De carona, pequenas empresas se tornam globais (Fonte: Agência Estado)

A internacionalização de companhias brasileiras está abrindo portas para pequenas e médias empresas no exterior. Como fornecedoras ou prestadoras de serviços, elas pegam carona no boom de investimentos internacionais de grandes grupos.

Além de ajudar a conquistar clientes lá fora, algumas parcerias acabam estimulando as pequenas a buscar certificações técnicas e se tornarem mais ágeis e competitivas também no mercado doméstico.

A empresa especializada na instalação de canteiros de obras, a Canteiro Construções Racionalizadas, de Santa Isabel (SP), deu o primeiro passo de sua internacionalização em 2004, ao firmar um contrato com a Construtora Odebrecht. Desde então, já montou seus espaços em empreendimentos na Venezuela, República Dominicana e Angola. Cinco anos depois, o faturamento com projetos internacionais representa 20% do total da companhia, conta um dos sócios, Sérgio Boff.

O país africano, que passa por intensa reconstrução, após o fim da guerra civil que durou mais de duas décadas, tem papel de destaque nesse resultado. Ali, a empresa já espalhou seus canteiros por uma área de 50 mil metros quadrados. A parceria com a Odebrecht ajudou a dar visibilidade para a Canteiro Construções Racionalizadas, que está expandindo sua atuação em Angola. Há dois anos, a Canteiro passou a fornecer para outros clientes no país. “Estando lá, ficou mais fácil fazer os contatos”, acredita Boff. Entre os novos clientes, estão grupos locais e nacionais como Engepar e Atlantis.

Outra companhia que aproveitou a internacionalização de grandes grupos para buscar novos mercados foi a carioca PCE Projetos e Consultorias de Engenharia, que faz projetos de engenharia. Fornecedora de empresas como Odebrecht e Andrade Gutierrez, a companhia está presente em obras no Peru, Bolívia, República Dominicana e Honduras, conta o diretor Paulo Roberto Pereira. “Às vezes, a parceria funciona melhor do que a criação de uma sede no exterior”, afirma.

Os contratos internacionais, que respondem por 15% do faturamento da PCE, também trazem segurança para a empresa. “Quando das coisas vão mal no Brasil, eles funcionam como seguro”, afirma.

Milton Torrecilhas, diretor da empresa de componentes elétricos PJ, de São Paulo, também vê a internacionalização como uma garantia de faturamento. “Com as vendas externas, posso correr atrás de novos negócios e fortalecer outras áreas no mercado doméstico.”

Filial

A empresa familiar, que fez sua primeira exportação há cinco anos, para atender uma obra de Odebrecht em Angola, resolveu investir para atender o mercado internacional. Há um ano e meio, abriu uma filial no Rio de Janeiro para facilitar o envio de produtos para o país africano, escoados pelo porto da capital fluminense. Pelo menos 10% do faturamento é obtido com as exportações.

As pequenas e médias empresas são maioria entre os fornecedores da Odebrecht no exterior. Elas representam 90% dos fornecedores de serviços e 60% dos de produtos. “Uma das principais vantagens em ter essas companhias como parceiras é a agilidade. Conseguimos tratar diretamente com o dono”, comenta Mauro Rehm, gerente geral da Odebrecht Logística e Exportação.

Exigências

Segundo o executivo, porém, nos contratos para exportação, os níveis de exigências são maiores. “Muitos exigem requisitos que as empresas que atuam apenas no mercado interno não têm.” Nesse caso, diz ele, a companhia auxilia os pequenos fornecedores a buscarem qualificação técnica, que incluem cuidados especiais com embalagens, entrega e atendimento. “Mas a empresa precisa ter, além de potencial, a vontade de se internacionalizar.”

Paulo Roberto Pereira, da PCE, conta que o primeiro contrato internacional obrigou a empresa a buscar certificações, como o ISO 9001. As auditorias também se tornaram uma constante na rotina da companhia. “A empresa passou a buscar um melhor controle de qualidade”, conta ele.

Crise dá trégua e já falta mão de obra (Por Marcelo Rehder – Estadão.com.br)

Emprego e desempregoHoje, li no estadão.com.br um artigo no qual o seu autor, o Marcelo Rehder, confirma as minhas suspeitas de que estamos diante de uma outra crise no Brasil, ou seja, a falta de trabalhadores qualificados, principalmente para setores estratégicos como petróleo e gás, construção civil e agronegócio!

Vale a pena reservar um tempo em suas agendas para esta leitura e análise, clique neste link para ter acesso a este artigo!

E você, faz parte destes segmentos?

Já estão percebendo esta nova crise?

Quais são as alternativas para superar esta nova crise?

Um ano depois! Empresas gaúchas entram no rumo da recuperação

DINHEI~1Dando continuidade ao post que publicamos ontem, o jornal Zero Hora publicou hoje, uma reportagem apresentando que mesmo em um ano de crise, no qual empresas perderam receita e mercados, e trabalhadores, o emprego, o estado do Rio Grande do Sul recebeu boas notícias!

Doze meses depois do ponto que marcou o início da fase mais dura da turbulência, além da confirmação de investimentos milionários e da manutenção dos planos de industrialização de leite, o Estado assiste à estabilização de grandes indústrias e de importantes segmentos para a economia gaúcha.

Veja a notícia na íntegra, clicando neste link.

Reação no campo! Vendas de máquinas reboca vagas!

Como é bom ler notícias otimistas sobre o mercado de trabalho e principalmente sobre as perspectivas de crescimento!

Li hoje no jornal Zero Hora, este tipo de notícia: o estímulo à compra de tratores e colheitadeiras para agricultura familiar e empresarial faz a indústria projetar mais trabalho!

Veja a notícia na íntegra, clicando neste link.

Aproveitando, segue abaixo, uma charge do Iotti, que foi publicada hoje, também na Zero Hora que traduz o nosso sentimento de liberação de angústia e renovação de esperança por tempos melhores para todos, trabalhadores e empresários!

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A autodisciplina é fundamental! (Parte 2)

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Dando continuidade ao post anterior, gostaríamos de apresentar algumas orientações com a finalidade de desenvolver a Autodisciplina:

  • Primeiro, pense: você reserva quanto tempo para exercícios regulares ou disciplinados? Você tem feito atividades físicas freqüentemente? Nos últimos dias, realizou alguma coisa que visasse sua melhoria profissional? Deixou guardado um pouco de seu rendimento para a poupança? Se você esta esquecendo de realizar isso, não se importando ou somente falando a si próprio que fará tudo isso mais adiante, a autodisciplina está necessitando ser desenvolvida.
  • Entenda como dar valor e organizar seu tempo. Isto é essencial para os indivíduos auto disciplinados. Passamos nossa vida em função do tempo, logo, faça com que ele esteja do seu lado. Isso somente ocorre quando tem o controle de seus horários. Desta forma, não estará subordinado ao tempo, pelo contrário.
  • Controle sua contas. Se você esta endividado sempre, algo não está certo … E para acabar de vez com isso somente tendo autodisciplina. Ter organização nas finanças, saber cauteloso nas compras, criar e anotar em planilhas de custos e gerenciamento o orçamento é fundamental para o perfeito entendimento com o dinheiro.
  • Estipule prioridades. Mesmo que necessite realizar muitas coisas ao mesmo tempo, coloque em ordem para não ficar perdido. Centralize o serviço no que é de maior importância. Pense em torno de três áreas que ache importante. Defina a disciplina que precisa desenvolver para seguir melhorando em cada segmento e crie um plano para que essas atitudes sejam constantes.
  • Pare de dar “desculpas” para os seus erros. Se você sempre tem uma explicação para a falta de disciplina, é por que elas são apenas meras desculpas. Para progredir, você necessita encará-las, corrigir os erros. Anote as razões pelas quais não foi capaz de realizar o que queria.
  • Seja disciplinado, mas seja flexível. Não fique preso às agendas e às obrigações que deixaram de valorizar a sua vida.

As lições da Crise (Por Volnei F. de Castilhos)

interrogacao

A crise gerou oportunidades?

Estamos iniciando o mês de setembro e qual foram as lições de mais uma crise?

  • Falávamos que o Caixa era o Rei! As empresas precisam ter um valor de capital de giro próprio para conseguir sair bem crise (vide artigo anterior, clicando neste link).  Mas, é somente nos períodos de crise que precisamos se preocupar com os nossos recursos?
  • Que Gestão de Pessoas tinha que ser estratégico. As pessoas nos ajudariam a pensar em alternativas para as vendas.  Pensemos só na crise que as pessoas precisam se preocupar com o talento humano ?
  • Que todos precisavam criar, reter e fidelizar CLIENTES. O Cliente é o Rei! Quer dizer que antes o cliente não era importante?  Que lá nas nossas empresas continuávamos atendendo mal e tudo bem.
  • Que vai sobreviver quem somente INOVA. Certo, mas nos planejamentos estratégicos as verbas para criar e melhorar os produtos atuais não eram importantes.
  • Que não poderíamos esquecer da Qualidade. Mas qualidade não precisa ser revisado diariamente nas empresas?  Sem qualidade não há clientes interessados em comprar nossos produtos. Os nossos colaboradores precisam estar preocupados em melhorar os processos e ter QUALIDADE SEMPRE, não somente nos momentos de crise. Mas o que fazer?  Quem não tem um programa formalizado o que fazer?  Busque um bom consultor. Às vezes dizemos que temos condições de fazermos sozinho, mas a prática mostra que num primeiro momento o profissional de fora é isento e as cobranças serão feitas com datas e planos de ações.
  • E os nossos custos?  Bom, custos como as áreas acima é estratégico. Você imagina estar aumentando faturamento e não estar sobrando dinheiro no caixa da empresa?  Além de controlar os custos internos, na formação do preço de venda, não podemos errar, pois o dinheiro da venda mal calculado gera falta de caixa.
  • Inadimplência Controlada.  Bom, isso significa que quando não tem crise podemos vender sem ter uma preocupação em avaliar bem a concessão de crédito.
  • E o Marketing?   Pode ser bem usado sempre. Quem são nossos clientes, qual  nosso foco?
  • Existe gestão sem uma boa Contabilidade?  Por que muitas empresas olham a Contabilidade somente para fins fiscais e deixam de aproveitar a contabilidade como instrumento de gestão. Não se esqueça de ter bons controles internos. Faça Planejamento Tributário.
  • E nossos investimentos em tecnologia, produtos novos e melhores processos?  Sabemos que é uma empresa é um conjunto de boas idéias e investimentos permanentes em melhorar tudo sempre.
  • A crise passou!  As lições de quem acompanhou as crises das décadas de 80, 90 e a década atual, e a crise que está chegando ao fim, foi a pior de todas?  A atual crise de confiança Internacional dos mercados foi maior que a das décadas de 80, considerada a década perdida.
  • A atual crise gerou muitas oportunidades de Mercado. Mas antes de tudo não deixe para reavaliar a sua empresa e estar pensando sempre em treinar suas pessoas, motivá-las, conquistá-las e tratá-las como colaboradoras. Quando sua empresa estiver superada a CRISE, busque CRIAR, PENSAR NO FUTURO, PLANEJAR e conquistar novos mercados.
  • Não esqueçamos agora de PLANEJAR mais, fale mais com seus funcionários, quando trabalhar a atualização do seu Planejamento Estratégico para 2010, veja o mercado sempre com bons olhos e ele é nos ajuda a REPENSAR NOS EMPRESAS DIARIAMENTE.

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos

Mestre em Finanças (UFRGS)

Professor da Fundação Getúlio Vargas

Consultor Financeiro

volneifc@terra.com.br

Tempo não é dinheiro (Por Christian Barbosa)

timeismoney_thumbContrariando a máxima do capitalismo, tempo não é dinheiro. Se fosse, qualquer desempregado seria extremamente rico. Mas também dinheiro abundante não é sinônimo de riqueza. A utilidade que você tira do seu tempo e do seu dinheiro é que determinam o quão rico você é, ou qual a verdadeira prosperidade você possui.

A sinergia entre tempo e dinheiro é tão grande que dificilmente você conseguirá ter um sem o outro de forma equilibrada. Ou seja, para aproveitar seu dinheiro você precisa de tempo e para ter tempo você precisa de dinheiro. Isso não significa a conquista de um sonho utópico, ou ganhar na loteria. Significa que você se prontificou a aprender como usar melhor seu tempo e seu dinheiro, para gerarem prosperidade. Independente do tempo e do dinheiro disponível atualmente.

Esse é o pressuposto que defendemos e comprovamos no livro Mais Tempo Mais Dinheiro, que escrevi em parceria com o Gustavo Cerbasi (Casais Inteligentes Enriquecem Juntos).

Defendemos o conceito de que a vida é vivida basicamente em “ciclos pessoais”, que são o modo como escolhemos e decidimos levar nossa vida. Esses ciclos podem ser visualizados na imagem de uma espiral, como um amortecedor de carro. Essa espiral pode ser ascendente (prosperidade), descendente (frustração) ou contínua no mesmo ponto (sobrevivência).

O Ciclo da Prosperidade compreende as pessoas que dão resultados, que sabem usar bem seu tempo, conseguem fazer o dinheiro render e aumentar, usam técnicas de planejamento para tempo e finanças e vivem de forma sustentável em todos os seus papéis.

O Ciclo da Frustração tem sentido descendente e compreende as pessoas que não conseguem ter tempo para nada, vivem cheias de problemas financeiros, pagam juros aos bancos, vivem atrasadas em suas atividades e o estresse é parte integrante da vida.

O Ciclo da Sobrevivência é quando o círculo se estaciona em alguma posição da espiral da vida e a pessoa literalmente, “corre atrás do próprio rabo”. Muitas vezes ela se conforma em apenas sobreviver. Em ter dinheiro suficiente para pagar suas contas, em permanecer estacionados em sua carreira, em seu tempo ser mal utilizado na maioria das vezes.

O propósito de uma vida equilibrada e com resultados é entrar na espiral da prosperidade e nunca mais sair dela. E isso depende de alguns fatores, mas principalmente da sua auto-análise em descobrir o ciclo que se encontra e de vontade para operar mudanças na sua vida.

Tempo e Dinheiro são grandezas que quando bem utilizadas fazem a diferença na sua vida, da sua família e das pessoas que estão ao seu redor. Não é sorte, mágica ou utopia. É metodologia, treinamento, persistência e planejamento colocados em prática no seu dia-a-dia!

Que tal começar analisando em qual espiral sua vida se encontra?

Clique aqui e faça o teste.

Perfil 2008 – Indústria Brasileira de Transformação de Material Plástico

CapturarA Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) fez estudo inédito sobre o setor de transformação do plástico.

Segundo informações da RAIS/MTE de 2007, o setor da transformação do plástico possui 11.329 estabelecimentos ativos, número que se manteve praticamente estável com relação a 2006 quando havia 11.263 empresas. (aumento de 0,5% – 66 novos estabelecimentos).

O setor apresenta um grande número de pequenas empresas.

As poucas grandes empresas detêm posições de destaque dentro do mercado e são altamente competitivas em termos de tecnologia e produtos diferenciados.

Das 11.329 empresas do setor, 94,3% são consideradas pequenas empresas (até 99 empregados), 5,29% são empresas de porte médio (até 499 empregados) e apenas 1% são empresas de grande porte (mais de 500 empregados)

Os dados relativos às formas jurídicas das empresas também fornecem o parâmetro de proporção do tamanho das empresas.

Verifica-se que 85% são de sociedade limitada, 1,2% são S.A (fechada) e 0,3% são S.A (aberta) e 11% são de empresários individuais.

Aproximadamente 85% das empresas transformadoras de material plástico, estão localizadas na região Sudeste e Sul do País.

O estado de São Paulo concentra 44,6% do total de estabelecimentos no Brasil (5.061 estabelecimentos).

No Rio Grande do Sul estão 11%; em Santa Catarina 8%; no Paraná, 8%; em Minas Gerais 7%, e no Rio de Janeiro, 5% do total de estabelecimentos brasileiros.

Conforme os últimos dados disponíveis (IBGEPIA-Empresa 2006) o setor em 2007 representava cerca de 3% do total das indústrias instaladas no Brasil.

Empresas do Setor Plástico:

  • 11.329 Empresas em 2007 (aumento 0,59% em relação ao ano anterior);
  • 94,3% das empresas são de micro e pequeno porte;
  • 85% das empresas brasileiras encontram-se nas regiões Sudeste e Sul do Brasil;
  • Produção de 4,8 milhões de toneladas de resinas termoplásticas em 2008;
  • Redução de 8,6% na produção de resinas termoplásticas em relação a 2007;
  • Consumo Aparente de 5,1 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, e;
  • Aumento de 5,3% no consumo aparente de resinas termoplásticas em relação a 2007.

Uma das características do setor de transformação de material plástico é o fato de utilizar mão de obra intensiva.

As estimativas para 2008 indicam que o setor empregava 314.794 empregados diretos (RAIS/CAGED), representando um crescimento de 1,18% comparativamente a 2007 quando haviam 311.118 empregados no setor.

De 2007 para 2008 foram criados 3.676 novos empregos diretos, mesmo considerando os impactos da crise econômica, que puderam ser observados a partir de outubro de 2008, com a redução de postos de trabalho.

Do total de empregados no setor plástico, 81% estão diretamente alocados na área de produção, 15% atuam nas áreas administrativas e de marketing e os outros 4% dizem respeito aos proprietários e sócios. (IBGE: PIA)

Quanto ao nível de escolaridade da mão de obra empregada no setor plástico, verifica-se que 48,8% dos empregados não têm o ensino médio completo, 43,7% possuem o ensino médio, 3,1% estão cursando o ensino superior e 4,3% tem o nível superior completo. (RAIS 2007)

Os dados completos da pesquisa podem ser acessados através deste link.

Inovar para se manter no mercado!

culture-of-innovation1A maioria da empresas no qual presto serviços de consultoria são familiares de pequeno e médio porte, e quase em todas, o maior problema não é meramente qualidade ou gestão pela qualidade. O que presencio sempre é o desafio de INOVAR, sendo que para esta “ação” não necessariamente necessitamos de “dinheiro no caixa”, mas sim … se desprender da “zona de conforto” e criar uma cultura de inovação!

As empresas de grande porte, às vezes na sua essência familiares, mas já buscando a profissionalização da sua gestão, tudo é mais fácil, por exemplo: qualificar colaboradores, obter novas tecnologias, ampliar as áreas de produção, etc. … etc. … e etcetera!

Mas vamos retornar para o “universo” das empresas familiares de pequeno e médio porte, aquelas que necessitam de tudo isso que mencionamos no parágrafo anterior e principalmente garantir que os colaboradores irão ficar por muito tempo trabalhando em suas organizações, ou seja, “reter os talentos”!

Mas a “chave”, para estas empresas é sem dúvida INOVAR … para que não sejam sucumbidas pelos concorrentes e simplesmente MORRAM!

Mas, em alguns casos o “maior concorrente” é a própria empresa, através do medo dos seus “donos” de tomar atitudes, que necessariamente não iriam necessitar de altos volumes de recursos financeiros!

Mas vamos estudar os paradigmas destas empresas essencialmente familiares, por exemplo, muitos casos não existe a delegação aos seus subordinados e não trabalham com responsabilidades.

Grande parte de empresas familiares, o dono quer ver tudo, assinar tudo, contratar, demitir, sem ele a empresa fecha. Mas a agilidade e inovação nesses casos ficam extremamente comprometidas, já que tudo depende de uma única pessoa, sem ele nada anda, os profissionais não podem opinar e nem melhorar a forma de trabalho ou os processos que são arcaicos e do tempo em que não existia computador, quem dirá internet!

Os termos INOVAR e MELHORIA CONTÍNUA para estas empresas são considerados como obstáculos, verdadeiras barreiras e não como uma poderosa “ferramenta” para a gestão estratégica da organização!

É claro que todo dono de empresa que começou seu negócio pequeno e conseguiu se estabilizar ou crescer com os processos e métodos antigos, acabam não vislumbrando novos cenários e que profissionalizando as relações da empresa, poderá obter mais sucesso e dedicar seus esforços naquilo que ele realmente é bom, que é empreender.

É como um pai que vê os filhos crescerem e no momento que precisa solta-los para o mundo (fazer viagens, sair com os amigos para as festas, etc.), acaba não tendo coragem ou habilidade para liberá-los, mas nós que somos pais de duas meninas que daqui a pouco irão para a “aborrecência”, digo, não adianta segura-los, o melhor a fazer é orientá-los, passar os seus valores e premissas, solta-los aos poucos para que possa ir se familiarizando com as novas responsabilidades e com o novo mundo, acompanhá-los de perto para verificar se as decisões estão sendo tomadas de acordo com o que foi planejado, dialogar para corrigir erros e elogiar os acertos.
Assim poderemos agir com assertividade tanto no exemplo acima quanto nas empresas familiares, que em sua grande maioria são pequenas.

É importante ressaltar que as pequenas empresas necessitam de profissionais pró-ativos e com visão generalista, que entendam do negócio, mas também de pessoas, que conheçam os clientes e os fornecedores da organização.

Em minha experiência de 14 anos de consultorias, tive a oportunidade de acompanhar o crescimento de várias empresas e posso afirmar com certeza, que o que faz a diferença para as pequenas, é a pró-atividade de seus colaboradores, alinhado ao espírito de equipe com o empreendedorismo dos sócios.

Costumo resumir que o que as pequenas empresas mais precisam para se manter no mercado é: “Profissionais com Mente Inovadora + Força Criadora = SUCESSO”, elas necessitam ter em seu quadro de colaboradores, profissionais com esse espírito aguerrido que arregaçam as mangas e buscam alternativas baratas para que a empresa seja cada vez mais competitiva no mercado.

Como conseguir manter colaboradores comprometidos e “amando” o local onde trabalham, se existem outras empresas que possuem em suas cestas de benefícios, por exemplo: convênio médico, odontológico, seguro de vida, PLR, programas de treinamentos e bolsas em faculdades, colégios, etc.?

A resposta é simples, INOVAÇÃO, a todo o momento a empresa tem que estar inovando e procurando fechar parcerias com organizações que forneçam descontos ou outros atrativos para os colaboradores, exemplo disso são convênios com farmácias, supermercados, etc., a empresa não paga nada, apenas repassa o valor descontado do colaborador e o parceiro fornece desconto e prazo para pagamento ao colaborador.

Outra parceria que pode ser firmada é com faculdades, geralmente os cursos de graduação exigem estágios que podem ser cumpridos nas empresas, como por exemplo, estudantes de fisioterapia que podem uma vez por semana aplicar na empresa palestras de terapias ocupacionais como correção postural, etc.

São alternativas que as empresas precisam buscar para agregar valor ao ser humano e sem custo.

Outro ponto importante é a LIDERANÇA, em grande parte das pequenas empresas, o líder é aquele profissional que era muito bom tecnicamente ou é o mais velho de casa, mas será que ele está preparado para assumir uma equipe, assumir as responsabilidades e buscar resultados, com e através das pessoas? Podemos afirmar que raramente ele está preparado.

O líder moderno, seja ele um profissional que atua nas grandes ou pequenas empresas, tem que ser técnico e conhecer muito bem o trabalho operacional do seu setor, mas, além disso, tem que saber gerir pessoas, motivá-las, orientá-las, influenciá-las e proporcionar um ambiente agradável para aumentar cada vez mais os resultados.

Para as pequenas empresas os caminhos para a Inovação, são mais tortuosos, porem se a organização conseguir reunir um grupo de colaboradores comprometidos, uma liderança altamente eficaz em extrair resultados da equipe e os objetivos estiver claro para todos, as inovações surgem e afloram naturalmente, já que o organograma e as burocracias são bem menores nessas organizações.

Basta a formação de um time focado em ganhar, para que os resultados sejam os melhores a cada dia!

Para as pequenas empresas, inovar é uma questão de se manter no mercado cada vez mais predatório e que muda a cada minuto, não basta ser bom naquilo que a empresa faz hoje, é preciso pensar em se sustentar ao longo dos anos, buscar a melhoria contínua e essencialmente, estar antenado as mudanças que acontecem. Para isso, contar com seus colaboradores fará a diferença na hora da competição pelo cliente.

Recentemente, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter em um evento sobre empreendedorismo, realizado em Porto Alegre/RS, foi entrevistado por renomados executivos / empreendedores, e um deles lhe perguntou: “Qual o maior patrimônio de um empreendimento?” O Sr. Gerdau não hesitou em respondê-lo: “Há 20 ou 30 anos eu dizia, podem levar todos os meus ativos, mas não levem a minha equipe. Com eles posso fazer tudo melhor de novo. Com dinheiro, você compra todo o conhecimento. Menos as pessoas. Tenho paranóia nesse sentido. “Quando se investe em pessoas, não existe limite para os resultados.

Lembrem-se os colaboradores são os maiores ativos que a empresa tem!

A importância da criação de uma “Carta de Intenções” entre a Gráfica Jacuí, seus colaboradores e Clientes!

Ontem, dia 5 de agosto de 2009, a Gráfica Jacuí, nosso cliente, formalizou a sua Carta de Intenções com os seus Sócios, Diretores e Colaboradores!

Antes de explicar a importância de uma Carta de Intenções, gostaríamos de explicar o seu conceito, normalmente uma “Carta de Intenções” é elaborada para comprometer, por exemplo, duas pessoas em um objetivo comum. Diferente de um contrato, no qual, exige certa obrigação, às vezes mantida de maneira forçada, sob pena de que não seja cumprida certa regra, poderão ocorrer multas ou punições, a “Carta de Intenções” já pressupõe um acordo de ganho mútuo.

Pois bem, voltando ao evento que aconteceu ontem, a Gráfica Jacuí, através dos seus Diretores revisou a sua Carta de Intenções para com os seus maiores interessados, ou seja, os seus clientes e principalmente seus colaboradores. Estamos falando sobre a Filosofia Empresarial da Gráfica Jacuí,

Esta Carta de Intenções da Gráfica Jacuí foi revisada com o propósito de estar em sintonia entre a visão / percepção dos Clientes e Colaboradores. Vide este link, no qual existe uma apresentação conceitual da Filosofia Empresarial da Gráfica Jacuí!

A importância desta Carta de Intenções esta baseada em um alerta permanente de compartilharmos a nossa forma de trabalho e conduta pessoal / profissional.

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Neste evento, os Diretores explicaram esta importância e convidaram à todos a assinarem este acordo de ganho mútuo! Segue abaixo as imagens deste grande evento, este “ritual” de comprometimento!

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