É preciso ter paciência (Por Maria de Lurdes Fontana)

ÍndiceDe tempos em tempos reflito e observo as pessoas que vão e vem. Nota-se que muito se fala e pouco se escuta. Embora a todos, é sabido o quanto é importante termos a Paciência, nem sempre sabemos ter essa virtude.

O significado de paciência é saber esperar a hora certa, no momento certo e da maneira certa. Paciência é esperar, planejar para saber como agir diante do que estamos esperando. É juntar em compasso de espera, o que vem há seu tempo, com sabedoria e discernimento.

A mente humana é fascinante quando se elabora o desejo naquilo que esperamos e com certeza o desejamos alcançar.

Há de se ter a convicção de que para algumas situações temos que esperar para ser atendidos, para chegar a “sua” vez e assim por diante.

O inesperado é tão comum ocorrer que quando temos a virtude da paciência, teremos sabedoria para sair do desconforto e partir para a ação. Infelizmente não conseguimos “elaborar” muito bem este tempo e deixar acontecer.

Talvez muitos, buscam o alivio da espera, nos balcões das farmácias e drogarias. Mas há sempre uma saída no intuito de juntar-se aos outros, nossos pares. E vejam que muitas soluções vêm de encontro à presença dos mais próximos, e a aqueles que confiamos e acreditamos. O ser humano não é completo sozinho.

Ter o domínio das escolhas que fazemos e agir com muita paciência.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

Sempre há um recomeço (Por Maria de Lurdes Fontana)

recomeço 4Desde sempre o ser humano busca conhecer e entender os processos de vida e morte. Não tem como deixar de falar sobre a vida sem pensar na morte. É o inicio e o fim de um projeto único que passa de geração em geração e mesmo sem dar-se conta, são fases contínuas e repetidas num ciclo interminável de evolução ou não, dependendo do entendimento de cada um.

Já falamos das escolhas e que são frutos das opções que fizemos e para toda causa há um efeito.

Não há o positivo sem o negativo. Não existe o sim quando não se considera os “nãos”. É tão antigo este caminho que nem sempre nos damos conta do óbvio.

Quando há as respostas, mudam-se as perguntas sejam elas quais forem, levam sempre ao mesmo começo: somos seres incompletos e necessitados do outro e de um Ser Superior.

E quando pensamos que os “outros” existem para servir e nos ajudar a sermos completos, entendemos das verdades que não mudam e nem passam… se perpetuam.

Em qualquer lugar, onde quer estejamos, estamos acompanhados da nossa consciência. É uma grande companhia!

Na verdade somos humanos independentes pela nossa capacidade, mas totalmente dependentes pela nossa natureza evolutiva.

A cada dia se renova as propostas de vida com energia para aquele que sabe qual é o seu propósito ou projeto de vida.

Deus tem um plano, um projeto para cada um, mas nem todo mundo sabe ao certo qual é. A busca deste conhecimento passa pela fé e oração.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

Você é um Chefe Tóxico? Ou possui um Chefe Tóxico?

Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual comentamos o artigo cujo título é: “Por que os funcionários se demitem?”, esta semana localizei na internet, mais precisamente no website da revista Você S/A, uma reportagem que complementa o assunto, o título é muito sugestivo: “Como lidar com chefes tóxicos”.

ceu-ou-inferno

A reportagem trata sobre os chefes tóxicos e por que as empresas ainda toleram esses gestores (antiéticos e incompetentes). A verdade é que muitas vezes a empresa tolera um mau gestor simplesmente porque a empresa em si, sua cultura corporativa, é horrível. Essa organização está interessada apenas nos resultados financeiros – e isso já é meio caminho para dizer que a empresa é muito ruim, pois ela sequer considera a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Quando isso acontece, o bom gestor é naturalmente “expelido” e ficam somente os chefes tóxicos. Aí a melhor alternativa para o funcionário incomodado é mesmo buscar outro emprego numa empresa que fomente boas práticas de gestão de pessoas entre seus líderes.

Clique aqui e leia a reportagem na integra!

E você é um chefe tóxico? Ou possui um chefe tóxico?

Aguardaremos os seus comentários!

Qualidade de Vida (Por Maria de Lurdes Fontana)

qualidadedevida1Sempre que se aborda temas que se relacione com o modo de se viver, a tendência é pensar que é fácil e simples. A mim, é tão difícil quanto a muitas pessoas que conheço.

Cada pessoa tem seu estilo e seu modo de entender os processos de vida e de trabalho.

Geralmente quando se fala em qualidade de vida, pensa-se em comer bem e melhor, vestir-se confortavelmente e de alguma maneira “ficar” sem trabalhar.

Desde os primórdios dos tempos sabe-se que trabalho não mata ninguém, mas a qualidade de como se trabalha, faz toda a diferença. Primeiro é preciso gostar do que se faz. Mesmo que em algum momento se faça tarefas que não agradam, mas pensar em fazer bem o que dá prazer faz esquecer os desconfortos das atividades menos prazerosas.

Valorizar o gosto por aquilo que fazemos.

Costumeiramente ouve-se falar em “desacelerar” e, que o ritmo do nosso tempo é muito frenético, aumentando o stress, e a qualidade de vida cai, porque o individuo adoece.

O stress impacta na parte física e mental do organismo e cada individuo responde de maneira diferente. Há diversas doenças que o stress causa que vai desde uma úlcera até um simples zumbido no ouvido.

Aprenda a prestar atenção ao seu estado físico para identificar quais as necessidades para diminuir o ritmo de maneira a sintonizar mente-espírito, corpo e ambiente. A partir disso, busque orientação para desacelerar o ritmo das atividades e saia da rotina.

Treinar nossa mente para criar novas alternativas de rotas e caminhos para sair do desconforto.  

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Você já se preparou para a MORTE?

1225985044Iqq5PfEsta semana, recebi um informativo, através de e-mail, de um dos nossos clientes, a Mirador Assessoria Atuarial, no qual me fez refletir, infelizmente, sobre a forma como nos preparamos ou não para a MORTE! De um modo geral, falar sobre a morte provoca desconforto, pois nos confrontamos com uma verdade implacável: a certeza de que um dia a vida chegará ao fim. Essa constatação aciona uma série de reações psicológicas que interferem no comportamento econômico das pessoas.

O artigo denomina-se “A morte como elemento sensibilizador em seguros de vida”, elaborado pelos seguintes profissionais: Sérgio Rangel Guimarães (Consultor Sênior da Mirador Assessoria Atuarial) e Luciane Fagundes (Psicóloga Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental).

Na sua essência, este artigo busca uma justificativa / resposta para uma constatação: “Por que priorizamos a contratação de seguros que visam à proteção de bens materiais como automóveis e residências em detrimento do maior bem que possuímos: a vida?”.

Faço o convite, para lerem este artigo, clicando aqui!

O artigo completo pode ser acessado, clicando aqui, no qual foi publicado na revista Cadernos de Seguros nº 160 (Funenseg), de maio 2010.

E você … esta se preparando para a MORTE?

Deixe aqui os seus comentários sobre este assunto.

Você tem paixão ou vício pelo seu trabalho? (Fonte: Zero Hora – Por Maria Amélia Vargas)

Você tem paixão (worklover) ou vício (workaholic) pelo seu trabalho?

CapturarPara muitos profissionais, jornadas de trabalho longas são associadas ao prazer pelo que se faz. Alguns chegam empolgados para desempenhar seu trabalho na segunda-feira, extrapolam o expediente, mas conseguem manter o entusiasmo até sexta-feira. Outros ultrapassam a carga horária mínima por carregar consigo a obsessão pela produtividade. Uma linha tênue divide estes dois profissionais extremamente envolvidos em suas funções, e esse limite diferencia o PRAZER da COMPULSÃO!

Uma pesquisa realizada no Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB) desmistificou a idéia de que todos os que trabalham excessivamente se encaixavam na definição de workaholics.

A tese apresentou ao mundo o worklover, um apaixonado pelo seu ofício.

Clique aqui e acesse a reportagem na integra.

Clique aqui, e descubra se você é worklover ou workaholic. Faça o teste!

As empresas entrando no clima da Copa do Mundo

13_2621-patricia-maldonado3Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos um artigo da Patricia Garcia no qual possuía um exemplo de Acordo para Compensação de Horas … nos dias / horários dos jogos da Copa do Mundo, recebi através do newsletter da RH.com.br, um outro convite de leitura para dois artigos muito bem elaborados pela Patricia Bispo.

Nestes dois artigos, sendo que um deles é uma entrevista com advogado da área Trabalhista e Previdenciária da IOB, Silvio Helder Lencioni Senne, cita que as empresas não são obrigadas, mas entram no Clima da Copa do Mundo, liberam os funcionários no momento dos jogos e ainda aproveitam a oportunidade para realizar campanhas internas. Confira estas informações, clicando nos dois links abaixo:

E na sua empresa … como estão os preparativos para entrar no Clima da Copa do Mundo? Deixe aqui as suas experiências sobre este assunto!

Decepções (Por Maria de Lurdes Fontana)

Goodbye2

O conceito de decepção é o ato de lograr ou se desiludir.

A decepção vem acompanhada quase sempre pelo ato do outro. Ou seja, o ser humano decepciona-se quando coloca uma expectativa para algo e acaba não acontecendo.

Mas se dissemos que as pessoas precisam umas das outras e criam-se vínculos e em algum momento, não tem jeito, ocorre a decepção.

Então se tira a conclusão que as decepções também fazem parte do aprendizado humano no sentido de aprender errando e corrigindo. E ainda, a decepção é uma forma de “fazer pensar” as atitudes e comportamentos nos relacionamentos.

Concluindo, não tem jeito mesmo, nós seres humanos precisamos ficar tristes em algum momento. Faz parte da compreensão do “eu” interior e do silencio inocente e introspectivo.

Pelo fato de decepcionar-se, não se pode afirmar que irão ocorrer mais decepções com a mesma pessoa. Até porque, se sabemos e conhecemos como é o comportamento daquele (a) que nos decepciona, passamos a aprender e agir de modo diferente. E consequentemente, haverá o aprendizado, e nas lições aprendidas corrigimos ou pelo menos atuamos para que não mais tornemos a nos decepcionar.

Criam-se mecanismos de atuação cerebral para nos proteger de certas armadilhas que nos fazem sofrer. Isso é o que a priori deveria acontecer. Mas nem sempre isso é possível, devido o grau de relacionamento e envolvimento das pessoas.

Por isso, às vezes, há eternos conflitos. Decepção não mata, mas ensina!                     

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Trabalho durante os jogos da Copa do Mundo 2010. (Por Patrícia Garcia – Fonte: http://departamentopessoal.wordpress.com/)

Grupo do BrasilO que fazer nos três jogos da Copa 2010 que o Brasil vai participar, que serão à principio em horários de trabalho?

Eu já me conscientizei, não vou trabalhar em projetos de consultoria / aprendizado nestes horários … em nossos clientes!

Bom, localizei no Blog da Patrícia Garcia um artigo bem elaborado no qual esclarece algumas alternativas, inclusive com a elaboração de um Acordo para Compensação de Horas.

Clique aqui e acesse o artigo na íntegra!

Motivados pela Fé (Por Maria de Lurdes Fontana)

Sabe-se que a felicidade não depende do tempo, até porque tempo tem a conotação de ser intangível. Mede-se o tempo, mas não se “sente” o tempo.

Cada um tem o seu tempo e o conceito de felicidade.

Nota-se que as pessoas mais espiritualizadas, são mais felizes e vivem com mais prazer e para estes tem-se notado que o tempo é mais longo.

fé

Quem é feliz vive mais tempo, entende-se, por contagem de anos. Percebe-se que as pessoas que superam a média de vida dos brasileiros, além de outros fatores, são pessoas que rezam muitas vezes ao longo da sua jornada. Param o que estão fazendo e retiram-se para orar.

Cada um da sua maneira do seu jeito e das mais variadas devoções e em comum: a fé constante. A certeza, o ânimo, a alegria e ao falar com eles, percebe-se que os desafios da nossa atualidade são semelhantes as que já vividas.

Um povo de fé e espiritualidade mais evoluída tem mais tempo a dedicar-se a construir e empreender para melhorar sempre. O espírito que une milhares de pessoas em torno de um evento religioso, a devoção é a prova viva de que nós seremos humanos, somos necessitados de “algo maior” do que nós mesmos.

São Paulo, um dos apóstolos de Jesus Cristo nos diz: O homem é justificado pelas obras e pela fé.

Obras no sentido dos feitos em relação a sua vida, na família, na comunidade, na sociedade, e a fé naquilo que acredita e coloca as em prática nas ações em favor do outro. Isso pode ser a grande motivação da fé e da graça da vida.           

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br