Melhoria Contínua começa em nós (Por Emerson Macedo)

Apresentação1

Localizei em minhas pesquisas na rede um artigo muito bem elaborado sobre a Melhoria Contínua no qual seu autor, o Sr. Emerson Macedo, descreve com maestria que somente teremos sucesso em projetos de melhoria contínua em organizações nos quais atuamos como gestores e consultores, se começarmos com um “projeto pessoal / profissional”, ou seja, sendo exemplos de Kaizen e Hansei!

Segue  a seguir o seu texto na integra!

Nos últimos tempos tenho me interessado bastante sobre alguns pontos que considero fundamentais em agilidade e sustentabilidade de um projeto e/ou de uma empresa. Um desses pontos, acredito que seja a melhoria contínua (e.g. kaizenhansei). Muitas empresas tem buscado isso de diversas formas (muito interessantes por sinal), mas eu acredito fortemente que a melhoria contínua começa em nós, profissionais da área em questão. Sem que nós estejamos comprometidos em melhorar continuamente como profissionais e como pessoas,  melhoria contínua (e.g. kaizenhansei) pode acabar se tornando uma espécie de utopia, pois se as pessoas não melhoram, não tem como a empresa melhorar.

Sobre a melhoria contínua, vou focar aqui nos aspectos (1) errar e (2) compromisso com a mudança.

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Participação nos lucros volta a crescer (Por Marcelo Rehder, de O Estado de S. Paulo)

SÃO PAULO – No ano em que a economia brasileira deve crescer acima de 7%, boa parte dos trabalhadores vai embolsar uma bolada em participação nos lucros e resultados (PLR) das empresas, que supera o valor pago em 2009 e no período pré-crise. Não há números consolidados, mas órgãos sindicais dão ideia da importância do instrumento. Só os bancários receberão R$ 3,578 bilhões até março de 2011 em PLR.

A massa de recursos dos bancários recebeu injeção de R$ 190 milhões extras ante os R$ 3,388 bilhões pagos em 2009, segundo o Dieese. Do total, R$ 1,329 bilhão está em circulação desde novembro, quando os 470 mil bancários do País receberam parte da PLR. “É um dinheiro extra muito bem vindo e que garantiu a realização de um projeto familiar”, diz o escriturário do Banco do Brasil Gabriel Moraes dos Santos, de 36 anos.

No mês passado, Santos recebeu R$ 3 mil de PLR do BB. Em abril, serão mais R$ 3,9 mil, somando R$ 6,9 mil. Ele mora com a mulher, três filhos e a avó na casa da sua mãe. O dinheiro vai completar a entrada de um apartamento próprio.

Além de rechear o bolso do trabalhador, a PLR movimenta a economia. No ABC paulista, os metalúrgicos conquistaram, ao todo, R$ 390 milhões em PLR, segundo o Dieese. Acordos foram fechados em 201 empresas que empregam 70% da categoria, com 102 mil trabalhadores.

O valor representa salto de 11% em relação ao pago em 2008. A comparação não foi feita com 2009 porque foi atípico em razão da crise, que atingiu de forma diferente os acordos salariais, diz Sérgio Nobre, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Em alguns casos, o trabalhador recebe mais de quatro vezes o salário. Flávio Augusto Terra, de 31 anos, montador da Volkswagen em Taubaté (SP), ganha entre R$ 2 mil e R $ 2,5 mil ao mês. Junto com os 5,2 mil funcionários da fábrica, embolsará R$ 10 mil em PLR. Desse total, R$ 4,3 mil foram pagos no primeiro semestre e o restante será pago este mês. “Comprei um apartamento e esse dinheiro vai para o pagamento de prestações”, diz Terra.

Os 10 mil trabalhadores da Nestlé em São Paulo vão receber PLR correspondente a 95% do salário, somado a um valor fixo de R$ 3,3 mil. O piso de admissão é de R$ 980. “Foi a melhor PLR do setor”, diz Ovídio Garcia Fernandes, da Federação dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação de São Paulo.

No polo petroquímico de Cubatão, os 5 mil trabalhadores de empresas como Copebrás e Dow Química recebem salário médio mensal de R$ 5 mil. “A média de PLR fica em torno de R$ 15 mil, mas chega a R$ 20 mil ou R$ 30 mil nos salários mais altos”, diz Herbert Passos Filho, presidente do Sindicato dos Químicos da Baixada Santista. O valor deste ano será definido em janeiro.

Gerações X, Y e Z! (Por Wagner Campos)

noticia_45Continuando nossa série de artigos sobre o conflito, ou não, de gerações X e Y, segue um texto recente do Wagner Campos.

Neste texto, o autor apresenta de forma clara, a necessidade de desenvolver um clima de cooperação organizacional, ou seja, envolver as gerações X, Y e Z de forma que uma esteja preparada para respeitar as diferenças existentes e aprender uma com a outra, pois há muito conhecimento que pode ser trocado entre as duas gerações, cada um à sua realidade.

Mas como assim geração Z, não bastasse a X e Y, agora descobriram a “tal” de Z!

Clique neste link e acesse o conteúdo completo deste artigo!

Amanhã eu faço! (Por Pedro H.G. Lima & Luís C. Fernandes)

amanha_0Quantas vezes escutamos de nós mesmos ou de colegas, fornecedores e inclusive amigos, diante de uma solicitação, a seguinte resposta: “amanha eu faço”. Pois bem, esta semana que recebi um artigo muito bem elaborado sobre este assunto no qual os autores são os Psicólogos Pedro H. G. Lima e Luís C. Fernandes da empresa Núcleo Psicologia.

Segue abaixo o conteúdo na íntegra:

Adiar a realização de uma tarefa é algo comum na vida das pessoas, para exemplificar esta questão basta responder a uma pergunta simples: quem nunca adiou o preenchimento da declaração de imposto de renda?

Embora pareça um traço da nossa cultura, deixar para amanhã não é uma exclusividade dos brasileiros, mas sim uma característica do ser humano que pode ser potencializada ou atenuada por fatores culturais e/ou educacionais.

Poucas pessoas podem dizer que nunca deixaram para depois alguma tarefa particularmente onerosa, seja física ou psíquica, mesmo tendo tempo de sobra para realizá-la.

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Atitude e Motivo. (Por Maria de Lurdes Fontana)

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Grande parte da conduta humana, sobretudo a conduta social, seria inexplicável sem o conceito de “atitude”, que de modo geral tem recebido diversas interpretações.

Além dos processos motivacionais, é possível encontrar na atitude, componentes cognitivos e afetivos. De fato, tem-se percebido a interconexão entre as variáveis de caráter emotivo da personalidade, isto é, a relação entre os traços do temperamento e as atitudes.

Por outro lado, cabe definir as atitudes como algo mais distante das “tendências” e mais próximo das “convicções”, que guiam a ação mediante o reforço da orientação para um determinado objetivo. Nessa perspectiva, uma atitude é menos específica que um motivo, uma vez que não se refere a uma tendência realmente existente, mas somente à probabilidade de que ela possa ocorrer em determinadas circunstâncias.

Outra diferença entre motivo e atitude é no caráter relativamente variável entre um e outro e dependendo da persistência há uma disposição geral do indivíduo de enfrentar os fatos de determinada maneira. Na linguagem geral, o termo tende, porém, a ser particularizado: fala-se, assim, de uma atitude agressiva perante certas situações por parte de uma pessoa, o que não implica que ela possua, habitualmente, uma personalidade agressiva. Porém nem sempre de fato é dado como verdade absoluta, pois pode ser o reflexo e uma reação decorrente da uma ação.

Por fim, afirma-se que as pessoas tendem a ter certas atitudes dependendo do seu temperamento.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

Eu Gostaria que os Outros fossem como EU! (Por Gerson Rodrigues)

pha0275lContinuando o post anterior (clique aqui), no qual perguntamos se você, que tem papel de liderança na organização, “seria ou não um chefe tóxico?”, esta semana localizei na internet, através do meu twitter, um artigo com seguinte título: “Eu gostaria que os outros fossem como EU!”.

Neste artigo o Sr. Gerson Rodrigues, especialista em gestão de pessoas, fala sobre o impacto do Ego nas organizações!

Segue abaixo o referido artigo na íntegra:

Você considera possível que a mesma pessoa que ergueu um império corporativo a partir do seu próprio trabalho e visão empresarial possa destruí-lo em um terço do tempo que levou para construí-lo?

É pertinente a ideia de que um gestor altamente competente possa criar um ambiente de trabalho de alta perversidade e competição insana?

Dá para entender o fato de que um profissional talentoso que possui todos os atributos para alavancar sua carreira não consiga avançar no rumo da realização de seus sonhos e projetos profissionais?

Será que estas e outras experiências insólitas encontram um culpado comum para tais resultados? A resposta é SIM! Há um culpado. O nome dele: EGO.

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A Evolução do Ensino (Por Maria Odete Olsen)

img_news_matematica1Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos o artigo do Eduardo Guaragna, no qual a nossa amiga Catiucia registrou seu comentário sobre a importância da Educação na busca da Qualidade, hoje, recebi um e-mail convidando a ler um artigo da Maria Odete Olsen cujo título é “A Evolução do Ensino”. A autora possui um blog denominado “Educação e Cidadania News”.

Pois bem, o conteudo deste artigo da Maria Odete possui um link precioso com os comentários da nossa amiga Catiucia, logo convido a todos para a leitura deste artigo, clicando aqui.

Boa reflexão!

O Dia Mundial da Qualidade (Por Eduardo Guaragna)

wqdlogoHoje é um dia especial, pois é o Dia Mundial da Qualidade! Nossa amiga, a Catiucia Zafalon, Coordenadora Comercial do BSI Brasil Sistemas de Gestão nos encaminhou um excelente artigo, elaborado pelo Sr. Eduardo Guaragna (clique aqui e conheça um pouco melhor este profissional), no qual ele com a sua habitual maestria nos brinda este dia com um excelente artigo sobre este tema. Já no inicio deste artigo, o Guaragna já faz uma provocação:

  • Tem sentido ainda hoje um dia especial para a qualidade?
  • Estaria a palavra qualidade desgastada?
  • Temos o mesmo entendimento do que vem a ser qualidade? Gestão da qualidade ou qualidade da gestão?

Clique aqui e acesse na integra este artigo, aproveite para refletir sobre este assunto!

O que eles procuram (Fonte: Zero Hora por Maria Amélia Vargas)

CapturarRecentemente li um artigo extremamente claro e objetivo sobre as principais características comportamentais dos candidatos mais valorizadas atualmente pelas empresas em processo de seleção. O artigo foi publicado no jornal Zero Hora pela Sra. Maria Amélia Vargas.

Recomendo esta leitura, tanto para os profissionais que estão desenvolvendo as suas competências, como para os futuros líderes destes candidatos, assim como para os profissionais de Recursos Humanos! Clique aqui e acesse o conteudo na integra, também publicado na website deste jornal.

Ao lado segue um resumo deste artigo, denominado “perfil desejado” (clique aqui e tenha acesso ao arquivo em extensão .pdf)

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Compartilhar a mesma VISÃO!

Redes SocialesEm nossos trabalhos de consultoria em Gestão Estratégica, sempre nos deparamos com a mesma realidade: os “donos” da organização não conseguem formalizar e / ou disseminar a sua VISÃO de FUTURO da sua organização para os seus gestores e demais colaboradores!

Sendo que o “segredo” é COMPARTILHAR a mesma VISÃO!

Sendo que, no nosso pronto vista, e a principal causa para que a cultura de Gestão Estratégica não se torne uma realidade nas organizações.

Recentemente, li um artigo muito bem elaborado, escrito pelo Sr. Paulo Ricardo Silva Ferreira (Clique aqui e conheça o seu perfil). O artigo foi publicado pelo Instituto Eckart com o título sugestivo de “Visão Estratégica – O entendimento”.

Convido a todos para reservarem um tempo para leitura e análise deste artigo, clicando aqui.

Também, gostaria de aproveitar a oportunidade para convidá-los a assistir o filme “A Visão de Futuro”, onde Joel Barker procura demonstrar porque devemos dedicar boa parte de nosso tempo a pensar sobre o futuro.

Maiores detalhes sobre este filme, clique aqui.

No próximo post, iremos falar um pouco mais sobre este assunto, até gostaríamos de receber os seus comentários sobre o artigo do Sr. Paulo Ricardo Silva Ferreira.

Boa leitura e análise! Aguardaremos os seus comentários!