Para motivar, enfie um prego! (Por Vitor Marques)

PregosHoje li um artigo sensacional, do Vitor Marques em seu Blog: “Motivação, Cri”s”e, Profissionalismo”. O artigo faz uma analogia entre buscar constantemente a motivação e conselho dos “velhos mestres da terra”, ou seja, o caboclo / caipira.

Depois de lerem e refletirem sobre o seu conteúdo … comecem a “enfiar e … também receber pregos”!

Segue o link do artigo!

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 3) – Por Larissa Leiros Baroni

Dando continuidade ao post / artigo anterior, iremos apresentar mais 4 (quatro) erros cometidos numa reunião corporativa. Consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo.

7 erro7º Erro: Ser muito informal ou formal demais!

“Há reuniões que permitem e até pedem a informalidade, outras não. Portanto é preciso saber quando ousar ou não na linguagem. Errar na medida pode tornar a reunião improdutiva, além de comprometer a imagem do profissional que não se atentou a esse detalhe. Ele pode ser taxado de arrogante ou descompromissado. O que determina os limites é a lista dos participantes, bem como o objetivo do encontro. Quando é uma reunião de equipe, as gírias e as brincadeiras são permitidas, desde que usadas moderadamente. Agora, se nessa mesma reunião, o presidente da empresa for participar, é preciso tomar mais cuidado. A tática é observar o comportamento de quem convocou o encontro”. Sidneia Palhares, gerente de divisão efetiva da Gelre, empresa de recrutamento profissional.

8 erro8º Erro: Desviar a atenção com posturas corporais!

“Alguns comportamentos e posturas podem comprometer o desenvolvimento da reunião. Manias como bater os dedos na mesa, os pés no chão ou abrir e fechar a tampa da caneta repetidamente até podem parecer inofensivas, mas geralmente elas desviam a atenção dos demais participantes e, conseqüentemente, colocam em xeque o rendimento do encontro. As conversas paralelas, risos, cochichos ou bilhetinhos também devem ser banidos, mesmo quando se referem ao o mesmo assunto do evento. Ou você comenta com todos os participantes ou permanece em silencio. Se a reunião está cansativa e o sono já começa a incomodar, opte por anotar o que está sendo falado. Nada de ficar fazendo desenhos ou mexendo no laptop. Demonstrar desinteresse sobre a reunião pode ser um grande erro, além de transparecer falta de maturidade e comprometimento profissional”. Ássima Ferreira, psicóloga e professora da Fundação Dom Cabral.

9 erro9º Erro: Atender o celular!

“Não esqueça de desligar o celular. Ao entrar numa sala de reunião, essa é a primeira atitude que deve ser tomada. O toque do telefone móvel no decorrer do encontro pode atrapalhar o ritmo das discussões. Se você espera uma ligação importante, o ideal é avisar o gestor a respeito do ocorrido antes de iniciar a reunião. Nesses casos, opte por deixar o telefone no silencioso. Caso ele toque, não o atenda se abaixando na cadeira. Peça licença e saia da sala”. Igor Schultz, gerente da Page Personnel, filial do grupo Michael Page International – que faz recrutamento especializado.

10 erro10º Erro: Propagar as informações discutidas na reunião!

“Todo e qualquer comentário referente ao assunto pautado deve ser discutido na reunião. Nada de omitir a participação e deixar para tecer opiniões nos corredores. A roupa suja deve ser lavada, passada e guardada no encontro. Há ainda reuniões com caráter sigiloso. Nesse caso, a discrição deve ser ainda maior. Propagar os assuntos discutidos dentro da sala para a empresa não é uma atitude nada ética. Além do mais, o profissional pode perder a credibilidade junto ao gestor”. Fernando Henrique da Silveira Neto, especialista em desenvolvimento gerencial e professor do FGV Management.

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 2) – Por Larissa Leiros Baroni

Dando continuidade ao post / artigo anterior, iremos apresentar mais 3 (três) erros cometidos numa reunião corporativa. Consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo.

4º Erro: Não ter objetividade!

4 erro“Não é o tempo de uma reunião que determina sua produtividade. Ao contrário, quanto mais objetivo for o encontro, mais eficiente ele será. O ideal é que o evento tenha não só hora para começar, mas também para acabar, e é fundamental que esses limites sejam cumpridos. Uma responsabilidade que não se restringe apenas ao gestor. Os profissionais participantes também devem ficar atentos ao horário. Todos têm direito de emitir opinião, mas cada um deles tem o compromisso de fazê-lo de forma clara e objetiva. O tempo é um recurso caro, além do mais não é só a sua disponibilidade que está em jogo. Por isso fique atento ao que acontece. Nada de conversas paralelas ou de desviar o foco central da reunião para discutir assuntos que não estão em pauta”. (Reinaldo Passadori, especialista em Comunicação Verbal)

5º Erro: Não prestar atenção!

5 erro“É extremamente importante prestar atenção em tudo o que é dito na reunião. Afinal, você poderá ser cobrado daquilo a qualquer momento. Em casos de dúvidas, não tenha medo de perguntar. Mas, se as questões não estiverem relacionadas ao assunto pautado, deixe para abordar o gestor ao final do encontro. Para garantir que não se esqueça de nada do que foi abordado, anote as orientações. Ao sair da reunião, é recomendável refletir sobre tudo o que foi discutido e traçar os próximos passos profissionais. Se você não seguir as direções do chefe, sua credibilidade pode ser abalada. A realização de uma ata pode ser a bússola que irá nortear as ações dos funcionários e ainda as cobranças do gestor”. (Cristiane Cortez, consultora do IBTA Carreiras)

6º Erro: Não saber ouvir e fazer criticas!

6 erro“É comum que numa reunião haja confronto de idéias. Mas é preciso ter postura tanto para receber como para fazer críticas. Caso contrário, você pode perder a razão na discussão, além de transmitir aos participantes uma postura de inflexibilidade, agressividade ou até mesmo de chatice. Uma atitude que, ao invés de colaborar com o desenvolvimento da reunião, só tende a atrapalhar. Espere a conclusão de uma idéia antes de pedir a palavra para fazer a intervenção. Saiba aceitar as críticas, pondere os pontos positivos das observações e conclua com a defensiva. Ao fazer críticas, evite as expressões “mas” e “não concordo”, elas abalam a resistência emocional do criticado. Deixe de lado os ataques infundados e as pressões com base em problemas pessoais”. (Reinaldo Polito, mestre em ciências da comunicação, palestrante e professor de expressão verbal)

No próximo post iremos continuar a apresentação dos outros 4 erros!

Veja os 10 erros mais comuns em reuniões corporativas (Parte 1) – Por Larissa Leiros Baroni

guia2Já parou para pensar que no ambiente de trabalho suas atitudes são observadas o tempo todo? A vigilância vai desde o horário que chega e sai, até naquilo que se faz no desenvolvimento de atividade e no bate-papo com os colegas na hora do café. As reuniões não poderiam ser diferentes. Apesar do cara a cara com o gestor ser uma situação de altíssima exposição, esse é o momento de apresentar projetos e de mostrar suas capacidades e é nele também que muitos profissionais perdem a chance de deixar boa impressão por causa de erros básicos.

Para ajudar você a evitar problemas diante dos gestores, colegas de trabalho, fornecedores e clientes, consultamos diversos especialistas que apontaram o que pode colocar tudo a perder quando você participa de um encontro corporativo. Confira os dez erros mais cometidos numa reunião!

1º Erro: Chegar atrasado!

1 erro“Chegar atrasado, seja qual for o compromisso assumido, é falta de educação. Regra que não muda quando o assunto é reunião de negócios. Atraso é desrespeito com aqueles que compareceram na hora marcada. Lembre-se: o evento geralmente envolve uma série de profissionais e todos eles possuem compromissos alheios ao encontro. Por isso, por mais que tenha trânsito, organize-se para não se atrasar. Em caso de contratempos, ligue para informar o ocorrido e orientar que a reunião comece sem sua participação. Ao chegar ao local do encontro, seja discreto para não atrapalhar o andamento das discussões. Nada de fazer perguntas para saber o que ocorreu anteriormente. O atrasado perde esse direito. Use a pausa para o café para se inteirar dos acontecimentos ou faça isso depois da reunião”. (Célia Leão, consultora de etiqueta empresarial e autora do livro Boas Maneiras de A a Z)

2º Erro: Não se preparar!

2 erro“De nada adiantaria participar de uma reunião se não há o que contribuir para o seu desenvolvimento. Gastar tempo e dinheiro para fazer volume não é uma estratégia eficiente nem para você, nem para a empresa. Para que de fato o encontro seja produtivo é preciso que os profissionais envolvidos se prepararem para ele. Por isso, ao receber uma convocação, notifique-se sobre os assuntos tratados e os objetivos do evento. Se no convite esses aspectos não estiverem descritos, procure o organizador para esclarecê-los. Com as informações nas mãos, vá atrás de saídas e soluções para que elas sejam apresentadas na reunião. Uma atitude que provavelmente será reconhecida pelo gestor, já que demonstrará iniciativa, empenho, além de dedicação. Caso contrário, a única característica que ficará ressaltada é o desinteresse”. (Jean Pierre Marras, consultor de administração de Recursos Humanos e professor da PUC-SP )

3º Erro: Não saber quando falar e calar!

3 erro“Ao participar de uma reunião, é preciso se fazer notar tanto para marcar presença como para expressar sua opinião. No entanto, é fundamental saber quando falar e quando calar. Pedir a palavra para dizer algo que não está ligado à pauta ou para fazer um comentário que nada acrescenta na discussão só para chamar atenção não é uma boa estratégia. Essa intervenção pode prejudicar sua imagem, além de demonstrar desconhecimento e insegurança. O mesmo também acontece quando um profissional sai do encontro sem falar absolutamente nada. Para não errar a mão, a dica é conhecer o ambiente e as pessoas envolvidas e saber ouvir”. (Cláudio Edward dos Reis, professor de Psicologia Organizacional da Unesp)

No próximo post iremos continuar a apresentação dos outros 7 erros!

Os riscos de permanecer na zona de conforto (Por Patrícia Bispo)

Porradas039aEm nossas atividades de consultoria, no qual somos “agentes de mudança”, o desafio da intervenção / reestruturação / orientação torna-se mais desafiador quando a organização, ou seja, a empresa no qual nos contrata esta proliferada / contaminada por profissionais que não querem mudar, que querem “ficar no quadro” … ou melhor dizendo “ficar na zona de conforto”! Mas o que estes profissionais não querem perceber que de “conforto” esta “zona” não tem nada, na realidade deveria se chamar de “zona de risco”, alto risco melhor dizendo!

Hoje li um artigo muito bem elaborado pela Patrícia Bispo.

“Tudo vai bem, quando a tranqüilidade torna-se uma constante. Não há surpresas desagradáveis, a rotina no trabalho não exige muito do colaborador. Contudo, apesar de acreditar que está em uma situação confortável, ele não imagina que a chamada zona de conforto em nada é benéfica à sua carreira e pode comprometer seriamente o desenvolvimento profissional.”

Clique neste link e acesse na integra este artigo!

E você … esta na “zona de risco”?

Como preparar um Gestor da Qualidade (Por Ronaldo Costa Rodrigues)

CapturarAlgumas vezes, em minhas consultorias, os meus contatos / representantes dos clientes, me questionam sobre qual seria o perfil / competências adequados para o responsável pelo Sistema de Gestão pela Qualidade, ou seja, o Gestor da Qualidade. Recentemente li um artigo do meu colega Ronaldo Costa Rodrigues no qual faz analogia com um preparo de uma comida, um “prato” especial, achei muito boa a abordagem!

Segue o link do artigo!

Dica de Filme – O Poderoso Chefão – Parte II

Poderoso chefão II

Na tentativa de realizar um trabalho tão competente e não menos impecável, Francis Ford Coppola entregou uma obra muito mais complexa, mas não abriu mão do escopo tenso e vigoroso de cenários e personagens que conquistou o mundo pela excelência apresentada na primeira parte da trilogia. A rigor, Coppola seguiu a mesma cartilha, mas inseriu fatos históricos reais e falou ainda mais sobre o amor pela família. No entanto, na arriscada opção de carregar duas histórias paralelas, apesar de acertar na montagem, Coppola deixou-as sem isometria alguma, deixando claro que teve problemas sérios com a montagem paralela.

Ademais, Coppola e companhia preparam inúmeras inovações para esta continuação do original. O diretor, por exemplo, investiu numa teia com maior número de personagens importantes, apostou novamente nas longas tomadas e ampliou o espaço de improviso do elenco. O roteiro, desta vez, tem mais o carimbo do autor do livro, Mario Puzo, do que o do próprio diretor, mas mantém a construção dramática com perfeição, arriscando-se um pouco mais ao apresentar novos personagens. O Poderoso Chefão – Parte II possui, dentre seus maiores méritos, a ousada e belíssima fotografia de Gordon Willis, novamente procurando por novas e inovadoras alternativas, criando uma atmosfera ainda mais obscura e utilizando abundantemente tomadas em contraluz.

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Tudo é claramente construído com o intuito de agravar e acentuar a trajetória icônica de Michael Corleone, um verdadeiro líder de grupo, que toma conta de tudo com voz e autoridade, ganhando respeito e confiança de todos. Obviamente falamos aqui de um homem que agia fora da lei, mas que evidentemente trabalhava seguindo rigorosos códigos éticos para o bem de sua família. Fazendo uma analogia, podemos mudar a família Corleone por uma organização. Michael é o centro de tudo, o superior que dita às coordenadas do grupo. Em meio a percalços, naturais a todo tipo de trabalho coletivo, o famíia Corleone vai evoluindo em sua “missão”, munida de muita organização e empenho – claro, com medidas explicitamente incorretas.

Como todo bom líder, Michael ensina, motiva, acompanha, sugere, inspira. O líder é o parâmetro de trabalho que os elementos da equipe buscam se espelhar, e Michael Corleone desempenha uma importante função neste sentido – novamente frisando, através de métodos política e eticamente incorretos. Líder não é quem manda, é quem auxilia quem ensina sua forma de trabalho, sua visão, para que, assim, o grupo consiga se adequar.

A autodisciplina é fundamental! (Parte 2)

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Dando continuidade ao post anterior, gostaríamos de apresentar algumas orientações com a finalidade de desenvolver a Autodisciplina:

  • Primeiro, pense: você reserva quanto tempo para exercícios regulares ou disciplinados? Você tem feito atividades físicas freqüentemente? Nos últimos dias, realizou alguma coisa que visasse sua melhoria profissional? Deixou guardado um pouco de seu rendimento para a poupança? Se você esta esquecendo de realizar isso, não se importando ou somente falando a si próprio que fará tudo isso mais adiante, a autodisciplina está necessitando ser desenvolvida.
  • Entenda como dar valor e organizar seu tempo. Isto é essencial para os indivíduos auto disciplinados. Passamos nossa vida em função do tempo, logo, faça com que ele esteja do seu lado. Isso somente ocorre quando tem o controle de seus horários. Desta forma, não estará subordinado ao tempo, pelo contrário.
  • Controle sua contas. Se você esta endividado sempre, algo não está certo … E para acabar de vez com isso somente tendo autodisciplina. Ter organização nas finanças, saber cauteloso nas compras, criar e anotar em planilhas de custos e gerenciamento o orçamento é fundamental para o perfeito entendimento com o dinheiro.
  • Estipule prioridades. Mesmo que necessite realizar muitas coisas ao mesmo tempo, coloque em ordem para não ficar perdido. Centralize o serviço no que é de maior importância. Pense em torno de três áreas que ache importante. Defina a disciplina que precisa desenvolver para seguir melhorando em cada segmento e crie um plano para que essas atitudes sejam constantes.
  • Pare de dar “desculpas” para os seus erros. Se você sempre tem uma explicação para a falta de disciplina, é por que elas são apenas meras desculpas. Para progredir, você necessita encará-las, corrigir os erros. Anote as razões pelas quais não foi capaz de realizar o que queria.
  • Seja disciplinado, mas seja flexível. Não fique preso às agendas e às obrigações que deixaram de valorizar a sua vida.

Inovar para se manter no mercado!

culture-of-innovation1A maioria da empresas no qual presto serviços de consultoria são familiares de pequeno e médio porte, e quase em todas, o maior problema não é meramente qualidade ou gestão pela qualidade. O que presencio sempre é o desafio de INOVAR, sendo que para esta “ação” não necessariamente necessitamos de “dinheiro no caixa”, mas sim … se desprender da “zona de conforto” e criar uma cultura de inovação!

As empresas de grande porte, às vezes na sua essência familiares, mas já buscando a profissionalização da sua gestão, tudo é mais fácil, por exemplo: qualificar colaboradores, obter novas tecnologias, ampliar as áreas de produção, etc. … etc. … e etcetera!

Mas vamos retornar para o “universo” das empresas familiares de pequeno e médio porte, aquelas que necessitam de tudo isso que mencionamos no parágrafo anterior e principalmente garantir que os colaboradores irão ficar por muito tempo trabalhando em suas organizações, ou seja, “reter os talentos”!

Mas a “chave”, para estas empresas é sem dúvida INOVAR … para que não sejam sucumbidas pelos concorrentes e simplesmente MORRAM!

Mas, em alguns casos o “maior concorrente” é a própria empresa, através do medo dos seus “donos” de tomar atitudes, que necessariamente não iriam necessitar de altos volumes de recursos financeiros!

Mas vamos estudar os paradigmas destas empresas essencialmente familiares, por exemplo, muitos casos não existe a delegação aos seus subordinados e não trabalham com responsabilidades.

Grande parte de empresas familiares, o dono quer ver tudo, assinar tudo, contratar, demitir, sem ele a empresa fecha. Mas a agilidade e inovação nesses casos ficam extremamente comprometidas, já que tudo depende de uma única pessoa, sem ele nada anda, os profissionais não podem opinar e nem melhorar a forma de trabalho ou os processos que são arcaicos e do tempo em que não existia computador, quem dirá internet!

Os termos INOVAR e MELHORIA CONTÍNUA para estas empresas são considerados como obstáculos, verdadeiras barreiras e não como uma poderosa “ferramenta” para a gestão estratégica da organização!

É claro que todo dono de empresa que começou seu negócio pequeno e conseguiu se estabilizar ou crescer com os processos e métodos antigos, acabam não vislumbrando novos cenários e que profissionalizando as relações da empresa, poderá obter mais sucesso e dedicar seus esforços naquilo que ele realmente é bom, que é empreender.

É como um pai que vê os filhos crescerem e no momento que precisa solta-los para o mundo (fazer viagens, sair com os amigos para as festas, etc.), acaba não tendo coragem ou habilidade para liberá-los, mas nós que somos pais de duas meninas que daqui a pouco irão para a “aborrecência”, digo, não adianta segura-los, o melhor a fazer é orientá-los, passar os seus valores e premissas, solta-los aos poucos para que possa ir se familiarizando com as novas responsabilidades e com o novo mundo, acompanhá-los de perto para verificar se as decisões estão sendo tomadas de acordo com o que foi planejado, dialogar para corrigir erros e elogiar os acertos.
Assim poderemos agir com assertividade tanto no exemplo acima quanto nas empresas familiares, que em sua grande maioria são pequenas.

É importante ressaltar que as pequenas empresas necessitam de profissionais pró-ativos e com visão generalista, que entendam do negócio, mas também de pessoas, que conheçam os clientes e os fornecedores da organização.

Em minha experiência de 14 anos de consultorias, tive a oportunidade de acompanhar o crescimento de várias empresas e posso afirmar com certeza, que o que faz a diferença para as pequenas, é a pró-atividade de seus colaboradores, alinhado ao espírito de equipe com o empreendedorismo dos sócios.

Costumo resumir que o que as pequenas empresas mais precisam para se manter no mercado é: “Profissionais com Mente Inovadora + Força Criadora = SUCESSO”, elas necessitam ter em seu quadro de colaboradores, profissionais com esse espírito aguerrido que arregaçam as mangas e buscam alternativas baratas para que a empresa seja cada vez mais competitiva no mercado.

Como conseguir manter colaboradores comprometidos e “amando” o local onde trabalham, se existem outras empresas que possuem em suas cestas de benefícios, por exemplo: convênio médico, odontológico, seguro de vida, PLR, programas de treinamentos e bolsas em faculdades, colégios, etc.?

A resposta é simples, INOVAÇÃO, a todo o momento a empresa tem que estar inovando e procurando fechar parcerias com organizações que forneçam descontos ou outros atrativos para os colaboradores, exemplo disso são convênios com farmácias, supermercados, etc., a empresa não paga nada, apenas repassa o valor descontado do colaborador e o parceiro fornece desconto e prazo para pagamento ao colaborador.

Outra parceria que pode ser firmada é com faculdades, geralmente os cursos de graduação exigem estágios que podem ser cumpridos nas empresas, como por exemplo, estudantes de fisioterapia que podem uma vez por semana aplicar na empresa palestras de terapias ocupacionais como correção postural, etc.

São alternativas que as empresas precisam buscar para agregar valor ao ser humano e sem custo.

Outro ponto importante é a LIDERANÇA, em grande parte das pequenas empresas, o líder é aquele profissional que era muito bom tecnicamente ou é o mais velho de casa, mas será que ele está preparado para assumir uma equipe, assumir as responsabilidades e buscar resultados, com e através das pessoas? Podemos afirmar que raramente ele está preparado.

O líder moderno, seja ele um profissional que atua nas grandes ou pequenas empresas, tem que ser técnico e conhecer muito bem o trabalho operacional do seu setor, mas, além disso, tem que saber gerir pessoas, motivá-las, orientá-las, influenciá-las e proporcionar um ambiente agradável para aumentar cada vez mais os resultados.

Para as pequenas empresas os caminhos para a Inovação, são mais tortuosos, porem se a organização conseguir reunir um grupo de colaboradores comprometidos, uma liderança altamente eficaz em extrair resultados da equipe e os objetivos estiver claro para todos, as inovações surgem e afloram naturalmente, já que o organograma e as burocracias são bem menores nessas organizações.

Basta a formação de um time focado em ganhar, para que os resultados sejam os melhores a cada dia!

Para as pequenas empresas, inovar é uma questão de se manter no mercado cada vez mais predatório e que muda a cada minuto, não basta ser bom naquilo que a empresa faz hoje, é preciso pensar em se sustentar ao longo dos anos, buscar a melhoria contínua e essencialmente, estar antenado as mudanças que acontecem. Para isso, contar com seus colaboradores fará a diferença na hora da competição pelo cliente.

Recentemente, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter em um evento sobre empreendedorismo, realizado em Porto Alegre/RS, foi entrevistado por renomados executivos / empreendedores, e um deles lhe perguntou: “Qual o maior patrimônio de um empreendimento?” O Sr. Gerdau não hesitou em respondê-lo: “Há 20 ou 30 anos eu dizia, podem levar todos os meus ativos, mas não levem a minha equipe. Com eles posso fazer tudo melhor de novo. Com dinheiro, você compra todo o conhecimento. Menos as pessoas. Tenho paranóia nesse sentido. “Quando se investe em pessoas, não existe limite para os resultados.

Lembrem-se os colaboradores são os maiores ativos que a empresa tem!

Dica de Filme – Um Domingo Qualquer

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Durante toda sua extensa e vitoriosa carreira, Al Pacino construiu uma persona cinematográfica de respeito, dentro e fora de Hollywood, e foi em Perfume de Mulher que o ator atingiu seu ápice. Dennis Quaid é um tipo experiente que já fez um ótimo trabalho em Longe do Paraíso, e vêm amadurecendo com o tempo. Jamie Foxx é um ator carismático e que já conquistou seu espaço, não só pelo excelente desempenho em Ray. Cameron Diaz nunca fez nada que justifique seu status pop, sendo Coisas Que Você Pode Dizer só de Olhar Pra Ela a única exceção. Aaron Eckhart e Matthew Modine não são mais do que razoáveis. James Woods e Charlton Heston dispensam comentários, o segundo já é lenda.

É apoiado neste elenco estrelar que o diretor e roteirista Oliver Stone (que ainda massageia o ego com pequeno personagem que não influencia em nada na trama) pretende contar a sua versão sobre os bastidores do milionário mundo do futebol americano. A câmera de Stone assume ângulos épicos e capta muito bem o universo do american football, filmando um verdadeiro espetáculo do esporte. O diretor de Nixon, porém, erra em alguns pontos cruciais, e acaba afastando o espectador antes do final da metragem. Os problemas mais recorrentes da carreira do diretor estão aqui: a firula com a câmera, todo aquele malabarismo com efeito especial e personagens sem profundidade, com sentimentos baratos, gratuitos, superficiais.

O roteiro de John Logan e do próprio Stone peca na construção dos personagens. Ou melhor, o texto nem se preocupa com isso. A trama básica envolve um treinador (Pacino) que perde seu capitão e melhor jogador (Quaid) em meio a jogos importantes. Forçado a colocar um substituto, o treinador escolhe o novato William Beaman (Foxx), que rapidamente assume o status pop e vira o grande astro do time. Quando o capitão recupera-se e se coloca a disposição para voltar a jogar, o treinador não pensa duas vezes antes de colocá-lo em campo, só que recebe ordens superiores da autoritária (e “dona” do time) Christina Pagniacci (Diaz) para manter o jovem talento no time.

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Apesar dos deslizes, podem ser retiradas várias lições de Um Domingo Qualquer. O filme pincela uma trajetória interessante sobre a liderança, a criatividade e o trabalho em equipe. Uma delas diz que um bom profissional pode buscar propor novas idéias, não temer os debates, mostrar empenho e competência ao propor estas idéias, saber impor seus argumentos de forma a contribuir para o melhor andamento do ambiente de trabalho. Um bom profissional também deve saber que, se um elemento do grupo erra, todos erram. O mesmo vale para o sucesso. E assim caminha a humanidade.

A presença de um líder pode auxiliar ainda mais no desenvolvimento do trabalho, dando segurança e garantindo a manutenção do mesmo. Não obstante, torna-se essencial o esforço individual para que o grupo caminhe em sincronia rumo ao sucesso. Ademais, sabemos que é papel do líder entender e contribuir para que seus comandados possam alcançar realização e satisfação pessoal. Por outro lado, o líder precisa trabalhar em prol do grupo, buscando aumentar o sentimento de lealdade, comprometimento e confiança entre todos. Para o trabalho equipe funcionar na prática, o líder precisa estar atento e o grupo, consciente de suas obrigações. Depois disso, a criatividade surgirá ao natural, pois um grupo determinado e bem focado dificilmente deixará de alcançar seus objetivos.