Formando Auditores Internos ISO 9001:2008 em Rondonópolis – MT!

No mês de novembro, mais precisamente nos dias 28, 29 e 30 de novembro, estaremos realizando mais um treinamento de Formação de Auditores Internos pela ISO 9001:2008, pelo SENAI-MT, no município de Rondonópolis, estado do Mato Grosso.

O treinamento, cuja carga horária será de 24 horas, irá beneficiar as empresas que estão no Programa Quali-MT, oriundos dos mais diversos segmentos da economia desta região.

Maiores informações sobre este treinamento, convidamos a acessar as informações que estão logo abaixo (clique na figura abaixo).

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CUIDADO: Auditores sem cadastro. (Por Daniela de Matos)

fepamA auditoria ambiental exigida nas licenças de operação pela FEPAM é um processo sério e rigoroso e por isso as empresas devem ter muito cuidado na contratação dos auditores.

A PORTARIA Nº 040/2010, DE 29 DE OUTUBRO DE 2010 define em seu Art. 1º que as auditorias ambientais, devem ser realizadas por equipe técnica independente do auditado, constituída por pessoa física ou pessoa jurídica, devidamente cadastrada na FEPAM, clique aqui e acesse a relação dos auditores cadastrados.

O que se tem visto em alguns casos é que há auditores SEM CADASTRO estão realizando auditorias.

Devemos lembrar que protocolo de pedido na FEPAM não vale nada até ser emitido o cadastro, o profissional não pode realizar auditorias apenas com um protocolo. O que acontece nestes casos é que a FEPAM está recusando os relatórios entregues, tendo a empresa que contratar nova auditoria, o que acarreta em novo custo com o processo e ainda pode sofrer penalidades, pois como o relatório entregue não é válido este item da licença fica em atraso.

Os auditores devidamente cadastrados podem ser conhecidos através do site da FEPAM conforme definido no Art. 8º – “A FEPAM dará publicidade em seu site www.fepam.rs.gov.br à relação dos auditores ambientais cadastrados na Instituição.”

Por isso alertamos que ao contratar auditores ambientais exija a comprovação do cadastro na FEPAM e faça sua auditoria com segurança.

Fico à disposição de vocês!

Eng. Química Daniela de Matos

Cadastro na FEPAM nº 005/2011-DL

Email: daniela@essencialambiental.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Quantos níveis hierárquicos sua organização possui?

Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos os diversos modelos de organograma, gostaríamos de continuar a explanação, considerando a seguinte pergunta: “quantos níveis hierárquicos sua organização possui?”.

Se a sua resposta para esta pergunta for simplesmente e honestamente um “NÃO”, nem tudo esta perdido, pois a grande maioria das organizações, por mais que tenham definido o “desenho” do organograma, ainda não conseguem visualizar os seus níveis hierárquicos!

Mas a falta de entendimento e/ou aplicação pode ser maior, ou seja, “o que é hierarquia?”. Para esta pergunta, podemos considerar que uma das melhores respostas poderia ser:

  • Hierarquia é a ordenação de elementos em ordem de importância, e sendo mais específico para as organizações, seria a graduação das diferentes categorias de funcionários ou membros de uma organização.

Existem basicamente 4 níveis hierárquicos dentro de uma organização, que são divididos em:

  • 1º Nível – Estratégico ou Institucional, onde são elaboradas as estratégias, realiza-se a gestão estratégica e por consequência o planejamento estratégico. Aqui são elaboradas as políticas e diretrizes da empresa. Normalmente este posto é assumido por Presidentes e / ou Diretores, também denominado como a  Alta Direção da empresa;
  • 2º Nível – Tático ou Intermediário, geralmente ocupados por Gerentes de cada departamento que são responsáveis pelas ações do dia a dia do nível operacional, bem como a liderança e a motivação destes;
  • 3º Nível – Gestores e Supervisores, estudam as restrições, necessidades e conveniências associadas a funções da qual são gestores, e esquematizam as ações e atividades que devem ser realizadas. São responsáveis pela aplicação das diretrizes estabelecidas nos níveis 1 e 2, e;
  • 4º  Nível – Operacional – formado por Supervisores que são diretamente responsáveis pela execução e realização das atividades da produção.

Abaixo podemos ter uma visão clara da distribuição dos níveis hierárquicos em uma representação de um organograma vertical (clássico). Continue lendo “Quantos níveis hierárquicos sua organização possui?”

2ª. Aula Magna do curso de pós-graduação em Lean Manufacturing

Dando continuidade ao post anterior no qual convidamos para o evento de lançamento da Pós-Graduação em Lean Manufacturing, gostaríamos de convidar para 2ª. Aula Magna! Sim, agora estamos na 2ª. Turma desta pós-graduação. Esta aula magna realizada na próxima terça-feira (09/08/2011)! Segue abaixo o flyer deste evento. Aguardaremos a presença de todos! Os interessados podem se inscrever pelo website da ESADE, clicando aqui.

Apresentação1

Sentimento de inferioridade (Por Maria de Lurdes Fontana)

estimaMuitas pessoas queixam-se de dificuldades para resolver conflitos pessoais devido à baixa estima e o sentimento de inferioridade.

O mais comum é as pessoas se sentirem inferiores aos colegas de trabalho, aos irmãos, aos vizinhos, etc. É óbvio que o sentimento de inferioridade vem acompanhado quando há comparação naquilo que buscamos e acreditamos. Perpassa a idéia de que o outro é feliz. O outro consegue. O outro pode. As pessoas querem se igualar aos outros, geralmente “pensando” que é o modelo de ser.

A igualdade não existe porque pessoas não são todas iguais. A diversidade, a heterogeneidade dos seres humanos é que traz a evolução e não dá espaço para que  o outro seja inferior. É diferente, mas não inferior.

Outro fator que pode causar o aumento do sentimento de inferioridade é o medo. Talvez por experiências já vividas, ou por situações que não aconteceram ainda. O passado não se muda, o futuro ainda não veio. E o presente? Este pode ser enfrentado com espírito altivo de que daqui por diante os pensamentos e ações estão voltados à melhoria das emoções.

Perceber onde estão os pensamentos que deprimem as ações como a inveja, o ciúme, o orgulho. Geralmente a “cura” destes sentimentos que atrapalham nossa vida vem através da valorização, da descoberta de si mesmo, do potencial que você não consegue ver, mas os outros veem.

Então, buscar aconselhamentos, equilíbrio e espiritualidade são, sem dúvida, um passo de grandeza e superioridade.

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

O Desenvolver dos Talentos nas Organizações. (Por Gislaine Argelim Barbosa)

rhcriseComo já havia comentado no artigo anterior, os talentos humanos são as peças fundamentais para o crescimento e manutenção das organizações. São eles que fornecem as informações para que as estratégias certas sejam criadas dentro das organizações. Temos que ter isso bem claro, as pessoas são as partes mais importantes dos processos, é através das ações, atitudes e comportamentos desses recursos que as organizações podem crescer rapidamente ou não, ganhar muito dinheiro ou perder muito dinheiro. A globalização dita o caminho, mas como as organizações vão construir, cruzar, atravessar e principalmente aproveitar, dependerá das pessoas inseridas nos processos. Por isso temos que possuir um olhar diferenciado!

Para isso, um plano de desenvolvimento de talentos é muito importante para que os líderes consigam conduzir as suas estratégias na busca constante da excelência de suas ações. Desenvolver talentos por mais que pareça fácil, tem que ser muito detalhado, utilizando de muita estratégia e análise. Somente se constrói um bom plano de desenvolvimento de talentos se a organização realizar um diagnóstico da sua cultura. O primeiro passo é  analisar quais são os focos de problemas, quais são as melhores pessoas, aquelas que mais se destacam em suas ações, profissionalismo e comprometimento. Depois analisar quais os treinamentos necessários para desenvolver. Para isso ferramentas como pesquisa de clima organizacional e avaliação de desempenho com foco em competências, são fundamentais para a elaboração do plano de ação no desenvolvimento de talentos nas empresas. Por exemplo, o Plano Anual de Treinamento / Desenvolvimento, só poderá ser construído de posse dessas informações. Fazer uma boa pesquisa é fundamental para então se criar a estratégia de treinamento e desenvolvimento para que isso influencie na redução de custos e façam com que os empregadores realizem investimentos necessários sem desperdícios.

O acompanhamento dos treinamentos / desenvolvimentos também se faz necessário para que a organização veja a progressão do desenvolvimento. Por isso devemos ter nos recursos humanos, as “ferramentas” necessárias para essa verificação. Devemos sempre fazer registros de todos os passos, sempre pesquisas para que se tenha as informações necessárias. Caso a organização não tenha ainda as “ferramentas” para essa verificação, é importante então reavaliar as ações.

Ter pessoas capacitadas, motivadas e comprometidas com as ações da organização é fundamental para o crescimento da mesma. Parece ser uma receita fácil, mas se não tomar cuidado, como diz o ditado popular: “o molho pode sair mais caro que o peixe”, então, analise bem as ações antes de executá-las.

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Conversa inspiradora (Fonte: Jornal Zero Hora – Empregos e Oportunidades – 08/05/11)

coaching3O serviço, bem popular nos EUA, tem deixado de ser modismo para apresentar crescimento sólido no Brasil. Contudo, especialistas alertam: muitos estão utilizando essa ajuda de forma errada e é preciso pesquisar bem.

Uma das traduções do termo inglês coach é treinador. Por isso, hoje, denominam-se profissionais do coaching aqueles que, a partir de uma metodologia específica, “treinam” os clientes para que atinjam suas metas profissionais e pessoais.

– “Os coaches visam ao aumento de resultados positivos. Eles fazem perguntas e aplicam ferramentas junto ao assessorado para que a própria pessoa trace uma estratégia para alcançar objetivos que deseja”, explica Adriana Marques, 35 anos, que preside o Coaching Club de Brasília.

O método, que já é bastante difundido nos Estados Unidos, está em franco crescimento no Brasil. Segundo o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França, a procura por cursos de capacitação na área cresceram, de 2007 para cá, cerca de 250% ao ano, enquanto a demanda das empresas por esse tipo de assessoria subiu em torno de 180% ao ano. “Isso mostra que a atividade deixou de ser moda aqui e se tornou uma realidade”, avalia.

Há seis anos, quando coaching ainda era uma expressão completamente estranha aos brasileiros, Adriana – à época educadora física e dona de uma academia – foi buscar no exterior alguma capacitação extra para tocar seus negócios e acabou se deparando com a metodologia. “No começo, encarei como uma forma de melhorar minhas tarefas no ramo da educação física, mas agora não faço outra coisa da vida”, comenta a coach, que se orgulha de já ter ajudado 89 clientes a alcançarem as metas pessoais com as quais sonhavam.

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“Kit” para Auditorias Internas

Recentemente li um artigo muito bem elaborado no website da Qualiblog (clique aqui), que mencionava sobre as mudanças que estão por acontecer no processo de auditoria, em função da norma ISO 17021:2011, onde uma das maiores mudanças é não mais aplicarem a ISO 19011 como base para as auditorias de terceira parte (da certificadora).

Pensando assim, lembrei-me dos diversos pedidos que recebemos sobre esclarecimentos sobre o processo de auditoria interna, considerando todas as fases, ou seja: preparação, exame (coleta de dados), acompanhamento e avaliação da equipe auditora. Sendo assim o objetivo deste artigo é disponibilizar para os nossos visitantes, o nosso conhecimento sobre este assunto, logo abaixo estão os modelos de processo, procedimento e registros da qualidade referente a auditoria interna. Também estamos disponibilizando alguns materiais de apoio para serem encaminhados para os auditados, às vezes esquecidos no processo de implementação deste requisito da ISO 9001:2008 (8.2.2).

Fiquem à vontade para sugerirem melhorias nestes materiais, pois este é um dos diversos “kits”, ou seja, não é o melhor e nem o único!

Segue o kit  para auditorias internas:

  1. Procedimento de Auditoria Interna;
  2. Programa Anual de Auditorias Internas;
  3. Planejamento das Auditorias Internas;
  4. Lista de Verificação;
  5. Relatório de Auditoria Interna;
  6. Avaliação de Desempenho do Auditor Interno;
  7. Orientação sobre Lista de Verificação;
  8. Orientações para reuniões abertura e encerramento, e;
  9. Cartilha sobre como se preparar para uma auditoria interna.

As grandes estratégias de gestão de pessoas. (Por Gislaine Argelim Barbosa)

Estarei escrevendo nos próximos meses, uma série de artigos sobre Gestão de Pessoas, deste a atração, retenção e desenvolvimento dos talentos nas organizações, até questões de relacionamentos, procedimentos, manuais, códigos, cartilhas, cargo, carreira e remuneração, dentre outros assuntos referente a essas novas transformações dos Recursos Humanos.

Atração e Retenção dos Talentos nas organizações.

Como sabemos, as mudanças nos setores estão ocorrendo de maneira muito rápida. Empresas abrindo e se desenvolvendo e outras fechando. Porém uma coisa todas estas empresas tem em comum, as pessoas.

Apresentação1

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Tiradentes e a expressão “Quinto dos Infernos” (Por Ivo Ricardo Lozekam)

imagesBrasileiro faz piada de tudo.. Quando perguntaram para o menino na escola: “Você Sabe quem é Tiradentes ?”,   o mesmo respondeu- “Sei – Tiradentes é um Feriado !”  De fato, um feriado este ano atípico, pois emendando com Sexta da Paixão e um final de semana, será um dos feriados mais prolongados dos ultimos tempos.

Mas Tiradentes, foi o mártir enforcado e esquartejado por declarar-se líder do movimento que originou outros tantos, e cujo objetivo era declarar-se independente ou dar um basta nas altas taxas de impostos cobradas pela Coroa de Portugal.

Ocorre que a partir da segunda metade do século XVII, a Coroa portuguesa intensificou seu controle fiscal sobre a sua colônia da América do Sul (Atual Brasil.) Na época as jazidas de ouro em Minas Gerais começaram a se esgotar, fato não compreendido pela Coroa, que instituiu a cobrança da derrama, onde toda a população deveria completar o que faltasse para a cota imposta de 1.500 kgs de ouro, além do chamado quinto já devido, na época conhecido como “quinto dos infernos”.

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