4 Razões para recusar um emprego (Fonte: www.holdenrh.com.br)

downloadReceber uma oferta de emprego não quer dizer que você tenha de aceitá-la. No entanto, você só deve recusar se tiver um bom motivo.

Se você pretende construir uma vida profissional de sucesso deve pensar nos próximos passos

Nem todos os empregos vão ser perfeitos para você e o fato de receber uma oferta não significa que você deva aceitá-la. Contudo, você precisará de bons motivos para recusar um emprego. Se você está em dúvida e não sabe como se decidir, confira 4 motivos pelos quais você deve recusar um emprego.

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Seu Empregador valoriza seu trabalho? (Fonte: www.engenhariacivil.com.br)

Seu Empregador Valoriza Seu Trabalho? – As empresas, dependendo do porte, possuem diversas ferramentas para avaliar seus funcionários que via de regra, leva em consideração o desempenho, a competência e o merecimento.

Inegavelmente a importância da valorização de  profissionais pelas empresas  é fundamental e determina em grande parte o desempenho de seus funcionários. Por um lado o empregado sente-se desvalorizado por outro o empregador acredita que a valorização depende da sua produtividade, motivação e inciativa.  Não podemos esquecer que existe empresas boas e ruins assim como profissionais competentes e incompetentes. Partindo deste princípio surge a questão: Com avaliar Profissionais e Empresas?

As empresas, dependendo do porte, possuem diversas ferramentas para avaliar seus funcionários que via de regra, leva em consideração o desempenho, a competência e o merecimento. Entretanto, o método de valorização mais utilizado nas empresas tem sido através de uma “ferramenta” chamada “QI” ou seja “quem indicou. “O famoso “empurrãozinho” ou mesmo a sinalização para a pessoa certa, dentro de uma determinada empresa, pode garantir aquele emprego tão cobiçado.” (Rauen 2004)

Para avaliar as empresas, profissionais podem consultar as seguintes publicações:

Veja quais são os 12 profissionais mais escassos no mercado. (Fonte: Administradores.com)

files_7739_201301071254296a12120 dias. Esse é o período que uma empresa pode demorar para encontrar um profissional qualificado, de acordo com levantamento Page Personnel, que revela quais são os profissionais mais escassos no mercado.

“A escassez de mão de obra no mercado nacional passa por todos os segmentos e atinge diretamente o nível de produtividade das empresas. Hoje o processo de recrutamento está mais longo e exige um nível de exigência e conhecimento das consultorias para encontrar o candidato certo.

Hoje há mais procura de candidatos do que oferta de profissionais, cenário até pouco tempo quase que improvável no Brasil. Hoje a busca por profissionais é mais demorada do que ocorria há três anos”, explica Roberto Picino, diretor-executivo da Page Personnel.

Confira abaixo a relação dos profissionais mais escassos no mercado, o salário médio, tempo médio para recrutamento e perfil adequado para a vaga:

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Na construção, salário inicial da mulher é superior ao do homem. (Fonte: Carlos Giffoni – Valor, 26/4/2012)

CapturarRomilda Consolação dos Santos tem 34 anos e apenas em 2009 conseguiu o primeiro emprego com registro em carteira profissional, como rejuntadora. Antes, ela havia trabalhado como babá, manicure e cabeleireira. Depois de terminar um curso técnico de pedreiro no Senai de Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, ela foi imediatamente recrutada por uma construtora como auxiliar de pedreiro. Em pouco mais de dois anos na empresa, Romilda foi promovida três vezes e conseguiu dobrar o seu salário.

Veja em vídeo o depoimento de mulher que trabalha em um canteiro de obras

O salário médio real de contratação da mulher na construção civil já é maior que o do homem. No primeiro trimestre deste ano, ele foi quase 6% maior. O baixo índice de desemprego na economia brasileira e o aquecimento do setor na última década chamaram a atenção para as oportunidades que surgem, principalmente aquelas que exigem certo grau de detalhismo, como o acabamento. É nesse espaço que profissionais como Romilda têm se destacado. O diferencial das mulheres é que, na hora de se candidatarem a uma vaga, elas estão mais qualificadas e acabam fechando salários maiores, segundo analistas de mercado e profissionais de recursos humanos consultados pelo Valor.

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Veja 10 maneiras erradas de um gestor motivar sua equipe (Fonte: Infomoney)

decisoesPara especialistas, gestores esquecem que os profissionais se motivam de formas diferentes, o que pode gerar efeito contrário

O que toda empresa quer é profissionais motivados, animados e interessados em fazer seu melhor. Para isso, porém, é preciso saber estimular esse comportamento, oferecendo promoções, novos desafios e mais autonomia, por exemplo. O problema é que nem todo gestor sabe que, muitas vezes, ao invés de estar motivando ele pode estar desmotivando seus funcionários.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com 10 maneiras erradas de motivar os funcionários. Contamos, para isso, com a ajuda de especialistas em gestão de carreira e motivação. Confira:

1. Os profissionais são únicos – “não existe motivação em massa”, explica o especialista em motivação, Roberto Recinella. Uma das maneiras erradas de motivar os profissionais é acreditar que o que motiva um motiva todos. Os líderes que não conhecem cada um dos membros de suas equipes podem cometer esse erro.

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Não é bem assim – Geração Y (Fonte: Você RH – Por Daniela Diniz)

geracao y 409 x 250A Geração Y ficou estigmatizada por ser indisciplinada, infiel e insubordinada. Agora, as empresas começam a perceber que se apressaram nessa generalização e passam a mudar o discurso.

Apressados. Ansiosos. Ambiciosos. Tecnológicos. Esses são alguns dos muitos adjetivos atribuídos à Geração Y, grupo de pessoas que, segundo a literatura americana, nasceram a partir de 1978. Uma turma difícil de lidar, infiel, insubordinada e indisciplinada, que vem causando conflitos com gerações anteriores no ambiente de trabalho.

Nos últimos cinco anos, esse discurso ganhou força e foi replicado inúmeras vezes entre acadêmicos, consultores e profissionais de recursos humanos.

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Análise de Perfil Comportamental: Mensurar Para Gerenciar (Por Fernanda Fuhrmeister)

Você conhece as suas competências comportamentais?

Você sabe quais são suas fortalezas e limitações?

A indicação dos especialistas em desenvolvimento de carreira é: Dedique tempo para se conhecer. O autoconhecimento e o gerenciamento de competências comportamentais são premissas básicas para a elevação da performance profissional.

Intervenha nestas três evidências:

-“Nós contratamos as pessoas pelas suas habilidades técnicas, mas as demitimos pelas suas falhas comportamentais.” Fonte – Financial Times

“Temos uma estatística de que mais de 90% das pessoas que são demitidas nas empresas, são afastadas por comportamento, e não por conhecimento.” Carlos Alberto Simões Barreiro, diretor executivo da Tailor Made Consulting

“Aspectos comportamentais negativos são o principal motivo das demissões e das dificuldades da empresa em alcançar os resultados desejados.” Eugênio Mussak

O PDA (Personal Development Analysis) é uma ferramenta que analisa o Perfil Comportamental das Pessoas e suas habilidades, identificando seus Potenciais e Áreas de Desenvolvimento. Através de uma metodologia simples, precisa e cientificamente garantida, permite descrever e analisar o Perfil Comportamental das pessoas. Além disso, permite avaliar as demandas comportamentais de um cargo e gerar compatibilidades detalhadas aplicáveis nos distintos processos da área de gestão de pessoas.

Sem título

A avaliação através do PDA não qualifica perfis comportamentais como  “bons ou ruins”, mas sim descreve as características comportamentais do indivíduo avaliado. O estudo de compatibilidade entre uma pessoa e um cargo, irá descreve e detalhar as fortalezas e eventuais fraquezas do profissional em relação ao que o cargo requer. Pode-se obter, percentualmente, o grau de aderência do profissional ao cargo e identificar os possíveis gaps de desenvolvimento. A partir desta análise, podem-se fazer investimentos na área de treinamento e desenvolvimento mais assertivas.

A ferramenta está validada cientificamente com 90% de confiabilidade. O PDA é membro do Instituto Americano de Psicologia e Negócios (AIOBP) sendo certificado ISO 9001.

Os relatórios descrevem de forma concreta e objetiva o perfil das pessoas detalhando: estilo de liderança, estilo na tomada de decisões, como liderá-lo com sucesso, habilidades de persuasão, capacidade de análise, habilidades comerciais, nível atual de motivação, principais habilidades e fortalezas e áreas a desenvolver. Administra-se de forma “on-line” e a entrega dos resultados é imediata.

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O que está errado nas empresas: os processos ou as pessoas contratadas? (Por Eduardo Ferraz)

Ao começar uma consultoria, sempre me perguntam se os processos estão errados ou se as pessoas, que devem cumpri-los, não têm perfil para a função. Não há processo que funcione quando as pessoas estão nos lugares errados. Para exemplificar, costumo usar uma metáfora do consultor Jim Collins, considerado sucessor de Peter Drucker e um dos mais respeitados pensadores da administração e gestão da atualidade: não importa se a empresa da qual você é dono ou principal gestor é um barquinho com 3 lugares ou um navio para 3 mil pessoas. Se quiser alcançar grandes resultados, o comandante dessa embarcação deveria:

Embarcar as pessoas certas e desembarcar as erradas.

Colocar as pessoas certas nas funções certas.

Decidir com as pessoas certas a rota a ser seguida.

Enquanto 90% dos lugares não estiverem ocupados pelas pessoas certas, o comandante não deve ter outra prioridade a não ser encontrá-las.

Uma pesquisa realizada pela Catho em 2009 – A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros – apontou as principais razões para desligar um funcionário da empresa:

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Conversa inspiradora (Fonte: Jornal Zero Hora – Empregos e Oportunidades – 08/05/11)

coaching3O serviço, bem popular nos EUA, tem deixado de ser modismo para apresentar crescimento sólido no Brasil. Contudo, especialistas alertam: muitos estão utilizando essa ajuda de forma errada e é preciso pesquisar bem.

Uma das traduções do termo inglês coach é treinador. Por isso, hoje, denominam-se profissionais do coaching aqueles que, a partir de uma metodologia específica, “treinam” os clientes para que atinjam suas metas profissionais e pessoais.

– “Os coaches visam ao aumento de resultados positivos. Eles fazem perguntas e aplicam ferramentas junto ao assessorado para que a própria pessoa trace uma estratégia para alcançar objetivos que deseja”, explica Adriana Marques, 35 anos, que preside o Coaching Club de Brasília.

O método, que já é bastante difundido nos Estados Unidos, está em franco crescimento no Brasil. Segundo o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França, a procura por cursos de capacitação na área cresceram, de 2007 para cá, cerca de 250% ao ano, enquanto a demanda das empresas por esse tipo de assessoria subiu em torno de 180% ao ano. “Isso mostra que a atividade deixou de ser moda aqui e se tornou uma realidade”, avalia.

Há seis anos, quando coaching ainda era uma expressão completamente estranha aos brasileiros, Adriana – à época educadora física e dona de uma academia – foi buscar no exterior alguma capacitação extra para tocar seus negócios e acabou se deparando com a metodologia. “No começo, encarei como uma forma de melhorar minhas tarefas no ramo da educação física, mas agora não faço outra coisa da vida”, comenta a coach, que se orgulha de já ter ajudado 89 clientes a alcançarem as metas pessoais com as quais sonhavam.

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Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores (Fonte: Jornal Nacional – 19/04/2011)

CapturarNesta semana, no dia 19/04/2011, assisti uma reportagem veiculada no Jornal Nacional cujo título era “Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores”. As informações trazidas por esta reportagem somente confirmam aquilo que vivenciamos em nossos projetos de implementação de Sistemas de Gestão pela Qualidade baseado no SiAC em incorporadoras / construtoras.

Este segmento esta perdendo em competitividade, pois não consegue atrair e nem reter profissionais, por exemplo, as funções Mestre de Obras e Pedreiro estão em extinção, pois não existe renovação, por exemplo, o filho de Mestre de Obras não quer mais trabalhar no segmento!

O setor sempre atraiu trabalhadores com baixa escolaridade. Mas agora os brasileiros estão estudando mais e querem outros empregos. Os empresários admitem que o setor precisa de mais tecnologia e melhores condições de trabalho.

Os motivos / causas desta situação, podem ser analisados nesta reportagem, clique no link abaixo e assista!

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/industria-da-construcao-civil-sofre-com-falta-de-trabalhadores/1489131/#/Edições/20110419/page/2

E na sua empresa do segmento de construção civil esta situação existe? Caso positivo que soluções estão sendo tomadas para diminuir este impacto!