O Grêmio de Luxemburgo. (Por Charles Hansen)

Dando continuidade ao post anterior (clique aqui), no qual a Sra. Maria Inês Felippe, comentou sobre os desafios atuais de buscar a motivação nas organizações, localizei um artigo na rede, cuja autoria é do Sr. Charles Hansen, comentando sobre as estratégias da busca da motivação em clube de futebol. Apesar de ter sido publicado em setembro do ano passado, a abordagem descrita pode ser utilizada em outras organizações.

CapturarQue os gremistas, colorados e anti ou a favor Luxemburgo que nos perdoem, mas vale a pena, antes de críticas pessoais, analisarem o seu conteudo sob a ótica de gestores / líderes, quando existe um grupo a ser liderado com muitas diferenças de necessidades a serem atendidas pela organização e principalmente com alta e/ou baixa competência.

Particularmente gostei do diagrama / gráfico deste artigo que segue ao lado deste texto.

Reservem um tempo e leiam / analisem o texto. Aguardaremos os comentários, dos gestores gremista, colorados ou de outras “bandeiras”.

Clique aqui para acessarem o conteudo do artigo.

Os desafios da motivação. (Por Maria Inês Felippe)

companhias-crescendo“O segredo da existência humana consiste não somente em viver, mas ainda encontrar o motivo para viver” Dostoievski

A motivação ainda é um grande desafio para as empresas, e cada vez mais deve ser preocupação pois é o combustível que nos faz funcionar. Por meio da motivação há melhoria nos processos internos, dos produtos, envolvimento e comprometimento.

Quando a empresa realiza pesquisa de satisfação, é visível que a produtividade aumenta, quando as pessoas são motivadas de forma particular, através do desenvolvimento de suas capacidades, do reconhecimento dos objetivos, das tarefas e de seu valor, tanto por parte da chefia como pelo grupo que pertence.

Não esquecendo da recompensa através do seu salário, premiações, entre outras coisas etc.

Hoje o valor do trabalho está passando por transformações e sofrendo uma quebra de seus paradigmas. Cada pessoa deve ser motivada de forma diferente, pois cada qual tem necessidades e emoções distintas. O homem é um ser insaciável, uma vez satisfeita uma necessidade, automaticamente surgirão outras, por isso, é importante que a empresa diversifique os benefícios, adequando-os de acordo com as necessidades dos funcionários.

Muitos empresários acreditam que a motivação é obtida através de salários, além disso costumam dizer: “Aqueles que não estiver contente, que vá buscar outra oportunidade melhor outra oportunidade melhor. Isso é muito perigoso para a empresa. Em uma dessas vezes, o funcionários sai, encontra e convida os demais criando a ciranda da desmotivação interna.

Podemos dizer que o envolvimento e a motivação das pessoas com seu trabalho, tem diminuído com o passar dos tempos ou vêm sofrendo um pseudo aumento, principalmente, considerando o medo de perder o emprego ou realizando atividades por obrigação, sem sentido.

Antigamente, vivíamos num contexto diferente, onde as pessoas dedicavam-se de corpo e alma ao trabalho e estavam dispostos a encarar desafios.Com o passar do tempo, houve uma mudança. Um os aspectos críticos da motivação é a redução ou o excesso na jornada de trabalho levando a uma saturação psicológica do trabalhador.
Hoje o desafio do profissional de recursos humanos é motivar as pessoas a crescerem, juntamente com a organização. Caso isso não aconteça, o caos estará instalado.

Não adianta somente oferecer panacéias de benefícios no final do ano, como churrascos, cestas de natal ou outros benefícios.

Com esses recursos, o processo motivacional funcionará somente por um curto período.

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Políticas de Remuneração: Erros e Acertos. (Por Leonardo Saraiva de Oliveira)

19534947_pA gestão de Planos de Carreiras e Remuneração nas organizações é um subsistema da área de Recursos Humanos (RH) que, quase sempre, está em fase de implantação. Curioso, é uma das primeiras notícias que o colaborador recebe ao ser ambientado: “Em breve estaremos implantando um novo do plano de cargos e salários”.

Passam-se anos, o colaborador sai da empresa e o plano não é sequer percebido.  Quando outros chegam à história se repete e, da mesma forma, o profissional que chega para substituir seu antecessor ouve o mesmo discurso por parte do ambientador. E o plano trona-se desacreditado. E a Direção, internamente, perde credibilidade.

A verdade é que esse importante instrumento de gestão estratégica ainda é carente de aceitação e reconhecimento, pois as organizações o têm como um “calo que dói”, seja por desconhecer as perspectivas que um plano bem desenvolvido pode gerar em termos de resultados ou por considerar, apenas, ser mais uma fonte de despesa e de elevação do custo com pessoal.

Por desconhecer essa poderosa ferramenta de captação de talentos, algumas organizações ainda buscam implantar o “plano de cargos e salários” sigilosamente, sem se preocupar com as perspectivas “Carreiras e Sucessão” e “Clima Organizacional”.

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Veja 10 maneiras erradas de um gestor motivar sua equipe (Fonte: Infomoney)

decisoesPara especialistas, gestores esquecem que os profissionais se motivam de formas diferentes, o que pode gerar efeito contrário

O que toda empresa quer é profissionais motivados, animados e interessados em fazer seu melhor. Para isso, porém, é preciso saber estimular esse comportamento, oferecendo promoções, novos desafios e mais autonomia, por exemplo. O problema é que nem todo gestor sabe que, muitas vezes, ao invés de estar motivando ele pode estar desmotivando seus funcionários.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com 10 maneiras erradas de motivar os funcionários. Contamos, para isso, com a ajuda de especialistas em gestão de carreira e motivação. Confira:

1. Os profissionais são únicos – “não existe motivação em massa”, explica o especialista em motivação, Roberto Recinella. Uma das maneiras erradas de motivar os profissionais é acreditar que o que motiva um motiva todos. Os líderes que não conhecem cada um dos membros de suas equipes podem cometer esse erro.

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Estratégias empresariais equivocadas = prejuízo. (Escrito por Alfredo Passos)

CrRMxUpbPHbIZQIkFhRJDando continuidade ao post anterior (clique aqui para acessar) que comentamos sobre a utilização do SWOT (Strength, Weakness, Opportunity and Threat, ou em português: Força, Fraqueza, Oportunidade e Ameaça), através do artigo do Sr. Ruy Flávio de Oliveira, gostaríamos de convidá-los a ler e analisar um artigo que fala sobre o cuidado que devemos ter com a definição das estratégias.

Este artigo foi escrito pelo Sr. Alfredo Passos (http://www.kmchouse.com.br/).

Segue abaixo o artigo na integra.

Estratégias empresariais equivocadas = prejuízo.

Mais do que nunca as empresas precisam acompanhar as tendências do mercado brasileiro, monitorar os movimentos de mercado e da concorrência, além de conhecer profundamente seus clientes e consumidores, para evitar prejuízos financeiros.

Nesta época de publicação dos balanços das empresas é possível acompanhar os resultados das empresas, a partir do que elas mais focam: seus lucros.

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Análise SWOT: criticas e alternativas. (Fonte: www.moneo.com.br – Escrito por Ruy Flávio de Oliveira)

Recentemente li um excelente artigo sobre a utilização do SWOT (Strength, Weakness, Opportunity and Threat, ou em português: Força, Fraqueza, Oportunidade e Ameaça), ferramenta criada na década de 60 do século passado por Albert Humphrey.

Após a análise do conteudo deste artigo, escrito pelo Sr. Ruy Flávio de Oliveira (www.moneo.com.br), tive a confirmação através da forma objetiva e baseado em fato concretos de que utilizar o SWOT na fase de diagnóstico do planejamento estratégico não é atualmente a melhor “ferramenta”, existe outras formas / alternativas mais claras e que relamente irão fazer com que o grupo gestor estabeleça as melhores objetivos e estratégias!

Segue abaixo o artigo na integra.

Análise SWOT: criticas e alternativas.

Quando uma empresa se empenha em planejar sua estratégia, a primeira pergunta que geralmente vem à mente dos executivos responsáveis por esse planejamento estratégico é: “quais os objetivos estratégicos queremos atingir no período definido?” Em que pese esta ser uma questão crucial, muitos pensam que a resposta não depende apenas do desejo dos estrategistas: depende das possibilidades da empresa.

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Como vencer seu concorrente sem reduzir os preços. (Fonte: Portal de Empreendedor – Escrito por Marisa Adán Gil)

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Seja qual for a sua área de atuação, a melhor maneira de se destacar no mercado é concorrer em valor, e não em preço: quem defende a teoria é Sandra Wear, fundadora das empresas The DocSpace Company e Atalum Wireless e colunista da Inc.

Para derrotar seus competidores sem precisar mexer nos preços, é necessário seguir três regras básicas:

Regra 1: Transforme seu público-alvo no seu melhor amigo.

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Dê um basta no blá-blá-blá. (Fonte: Você S/A – Reportagem de Vanessa Vieira)

reuniao-improdutiva1– O nosso tempo esta ficando escasso, ou estamos utilizando o nosso tempo de forma errada?

Este é o questionamento que sempre faço, quando sou convidado e / ou convido pessoas para participar de uma reunião. Muitas vezes, surge este pensamento em função da forma como nos preparamos / posicionamos para estas reuniões.

Recentemente li um artigo muito bem elaborado sobre este tema, foi no website da Você S/A, e assim faço questão de republicar aqui. Leia na íntegra, logo abaixo.

Dê um basta no blá-blá-blá.

Descubra como fazer reuniões mais curtas e objetivas. Adote um método para distribuir e monitorar as tarefas de forma mais eficaz.

Quem nunca participou de uma reunião de trabalho que se estendeu por várias horas e que não produziu nenhum resultado prático? Para muitos profissionais essa situação pode ser corriqueira. O problema é que ela representa desperdício de tempo, de dinheiro e da sua energia. De acordo com uma pesquisa da consultoria Tríade do Tempo, de São Paulo, para cada grupo de 100 funcionários uma empresa perde aproximadamente 500 000 reais por ano em reuniões desnecessárias, que roubam horas em que a equipe estaria produzindo e buscando resultados concretos.

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Competências de um líder maior (Por Madalena Carvalho)

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Quando estudamos sobre competências aprendemos, de forma bem simplista, que competência é o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes. Se formos ao dicionário vamos verificar que a atitude é o modo de proceder, de agir, o comportamento. Assim sendo, podemos afirmar que a parte mais importante da competência está na nossa postura.

Quando as empresas elaboram os seus quadros de competências essências, aquelas que representam sua missão, princípios e valores, lá vemos uma série de anseios da organização em relação a seus colaboradores:

  • Capacidade empreendedora;
  • Foco em resultados;
  • Tomada de decisão;
  • Negociação;
  • Liderança;
  • Criatividade e tantas outras.

Mas, cabe uma pergunta importante: será que estas competências são realmente essenciais? Se considerarmos a atitude como princípio fundamental da competência, os comportamentos esperados não deveriam ser mais valorizados?

Evidente que precisamos de profissionais com foco em resultados, hábeis negociadores, criativos, empreendedores, que saibam trabalhar sob pressão, mas precisamos urgentemente de líderes com comportamentos que impactem mais significativamente nos negócios ou, pelo menos, dar às competências conotações mais acentuadas.

Deveríamos experimentar, em nossas empresas, gente capaz de ser:

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Cabeça em ordem … Viver estressado é um risco. Veja por que. (Fonte: Você S/A – Murilo Ohl, Reportagem Daniela Hirsch)

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O Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, realizou em 2009 um levantamento com executivos que passaram pelo check-up da instituição. Em um resultado parcial, já foi identificado que 75% dos entrevistados sentem ansiedade e 51%, irritabilidade, dois sintomas associados ao estresse. Um profissional que se desgasta emocionalmente com frequência corre o risco de desenvolver a síndrome de burnout, uma situação extrema de estresse. Isso tende a desencadear doenças como transtorno de ansiedade ou de humor, que incluem a depressão e a bipolaridade, diz o psiquiatra Carlos Henrique Rodrigues, pesquisador e supervisor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O estresse emocional também prejudica o corpo, aumentando o risco de doenças cardíacas e gastrintestinais. Por isso, é importante manter a mente sã.

Válvulas de escape:

Carol Kauffmann, consultora de imagem, de 35 anos, conta: No ano passado, senti na pele o que é uma crise de pânico. Agora, além de tomar medicamento leve, controlo os fatores que podem gerar uma recaída. Para afastar a ansiedade, eliminei a cafeína e evito ficar muito tempo sem comer. Faço esporte porque a liberação de endorfina reduz o estresse. Faço massagem uma vez por semana. Quando não estou num dia bom, diminuo o ritmo de trabalho e do treino. Tento escutar meu corpo.

139-saude-004_002-400x270Sinal Verde – Dicas para buscar harmonia:

Ande mais devagar (literalmente). Nos fins de semana, caminhe com tranquilidade e permita-se reparar em outros elementos a sua volta, seja uma paisagem, seja uma pessoa diferente.

Sempre que possível, evite levar trabalho para casa. Às vezes, no piloto automático, você faz tarefas em casa que poderiam ser feitas na manhã seguinte, no escritório. Continue lendo “Cabeça em ordem … Viver estressado é um risco. Veja por que. (Fonte: Você S/A – Murilo Ohl, Reportagem Daniela Hirsch)”