Os riscos de permanecer na zona de conforto (Por Patrícia Bispo)

Porradas039aEm nossas atividades de consultoria, no qual somos “agentes de mudança”, o desafio da intervenção / reestruturação / orientação torna-se mais desafiador quando a organização, ou seja, a empresa no qual nos contrata esta proliferada / contaminada por profissionais que não querem mudar, que querem “ficar no quadro” … ou melhor dizendo “ficar na zona de conforto”! Mas o que estes profissionais não querem perceber que de “conforto” esta “zona” não tem nada, na realidade deveria se chamar de “zona de risco”, alto risco melhor dizendo!

Hoje li um artigo muito bem elaborado pela Patrícia Bispo.

“Tudo vai bem, quando a tranqüilidade torna-se uma constante. Não há surpresas desagradáveis, a rotina no trabalho não exige muito do colaborador. Contudo, apesar de acreditar que está em uma situação confortável, ele não imagina que a chamada zona de conforto em nada é benéfica à sua carreira e pode comprometer seriamente o desenvolvimento profissional.”

Clique neste link e acesse na integra este artigo!

E você … esta na “zona de risco”?

Auto-estima influencia a qualidade de vida (Por Patrícia Prigol)

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A auto-estima de uma pessoa inclui a avaliação subjetiva que ela faz de si mesma como sendo essencialmente positiva ou negativa, em algum grau e baseada nas suas vivências (as experiências que trouxeram um significado importante na formação de sua auto-imagem), além do reconhecimento das suas capacidades e limitações.

Uma boa auto-estima faz com que a pessoa esteja conectada com a realidade e assim possa identificar as possibilidades e oportunidades que levarão ao alcance de seus objetivos. As pessoas que possuem uma boa auto-estima estão, normalmente, muito mais focadas em seus objetivos e em resultados do que em situações ou fatos.

Sabe-se, contudo, que esse sentimento é construído a partir das experiências que se tem no decorrer do desenvolvimento da pessoa. E os acontecimentos que podem aparecer durante esse processo são, também, determinantes para que a pessoa tenha ou não uma boa auto-estima. Sendo assim, a auto-estima pode ser constituída como uma característica permanente da personalidade ou como uma condição psicológica temporária, ligada aos acontecimentos que surgem na vida e que podem lhe afetar de maneira positiva ou negativa.

A pessoa pode também “perder” temporariamente sua boa auto-estima quando influenciada por situações que a afetaram negativamente. Pessoas com baixa auto-estima apresentam, em sua fala, um discurso carregado de negativismo, acompanhado de uma desqualificação de seu potencial e capacidades. Geralmente enxergam mais os impedimentos do que as oportunidades apresentadas pela vida. Decorrentes a essas características estão muitos problemas emocionais que limitam a vida das pessoas. Os vínculos podem se mostrar empobrecidos na medida em que ela se sente incapaz de estabelecer relações saudáveis e produtivas. Suas escolhas são afetadas, tendo, na maioria das vezes, dificuldade de relacionamento com seu parceiro. Problemas com a auto-estima também provocam conflitos entre cônjuges repletos de ciúmes, disputas de poder, competição e rivalidade. Também são comuns disfunções sexuais e transtornos alimentares relacionados ao caso.

O tratamento mais indicado para esses casos é a psicoterapia. Existem técnicas diferentes, entretanto, cabe a cada pessoa informar-se a respeito para poder encontrar o tratamento apropriado às suas necessidades. Os casos de quem tem procurado a ajuda de profissionais para tratamentos e o perfil dessas pessoas é bem variado. Homens e mulheres possuem problemas relacionados ao amor próprio.

Manter-se atento aos próprios pensamentos e ações tomados diariamente, pode ser um excelente caminho para que a pessoa identifique quando apresentar dificuldades ao lidar com sua rotina e suas adversidades. Quando a tolerância à frustração diminui, significa que é o momento para procurar ajuda e resgatar o equilíbrio perdido. Monitorar pensamentos, estados de humor e atitudes tomadas é um caminho seguro e eficiente no combate tanto do estresse, quanto da baixa auto-estima.

No ambiente profissional, quem possui boa auto-estima tende a ser mais seguro e adaptativo ao ambiente. São pessoas mais flexíveis diante de conflitos de ordem interpessoal que necessitam de resoluções baseadas em habilidades pessoais. Assim, possuem mais chances de serem promovidas pelo desenvolvimento de suas competências ou de tolerar frustrações neste processo. Uma pessoa que se valoriza, além de render mais no trabalho, não perde o foco em seu projeto de vida. Por isso tem mais probabilidade de sucesso. 

Alguns casos de baixa auto-estima ocorrem por pressão demais ou desvalorização no emprego. Um exemplo é o assédio moral, que afeta fortemente os indivíduos. Os danos causados levam muitas pessoas a quadros de depressão, tendo de recorrer a ajuda médica e psicológica a até intervenções hospitalares.

A relativização e a fragmentação da ética e dos valores em nossa sociedade e na vida de nossas crianças (Por Patrícia Prigol)

direitospcdVivemos numa sociedade que propõe a relativização e a fragmentação da ética e dos valores. Tudo passou a ser relativo. As próprias leis que deveriam determinar o limite entre o que é permitido e saudável para uma sociedade e o que não é, também se mostram frágeis na medida em que os recursos disponibilizados pela própria lei permite ao infrator ou criminoso uma defesa ou uma condenação branda. O que vemos, a exemplo (ou mau exemplo), através dos meios de comunicação é essa “banalização” e essa fragmentação dos fatos e acontecimentos.

Não podemos esquecer que esse “caos” que assistimos diariamente pelas diversas mídias exprime e imprime as nossas vivências e as mudanças em nossa sociedade. Por isso, falar sobre os efeitos danosos e positivos dos meios de comunicação, como a própria televisão, é ir além do que se vê. É poder analisar o momento que nossa sociedade está vivendo.

Nossa sociedade revela a ausência de uma “totalidade” que nos daria uma noção mais clara dos limites entre a normalidade e o patológico. Tudo passou a ser relativizado. Dá-se “jeito prá tudo” e todas as ações têm uma justificativa plausível. Isso também está sendo passado através dos meios de comunicação, revelando a fragilidade que nossas crianças se encontram. Podemos dizer, assim, que vivemos um quadro de patologia social.

A criança precisa encontrar um espaço para discussão e análise do que se passa nas entrelinhas e na subjetividade de toda informação que recebe. Os pais precisam estar atentos ao que a criança assiste e precisam ajudá-la a pensar. É tarefa dos pais e educadores desenvolver o espírito crítico na criança. Esse espírito crítico vai fazer com que ela aprenda a selecionar os “conteúdos” apresentados, incluindo a própria Internet.

Vale lembrar – e usar como referência – o que dizíamos antigamente às crianças, de que elas não deveriam aceitar “balinhas e docinho” de estranhos. Hoje, devemos continuar usando esse argumento para mostrar à criança que ela também não deve aceitar todos os “convites” e as propostas feitas pela televisão e pela Internet, pelos amigos e pela sociedade.

Penso que a saída para essa pós-modernidade que ainda viveremos é enfatizar aos jovens a idéia de critério e hierarquia. E essa é uma missão extremamente difícil, pois estamos indo, dessa maneira, contra o movimento que a sociedade propõe: a relatividade das coisas. Ou seja, tudo se equivale. Na relatividade não existem diferenças, não existem regras, tudo é permitido e compreendido (aceito). Ex: “Posso obedecer ou não ao sinal de trânsito e dá na mesma, o negócio é levar vantagem em tudo”. E o pior dessa relativização e fragmentação da história dos acontecimentos é que, muitas vezes, os pais se encontram nessa mesma posição, contribuindo e reforçando o “vale-tudo” da nossa sociedade.

A questão é complexa, pois se alguns pais se mostram “contaminados” com o meio em que vivem, como poderiam passar, de forma firme e hierárquica, os limites baseados nos valores da ética e da moral que determinam o equilíbrio necessário à vida da criança? Segundo a professora titular de filosofia contemporânea Scarlett Marton, da Universidade de São Paulo, na matéria apresentada pela Revista Cláudia no mês de junho, sobre “O mal, o bem e a gente”, “… a idéia de que é preciso ter uma visão de conjunto do processo histórico e da sociedade, uma concepção do homem e da inserção social, histórica e cultural, caiu em desuso e foi substituído por algo fragmentário. Por exemplo, as coletâneas e artigos substituem livros com começo, meio e fim; na medicina, a proliferação de especialistas torna inoperante o clínico geral; em artes e entretenimento, o tempo da TV é mais fragmentado que o do cinema, e o do videoclipe mais fragmentado que o da TV”. Sofremos esse impacto no cotidiano. E a sensação de não ter tempo para dar conta de toda demanda e digeri-la produz o estresse, a síndrome de Burnout e tantas outras doenças reativas que levam as pessoas a experimentar uma sensação de “vazio” e de falta. Vivemos a experiência do “tempo picotado”. E sem a visão de conjunto, fica difícil ter discernimento para estabelecer critérios e prioridades.

Separação / Individuação (Por Patrícia Prigol)

parqueSomos seres gregários por natureza, portanto, temos que admitir que pertencer a um determinado grupo, no princípio, tornou-se uma questão de sobrevivência. A estória de Benjamin Button, personagem vivido por Brad Pitt no cinema, não se sustenta na vida real. Nascer velho e morrer na tenra infância, infelizmente (ou felizmente) não é a nossa condição. Nascemos totalmente dependentes do nosso núcleo familiar e nada podemos fazer para mudar esta realidade.

Assim, o meio em que vivemos durante alguns anos pode contribuir ou dificultar o desenvolvimento de nossas capacidades. Existem inúmeros fatores que influenciam diretamente o nosso desenvolvimento. Crenças, mitos, valores e princípios, hábitos e costumes compõem um cenário cultural de legados e mandatos que podem se perpetuar por diversas gerações. Este padrão de comportamento e de mentalidade que circula pelos vários “núcleos familiares” (várias gerações), imbuído, muitas vezes, de conflitos não-resolvidos, pode penetrar os porões do nosso inconsciente influenciando nossas escolhas e nossa caminhada.

Segundo a teoria psicanalítica, nosso inconsciente é uma espécie de “caixa-preta” (semelhante à caixa-preta de um avião) que registra as manifestações e ocorrências durante o nosso percurso, as quais nem sempre conseguimos acessar. Outras teorias afirmam, ainda, que carregamos – muito antes de nascer – certa bagagem que vai se apresentando ao longo da nossa vida. Contudo, não podemos negar a pré-disposição genética, constitucional e hereditária que, aliada ao meio em que vivemos, fará grande diferença em nossa trajetória.

O fato é que, se nascemos completamente dependentes, precisamos de uma família ou de progenitores capazes de dar conta da nossa sobrevivência durante a nossa infância, capazes de nos auxiliar numa árdua tarefa que se remete à “construção de nós mesmos”. Precisamos de um “outro” para nos construirmos. Mas o que fazer quando este “outro” (figura parental) fracassa nessa função primordial seja por incapacidade, negligência ou omissão? Vimos, anteriormente, que nossa bagagem, ao nascer, não está completamente vazia, que podemos encontrar algumas saídas para as nossas privações. São as chamadas “figuras substitutas” que podem nos assessorar quando nossa família fracassa na sua função. Estas figuras podem estar entre os nossos pares, os nossos iguais. É por isso que a criança usa o lúdico (com outras crianças também) na tentativa de resolver os seus “dilemas” e preencher suas lacunas.

Porém, haveria alguma conseqüência danosa para àqueles que necessitariam de um caminho alternativo? É comprovado que uma das conseqüências é gerada pela dúvida, a qual se manifesta dentro de cada “sobrevivente”. Dúvida em relação a capacidade de poder viver fora dessa dinâmica psicológica que os levaria a perpetuar sua história de privações e negligência. São estes os pacientes que se queixam de menos-valia, de sentimento de inferioridade e baixa auto-estima.

Como superar esta dúvida cruel? Seria possível romper com este “cordão” que os une à dinâmica de suas famílias de origem? Um dos caminhos trilhados na superação destes obstáculos está em poder se ver separadamente do contexto em que viveram. Enxergando-se de fora do círculo familiar, rompendo com mandatos e legados trazidos de outras gerações, as pessoas tendem a reencontrar o equilíbrio perdido, a segurança necessária para a construção da sua própria história de vida, não mais dependendo da bagagem dos antepassados para “sobreviver”. Separação-individuação representa um resgate da individualidade perdida.

Você é feliz? (Por Patrícia Prigol)

felicidadeNem sempre o que mais desejamos torna-se realidade. Existem inúmeras experiências/vivências registradas em nosso inconsciente e todas elas contêm uma boa carga afetiva. Por não conseguirmos, sozinhos, sem ajuda profissional, acessar determinados conteúdos (inconscientes), nossas escolhas acabam sofrendo forte influência. São as chamadas “motivações inconscientes” que determinam parte das nossas escolhas.

Podemos nos defender uma vida inteira daquilo que mais desejamos. O medo de sofrer, por exemplo, nos faz reprimir nossos desejos, armazenando-os nos porões do inconsciente. Quem dera pudéssemos anular tudo aquilo que mais tememos: nossos mais profundos desejos! Mas isso não é possível.

Na tentativa de buscar uma melhor adaptação à realidade (dos nossos desejos e das nossas “possibilidades”), os porões do inconsciente passam, de tempos em tempos, por uma espécie de faxina. Essa faxina pode se mostrar de várias formas: através das nossas atuações, como, também, por meio de um compromisso firmado entre a mente e o corpo, ao qual denominamos de “somatização”. As doenças, segundo a Psicossomática (Ciência que estuda essa inter-relação), revelam, na maioria das vezes, nossos conflitos internos e a nossa condição humana. Ou seja, “nada acontece por acaso!”

Não somos uma coisa ou outra. Somos um “todo” e todas as partes interagem entre si. Então, o que nos levaria a uma consciência maior? Sem sombra de dúvida, o auto-conhecimento é um dos mais importantes instrumentos que temos para assegurar a realização dos nossos desejos e a busca de um sentido maior para a nossa existência.

Muitas vezes me deparo com histórias de pacientes que revelam essa necessidade, em buscar um sentido maior para a sua vida. Na maioria das vezes, o medo é a mola precursora das escolhas que fazem. Em algum momento o desejo mais íntimo invade a sua consciência e esta, por sua vez, sinaliza o caminho a ser percorrido. Contudo, percebo que mesmo que tenham consciência do que desejam, muitos escolhem a direção contrária. Ou seja: era tudo o que desejavam, mas não era o que podiam naquele momento! “Algo” os impedia de prosseguir na direção de seus desejos.

No fundo todas as pessoas desejam uma única coisa na vida: ser feliz. Mas o que é a felicidade?  Como conquistá-la?

A maturidade – que vem com a experiência adquirida através das nossas escolhas – nos mostra a verdade, a nossa verdade! E esse caminho nos leva ao cumprimento de uma tarefa que é exigida a partir do momento que ingressamos na vida adulta: a individuação.

Tornar-se “indivíduo” no sentido da integralidade e da unificação do “SER” (e não do individualismo!) é tornar-se “único”, é sentir-se inteiro. É reconhecer todas as partes que compõem a si mesmo, sem distinções nem separações, sem se sentir uma metade em busca de uma outra.

Relações funcionais, pautadas no equilíbrio e na liberdade do “SER” permitem que você seja mais e não menos. Tornar-se inteiro o livrará da perversidade da anulação! Não é preciso, pois, anular-se para manter uma pseudo-realidade por não se sentir capaz de guiar a sua própria vida. Você é responsável pelas suas escolhas, por toda sua vida. É responsável, sim, pelo seu desenvolvimento e evolução, por absolutamente tudo que acontece com você. E não adianta negar a realidade atribuindo essa responsabilidade à alguém ou ao “Além”.

Portanto, decida-se! “Sê grande”, encontre a sua luz, assim como diz Fernando Pessoa, num de seus maiores poemas:

Para ser grande, sê inteiro nada teu exagera ou exclui.

Sê todas as coisas.

Põe quanto és no mínimo que fazes.

Assim, em cada lago a lua toda brilha.

Porque alta vive.

A Relação do Homem com os animais pode representar um ganho na qualidade de vida das pessoas? (Por Patrícia Prigol)

untitledNunca se falou tanto em qualidade de vida como nos últimos tempos. Por esta razão, pesquisas científicas mostram que uma das alternativas encontradas para aliviar a tensão e promover qualidade de vida tem sido a convivência com os animais. Já existem, inclusive, algumas técnicas desenvolvidas por profissionais da área da saúde que visam aprofundar essa experiência de humanos interagindo com animais na busca do bem-estar e da satisfação das necessidades emocional-afetivas. O resultado dessas pesquisas revela que o convívio com animais é altamente benéfico.

A técnica desenvolvida, cinoterapia (terapia facilitada de cães) teve origem, aproximadamente, no século XVIII, na Inglaterra, onde foi descoberto que a presença do animal traz benefícios psicológicos, pedagógicos e sociais ao paciente, principalmente às crianças, pois o convívio com cães exerce efeitos benéficos no comportamento afetivo.

Sabe-se que, devido ao padrão de vida atual, muitos pais têm trabalhado fora durante o dia inteiro. Até mesmo a mulher, que antes cuidava da casa e da criação dos filhos, cada vez mais ganha espaço no mercado de trabalho, não tendo mais tanto tempo para o convívio diário com seus filhos. Atualmente os pais podem ficar absorvidos demais no frenesi da vida cotidiana para proporcionar aos filhos toda a atenção que eles precisam. Portanto, o estudo sobre o tema é de suma importância devido ao cenário atual, do mundo contemporâneo, em que as pessoas têm seu tempo cada vez mais limitado e o ritmo de vida cada vez mais estressante, levando-as a apresentar problemas de ordem psicológica.

Contudo, todos os avanços da ciência mostram que o convívio com outros animais que não somente o cão é considerado um dos melhores recursos terapêuticos. Os animais domésticos passaram a ser considerados importantes na sociedade por oferecer apoio emocional às pessoas. Para comprovar esta relação, foram realizadas diversas pesquisas científicas, obtendo várias informações relevantes para a Psicologia. Por exemplo, em 1999, Karen Allen (apud FARIA, 2004) cardiologista da Universidade de Nova York, agrupou 48 corretores do mercado financeiro (homens e mulheres) que apresentavam altos níveis de pressão arterial e estresse. Metades deles, escolhidos ao acaso, receberam um cão ou gato e passaram a morar juntos. Após um semestre o grupo “tratado” com animais de estimação tinha pressão arterial normal e o estresse reduzido à metade. Outros autores pesquisaram a sobrevivência de enfartados coronários possuidores ou não de animais de estimação. Nessa pesquisa, eles analisaram 92 pessoas. Destas 53 possuíam animais de estimação incluindo cães; neste grupo foi alcançado o índice de sobrevivência de 94%, após o infarto. No restante do grupo, que não possuía animais, o índice obtido caiu para 71%. Nos idosos, sabe-se que o animal proporciona a melhora da auto-estima devido ao contato físico e ao despertar do senso de responsabilidade. Pelo fato de terem que cuidar do bicho, as pessoas mais velhas passam a se sentir úteis. A introdução de animais em asilos é uma boa forma de recreação e socialização. (LIMA, 2005). Em muitos lugares, os animais são usados na recuperação de doentes, convalescentes e até presidiários. Na Europa, 30% das terapias de recuperação utilizam animais. Em San Francisco, nos Estados Unidos, existe um programa em que cães e gatos oferecem conforto a pacientes terminais de AIDS.

Podemos dizer, entretanto, que a relação das pessoas com seus bichos de estimação tornam-se danosa quando, por alguma necessidade, substituir outros vínculos que deveriam fazer parte de seu convívio. Significa afirmar que é hora de procurar ajuda psicológica quando não for mais possível estabelecer com outras pessoas uma relação afetiva e de convivência satisfatória, tentando compensar esta falta por meio dos animais. Tudo em excesso faz mal a saúde. Se os animais de estimação tomarem o lugar de outros vínculos que a pessoa deveria cultivar, de outras aquisições que deveria fazer, algo errado estará sendo sinalizado e a pessoa deverá ser encaminhada para ajuda psicológica ou para ajuda médica.

O pecado da primeira geração (Fonte: www.amanha.com.br)

parceiros1Recebi, através de um newsletter da Revista Amanha, um convite de leitura de um artigo que discorre sobre as dificuldades da maioria das empresas brasileiras, ou seja, 90% das empresas! Estamos falando das empresas familiares. No artigo a consultora de empresas familiares, Sra. Cláudia Tondo alerta que estas empresas “empurram com a barriga” os processos de sucessão e, por isto, em apenas um de cada três caso a mudança é feita com sucesso.

Acesse neste link, o artigo!

E sua empresa faz parte dos 90%? Caso positivo, como esta o processo de sucessão familiar?

Aguardaremos os seus comentários!

Seis pilares para lidar com suas emoções (Por Ben Bryant)

Recebi, através do newsletter do site www.administradores.com.br, um “convite” de leitura de um artigo no qual estava aguardando, pois “a coincidência” sempre me ajudou! Neste final de semana que passou, mais precisamente neste sábado, iniciei um treinamento / aprendizado de MASP (Metodologia para Análise e Solução de Problemas) em um dos nossos clientes, a Sildre Plásticos e Matrizes Ltda, e no primeiro módulo apresentei a necessidade de controlarmos as nossas emoções quando da iminência de um problema (anomalia e/ou crônico), sendo que temos que nos disciplinar, a partir da detecção de um problema, em:

  • Sentir, ou seja, perceber o problema;
  • Pensar, ou seja, raciocinar diante de um problema, e;
  • Agir, ou seja, ter atitude diante de um problema.

Obrigatoriamente nesta ordem!

Pois bem, vamos voltar ao artigo, elaborado pelo Bem Bryant, diretor do programa Mobilizing People (MP) e leciona no programa Orchestrating Winning Performance (OWP), no IMD. Neste artigo cujo título é “Seis pilares para lidar com suas emoções”, ele explica como lidar com emoções no ambiente de trabalho, utilizando-se da analogia de seis pilares que irão sustentar o nosso equilíbrio emocional, diante de momentos de stress / crise em nossas relações profissionais:

Apresentação1

Segue um link para que possam acessar o referido artigo.

Desejamos a todos uma excelente reflexão sobre este assunto!

Os níveis da Consciência (Por Vicente Rubino)

RobertFuddBewusstsein17JhA cerca de um bom tempo, tinha interesse em iniciar uma seqüência de artigos, desenvolvendo uma “idéia” sobre a consciência!

As coincidências ou para mim os destinos, fizeram com que eu localizasse em minhas “caminhadas” pela internet, um artigo sensacional sobre os níveis da consciência, elaborado pelo meu amigo e colega de consultoria, o Vicente Rubino. Agradeço a ele, pois a partir deste artigo, irei iniciar o desenvolvimento de outros artigos, valeu Rubino!

Segue o link, para que possam acessar / desfrutar deste artigo!

A autodisciplina é fundamental! (Parte 2)

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Dando continuidade ao post anterior, gostaríamos de apresentar algumas orientações com a finalidade de desenvolver a Autodisciplina:

  • Primeiro, pense: você reserva quanto tempo para exercícios regulares ou disciplinados? Você tem feito atividades físicas freqüentemente? Nos últimos dias, realizou alguma coisa que visasse sua melhoria profissional? Deixou guardado um pouco de seu rendimento para a poupança? Se você esta esquecendo de realizar isso, não se importando ou somente falando a si próprio que fará tudo isso mais adiante, a autodisciplina está necessitando ser desenvolvida.
  • Entenda como dar valor e organizar seu tempo. Isto é essencial para os indivíduos auto disciplinados. Passamos nossa vida em função do tempo, logo, faça com que ele esteja do seu lado. Isso somente ocorre quando tem o controle de seus horários. Desta forma, não estará subordinado ao tempo, pelo contrário.
  • Controle sua contas. Se você esta endividado sempre, algo não está certo … E para acabar de vez com isso somente tendo autodisciplina. Ter organização nas finanças, saber cauteloso nas compras, criar e anotar em planilhas de custos e gerenciamento o orçamento é fundamental para o perfeito entendimento com o dinheiro.
  • Estipule prioridades. Mesmo que necessite realizar muitas coisas ao mesmo tempo, coloque em ordem para não ficar perdido. Centralize o serviço no que é de maior importância. Pense em torno de três áreas que ache importante. Defina a disciplina que precisa desenvolver para seguir melhorando em cada segmento e crie um plano para que essas atitudes sejam constantes.
  • Pare de dar “desculpas” para os seus erros. Se você sempre tem uma explicação para a falta de disciplina, é por que elas são apenas meras desculpas. Para progredir, você necessita encará-las, corrigir os erros. Anote as razões pelas quais não foi capaz de realizar o que queria.
  • Seja disciplinado, mas seja flexível. Não fique preso às agendas e às obrigações que deixaram de valorizar a sua vida.