Dica de Leitura – A Agenda (Por Eduardo Mayer Fagundes)

A AgendaTítulo do livro: AGENDA, A – O novo ciclo da economia baseada no cliente.

Autor: Hammer, Michael.

Editora: Campus.

Resumo do livro:

Como conceber produtos e serviços que cativem os clientes e depois desenvolvê-los e produzi-los com lucro para satisfazer os acionistas?

Como destacar-se de outras empresas com ofertas semelhantes e metas idênticas, e ao mesmo tempo preservar o sucesso em face da mudança?

Definir a agenda que se adapta ao momento gerencial atual é a missão deste livro.

Os nove capítulos do livro tratam dos nove tópicos da agenda de negócios da economia do cliente – Os dois primeiros traduzem trivialidades sobre os clientes e definem duas estratégias específicas que diferenciarão as empresas de concorrentes; O terceiro e o quarto itens da agenda tratam da questão dos processos e da necessidade de organização e gerenciamento das empresas ; O quinto trata de uma nova abordagem à mensuração para a melhoria do desempenho do negócio ; O sexto item propõe que se redefina o papel dos gerentes ; Os últimos três exploram o poder da Internet para interligar as empresas entre si.

Comentários sobre a leitura do livro, por Eduardo Mayer Fagundes:

Neste livro, Michael Hammer mostra como as empresas devem atuar na “nova economia” que, segundo ele, é a economia dos consumidores.  Nessa economia os consumidores recusam-se a aceitar altos preços, baixa qualidade e péssimos serviços.

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PBQP-H: o que é e como identificar se uma empresa o leva a sério (Por Cristiano Alvarenga)

Recentemente, ao “navegar” na internet, buscando informações atualizadas sobre o PBQP-H, mais precisamente pelo SiAC, identifiquei um excelente artigo elaborado por um engenheiro civil, o Sr. Cristiano Alvarenga). O artigo mostra de forma clara e objetiva a realidade da grande maioria das empresas do segmento da construção civil de buscar incorporar na rotina do dia-a-dia e da gestão, os requisitos do SiAC. Segue abaixo o artigo na íntegra.

PBQP-H: o que é e como identificar se uma empresa o leva a sério (Por Cristiano Alvarenga)

i210233Simplesmente dizer que PBQP-H é o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat não explica muita coisa. A maioria dos estudantes de engenharia e diversos compradores de imóveis já ouviram falar nesta sigla, mas não conseguem entender na prática como o programa funciona ou qual sua finalidade. Na verdade, a grande maioria dos engenheiros civis conhece o programa, trabalha numa empresa que é certificada, mas não sabe muito bem o que é o programa ou ainda acredita fielmente que ele engessa seu trabalho e que tem uma papelada para ser preenchida que só atrapalha!

Tentarei explicar aqui de uma maneira de fácil entendimento como funciona o PBQP-H na construção de edifícios, para que ele serve e ainda como identificar se uma empresa leva a sério o programa ou se apenas quer possuir um selo (que é a maioria dos casos, por incrível que pareça).

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Panorama Setorial – Equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos (Fonte: ABDI)

CapturarRecentemente localizei na rede um documento elaborado pelo Instituto de Engenharia Biomédica da Universidade Federal de Santa Catarina (IEB-UFSC) sob a orientação e coordenação do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) para o setor de equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos (EMHO),

Esta publicação apresenta o Panorama Setorial da Cadeia produtiva de EMHO, com dados de mercado referenciados e analisados até 2006. É um trabalho panorâmico, mas também analítico, que oferece subsídios para o desenvolvimento de propostas estratégicas e tecnológicas e será utilizado como base para a elaboração do Estudo Prospectivo deste setor.

Para as empresas deste setor, e principalmente para os gestores estratégicos destas organizações esta leitura e análise são fundamentais.

Clique aqui e acesse o estudo na íntegra.

Reduza o uso do e-mail (Fonte: Por Christian Barbosa – HSM.com.br – 14/07/2011)

Você sabe quando surgiu o sistema de comunicação via internet mais famoso e na maioria das vezes infelizmente mal utilizado? Mas de “quem” nos estamos falando? Sim, estamos falando do “e-mail”.

O e-mail surgiu em 1965 e vem sendo utilizado desde então com pouquíssimas alterações! Na década de 90 começou a ser utilizado nas empresas como ferramenta de comunicação. Me lembro quando se iniciou a “onda” de tornar as reuniões mais eficazes, lembram? E como solução para estes encontros improdutivos, uma boa parte dos gestores tinha uma solução mais “eficiente”, ou seja: “por favor em vez desta reunião, vamos nos comunicar através de e-mail!”. Ledo engano, agora o maior problema corporativo é o famigerado E-MAIL!

Recentemente, li uma reportagem muito esclarecedora sobre como criar / usar alternativas mais simples para diminuir o uso inadequado do E-MAIL. A reportagem foi publicada no website da HSM pelo Sr. Christian Barbosa). No final da reportagem, ele sugere / instiga uma mudança de paradigma!

A seguir publicamos na integra esta reportagem, aproveitem e comecem a mudar os comportamentos / atitudes! Continue lendo “Reduza o uso do e-mail (Fonte: Por Christian Barbosa – HSM.com.br – 14/07/2011)”

Nutrição Estratégica (Fonte: Jornal Correio do Povo – Plano de Carreira – 24/07/2011)

piramide-alimentarEste final de semana, li uma entrevista muito bem elaborada sobre um assunto que há um bom tempo me preocupa: a influência de uma alimentação balanceada na produtividade dos colaboradores!

Sim, muitas empresas / organizações fazem a propaganda de que possuem como benefício diferenciado para os seus colaboradores, a existência de refeitório em sua infraestrutura, mas será que somente a existência é o suficiente para motivar os seus colaboradores e quem sabe potenciais colaboradores?

Aproveito para lembrarem da “famosa” pirâmide alimentar (clique na figura ao lado).

Nesta entrevista, que li, a entrevista, a Nutricionista, Sra. Andréa Rogick comenta que muitos empresários e gestores estão buscando ações para melhorar a qualidade de vida dos seus colaboradores, sendo que uma das mais importantes é a alimentação. Conforme ele comenta no inicio da entrevista: “funcionários sadios produzem melhor”.

E você concorda com esta afirmação?

A sua empresa esta preocupada com a alimentação dos seus colaboradores?

E você, principalmente, esta agindo de forma adequada para melhorar a sua dieta alimentar?

Clique neste link e analise na integra a entrevista com esta profissional.

Segue, também abaixo, o endereço do website da empresa Torres Associados – Consultores de Benefícios, no qual a Sra. Andréa Rogick faz parte:

http://torresbeneficios.blogspot.com/

Sentimento de inferioridade (Por Maria de Lurdes Fontana)

estimaMuitas pessoas queixam-se de dificuldades para resolver conflitos pessoais devido à baixa estima e o sentimento de inferioridade.

O mais comum é as pessoas se sentirem inferiores aos colegas de trabalho, aos irmãos, aos vizinhos, etc. É óbvio que o sentimento de inferioridade vem acompanhado quando há comparação naquilo que buscamos e acreditamos. Perpassa a idéia de que o outro é feliz. O outro consegue. O outro pode. As pessoas querem se igualar aos outros, geralmente “pensando” que é o modelo de ser.

A igualdade não existe porque pessoas não são todas iguais. A diversidade, a heterogeneidade dos seres humanos é que traz a evolução e não dá espaço para que  o outro seja inferior. É diferente, mas não inferior.

Outro fator que pode causar o aumento do sentimento de inferioridade é o medo. Talvez por experiências já vividas, ou por situações que não aconteceram ainda. O passado não se muda, o futuro ainda não veio. E o presente? Este pode ser enfrentado com espírito altivo de que daqui por diante os pensamentos e ações estão voltados à melhoria das emoções.

Perceber onde estão os pensamentos que deprimem as ações como a inveja, o ciúme, o orgulho. Geralmente a “cura” destes sentimentos que atrapalham nossa vida vem através da valorização, da descoberta de si mesmo, do potencial que você não consegue ver, mas os outros veem.

Então, buscar aconselhamentos, equilíbrio e espiritualidade são, sem dúvida, um passo de grandeza e superioridade.

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Vamos “cumbucar”?

A duas semanas atrás, em uma das aulas de pós-graduação em “Lean Manufacturing” realizada pelo Prof. Eng. Luiz Paulo Hauth, tive a oportunidade de conhecer na prática um método simples, mas extremamente prático de desenvolver / compartilhar o conhecimento adquirido nas organizações no qual atuamos como consultores e principalmente como líderes / agentes de mudança. Na realidade já conhecia este método, às vezes utilizava o “termo / verbo” em minhas atividades de consultoria, mas sinceramente falava, sem embasamento, verdade!

Você sabe o que é “cumbucar” ou simplesmente “fazer cumbuca”? Se a resposta para esta pergunta foi sim ou pior, acho que sim, agora posso dizer para vocês que eu sei e principalmente sei como aplicar em minhas atividades de consultoria! Mas antes vamos conhecer a origem desta palavra, para que possamos de fato valorizar, quando usarmos em nosso dia-a-dia.

cumbuca_2Se buscarmos o significado no universo das utilidades domésticas “modernas” iremos encontrar a seguinte definição: “peça multifuncional, utilizada para colocar cereais, sopas, caldos quentes ou frios, porções individuais de salada e até para servir petiscos.” Resumindo é uma cumbuca (rsrs)! Se formos para a sua origem que é indígena, a língua Tupi-guarani, iremos encontrar que cumbuca, ou melhor, dizendo “cambuca” é um tipo de vasilha de barro no qual os proprietários do Brasil utilizam para fazer comida, por exemplo.

Mas voltando ao assunto de buscar desenvolver e/ou compartilhar o conhecimento adquirido, percebemos claramente que um dos principais problemas nas empresas brasileiras é não conseguir desenvolver e aproveitar a criatividade de seus funcionários / colaboradores. Gritamos “aos quatro cantos” que somos criativos, mas na realidade desperdiçamos talentos. Mas a pior situação é que às vezes sem percebermos guardamos para nós o que conhecemos… retemos o “acervo”, concordam?

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“Kit” para Auditorias Internas

Recentemente li um artigo muito bem elaborado no website da Qualiblog (clique aqui), que mencionava sobre as mudanças que estão por acontecer no processo de auditoria, em função da norma ISO 17021:2011, onde uma das maiores mudanças é não mais aplicarem a ISO 19011 como base para as auditorias de terceira parte (da certificadora).

Pensando assim, lembrei-me dos diversos pedidos que recebemos sobre esclarecimentos sobre o processo de auditoria interna, considerando todas as fases, ou seja: preparação, exame (coleta de dados), acompanhamento e avaliação da equipe auditora. Sendo assim o objetivo deste artigo é disponibilizar para os nossos visitantes, o nosso conhecimento sobre este assunto, logo abaixo estão os modelos de processo, procedimento e registros da qualidade referente a auditoria interna. Também estamos disponibilizando alguns materiais de apoio para serem encaminhados para os auditados, às vezes esquecidos no processo de implementação deste requisito da ISO 9001:2008 (8.2.2).

Fiquem à vontade para sugerirem melhorias nestes materiais, pois este é um dos diversos “kits”, ou seja, não é o melhor e nem o único!

Segue o kit  para auditorias internas:

  1. Procedimento de Auditoria Interna;
  2. Programa Anual de Auditorias Internas;
  3. Planejamento das Auditorias Internas;
  4. Lista de Verificação;
  5. Relatório de Auditoria Interna;
  6. Avaliação de Desempenho do Auditor Interno;
  7. Orientação sobre Lista de Verificação;
  8. Orientações para reuniões abertura e encerramento, e;
  9. Cartilha sobre como se preparar para uma auditoria interna.

Operação Lixo Zero (Por Daniela Matos – Fonte: Revista Vida Simples – Abril de 2011)

A revista Vida Simples de abril de 2011 traz uma notícia muito motivadora denominada “Operação Lixo Zero”, no qual uma família inglesa nos mostra como é fácil estabelecermos um compromisso para com o nosso planeta Terra. Veja abaixo a notícia na integra.

1314417-vlargeVocê já parou para pensar em quanto lixo você produz por ano? A família Strauss, da cidade inglesa de Gloucestershire, parou – e percebeu que podia diminuir drasticamente a quantidade de resíduos que colocava na lixeira. Tanto que, durante todo o ano de 2009, eles conseguiram encher apenas uma latão grande com detritos produzidos. Decidiram então, ir além: zerar a produção de lixo. Para isto, trataram de radicalizar o mote: “reduzir, reciclar e reutilizar”. O casal e a filha de 10 anos terminaram 2010 com uma mera sacola de lixo.

A mensagem deles de que é possivel reduzir a quantidade de lixo ganhou o mundo graças ao MY Zero Waste, site onde eles dão dicas e promovem debates sobre o tema. “O impacto coletivo de todos fazendo a sua parte pode levar a uma mudança significativa e transformarmos totalmente nossa relação com nossos resíduos”, diz Rachelle, a mãe.

A experiência rendeu a eles um projeto de documentário que começa a ser gravado em abril.

Para 2011, o objetivo deles é ajudar outras pessoas a reduzir os dejetos. “E adoraríamos acumular menos que uma sacolinha de lixo em 2011”, espera ela.

www.myzerowaste.com

Fico à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

As múltiplas fases da mulher. (Por Maria de Lurdes Fontana)

dia_internacional_da_mulherMulher, no dicionário significa pessoa do sexo feminino; depois da puberdade esposa. Em pleno século 21, este conceito simples é “meio ultrapassado”.

Talvez a singularidade da mulher em si, reporte o quão é difícil contextualizar a mulher pela sua dualidade. A mulher de muitas fases e qualidades, que decide, que ama, que serve, que vibra, que supera, que sofre, que se transforma em mãe, é a mesma que não é valorizada como deveria. Que às vezes fica em segundo plano.

Acredito que há avanços, embora lento. Há uma simbiose mútua entre as mulheres e homens nas trocas de vantagens entre si, a tal ponto de que surge a figura da mulher-mãe. Que sem dúvida é a experiência mais “completa” do conceito de mulher. Mulher que se entrega e não se cansa nas múltiplas fases e tarefas que lhes cabe.

Encontra tempo para fazer além do que poderia ter feito. Assim como há um tempo para cada coisa, há uma fase para cada período na vida da mulher. A mulher vive de fases, que vez ou outra, é pega pela raiva e depois passa.

A mulher soube se incorporar no mundo dos homens e, como eles mesmo dizem, impossível entender e compreender as mulheres.

Acredito que pela mobilidade e facilidade que a mulher tem se mudar, se reciclar e assimilar os desafios tornando-a mais parecida com o “jeito” masculino de ser. Há uma fase em que a mulher é tão segura de si, que pode pactuar o mundo eminentemente masculino, com ares de ternura e graça, (que lhes é peculiar) e que os homens pela sua natureza, ainda resistem em não ser.

Parabéns mulheres!

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br