Quase 80% dos brasileiros fazem horas extras, aponta Dieese.

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Em minhas pesquisas pela internet, localizei uma notícia extremamente preocupante, ou seja, que 80% dos brasileiros fazem horas extras! Uma pesquisa realizada pela Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos).

Vide a notícia na íntegra por este link.

E você o que acha desta situação?

Na mesma linha de pensamento, reduzir a jornada de trabalho geraria empregos de qualidade?

Vide um estudo, realizado, também pela Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) sobre esta situação, através deste link.

Iremos aguardar os comentários!

Portadores de necessidades especiais

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“Portadores de Necessidades Especiais” são pessoas que apresentam limitações importantes em seu desenvolvimento caracterizando um diagnóstico específico. São classificados como tal segundo o Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais (DSM-IV) ou ainda outros manuais de diagnóstico para determinados transtornos do desenvolvimento. A busca (sem objetivos claros e consistentes) por um diagnóstico específico pode, muitas vezes, reforçar ainda mais o processo de exclusão dos PNEs (Portadores de Necessidades Especiais). Considerados, por uma parcela da população, “anormais” ou deficitários, são discriminados permanecendo à margem de uma sociedade preconceituosa e extremamente competitiva.

Se considerarmos o contexto político, social e econômico do nosso país, numa sociedade capitalista e, portanto, excludente, não teríamos que rever tais conceitos? O “diferente” não deveria ser aquele ou aquela que exclui e marginaliza seus membros? Não seríamos todos iguais pela condição humana a que somos submetidos? Quem é, então, o “diferente” ou o Portador de Necessidades Especiais? Não somos, nós, seres humanos imperfeitos, incompletos e mortais que poder-se-ia classificar, então, como sendo Portadores de Necessidades Especiais?

Todas essas questões servem para fazer um alerta especial. Não apenas à sociedade (a qual está realmente deficitária em muitos aspectos), mas fundamentalmente aos profissionais que trabalham diretamente com essa realidade. Seja qual for a área de atuação, profissionais “liberais” (autônomos), empresários ou administradores de empresas, juramos atender a população com vistas à inclusão e não à exclusão.

O problema é que pertencemos a este mesmo universo, de uma sociedade preconceituosa e mal informada. Corremos um grande risco, de cair na armadilha das nossas próprias crenças, credos e pré conceitos, buscando classificar e rotular pessoas para reforçar ainda mais suas dificuldades. Quem já não acompanhou a história de superação de tantos “deficientes”, com alguma “anomalia” importante, os quais foram além dos seus próprios limites? Não são estas pessoas que servem de exemplo de superação para todos aqueles que, em tese, teriam uma condição melhor?

De Porta em Porta

O filme “De Porta em Porta” mostra bem essa realidade. Um homem com uma deficiência mental importante, além de outras limitações, não se deixou abater pelo preconceito social e foi muito além de todas as expectativas ou prognósticos estabelecidos. Entendo que o diagnóstico deve servir apenas para conhecermos parte da realidade do paciente, para também conhecermos seus pontos fortes e suas dificuldades, sempre com vistas ao planejamento de ações terapêuticas ou à determinação de um plano terapêutico que possa contemplar as suas reais necessidades.

Contudo, dependendo da “deficiência” do profissional da área da saúde, poder-se-á determinar um único caminho para esses pacientes, ao invés de acreditar que a superação faz parte da nossa existência e que todos têm condições, sim, de reverter suas próprias dificuldades, buscando caminhos e rotas possíveis.

Dica de Filme – Dança com Lobos

Danca com Lobos

Kevin Costner protagoniza, produz, dirige (pela primeira vez) e ainda dá pitacos no roteiro. Dança com Lobos é perfeito tecnicamente, pois a excepcional fotografia e a competente trilha sonora emprestam certo teor de obra-prima ao filme.

Durante a Guerra Civil Americana, o jovem Tenente John Dunbar (Kevin Costner) protagoniza um ato heróico e, por sua opção, vai servir em uma região infestada de índios. Ao invés de participar de algum extermínio, ele consegue uma ousada aproximação com os nativos, descobrindo sua cultura, costumes e seu modo de comunicação. Vencedor de 7 Oscar, incluindo Filme, Diretor, Roteiro Adaptado e Fotografia, Dança com Lobos é um filme tão intenso quanto sua.

Sem muita coisa para se preocupar, John Dunbar vai mantendo um diário onde anota suas atividades, inclusive seus primeiros encontros com os Sioux. Ele registra como essa tribo é cautelosa e precavida com os estranhos. Não obstante, aos poucos os índios vão se aproximando e, por fim, conseguem comunicar-se com ele; para isso é trazida uma mulher chamada ‘Stands With a Fist’ (De Pé com Punho) que é branca mas foi criada pelos Sioux, especificamente por ‘Kicking Bird‘ (Pássaro Esperneante), após sua família ser massacrada pela tribo ‘Pawnee‘. Visto que fala inglês, ela passa a ser intérprete entre John Dunbar e os índios. O tenente passa então a viver com a tribo, que lhe dá o nome de ‘Dança com Lobos‘. A convivência com os indígenas faz com que ele vá adquirindo seus costumes, ao mesmo tempo em que ganha respeito dos nativos e conquista ‘De Pé com Punho‘.

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Ao descrever uma cena onde ‘Dança com Lobos’ tenta se comunicar pela primeira vez com alguns índios, o diretor cria uma situação muito clara de como a comunicação é importante. Ao passo que os gestos evoluem e os homens começam a se entender, há uma perfeita ilustração do exercício comunicativo ganhando forma em prol do sucesso. A vontade de se comunicar e aprender, aqui, exerceu uma forte influência no resultado final, pois se qualquer coisa tivesse sido dita (ou expressa, neste caso) e incompreendida, a confusão estaria formada – e qualquer gestor sabe que o início, as raízes da iniciação comunicativa são essenciais e devem ser tratadas com cuidado. No caso do filme, serviu como base para toda a amizade que se estenderia pela eternidade. Já num ambiente empresarial poderia significar o primeiro passo de uma bem sucedida parceria (seja interna ou externamente). A própria acepção literal do termo comunicação representa, etmologicamente, o sentido de “colocar em comum”, de compartilhar.

O desafio de liderar equipe com pessoas desinteressadas!

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Finalmente localizei um artigo que estava precisando ler … pois nesta “vida” de consultor organizacional, às vezes entramos em ambientes no qual a desmotivação e desinteresse esta impregnado, infelizmente, na “cultura organizacional” … e aí haja trabalho de auto-motivação para que nós consultores, agentes de mudanças não se contaminem com esta “energia negativa”.

Segue o link deste artigo que foi escrito por Felipe Suzin!

Como sobreviver … ou aproveitar ao máximo a era da informação?

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Comparado com a era anterior, a industrial no qual o acesso as informações era restrito a um pequeno grupo de privilegiados, atualmente na era da informação, existe um excesso de informações!

As informações estão cada dia mais dinâmicas, são acessíveis a todos, são distribuídas de forma maciça, caótica. O desafio consiste em selecionar o que realmente é importante para o aprendizado – a diferença é saber aprender.

O que é aprender? Aprender é transformar sua maneira de SENTIR, PENSAR e AGIR; considerando que existe, pelo menos deveria existir uma seqüência lógica destes “três” elementos, ou seja, primeiro eu sinto, ou seja, percebo algo … logo em seguida em penso, ou seja, raciocino … e finalmente eu ajo, ou seja, eu tomo uma atitude!

Na categoria SENTIR estão nossas emoções e sentimentos. Uma pessoa pode ser ensinada a sentir inveja diante de outra que possua certa habilidade, característica ou um objetivo considerado de valor. Pode haver outra cultura, entretanto, que a posse dessa característica ou objeto não seja vista como invejável. Os modos de sentir podem mostrar-se inadequados e o indivíduo pode querer aprender outros modelos, mudando, portanto.

Na categoria PENSAR incluem-se suas idéias, visões de mundo, modelos (idealização sobre como as coisas são ou funcionam), conceitos, paradigmas. Por exemplo, você pode pensar algo sobre o consumidor: as pessoas nunca vão deixar de ir ao supermercado. Essa idéia pode revelar-se coerente ou não com a realidade. Nós adquirimos um conjunto de modos de pensar por meio dos relacionamentos familiares, sociais e da escola. Muitas vezes o mundo se transforma e não mudamos a maneira de vê-lo.

Na categoria AGIR estão nossos comportamentos, hábitos, condutas. Tudo isso tem relação com nossos pensamentos (PENSAR) e sentimentos (SENTIR)!

Além do excesso de informações, somam-se algumas “barreiras” ao aprendizado, tais como:

  • A resistência natural do indivíduo à mudança, que traz desconforto e medo;
  • O ambiente que segura qualquer tentativa de mudança – isto é, o medo de outros indivíduos que resistem à mudança e tentam enquadrar o mais ousado
  • A desinformação – o indivíduo não se expõe a novas informações e mantém modos limitados de sentir, pensar e agir por não ter confronto. Muitas vezes ele não descobre nem mesmo coisas que seriam boas para si mesmo
  • O ceticismo, que tem várias origens, até emocionais. Ele pode fazer que o mesmo indivíduo que está cercado pela tecnologia e se beneficia dela a cada minuto não acredite na ciência
  • O desinteresse, a falta de curiosidade, a desmotivação – que podem também ter várias origens.

O que podemos fazer para aproveitar ao máximo a “era da informação”?

Podemos:

  • Combater rigorosamente o comodismo e as respostas fáceis.
  • Em vez de ficar buscando loucamente informações dispersas, procure ler textos mais extensos (livros e bons artigos), que são fundamentais para a formação de conceitos que facilitarão e orientarão posteriormente a busca e assimilação das informações. Lembre-se de que não adianta ter muita informação se não soubermos utilizá-la.
  • Buscar sempre a informação, mesmo sem ter objetivos imediatos a atingir com ela.
  • Adquira a humildade dos sábios, que nunca acreditam que sabem tudo e sempre estão dispostos a ouvir mais e a dizer menos.
  • Valorizar as oportunidades de mudança: contatos, eventos, viagens, desafios.
  • Deixar a competitividade de lado, que ela não combina com uma atitude de busca do saber: em vez de tentar provar que você está certo ou que o outro está errado, entre numa linha de cooperação que todos aprenderão mais.
  • Deixar de lado os preconceitos – contra pessoas, correntes filosóficas ou religiosas, métodos, linhas de atuação.

Por que você, “Dono” da empresa, quer um Sistema de Gestão pela Qualidade certificado?

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Quando percebemos que a empresa irá utilizar o Sistema de Gestão pela Qualidade para melhorar os seus processos internos e não meramente para atender as exigências contratuais de um cliente, por exemplo, que esta exigindo que eles “tenham o certificado da ISO 9001”?

Hoje li e analisei um artigo do Emanuel Edwan de Lima, no qual ele desenvolve uma linha de raciocínio bem objetiva / clara, no qual apresenta dois grupos de empresas:

  • As que necessitam de uma certificação baseada na ISO 9001 somente para a legitimação externa, ou seja, para atender um órgão de fomento ou a um cliente específico, e;
  • Aquelas que implantam um sistema de gestão especialmente para a legitimação interna, ou seja, para a melhoria de seus processos e de suas operações.

Reserve um tempo para ler e analisar este artigo através deste link.

Aguardaremos as respostas de vocês, com relação a nossa pergunta inicial:

  • Por que você, “Dono” da empresa, quer um Sistema de Gestão pela Qualidade certificado?

Uma questão de escolha. (Por Patrícia Prigol)

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Freqüentemente costumo ser questionada a respeito da existência de problemas na vida das pessoas. Manifestam a necessidade de compreender o porquê do seu sofrimento. Muitas chegam a acreditar que é algo do destino. Que foram “escolhidas” de alguma forma por não terem sorte na vida ou porque os outros não foram tão bons ou justos como “deveriam” ou, ainda, porque sua infância foi interrompida de maneira traumática.
Entre tantas justificativas, ainda prefiro aquela que se encontra no plano “real”, aquela que a realidade vem comprovar a sua existência: de que somos, todos, responsáveis pelo nosso sucesso e pelo nosso fracasso também. Tudo depende das nossas escolhas.
O pensamento contrário afirma ser mais fácil buscarmos um culpado para justificar nossas faltas. Talvez seja melhor acreditarmos que o “outro” é responsável por tudo que acontece em nossa vida. Seguindo com esta crença estaremos buscando num “outro” um sentido para nossa existência, uma direção. Estabelecemos desta forma, uma relação de dependência e submissão, a qual fortalece a crença de que não somos capazes de guiarmos nossa vida. Neste sentido, estaríamos fadados ao fracasso.
Acredito que mesmo em situações muito difíceis, incluindo as fatalidades da vida, poderemos superar as dificuldades, aprendendo com a dor e fazendo escolhas com dignidade e respeito às nossas necessidades. Martha Medeiros, escritora renomada, publicou o livro intitulado “O Divã”, o qual originou o filme que se encontra em cartaz. Ela aborda esta questão com maestria, com extrema competência e prova que a felicidade depende do modo como enfrentamos nossas mazelas.
Venho, com o passar do tempo, em minha profissão e em minha própria vida, pesquisando o que levaria as pessoas a fazer exatamente o contrário de tudo àquilo que poderia lhes trazer maior qualidade de vida. Lembro-me da história de um homem de oitenta e poucos anos que demonstrava muita vitalidade, participando de maratonas, preparando-se fisicamente e psicologicamente para os campeonatos. Ao ser indagado por um jornalista sobre o que o levaria a agir desta forma, contrariando todas as probabilidades relacionadas à sua idade, ele respondeu: “Faço exatamente o contrário do que a minha mente me pede pra fazer. Se ela pede para ficar parado na frente da TV ou se pede para permanecer dormindo mais do que o necessário, logo, coloco o meu calção, o meu tênis e saio para correr. Faço exatamente o contrário”. Eu diria que esta foi uma das alternativas encontradas por esse homem que, sabiamente, driblou as armadilhas de sua mente que – de forma ardilosa e astuta – tentaria levá-lo a acreditar que nada mais lhe restaria – neste momento de sua vida – a não ser esperar sua morte chegar.
Nossa vida é da nossa responsabilidade. Precisamos, apenas, fazer a escolha mais adequada.

A influência das emoções na produção das doenças

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Para a Psicologia e para a Psicossomática (ciência que estuda os efeitos do psiquismo e das emoções no surgimento das doenças) este assunto já não é desconhecido, nem tampouco surpreende diante dos resultados obtidos nas pesquisas realizadas. Contudo, e não faz tanto tempo assim, observamos a resistência de muitos na aceitação dessa realidade, de que as emoções estão diretamente ligadas à manifestação das doenças.
O que importa, entretanto, é alertarmos a população sobre os recursos disponíveis para que cada pessoa possa acessar sua “arma de defesa imunológica” contra a legião de bactérias e vírus que provocam doenças no organismo.
Por isso torna-se fundamental garantir a informação e a orientação, as quais podem contribuir na prevenção de doenças e no aumento da qualidade de vida da população:

  • As emoções sejam elas positivas ou negativas, são transmitidas a todas as células do corpo humano. O cérebro conta com mensageiros que levam aos órgãos os nossos sentimentos. São compostos químicos (os neurotransmissores) que reproduzem em códigos todas as nossas emoções. Assim, cada célula retrata o que estamos sentindo e como estamos vivendo.
  • Todo mundo hoje sabe o que faz bem para a saúde. Por que é tão difícil seguir essas orientações? Todas as recomendações médicas são engolidas por nossos complexos emocionais. Porque há um sofrimento emocional muito maior do que o sofrimento físico. E nós não consideramos o sofrimento emocional, sempre deixado em segundo lugar. Há uma profunda ignorância na nossa cultura do quanto as emoções comandam a nossa vida. Aprendemos na escola a escovar os dentes, a ter higiene, mas nenhuma escola ensina a lidar com os conflitos emocionais, a prestar atenção nos sonhos e como funcionamos psicologicamente.
  • A idéia de que as emoções negativas, consideradas hostis, aquelas mais comumente perceptíveis nas pessoas que são extremamente apressadas, irritadiças, pouco amorosas, que tomam decisões somente na base do certo e do errado, que não dão prioridade aos seus afetos, são muito mais propensas ao infarto, mesmo tendo os triglicérides em níveis excelentes, o colesterol zerado e uma ótima forma física. E isto já está comprovado cientificamente.

O alerta que se faz aos profissionais da área da saúde e a toda população pode ser explicitado através dessa frase: “É importante que todo profissional da área da saúde veja seu paciente como um indivíduo composto de um total – corpo e alma – e que suas emoções estão diretamente relacionadas às doenças que aparecem. Do contrário ele não vai ajudar na cura do paciente. Ele simplesmente vai funcionar como um bombeiro, que apaga o incêndio, mas não trabalha na fiação que está em curto-circuito”.
Isto serve para as organizações (empresas e demais instituições) que também assumem (assim deveriam) um compromisso com a saúde do trabalhador, com os aspectos de psicohigiene que deveriam fazer parte das políticas implementadas na coletividade, no intuito de assegurar os resultados contratados.

A Relação Pai e Filho nas Empresas Familiares (Por Stephen Kanitz)

 

Em minhas atividades de consultoria, principalmente em empresas consideradas familiares, onde a presença da 2ª. ou 3ª. geração esta atuante ou procurando o seu espaço … percebo uma grande dificuldade / desafio!

Sendo que o crescimento / sustentabilidade destas empresas … ficam na dependência de um “processo de transição de gerações”, tornando a vida / carreira profissional dos colaboradores uma eterna dúvida!

Recentemente, localizei um excelente artigo, escrito no website do Stephen Kanitz que apresenta de forma clara, orientações de como o “filho do dono” deve buscar espaço na organização / empresa, clique neste link para ler o referido artigo.

O Museu da Corrupção

Hoje, recebi de um amigo, o Marcos Antônio Oliveira da Costa, uma dica de um website muito instrutivo / educativo, chama-se “Museu da Corrupção”!

Clique na imagem abaixo e seja bem vindo a este passeio virtual, conhecendo a história longa da corrupção no nosso querido Brasil!