PBQP-H: o que é e como identificar se uma empresa o leva a sério (Por Cristiano Alvarenga)

Recentemente, ao “navegar” na internet, buscando informações atualizadas sobre o PBQP-H, mais precisamente pelo SiAC, identifiquei um excelente artigo elaborado por um engenheiro civil, o Sr. Cristiano Alvarenga). O artigo mostra de forma clara e objetiva a realidade da grande maioria das empresas do segmento da construção civil de buscar incorporar na rotina do dia-a-dia e da gestão, os requisitos do SiAC. Segue abaixo o artigo na íntegra.

PBQP-H: o que é e como identificar se uma empresa o leva a sério (Por Cristiano Alvarenga)

i210233Simplesmente dizer que PBQP-H é o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat não explica muita coisa. A maioria dos estudantes de engenharia e diversos compradores de imóveis já ouviram falar nesta sigla, mas não conseguem entender na prática como o programa funciona ou qual sua finalidade. Na verdade, a grande maioria dos engenheiros civis conhece o programa, trabalha numa empresa que é certificada, mas não sabe muito bem o que é o programa ou ainda acredita fielmente que ele engessa seu trabalho e que tem uma papelada para ser preenchida que só atrapalha!

Tentarei explicar aqui de uma maneira de fácil entendimento como funciona o PBQP-H na construção de edifícios, para que ele serve e ainda como identificar se uma empresa leva a sério o programa ou se apenas quer possuir um selo (que é a maioria dos casos, por incrível que pareça).

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Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores (Fonte: Jornal Nacional – 19/04/2011)

CapturarNesta semana, no dia 19/04/2011, assisti uma reportagem veiculada no Jornal Nacional cujo título era “Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores”. As informações trazidas por esta reportagem somente confirmam aquilo que vivenciamos em nossos projetos de implementação de Sistemas de Gestão pela Qualidade baseado no SiAC em incorporadoras / construtoras.

Este segmento esta perdendo em competitividade, pois não consegue atrair e nem reter profissionais, por exemplo, as funções Mestre de Obras e Pedreiro estão em extinção, pois não existe renovação, por exemplo, o filho de Mestre de Obras não quer mais trabalhar no segmento!

O setor sempre atraiu trabalhadores com baixa escolaridade. Mas agora os brasileiros estão estudando mais e querem outros empregos. Os empresários admitem que o setor precisa de mais tecnologia e melhores condições de trabalho.

Os motivos / causas desta situação, podem ser analisados nesta reportagem, clique no link abaixo e assista!

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/industria-da-construcao-civil-sofre-com-falta-de-trabalhadores/1489131/#/Edições/20110419/page/2

E na sua empresa do segmento de construção civil esta situação existe? Caso positivo que soluções estão sendo tomadas para diminuir este impacto!

Construção civil vai desacelerar em 2011 ou terá oportunidade de melhorar?

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Recebi através do meu twitter, do website da Revista Veja, uma noticia extremamente “pé no chão” sobre o mercado da construção civil para o próximo ano, o título é impactante: “Expansão da construção civil vais desacelerar em 2011”.

No artigo em questão, através da análise do Indice Nacional de Custos da Construção Civil, o INCC-M, de janeiro a novembro deste ano, este indicador acumulou uma expansão de 6,95%, sendo que o componente “mão de obra” foi o que mais pressionou, com alta de 8,73%. Particularmente considero esta limitação de falta de mão de obra nos canteiros de obra uma excelente oportunidade para que as empresas deste segmento apostem em sistemas construtivos mais produtivos, desde serviços de execução baseado em blocos de alvenaria até sistemas de gestão, estilo “Lean Construction”.

Mesmo, neste artigo, contando com um cenário menos aquecido para 2011, os empresários da construção civil se mostram otimistas com o desempenho do setor, pois o crédito seguirá em expansão e os lançamentos de imóveis serão voltados para os segmentos de média e baixa renda – principais alvos do programa habitacional do governo, ou seja, o “Minha Casa, Minha Vida”. Particularmente, esta previsão nos entusiasma, visto que conforme comentamos em outro post (clique aqui), os empresários interessados em construir empreendimentos por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida” ou do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) terão de ser certificados ou estar em processo de certificação no PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat) para ter acesso aos financiamentos!

Bom, convido-os a ler o artigo da Revista Veja na integra, clicando aqui.

Aguardamos os seus comentários sobre os cenários / perspectivas da construção civil para 2011, mas fica a pergunta do título deste post como reflexão: Construção civil vai desacelerar em 2011 ou terá oportunidade de melhorar?

Os certificados ISO 9001:2008 e SiAC Nível A da TreviPlam Engenharia chegaram!

Esta semana, os certificados ISO 9001:2008 e SiAC Nível A da TreviPlam Engenharia Ltda. chegaram!

A empresa foi auditada em setembro deste ano pelo Bureau Veritas Certification, maiores detalhes vide o post que publicamos (clique neste link).

Desejamos sucesso à todos os profissionais que fazem parte desta organização, e como “fala” a Política da Qualidade: sempre construindo e evoluindo com qualidade!

Certificado ISO 90012008Certificado PBQP-H 2010

Gerenciadoras de Obras poderão obter seu certificado no PBQP-H (Fonte: CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção)

O Ministro das Cidades, Márcio Fortes de Almeida, aprovou, no dia 16 de julho, a portaria número 349 que regulamenta a Especialidade Técnica Gerenciamento de Empreendimentos do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil – SiAC/PBPQ-H.

Agora as empresas especializadas em fazer gerenciamento de obras (geralmente fiscalizam uma ou mais construtoras / prestadoras de serviço) poderão obter o certificado PBQP-H para o seu sistema de gestão. Isto elimina uma lacuna no modelo de gestão da qualidade da construção civil, pois até então poderíamos ter construtoras certificadas PBQP-H sendo fiscalizadas / gerenciadas por empresas que não tinham um sistema de gestão de qualidade certificado.

Confira a íntegra desta portaria clicando aqui.

Mais qualidade nas obras do Minha Casa, Minha Vida e do PAC (Fonte: CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção)

Dando continuidade ao post anterior (clique aqui), no qual informamos sobre o acordo firmado entre a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades estabelecendo níveis mínimos de certificação em relação ao porte das obras, segue o link de uma notícia veiculada no website da CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção, no qual apresenta de forma detalhada o conteúdo deste acordo, assim como as orientações / esclarecimentos de dúvidas sobre como iniciar este processo de certificação pelos critérios do SiACPBQP-H.

Reservem um tempo para analisar estas informações.

Reafirmamos a nossa disponibilidade e interesse em ajudar / orientar a sua organização a atingir o nível inicial adequado em função do porte dos seus empreendimentos.

Construtoras deverão se certificar no PBQP-H para participar do PAC e do Minha Casa, Minha Vida.

Acordo firmado entre a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades estabelece níveis mínimos de certificação em relação ao porte das obras.

Os empresários interessados em construir empreendimentos por meio do programa Minha Casa, Minha Vida ou do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) terão de ser certificados ou estar em processo de certificação no PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat) para ter acesso aos financiamentos.

A nova exigência faz parte de um acordo firmado entre a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades que estabelece níveis mínimos de certificação em relação ao porte das obras a contratar junto à Caixa Econômica Federal.

Conforme o acordo, as construtoras têm até 24 meses de prazo para conquistar o nível máximo de certificação, que varia de “D” até “A“. Para isso, é preciso atender aos critérios do SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil) do PBQP-H, que engloba uma sistemática de melhoria contínua nos procedimentos administrativos e de recursos humanos, e nos processos de aquisição de suprimentos e operacionais da obra, entre outros.

Para contratação de empreendimentos com no máximo 500 unidades, por exemplo, a empresa deverá estar certificada no mínimo no nível D do SiAC, devendo atingir o Nível A em até 24 meses, a partir da primeira contratação.

Já para a execução de projetos com 501 a 750 unidades, a construtora deverá ter no mínimo certificação no nível C, devendo atingir o nível A no prazo máximo de 18 meses.

No caso dos empreendimentos com 751 a 1000 unidades é exigida a certificação no Nível B, no mínimo, devendo a construtora atingir o nível A no prazo máximo de 12 meses.

Para contratação de empreendimentos cujo somatório dos contratos esteja acima de 1.000 unidades, a empresa deverá estar certificada no nível A do SiAC, imediatamente a partir da primeira contratação.

Entre em contato conosco através do e-mail contato@simplessolucoes.com.br e busque maiores informações de como poderemos auxiliar a sua organização a atingir o Nível inicial adequado em função do porte dos seus empreendimentos.

Falta de mão de obra é risco de execução à construção (Fonte: Reuters / Brasil Online – 29/09/2010 – Vivian Pereira)

SÃO PAULO (Reuters) – O aquecimento da economia doméstica, que fez a indústria imobiliária saltar e recuperar anos de atraso fez o próprio setor de construção civil de vítima.

De um lado, o setor comemora números recordes de vendas e lançamentos, volumes robustos de crédito imobiliário sendo liberados e programas habitacionais para garantir à parcela menos favorecida da população a possibilidade de ter uma casa própria.

Em sentido oposto, a indústria da construção sofre as consequências do forte ritmo de produção resultando em escassez de terrenos e, consequentemente, pressão nos preços dos imóveis, além de receios de possível esgotamento dos recursos da poupança para financiar a habitação em cerca de dois ou três anos.

O ponto mais crítico, contudo, gira em torno da falta de mão de obra qualificada, apontada por representantes do ramo imobiliário como principal entrave ao desenvolvimento do setor.

As ousadas metas de lançamentos traçadas pelas principais construtoras do país, somadas a obras simultâneas do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, tornam o cenário ainda mais preocupante.

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Programa Minha Casa, Minha Vida, Copa e Olimpíada aumentam disputa por pedreiros (Fonte: Jornal Zero Hora – 22/09/2010 – Patrícia Lima)

9333993Programas impulsionam setor e exigem mais mão de obra!

Profissão? Pedreiro. E com orgulho. Essa é a frase que todo empresário da construção civil sonha ouvir nas salas de recrutamento.

O futuro é promissor para quem atua no setor. Projetos como o Minha Casa, Minha Vida, que já contratou a edificação de 700 mil unidades residenciais no país, são um dos fatores que garantem o bom momento por, pelo menos, mais dois anos. Garantir a infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada do Rio de Janeiro também irá demandar trabalhadores em larga escala.

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