizada através de duas análises, uma externa a empresa e outra interna.

A análise externa tem como objetivo avaliar o mercado em seu contexto atual e futuro. Para tanto, deve-se buscar caracterizá-lo através de três “quadros”:

  1. Quadro das ameaças e oportunidades;
  2. Contexto de negócios x produtos / serviços x mercados, e;
  3. Identificação dos valores dos clientes.

As ameaças são caracterizadas como forças, variáveis ou situações externas adversas à empresa, as quais criam barreiras ao desempenho e/ou ao crescimento. Uma ameaça pode ser uma tendência de alta de juros, inviabilizando um financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos e inibindo o crescimento econômico.

As oportunidades, ao contrário, são caracterizadas por forças, variáveis ou situações externas que favorecem a empresa no seu desenvolvimento e/ou crescimento. A queda de barreiras tarifárias de países do Mercosul é um exemplo de oportunidade de crescimento para a empresa, desde esta esteja em condições de atender a este mercado.

É importante salientar que a ameaça para uma empresa pode ser uma oportunidade para outra, dependendo de sua situação frente às circunstâncias do mercado e vice-versa.

No “quadro” de contexto do negócio x produto / serviço x mercado, é necessário avaliar quais são os mercados que se deseja atuar e quem são os consumidores do produto / serviço. É importante neste ponto, analisar o tamanho dos mercados, qual a sua participação nele e ainda qual a taxa de crescimento de cada um. Desta forma, evita-se competir em um mercado saturado para concentrar esforços em novos. Esta análise também permite um acompanhamento do desempenho em determinado locais de consumo.

A identificação dos valores dos clientes, o terceiro “quadro”, busca descrever melhor quem é o seu cliente e entender quais são suas principais características, peculiaridades, necessidades enfim, seus valores. Esta identificação ode ser feita de maneira simples e objetiva: pergunte ao seu cliente. Faça uma pesquisa por telefone, por e-mail ou mesmo pessoalmente, perguntando se ele está satisfeito com seus serviços, o que poderia melhorar e o que faria se fosse dono do seu negócio.

A análise interna tem por finalidade fazer um diagnóstico interno da organização, identificando os pontos fortes e fracos diante do conjunto de informações obtidas na análise externa.

Os pontos fortes são as características ou diferenças da organização que se sobressaem frente aos seus concorrentes.

Os pontos fracos são as características ou diferenças da organização que se inferiorizam frente aos seus concorrentes.

Estes pontos, fracos e fortes, devem ser avaliados a partir das funções empresariais, tais como, marketing e vendas, financeira, suprimentos, produção, distribuição, recursos humanos, informática, etc. Nesta avaliação devem ser analisados aspectos como posição dos pontos de venda, capacidade financeira para suportar as operações e a integração de suprimentos, produção e distribuição.

No próximo artigo (clique aqui), iremos comentar sobre como responder a terceira pergunta, ou seja:

  • O que queremos?

Plástico-Bolha completa 50 anos sem nenhuma concorrência!

Quem já usou uma tira de plástico-bolha para diminuir o nível de estresse do dia-a-dia de trabalho? Acredito que a resposta seria 100% positiva, para esta pergunta!

CapturarPois bem, no final do mês de janeiro deste ano, ou seja, 2010, este produto inventado pelos engenheiros Marc Chavannes e Al Fielding completou 50 anos de sucesso, aparentemente sem que nenhuma outra invenção ou concorrente mostre que poderá substituí-lo.

Como muitas outras coisas práticas, o plástico-bolha nasceu por acaso. Há cinco décadas, Marc Chavannes e Al Fielding, dois engenheiros de Nova Jersey, trabalhavam em um novo tipo de material para proteger paredes, mas a ideia não emplacava.

Os dois inventores tentaram então comercializar o produto como isolante para estufas, mas pouco depois encontraram quase casualmente, durante uma viagem de avião, um novo uso para o plástico.

Quando o avião se preparava para pousar, Chavannes reparou que as nuvens pareciam servir de colchão e se deu conta de que um plástico com pequenas bolhas de ar poderia ser uma excelente embalagem, muito melhor que o papel de jornal comumente utilizado à época.

Nascia assim a Sealed Air Corporation, a companhia que criaram para fabricar e comercializar o produto e que hoje fatura mais de US$ 4 bilhões anuais. Todo ano, a empresa fabrica plástico-bolha suficiente para cobrir a distância da Terra à Lua. Clique aqui e visite o website desta empresa.

Também acesse, clicando aqui, uma reportagem publicada hoje, no jornal Zero Hora.